Fazia Tempo que eu Nao me Sentia Tao Sentimental
Nem sempre sabemos que qual é o caminho certo para a nossa felecidade...mas eu acredido que tu es o caminho certo para a minha felecidade...adoro te.
Quem perde o teto ganha as estrelas, quem perde solidão ganha companhia...eu perdi a ilusão e ganhei o seu amor...isso foi de mais amo você.
Dizem que o nosso amor é impossível. Até que pode ser mas só se nós quisermos. Eu te amo e te peço que não deixas que isso seja verdade:-)
a rosa você é:
Eu admiro a sua pureza
e sua delicadeza.
Com as minhas mãos,
Eu seguro a sua existência,
Uma existência delicada.
Mas no fim -
Eu preciso sentir as suas espinhas,
sentir a verdadeira rosa que és .
Eu paro ao reto,
Vejo um mar de memórias,
Memórias da minha vida,
Minha infância,
Minha existência,
Em num lugar só,
Esse mar me sufoca de nostalgia.
A luz solar pintar as paredes de ouro,
Pintar esse pequeno lar,
que és meu mundo.
O calor dessa pintura,
É o calor da minha infância.
Iluminado as paredes, os tetos e o chão,
Que é uma homenagem para minha infância.
Ensinar caráter é com pai e mãe, quer aprender comigo cuidado,
Eu sou igual a vida ensino dando porrada
Só quero adormecer e sentir a escuridão em mim, para que a dor dessipe, e eu possa me sentir integral ao infinito, me livrando de todas essas correntes, e pela primeira vez na vida, me sentir completa.
Eu me li e reli várias vezes, questionei, refleti e me mastiguei, engoli palavras, engoli dores, engoli pensamentos, solucei lembranças e chorei mágoas, respirei desilusões e contrai angústias, adoeci cronicamente, me refiz por fora, me reservei por dentro, dificultei, lutei, resisti, intensidade minha, legítimo verso, sou eu minha obra, meu universo, corpo, mente em espírito, absorvo-me como visto, descendo da arte, é o que soma a minha natureza.
Às vezes sento no meu espaço olhando para o céu, e milhares de perguntas me surgem, mesmo assim eu paro, e admiro essa arte natural que me permite por alguns minutos sentir-me significativa, é uma bobagem, contudo, coisas pequenas é que estimo, mas infelizmente são coisas breves, visando que minha mente e alma está corrompida, os sentimentos bons são tão breves que parecem flashs, mesmo assim ainda me permito sonhar com a imensidão do universo e seu convite, me atrai, poder participar de sua grandeza, pois sinto que na terra de nada valho e não tenho propósito, mas... gostaria de ser uma estrela pra guia os sinuosos, ou transitar entre os astros, fragmentos e planetas como um viajante, poder me sentir plena e pertencente a algum lugar.
Caminhando pelos meus próprios passos, tento decifrar quem diabos eu sou. Escrevo tanto, mas às vezes parece que tô só dando voltas, sem chegar a lugar nenhum. Será que perdi o fio da meada ou nunca soube mesmo qual era? Às vezes, parece que tô flutuando entre querer e ser, como se tivesse esquecido onde me encaixo nessa bagunça toda. Talvez tenha me perdido no meio do caminho, ou quem sabe tenha percebido que não tem um destino certo pra tudo isso. Eu sou tipo uma sombra, só dando uns passinhos na beirada do meu próprio ser. Às vezes, me sinto um rascunho mal acabado, uma música que não consegui compor. As páginas em branco parecem pedir um desvendar, um jeito de desembrulhar o mistério que me habita.
Quando eu me perder no vasto céu e me transformar em estrela, feche teus olhos e me sinta como a brisa suave que acaricia tua pele. Quando a chuva descer, saiba que não são apenas gotas, mas minhas lágrimas se fazendo poesia, tocando teu ser com a serenidade de quem nunca se foi. Ao caminhar pela praia, pisar na fria e molhada areia do mar, beije uma rosa e lance-a às ondas, pois ela será meu reflexo, e tu, sem saber, estarás me trazendo de volta, mesmo que por um instante. Se uma borboleta vir à tua frente, feche os olhos e escuta, pois é o sussurro da minha alma. Quando o canto de um pássaro atravessar o silêncio, entenda que sou eu, vindo na forma etérea do vento para te tocar. E, se por acaso, meu perfume te envolver, e alastrar teu quarto, respira fundo, pois estarei em cada molécula, sorrindo na fragilidade do instante, pois neste mundo a felicidade nunca foi minha, mas a essência da minha ausência habita nas pequenas coisas que despertam o toque da alma. Estarei lá!
Armado para o silêncio
"Sabe, eu nunca fui o porto seguro de ninguém. Nunca fui o cais onde se ancora a confiança ou a paz. Eu sou, na verdade, o cão de guarda que soltam quando os invasores aparecem. Sou o vilão necessário, o anti-herói que empunha a pá e o taco quando o serviço sujo exige mãos dispostas. O problema é que, de tanto me usarem como arma, esqueceram que eu sangro. Esqueceram que sou humano e que, por trás de todo esse caos que carrego, eu também imploro por um pouco de silêncio.".
Uma falha, um erro.
Tudo que eu sei.
Se derrete em lodo lúgubre.
A realidade se torna uma mera ilusão.
Uma carcaça vazia me chama.
Aponta para a humanidade e entro em prantos.
Talvez um dia acharei a cura
Ou me perco do meu corpo.
Observo minha pele borbulhando em depravação.
Busco reconfigurar meu ser
Ou perderas-te para sempre nesse abismo existêncial.
Minha alma é única
Ela não deveria ser mutavel.
Minhas verdades e ideias são dissipadas pelas águas turvas da aflição.
Lentamente distancio e vislumbro, algo que já foi vivo algum dia.
Que eu seja sempre uma criança,
que corre livre e solta, pelos caminhos da esperança.
Seguindo borboletas que levam aos jardins das flores...
•*• *•*
Eu só tenho uma vestimenta:
a sinceridade,
nela só tem um bolso,
o meu coração...
Nele só guardo o que tem valor,
amor ao 'Criador
e as pessoas a quem tenho afeição!
<*•*>
Eu e a maioria,
por causa de dificuldades e tédio,
após terminar ensino médio,
só consegue cursar faculdade da vida,
fazendo um mestrado, transformando em poesia
as aflições do dia a dia...
Ah, se eu tivesse os meus vinte anos,
com a experiência
que tenho agora!
Eu seria uma jovem senhora,
autografando a minha humilde poesia!
Eu, seduzida feito criança,
observando a bela criação de Deus.
Deslumbrada na esperança
que, um dia ele vai realizar os sonhos meus!
Eu considero o erro, como sendo um professor sarcástico, nos deixa errar para depois esfregar o nosso rosto no chão,
e depois dizer: aprendeu a lição!?
