Fazia Tempo que eu Nao me Sentia Tao Sentimental
"O problema nunca é o tempo que falta, mas a vontade que expirou; ninguém usa a desculpa de 'estar sem tempo' para algo que ainda faz o coração acelerar."
"A pressa quer o fruto, mas o amor pela vida rega a raiz; sem honrar o tempo de maturação, o que colhemos nunca tem o sabor da plenitude."
"No relógio apressado do mundo, você é o único segundo em que o tempo decide descansar e apenas observar."
Ter fé é entender que o tempo é uma linha, mas o coração é um ponto de encontro. Enquanto os olhos estão presos à cronologia do "ainda não", a alma já habita a realidade do "já é". A fé não é um pedido enviado ao universo; é o recibo de entrega de algo que já foi despachado no plano espiritual.
Insistir
nessa ideia maluca
de tentar mudar o outro,
é desperdiçar recursose o tempo destinadosa nossa justa
melhora, nunca do
outro!
O tempo é um tecido que se desfaz nas mãos da rotina: fios compridos de ontem se soltam em fiapos que caem no chão do quarto. Às vezes, tentamos costurar as bordas rasgadas com promessas — pontos rápidos, gesto apressado —, mas a agulha escorrega porque a memória tem vida própria. Há bolsos escondidos nesse pano onde guardamos cheiros e conversas; aberto, o bolso revela bilhetes amarelados, recibos de encontros que não se repetirão. Quando chove, as cores do tecido sangram, e aquilo que jurávamos ser permanente vira aquarela. Ainda assim, entre os rasgos, nas pontas soltas, encontram-se nós que salvam: abraços que prendem retalhos, risadas que emendam dois instantes. À noite, alguém passa a mão sobre a superfície e sente calor — uma prova de que, apesar do desgaste, o tecido ainda guarda corpo. Não é zelo que evita o desgaste, é atenção: escolher com que cuidado dobramos as horas, com que delicadeza tratamos as sobras. O resto, inevitável, se desfaz; e, no espaço que surge, podemos aprender a costurar novas formas de presença.
A Mente em Foco na Floresta do Tempo
Na floresta densa da vida, onde o tempo se mistura como galhos velhos, a mente em foco brilha com originalidade. Ela ignora caminhos confusos e corta direto para o agora, transformando a saudade em força para o futuro. A originalidade nasce assim: não no passado triste, nem no futuro distante, mas no agora vivo.
Na floresta do tempo, a mente em foco usa a saudade como luz, guiando para um futuro novo e fresco. O agora é a porta; o futuro, o reflexo.
Assim, ela cria algo único, livre das sombras do tempo.
Passei tanto tempo colocando a dor no bolso, escondendo meus próprios problemas, porque os meus nunca pareciam prioridade. As circunstâncias sempre faziam da necessidade do outro algo maior, mais urgente, mais digno de atenção.
Até que veio o acúmulo. E com ele, a implosão
silenciosa, mas devastadora, causando danos profundos.
Agora estou aprendendo qual é o meu lugar de prioridade dentro da minha própria vida. Aprendendo a dar passos que antes nunca me foram permitidos.
Mas hoje surge um novo dilema nas circunstâncias da vida: minha dor já não cabe mais no bolso. Ela transborda, aparece até no silêncio. Tento guardá-la em uma gaveta, mas até essa gaveta está quebrada. E, ainda assim, a prioridade segue sendo cuidar de uma dor física, visível, aquela que todos conseguem enxergar.
E a que ficou em mim?
A que implodiu por dentro?
Existe forma de impedir que os danos ultrapassem os limites do aceitável, quando se viveu tanto tempo sem saber se colocar no próprio lugar?
Porque uma das coisas mais lindas da amizade é quando ela passa a acontecer no silêncio do tempo, naquele momento em que os sentimentos não são mais pronunciados, mas os olhares são capazes de gritar ternuras infinitas!
E nossa alma capta todas, ainda que a gente não se fale!
“Toda lei nasce limitada pelo tempo em que foi escrita, mas pretende alcançar pessoas que ainda não nasceram.”
