Fazia Tempo que eu Nao me Sentia Tao Sentimental

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⁠Em tempo de lutas quem poderá dizer que a unidade não é a morada da beleza, certamente em lume a vitória possa de fato se estabelecer, e, por sábias reflexões, colher bons frutos em todos os seres, principalmente por àqueles que necessitam da graça pra se restabelecer.

⁠"Divida seu tempo, sua vida com quem
te ancora com segurança.
Mas não te prende.
Pois sabe que sua direção é a
mesma que ele também busca
seguir.

Para isso,
use o amor como seu prumo.
Como seu norte.
Como sua direção.
Como seu horizonte.
Só depois, mergulhe."

O tempo desperdiçado hoje pode fazer falta amanhã. O tempo não volta! Portanto, faça agora, faça hoje, tudo o que não puder esperar pelo próximo segundo ou por um novo amanhecer!

Marco Antonio Ianoni

Que hoje sobre mais tempo
para o que for bom.
Que possamos deixar de lado o que não
for prioridade.
Que o dia seja mais aproveitado com as alegrias
que muitas vezes deixamos passar
pelas urgências do dia.

Aceite que o amor da sua vida, você não acha em 24 horas, mas sim percebe quando o tempo te mostra.

⁠Resiliente

Se sentir saudade
apressa-te a
me ver

não há tempo perdido
e tempo a se perder

eu posso te amar
e, ainda assim
me amar, até mais
do que amo você.

Seja paciente. Você quer tempo e não dá tempo ao tempo!


A paciência é mais que uma virtude, é uma questão de saúde.

JANELA.


Daqui dá para ver o tempo.
Lembre-se que os momentos
Não são vividos em histórias
De duendes e fadas.
E que o tempo
Está nas memórias
Escritas e sem palavras.
Daqui de casa dá para ver
Uma nuvem em forma de gente.
Olhando pela janela a espera do futuro,
E pelo milagre a promessa,
Pois a verdade nunca mente.
Daqui vou ver o tempo.
Daqui vou ouvir o vento.
O céu estava azul, agora nublado,
Quem sabe poderá chover,
Não, o sol abriu as nuvens,
Com o seu jeito bravo.
O tempo vai passar,
O tempo vai melhorar,
Quem sabe amanhã o sol
Nasce; um dia sem sol,
Um sol disposto a amar.
Quem sabe a lágrima
Da chuva, uma gota vai molhar,
Toda esta terra, gente,
Toda esta serra, marrom.
Toda esta floresta, cinza.
Toda esta água, preta.
O tempo do tempo calor,
Não vai passar a dor.
Não vai nascer a flor.
Daqui consigo ouvir o vento.
Pela janela consigo ver o tempo.
Sem chuvas e com lágrimas.
O tempo é seco, o vento é seco.
Pela janela do meu quarto,
Eu vejo as palavras nubladas,
Escritas pelo tempo, quente.
E a janela não está fechada.


Autor: Cássio Charles Borges

Cem anos e Cem dias.


É tempo de guerra,
E o mundo diz viver em paz.
Digo que os homens não serão conhecidos
Pelos seus órgãos genitais.
Os seus nomes serão escritos
Com letras formais.
Em seus nascimentos
Terão minutos para serem circuncidados.
Os machos não correm na corrida,
As fêmeas viverão como machos,
No cotidiano da vida.
Os dias não terão noites
Mas as noites serão dias.
A água não apagará o fogo,
E as fumaças não serão nuvens, enxofre.
Os filhos serão como os pais
E os pais viverão como filhos.
Na partida muitos irão se alegrar,
E na chegada todos irão chorar.
Os sonhos não são desejos
E o querer não é vontade.
Quando você acordar,
Diga que o amor de muitos,
Irá esfriar.
Que a leis
Não respeitarão os mandamentos.
Que os corpos
Não terão o espírito.
Que as cicatrizes,
Não serão das feridas.
Pois, por águas viverás em brigas.
E a terra esquentará.
Irmãos não serão amigos.
Famílias não viverão unidas.
Neste tempo.
Vestido de luz,
E acima de uma nuvem,
E como a um relâmpago
O filho do homem chegará.
Quem tem ouvidos ouça.
Quem tem olhos, leia.
Sem anos e sem dias.


Autor: Cássio Charles Borges

FILHA.


Naquele dia, não nevava, mas parecia,
O meu coração flutuava na preocupação,
Do tempo, da hora e do dia,
Tinha muito amor, e sentia a vida na multiplicação.
O seu nascimento, o teu nascer,
Me fez caminhar a estrada de filho para pai,
E urgentemente crescer,
E nessa estrada ver a diferença do fica e vai.
Filha! Quando te vi pela primeira vez,
O meu coração que nunca falava falou,
Filha! O pai agradece a Deus pelo que Ele me fez,
Tu és benção, e teu sorriso em mim exalou.
Eu sabia que não mais seria o mesmo,
Que os meus sonhos não serão únicos,
Que minha história não será a esmo,
E que meus dias serão, eu e você, sempre juntos.
Filha, papai te ama sempre e muito.


Autor: Cássio Charles Gomes Borges

Aprendi com o Tempo


Aprendi com o tempo
que o perdão não é um laço,
não é um nó que te prende
a quem rasgou teu espaço.


Não é um sim ao erro,
nem um cheque em branco,
não apaga a cicatriz,
não devolve o que faltou.


