Fazia Tempo que eu Nao me Sentia Tao Sentimental
O tempo voa
Quando se ama e nem notei a semana passar
A vida começou
No dia em que a gente se encontrou
E o tempo parou
Memórias Imortalizadas
A fotografia é um portal silencioso, onde o tempo se dobra e o instante é retido. Como um eco suave, ela resiste às marés da existência, conservando fragmentos do que fomos e do que ainda somos. Cada imagem capturada é uma memória que não se perde, um testemunho de uma realidade que se recusa a desaparecer.
Ela é a ponte entre o presente e o passado, permitindo que o olhar viaje para um tempo distante, onde as emoções, os cheiros e as cores ainda vibram. Ao revisitar essas imagens, somos transportados para um lugar onde a realidade se mistura com a lembrança, e o tempo parece parar, deixando-nos imersos em cada detalhe.
Mas é no eco da fotografia que encontramos sua verdadeira força. O tempo pode passar, as paisagens podem mudar, mas aquele momento, aquele olhar, jamais será esquecido. A fotografia carrega consigo a resistência de um eco que se repete, como uma melodia atemporal, lembrando-nos do que foi e do que sempre será parte de nós.
Em cada clique, a memória se eterniza. Não importa o quanto o mundo mude, os fragmentos do passado permanecem imortais, prontos para serem revisitados sempre que necessário, como um refúgio onde o tempo não ousa entrar.
Olhar que Ecoa no Tempo
A fotografia é o silêncio que fala do tempo, congelando o que escapa ao olhar e preservando o que a memória se recusa a perder. Um olhar que ecoa no tempo, ressoando o passado e eternizando o presente.
O Tempo em Fragmentos
A fotografia é um fragmento do tempo, de um lugar, um momento que jamais será o mesmo, não com o mesmo tempo.
Ao visitar um lugar, lembre-se de que aquele tempo permanece vivo apenas na lembrança e fragmentado em fotografia.
Tudo muda: as águas não voltam, as nuvens não formarão a mesma figura, o soprar dos ventos altera as formas, as folhas se renovam e tudo se faz novo.
E, talvez, seja isso que acredito: o tempo fica fragmentado.
Mas, em cada fragmento, há uma parte do todo que nos transforma. A fotografia não é só memória, é um reflexo daquilo que não se vê à primeira vista, daquilo que se sente no silêncio entre o olhar e o gesto. Ela revela o que o olho não percebe no movimento da vida, guardando para sempre aquilo que, de outra forma, se perderia na vastidão do tempo.
Tempo Fragmentado
A fotografia é poesia e canção, composta por sombra, luz, sentimentos e sensações.
Um momento que, em fração de segundos, congela um olhar no tempo eterno, para que não caia no esquecimento.
A fotografia como ponte entre o tempo e a memória
A fotografia é mais do que um simples registro, é um portal entre o passado e o presente. Cada imagem carrega não apenas cores e formas, mas histórias, sentimentos e fragmentos de tempo que poderiam se perder na correria do dia a dia.
Através da minha lente, busco capturar a essência da minha cidade, os detalhes que muitas vezes passam despercebidos, mas que são a alma do nosso povo. É sobre tornar visível o que já faz parte de nós, ressignificar espaços, rostos e momentos.
Quando uma fotografia resgata uma lembrança, ela prova que o tempo pode ser revivido. E é assim que construímos nossa identidade: entre memórias que resistem e imagens que nos fazem sentir.
Quem dera pudéssemos voltar no tempo e quem sabe nos reencontrarmos, para novamente nos abraçarmos, e eu ter mais uma chance de dizer o quanto te amo, o quanto me faz falta.
Mas sei que quem parte não volta e é por isto que a saudade nos fere tanto, ela me traz a certeza que jamais o terei de volta.
Não nesta vida por isto digo que ê breve a despedida. Até breve pois logo aí no céu novamente te verei minha vida.
De Volta a Dezembro
Estou tão feliz que você arranjou tempo para me ver
Como está a vida, me diga, como está sua família?
Não os vejo faz tempo
Você está tão bem, mais ocupado do que nunca
Conversa fiada, trabalho, o clima.
Você levantou sua guarda e eu sei porquê
Porque a última vez que você me viu
Ainda está marcada na sua mente.
Você me deu rosas, e eu deixei que elas morressem
Aqui estou eu engolindo o meu orgulho
Na sua frente pedindo
Desculpas por aquela noite
E eu volto para dezembro toda hora.