Muitas vezes, passamos tanto tempo presos a uma situação, a um relacionamento, a um trabalho... Passamos tanto tempo vivendo uma rotina que já não nos vemos mais sem ela, não nos reconhecemos mais se não estivermos ligados a ela. Simplesmente decidimos não ir adiante e tiramos a liberdade do outro de ir. Aprisionamos, acorrentamos e fazemos mal (principalmente a nós mesmos). Talvez, essa necessidade insana de permanecer, seja apenas medo de enfrentar o novo ou, quem sabe, medo de deixar o “velho” e não se reconhecer mais, de perceber que você mudou a tal ponto que, nem nos mínimos detalhes se reconhece mais. Talvez, seja medo de descobrir que o vazio que acreditava ter preenchido nesse relacionamento, ainda continua aí, dentro de você.
Vale mesmo a pena, continuar nisso por pura teimosia? Vale mesmo a pena, seguir atrelado a isso, se nem a sua paz te acompanha mais? Vale mesmo a pena, fechar as portas para novas oportunidades que verdadeiramente te farão feliz? Vale mesmo a pena, se desgastar tanto, simplesmente para não ser o primeiro a compreender que acabou?
Qualquer pessoa é suficientemente inteligente para perceber quando uma relação chega ao fim, que qualquer situação só pode ser levada a diante se for capaz de ser saudável, se for leve, se for agregadora.
Tudo o que te tirar o equilíbrio, a paz, o ânimo; que tirar o brilho do seu olhar, que manchar o seu sorriso e/ou lhe tirar o prazer e a leveza, SIMPLESMENTE NÃO VALE A PENA!
Decidir sair de uma situação assim não é sinal de fraqueza. Não significa que você fracassou!Significa apenas que você é maduro o suficiente para compreender que deu certo e durou apenas o tempo necessário (nem menos, nem mais) e que chegou a hora de investir em novos sonhos, novas conquistas.
Liberte-se! Deixe ir e vá buscar a felicidade que lhe espera logo ali.
A vida muda, o tempo cura...
Mas o tolo insiste em doer, prefere lembrar o que falta, do que agradecer o que tem pra viver.
O suficiente
Te procurava no inconsciente,
nas entrelinhas do universo,
nas dobras do tempo,
em um passado bem distante.
No futuro, além do infinito,
mas estava aqui mesmo, no presente.
Poderia passar a vida inteira
te olhando em silêncio,
e já seria o suficiente.
Não se trata de posse
ou desejo;
é algo mais intenso,
que transborda em meu peito.
Não vejo complexidade
na ausência,
não clamo os seus beijos;
minha alma apenas sente saudade,
mas se acalma quando o vejo.
Não preciso tocar
ou me satisfazer;
o silêncio é meu segredo.
Estar por perto
é o que anseio.
Estará aqui para sempre...
Mesmo sem palavras,
mesmo sem nada,
não diminui o que sinto;
a sua existência,
para mim, já é suficiente.
Céu de nuvens
Muita beleza ao mesmo tempo,
A arte ganhando vida em movimentos únicos,
Entre desenhos formados a olho nu, uma imensidão de cenários pedem passagem,
É esplendoroso ver as nuvens correndo quando olhamos para o céu!
Pois por meu intermédio os seus dias serão multiplicados, e o tempo da sua vida se prolongará.
Provérbios 9:11
Entrega tua vida nas mãos do Senhor e serás testemunha viva de bênção sem fim! Um feliz aniversário para você!
Pandemia
A vida se transformou em um labirinto que precisamos percorrer sozinhos e, ao mesmo tempo, juntos procurando a única saída: não capotar em uma curva.
Porque as vezes é viver
Ele senta no escuro
como quem conversa com o próprio tempo,
a lua não responde,
mas também não vai embora.
O violão descansa no colo
sem pressa de ser tocado,
há noites em que o som é pensamento
e o pensamento já basta.
O céu espalha estrelas
como lembranças soltas,
nem doem, nem alegram,
apenas existem.
E ali, sem promessas ou pedidos,
ele fica mais leve,
porque às vezes viver
é só estar.