O perdão é uma ponte
que se constrói por dentro —
para que eu atravesse
sem levar o fardo pesado,
sem arrastar a corrente
do ódio envenenado.


Não é para quem feriu,
não é para aliviar sua culpa,
é para que minha alma
não vire terra arrasada,
para que eu não carregue
a sombra da espada.


Aprendi que perdoar
é fechar a porta do inferno,
é seguir sem olhar pra trás,
livre, inteiro, sem guerra.


Porque o perdão não cura quem errou
cura quem sobreviveu.


Livre, enfim, de ser juiz.

TEMPO

É o que não temos, mesmo que seu dia seja chato e quer que passa, e passou você sobreviveu da sua vida meio cansativo, mas outro dia você dar de conta que já tá perto de acabar o ano, e o que levamos? Dinheiro, móveis, uma casa ou sua vida confortável que temos nesse mundo, mas parece que é vida se você não tiver um teto sobre sua cabeça ou comprar comida nesse mundo você não sobreviver... se vamos acabar debaixo da terra e não levamos nada, porque corremos tanto, se vamos perder tudo.

Cada alma tem seu tempo
E não há por que exigir.
A vida, com discernimento,
Ensina o momento de florir.

A paciência do tempo em preparar tuas recompensas não se dobra à tua impaciência em exigi-las de imediato.


Herbert Saavedra

A família não precisa ser sacrificada no altar do chamado; Deus sabe unir propósito e lar no tempo certo.


trecho do livro Lá em casa

Posso até me afastar dos meus por um tempo, mas em Cristo, o adeus nunca será definitivo.
Não há dor na separação quando a eternidade nos une novamente em Cristo.


Trecho do livro Lá em casa

Almas que o tempo não apaga


Dois corações, um só destino,
cruzaram-se na curva do divino.
Almas gêmeas, em puro esplendor,
vivendo intensamente o mais belo amor.


Mas veio o tempo com sua dureza,
soprando orgulho, ferindo a leveza.
Palavras caladas, silêncios gritantes,
e o amor, tão vivo, tornou-se distante.


Seguiram caminhos, corpos separados,
mas os sonhos... ainda entrelaçados.
Cada gesto, cada som, cada cheiro,
era a lembrança do tempo verdadeiro.


O sol que aquece, a chuva que cai,
tudo recorda o que o tempo não trai.
Mas o orgulho, teimoso, cresceu demais,
e cavou entre eles abismos mortais.


Mesmo longe, a dor é presença constante,
como um eco do amor, ainda vibrante.
Dormem e acordam com o mesmo vazio,
tão perto no amor, tão longe no frio.


E o coração? Ainda pulsa em tortura,
amando em segredo, sofrendo a amargura.
Pois saber que se ama e não poder tocar
é o castigo mais cruel de se amar.

A todo tempo confie no Senhor, pois Ele é bom e a sua bondade dura para sempre.

Não tenha medo das más notícias, mas creia que o Senhor te guarda e proteje. Lembre-se de Davi contra Golias; Moisés contra Faraó; Daniel contra os leões e outros fatos ocorridos na Bíblia que te faz acreditar que o Senhor cuida e guarda.

Mantenha-se motivado nas promessas e cuidado de Jesus e não mude quem é pela maldade humana, mas seja à luz e esperança para aqueles que vivem na escuridão.

“Quando o Tempo Silencia”


Há dias em que o tempo não passa,
ele apenas observa.
Fica ali, imóvel, enquanto você tenta entender
por que algumas perguntas voltam
mesmo depois de tantas respostas.


Você acorda, se levanta, caminha,
mas por dentro algo permanece quieto.
Não é tristeza, exatamente.
É um tipo de espera.
Como se a vida estivesse te chamando
com uma voz muito baixa,
e você tivesse que se aproximar mais para ouvir.


É nesses momentos que as pequenas coisas se ampliam.
O som de uma folha tocando o chão,
a luz atravessando a cortina,
um pensamento que chega sem ser convidado
e muda tudo de lugar.


Você começa a perceber que
viver não é uma sequência de conquistas.
É um mosaico de instantes quase invisíveis
que só se revelam quando você para de correr.


O abraço que demorou um segundo a mais.
O olhar que você quase desviou, mas não desviou.
A dúvida que ninguém respondeu,
mas que te ensinou a perguntar melhor.


Nem tudo precisa ser resolvido.
Algumas coisas só precisam ser sentidas.
Aceitas como são.
Como o mar aceita as ondas,
sem tentar controlá-las.


Às vezes, a força está em ficar.
Em não fugir do desconforto.
Em reconhecer que há beleza no que é imperfeito,
e que a calma não chega para os apressados.


Você começa a entender que não é preciso gritar
para ser ouvido.
Nem correr para alcançar algo que talvez
sempre tenha estado dentro de você.


Há silêncio que cura.
E há dias em que o silêncio é tudo o que se tem.
Mas, aos poucos, ele vai te ensinando a escutar o mundo
com outro tipo de atenção.
Mais suave.
Mais verdadeira.
Mais sua.


E mesmo sem perceber,
você já está seguindo em frente.
Não por ter certeza,
mas por ter aprendido a caminhar
sem exigir que o caminho seja claro o tempo inteiro.

As reminiscências são a forma mais sutil de percorrer o túnel do tempo, não com o corpo, pois o tempo não retorna, mas com a alma, que revisita o passado para resgatar momentos, imagens e encontros que se tornaram inesquecíveis.