Acontece que a liberdade não passa de saudades de você
Queria que eu tivesse percebido o que tinha quando você era meu
Eu voltaria para dezembro, mudaria de ideia
E faria tudo certo
Eu volto para dezembro toda hora
Não tenho dormido ultimamente
Ficando acordada até tarde e indo embora
Quando seu aniversário passou,
E eu não liguei, Eu penso no verão
Todas as horas bonitas
Eu assistia você rindo do lado do passageiro
E eu percebi que amava você no outono
Depois veio o frio
Com os dias escuros, quando o medo se arrastou na minha mente
Você me deu todo o seu amor,
E tudo o que eu lhe dei foi um Adeus
Aqui estou eu engolindo o meu orgulho
Na sua frente pedindo
Desculpas por aquela noite
E eu volto para dezembro toda hora.
Acontece que a liberdade não passa de saudades de você
Queria que eu tivesse percebido o que tinha quando você era meu
Eu voltaria para dezembro, mudaria de ideia
E mudaria minha própria mente
Eu volto para dezembro toda hora
Sinto falta da sua pele bronzeada, seu doce sorriso,
Tão bons para mim, tão certos
E como você me segurou nos seus braços
Naquela noite de setembro
A primeira vez que você me viu chorar
Talvez isso seja pensamento positivo
Provavelmente meus sonhos sem fundamento
Se nós nos amássemos de novo eu juro que te amaria certo
Eu voltaria no tempo e mudaria, mas não posso
Então se a sua porta estiver trancada, eu entendo
Aqui estou eu engolindo o meu orgulho
Na sua frente pedindo
Desculpas por aquela noite
E eu volto para dezembro
Acontece que a liberdade não passa de saudades de você
Queria que eu tivesse percebido o que tinha quando você era meu
Eu voltaria para dezembro, mudaria de ideia
E mudaria minha própria mente
Eu voltaria para dezembro, mudaria de ideia
E mudaria minha própria mente
Eu volto para dezembro toda hora
Toda hora
Meu filho,
Perdoe a minha ausência
Seu pai queima o tempo
Para te trazer a comida
Perdoe o meu cansaço
Perdoe a minha impaciência,
Fruto do fel de cada dia
Perdoe a minha ignorância,
Não tive tempo.
Perdoe meus amigos,
Que perderam a esperança
De me ensinar sobre o amor.
Perdoe a minha dúvida em relação a sua mãe
Perdoe o flerte das minhas palavras
Que só dão voltas quando querem atingir o alvo
Perdoe meu olhar pesado
Perdoe o meu abraço duro
Perdoe o meu sorriso guardado
Perdoe aquele a quem a vida só deu trabalho§
Ah
Como é triste a ausência
Como é penosa a distância
Como é cruel o tempo
Que separam minh'alma da tua
Que afastam meus ouvidos de tua boca,
De tuas palavras...
Ah
Como é angustiante desejar ver-te
E não poder
Como é duro querer estar contigo
E não conseguir
Como é difícil sonhar contigo,
Em ter-te e não te ter
Ah
Como é ruim pensar em ti
Como é complicado suportar a idéia
De que estás apenas dentro do meu coração
Mas, longe dos meus abraços
Como é doloroso sentir-te aqui esta noite
Apenas quando fecho os olhos...
(Desconhecido)
xxxxxxxxxxxxx
Eu quero...
Eu quero me afastar...
Meu coração, se aproximar.
Eu quero esquecer...
Meu coração se lembrar.
Eu quero a lucidez...
Meu coração, a loucura.
Eu quero viver...
Meu coração morre por você.
Eu quero a realidade...
Meu coração vive a sonhar
com o dia em que você virá
E dirá entre um sorriso:
Também te amo, meu amor..
Esse é só um dos sintomas, ficar muito tempo deitado. Tem outros, físicos. Uma fraqueza por dentro, assim feito dor nos ossos, principalmente nas pernas, na altura dos joelhos. Outro sintoma é uma coisa que chamo de pálpebras ardentes: fecho os olhos e é como se houvesse duas brasas no lugar das pálpebras. Há também essa dor que sobe do olho esquerdo pela fronte, pega um pedaço da testa, em cima da sobrancelha, depois se estende pela cabeça toda e vai se desfazendo aos poucos enquanto caminha em direção ao pescoço. E um nojo constante na boca do estômago, isso eu também tenho. Não tomo nada: nenhum remédio. Não adianta, sei que essa doença não é do corpo.
