Fazia Tempo que eu Nao me Sentia Tao Sentimental
Foram desonestos comigo, então eu deixei os hipócritas acharem que o equívoco foi meu. Perdoei em silêncio, mas troquei todas "as fechaduras."
“No dejeto eu sou o milho."
Eu fui mastigada várias vezes, recebi ácido, passei por caminhos tortuosos, me misturei com coisas ruins, mas não fui desdobrada em partes menores. Eu saí desta experiência inteira e me destacando. Passei pelo bolo fecal, mas não sou ele.
Se falarem que eu sou uma péssima pessoa, eu sou. Que eu sou uma pessoa estranha ou espontânea, eu sou. Eu posso ser vista pelo outro como irritante, humilde, cordata, teimosa, arrogante, inteligente, bondosa, disciplinada, estúpida, indiferente, atenciosa, feia, bela, egoísta, generosa... Eu posso receber todos os adjetivos e ser tudo aquilo que o outro acha que eu sou na perspectiva dele, nas vivências dele. Eu posso ser um fragmento na mente dele. E eu não tenho controle sobre isso. Portanto eu sou o que penso ser, sou o que dizem que sou e sou o que realmente sou.
Se falarem que sou uma péssima pessoa, eu sou. Eu posso receber todos os adjetivos e ser tudo aquilo que o outro acha que sou na perspectiva dele, nas vivências dele. Eu posso ser um fragmento na mente dele. E eu não tenho controle sobre isso. Eu sou o que realmente sou.
Apesar da maledicência e dos ingratos, eu continuo a sorrir, a caminhar e a ser e fazer gente feliz.
Uma das coisas que sempre acreditei e que vez ou outra, eu vejo vários exemplos, é a de que ninguém vai embora sem acertar as contas aqui na terra.Portanto, cuidado com o que você faz malevolamente para os demais, para que não sofra com seus reflexos.
Eu vivo! Eu falo o que quero falar e faço as minhas escolhas. Vou pela vida como realmente sou, com as minhas ignorâncias e com a minha cultura, com os meus medos e certezas, com ilusões e verdades. E assim, quando menos espero tenho o que quero sem me esconder da vida.
Eu vivo! Eu falo o que quero falar e faço as minhas escolhas. Vou pela vida como realmente sou, com as minhas ignorâncias e com a minha cultura, com os meus medos e certezas, com ilusões e verdades. E assim, quando menos espero tenho o que quero sem me esconder da vida.
A coragem de quem é e quase sempre foi sozinha como eu é uma coragem diferente de quem tem tudo e todos. É como a coragem de um pequeno animal, ela é uma coragem instintiva. Não é como a coragem de um imperador, pois ele tem poder. Eu, por exemplo não preciso do outro para ter esta coragem. Esta é uma coragem pequena, mas eu me sinto orgulhosa por tê-la. Lembrando que, eu estou falando da minha realidade, mas entendo a sua. Mas, é preciso ter coragem para finalmente fazer as coisas. É preciso ter vontade de mudar e assim dá o primeiro passo. Quase toda a minha vida fui sozinha e continuo sendo e isso me ajuda a ter a coragem que preciso ter. Eu sempre pressenti que eu só tinha a mim mesma, e através dos anos e da experiencia eu me sinto feliz por ter sido forte na minha jornada. Hoje tenho muito mais força que antes. Já não tenho medo de enfrentar os desafios que a vida possa me oferecer. Hoje eu só tenho medo de mim mesma, pois somente eu posso me fazer mal. Se eu não conquistei ou me livrei de algo, posso afirmar que não me faltou coragem, mas interesse.
Sim, meu desafeto: a vida da voltas! E eu espero de coração que a minha passe por Barcelona, Itália e Paris.
Preserve a nossa amizade, pois se ela acabar jamais serei como fui, porque modéstia a parte eu sou inteligente.
São muitos os meus descomedimentos, eu sei...
O meu tio me falou que ouviu dizer que sou aluada.
Não é que a minha loucura me tornou famosa?
Arrisco-me sempre, é verdade!
Eu estou sempre em busca de novas experiências, aprendizados, conhecimento...
Daí me pergunto: como eu seria sem as fases da lua?
Quando sou espontânea excedo em
sorrisos, abraços e beijos...
Não gosto de padrões,
mas respeito as regras desta sociedade cínica.
A minha sinceridade incomoda muita gente.
Se tiram o meu sossego, retribuo ou evado.
A minha felicidade, eu mesma construo no meu interior.
Eu sou abotoada, acalorada, reflexiva e não entendo por que sou amada...
Apesar destes descontroles, eu tenho uma mente flexível,
ouvidos abertos e boca fechada.
Sem mais delongas, eu sou um devir constante.
