Fazia Tempo que eu Nao me Sentia Tao Sentimental

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As violências devem ser feitas todas em conjunto para que, dispondo-se de menos tempo para provar seu gosto, pareçam menos amargas; os benefícios devem ser concedidos pouco a pouco para que sejam mais bem saboreados.

Somos todos visitantes deste tempo, deste lugar. Estamos só de passagem. Nosso objetivo é observar, aprender, crescer e amar... E depois vamos para casa.

Dizem que o tempo cura todas as feridas, mas isso pressupõe que a fonte da dor é finita.

O pensamento nasce da experiência e do conhecimento, que são inseparáveis do tempo e do passado. O tempo é o inimigo psicológico do ser humano. Nossa ação é baseada no conhecimento e, portanto, no tempo. Assim, o ser humano é sempre escravo do passado. O pensamento é sempre limitado e assim nós vivemos em conflito e luta constantes. Não há evolução psicológica.

Como pode alguém em tão pouco tempo se tornar tão importante na vida de uma pessoa assim como você se tornou na minha?
Como pode alguém tomar conta do pensamento de uma pessoa assim como você tomou do meu?
Como pode alguém causar tanta felicidade a uma pessoa assim como você me causa?
Como pode alguém sempre estar presente nos sonhos de uma pessoa assim como você sempre está presente nos meus?
Como pode alguém ser o motivo de tanta alegria pra uma pessoa assim com você é pra mim?
Como pode alguém fazer tão bem a uma pessoa assim como você me faz?
Como pode alguém com um simples toque levar uma pessoa a loucura assim como você me leva?
Como pode alguém gostar tanto de uma pessoa assim como eu gosto de você? Como pode?

Plante semente por semente e certamente com o tempo terá um lindo jardim. Mas é preciso ter fé, plantar, regar e esperar cuidando sempre.

O Peso de Sentir em Silêncio


É difícil lidar com a dor e, ao mesmo tempo, ter consciência dela.
Difícil lutar contra a vontade de desistir e, ao mesmo tempo, querer seguir.
Difícil segurar o próprio peso sem querer ser um peso para ninguém.


Eu sei o que carrego. Sei da minha dor, da minha luta. Sei que não sou o centro do mundo e que todos têm seus próprios problemas. Por isso, me contenho. Por isso, me silencio. Por isso, engulo as palavras antes que pareçam um pedido de socorro inconveniente.


Não quero ser fardo, não quero ser vítima, não quero estar sempre no mesmo lugar de vulnerabilidade. Eu tento. Eu busco. Eu me movimento. Mesmo quando parece impossível, eu me esforço.


Mas o que é mais difícil nisso tudo?
Talvez seja entender todo mundo enquanto ninguém me entende.
Talvez seja cuidar para não incomodar enquanto ninguém percebe o quanto dói.
Talvez seja ser forte o suficiente para lutar contra a dor, mas não o bastante para ser compreendida.


E assim sigo: entre a vontade de sumir e a necessidade de continuar. Entre o silêncio e o grito que nunca sai. Entre a consciência de tudo e a sensação de que minimizam.


Se soubessem quantas vezes ouvi palavras de onde menos esperava…
E como, em certos momentos, a vontade de morrer se torna um sussurro persistente só para que, no fim de tudo, percebam que era real – cada suspiro das palavras ditas e das que foram sufocadas dentro de mim.

Se cada um cuidasse de si, investindo tempo em curar as próprias dores, em nutrir os próprios sonhos e conquistas, o mundo seria mais leve.
Haveria menos interferência, menos conflito.
Mais paz.
Mais tranquilidade.

Podem me chamar de caseiro, antissocial ou sociopata, mas o tempo que vocês perdem saindo de casa é o tempo que eu ganho pensando.

Aquele que mais sabe, mais lastima o tempo perdido.

Existem dois tipos de pessoas: as que te fazem perder tempo e as que te fazem perder a noção do tempo.

O orgulho te faz perder o tempo que você deveria estar desfrutando.

Tenho aprendido com o tempo coisas que somente com o tempo a gente começa a aprender. Que o encontro amoroso, para ser saudável, não deve implicar subtração: deve ser soma. Que há que se ter metas claras, mas, paradoxalmente, como alguém me disse um dia, liberdade é não esperar coisa alguma. Que a espontaneidade e a admiração são os adubos naturais que fazem as relações florescerem. Que olhar para o nosso medo, conversar com ele, enchê-lo de cuidado amoroso quando ele nos incomoda mais, levá-lo para passear e pegar sol, é um caminho bacana para evitar que ele nos contraia a alma. Tenho aprendido que se nos olharmos mais nos olhos uns dos outros do que temos feito, talvez possamos nos compreender melhor, sem precisar de muitas palavras. Que uma coisa vale para todo mundo: apesar do que os gestos às vezes possam aparentar dizer, cada pessoa, com mais ou menos embaraço, carrega consigo um profundo anseio por amor. E, possivelmente, andará em círculo, cruzará desertos, experimentará fomes, elegerá algozes, posará de vítima para várias fotos, pulará de uma ilusão a outra, brincará de esconde-esconde com a vida, até descobrir onde o tempo todo ele está.

Quanto tempo já passou e a gente nem se falou.
Quanta coisa a gente faz, depois quer voltar atrás.

As pessoas infelizes se ocupam o tempo todo da vida dos outros. Deduzem, supõem e inventam. Esquecem, no meio da sua infelicidade, de cuidar da própria vida e não percebem que isso gera um ciclo, no qual elas se tornam cada vez mais infelizes. E frustradas pela inveja que sentem de quem cuida da própria vida e acaba colhendo momentos de felicidade. Porque a vida não é só dor, nem só alegria. A vida é um composto de momentos bons e ruins, os quais nos constroem e noz fazem evoluir. Quem cuida da própria vida, busca saídas, soluções. Atrai para si coisas e pessoas que acabam contribuindo para seu crescimento e aprendizado. Os infelizes, não. Atraem para si apenas o que são: pessoas mesquinhas e medíocres. E colhem os frutos de suas ações. Enquanto estão ocupados cuidando da vida dos outros, fofocando, conspirando, suas vidas desandam. Se engana quem pensa que não. Parafraseando uma frase que todos já conhecem: O universo conspira a favor de quem não conspira contra ninguém.

Meu relógio parou a muito tempo

Te conheço há pouco tempo, mas o tempo suficiente para dizer te amo muito!

O tempo todo o meu futuro esteve com o cara que ficou no meu passado.

Depois de um tempo, você ainda vai lembrar dessa ferida que rasgou fundo o teu peito. Mas vai saber também, que foi apenas uma página do capítulo passado. E que o capítulo que você está agora. Ah, esse sim é o mais interessante.

Se a tempestade está grande, fique calado, guarde energias...
depois de algum tempo, por maior que seja, ela passará.
No romper do sol, vamos precisar de braços, mentes e corações fortes, para começarmos a reconstruir.