Para todo fim há um recomeço. Sempre há! Com o tempo tudo se cura. É só seguir adiante de cabeça erguida...sem medo da vida!
É você...
Quando te vejo sinto algo diferente
É como se o tempo nunca tivesse passado
Um frio na barriga, o coração acelera...
Às vezes fico a pensar se isso é amor
Será???
Não sei ainda, mas é você
A primeira pessoa que eu penso
Quando eu acordo e a última
Quando vou dormir...
Você me faz falta...
Mas não sei se é apenas amizade
Não quero confundir
Talvez esse carinho enorme que eu sinto
Não seja amor...
Mas se for??? Talvez eu esteja desperdiçando
A oportunidade de ser feliz por medo
De tentar...
Mas também tem um porém
Não sei se você pensa em mim da mesma
Forma que eu penso em você....
E se eu te amar e você me vê só como amiga
Não sei...
São tantas dúvidas que me levam a pensar
Que o melhor da vida talvez não seja
Se apaixonar...
PORQUE!?
Porque é que me deixas assim, assim tão cheia de nada, à espera que o tempo passe e com ele passe esta dor, este frio, este mar de lágrimas que não cai dos meus olhos, esta vontade muda de te querer ainda mais.
Deixas-me assim, neste sufoco de te ver partir com o meu sonho e o meu sorriso nas mãos, levas o sorriso, o abraço e a minha voz. Quem está aqui não é mais nada, só a sombra de quem já foi, os restos de tudo o que existiu...
Porque é que quero estar contigo, quando não posso estar?
Porque é que penso em ti, quando não quero pensar?
Porque é que me preocupo cada vez que tu choras?
Porque é que te espero, sempre que te vais embora?
Porque é que é mais fácil esquecer do que lutar?
Porque é que continuo a acreditar, que vens e ficas para sempre?
Porque é que marcaste a minha vida, e agora desapareceste?
Porque é que te chamei melhor amiga no meio de tanta gente?
Porque é que venho a correr, cada vez que me chamas?
Porque é que continuo a acreditar quando dizes que me amas?
Porque é que passo noites acordada a relembrar?
Porque é que vivo por ti, porque e que não te esqueço?
Porque é que me agarro ao que de nós já não existe?
Porque é que já não estás lá para me ajudar?
Porque é que acredito neste sentimento, porque e que não o nego?
Porque é que me conquistas, e porque e que eu me entrego?
Porque é que quanto mais fujo, mais volto ao mesmo lugar?
Porque é que quando mais me escondo, mais eu vou encontrar?
Porque é que sem ti, o meu mundo fica mais escuro?
Porque é que és o meu passado, o meu presente, o meu futuro?
Porque é que basta um gesto teu e fico na tua mão?
Porque é que transformaste o sentido da minha razão?
Porque é que prometeste amizade para sempre?
Porque é que a distancia não me leva à indiferença?
Porque é que apareceste do nada e acabaste por ficar?
Sabes bem que tenho medo de te perder.
Sabes bem que a nossa amizade com o tempo está a diminuir.
Sabes bem que já não és a primeira a quem eu recorro.
Sabes bem que as saudades fazem-me querer desistir.
Sabes bem que nunca confiei tanto em alguém como em ti.
Sabes bem que sempre precisei de uma melhor amiga presente.
Sabes bem que te amo para sempre.
Sabes bem que serás sempre a mais importante.
Sabes bem que serás sempre a minha “ignorante”.
Sabes bem que não te esqueço de um dia para o outro.
Sabes bem que hoje ainda és a minha mais que tudo.
Sabes bem que o amanhã é imprevisível.
Sabes bem que um dia há-de vir outra pessoa.
Sabes bem que nunca vou esquecer o nosso passado.
Só te peço que um dia quando me vires na rua o meu sorriso não te passe ao lado, o meu olhar não te seja indiferente e que te voltes a lembrar que já foste minha confidente.
Este texto não é para te deixar triste, porque hoje ainda és a mais especial, mas sabes que não dura para sempre, não te vou iludir com isso. Sei perfeitamente que as vezes a ilusão é melhor que a verdade. Mas também sei que ninguém gosta de viver num sonho e acordar de repente.
Faremos nós o nosso “sempre”, porque o verdadeiro “sempre” pode ser demais para mim e para ti.
