Fazia Tempo que eu Nao me Sentia Tao Sentimental
Tão achando .. deixa achar! Ninguém paga tuas contas... Ninguém tem nada com tua vida.... Palpites alheios não interessam! Quando você precisou, quem te estendeu as mãos ? Quem te acolheu com uma palavra amiga? Então foda-se comentários vazios, críticas e fofocas.. enquanto o povo fala, tô vivendo!!!!
TREM!!!
Esse trem que corre
Corre assim tao veloz!
De estação em estação
Em busca de emoção.
Procurando rumo certo
Meio a chuva e sol
Atravessa desertos
Ou planícies de girassol
Embarca amores
Embarca alegrias
Também tristezas
Embarca decepções
Sofrimentos e dores
Surge nos campos
Desponta nas cidades
Vai trilhando esse trem...
Vamos perto ou além
Uma viagem só de ida
Nesse trem que se chama
VIDA!
JOÃO BATISTA BARBOSA
A lua de prata, a natureza rica e tão bela, o sol de ouro ... Tudo presente na vida, por Deus que é nosso maior tesouro!
PURO AMOR
Tem gente que tem tudo
Tem gente que nada tem
Gente com tao pouco
Gente com quase nada
Sabe viver com o que lhe convém
E dribla a vida com alegria
No aconchego do seu jeito
Onde com certeza brilha
A luz que enche o peito
Onde nunca faltam sorrisos
Pois sua alma trilha a verdade
Não existe nenhuma maldade
Pois o que o que importa
Nessa estreita porta
É ter sopro pra viver em paz
Muitos que muito tem
Muitas vezes vivem perdidos
Deixam a ilusão dominar
Pensam ser donos do mundo
Daí partem para extravagâncias
Atraídos por suas ganâncias
Surgem pensamentos negativos
Mesmo no meio de tantos atrativos
É que nada mais faz sentido
Pois não percebem que na vida
Que na beleza ao seu redor
São encontradas nas coisas simples
São vividas na simplicidade
Onde poucos alcançam a humildade
Pra viver essa missão com lealdade
Revelando que o bem da humanidade
Mesmo meio a diversidade
Ter mente onde habita de verdade
A forma de se viver bem
Com aquilo que realmente tem
Mas tem gente que pra viver
Acha que muito precisa
Não ouve quem avisa
Que a cada segundo se respira
Sentir que a cada volta que gira
Existe o verdadeiro valor
Onde tudo possa surgir
Com base no puro amor!
João Batista Barbosa
Poesias
Será que um dia terei seu amor?
É tão fútil isso...não saber seus sentimentos
Olhar para você, e o mesmo não retribuir o olhar...
Pode ser coisa da minha cabeça...pelo menos era o que eu queria...
Ao mesmo tempo que pode haver algo que preencha essa ansiedade e curiosidade por uma resposta...De mesmo forma, pode não significar nada...
Sinto o véu frio da névoa envolvendo-se em mim, procurando me dar conforto ou me dar esperança...só que não funciona, não chega nem mesmo perto de ter o calor da esperança...
Óh céus! Como eu queria que você me dissesse algo que me acalorasse e me desse esperança...
Que você retribuisse seu olhar,
Começasse uma conversa comigo, para ambos ouvirmos a voz um do outro..
Que você me enviasse músicas com uma mensagem oculta...
Queria eu que fosse verdade,
Mas, óh céus, por que isso tem de ser tão difícil?
Pode ser tudo ilusão,
No fim não há nada entre nós,
É algo fantasioso da minha mente,
E tenho de aceitar, para que isso não me corroa por dentro...
Saudade de você
É estranho sentir saudade
de alguém que ainda está tão perto,
mas que já mora tão fundo em mim.
Às vezes, não é a distância que faz falta...
é o seu jeito,
a sua voz,
a paz que existe quando você está.
E então percebo
que saudade não é apenas querer alguém por perto.
É carregar sua presença
mesmo quando você não está.
É fechar os olhos
e encontrar você
onde ninguém mais consegue chegar.
Talvez seja isso que você fez comigo...
Sem perceber,
deixou um pouco de você em mim.
E agora,
onde quer que eu esteja,
sempre existe um lugar
onde você está.
Tão certo como os conhecimentos conduzem ao sucesso, assim o que anda em ignorância experimenta fracassos.
Nos últimos dias da Igreja na Terra, os homens estarão tão frios e insensíveis à dor de seu próximo que serão incapazes de sentir a miséria deles.
Nada é tão humano
quanto destruir
o que amamos e
amar o que destruímos.
Somos a vingança
mais profunda da
nossa própria extinção.
Nunca houve uma geração tão informada e tão pouco consciente; tão conectada e tão distante; tão cheia de opiniões e tão carente de pensamento. O problema da humanidade nunca foi apenas não saber — foi acreditar que sabe sem jamais ter pensado.
Tão medonho quanto aos seus problemas, é um país acumular a mesma quantidade de especialistas que eles.
Tão medonho quanto aos seus problemas, é um país acumular a mesma quantidade de especialistas que eles.
O brasileiro, em sua maioria, carrega dentro de si a estranha mania de se achar especialista em quase tudo — é médico nas segundas, repórter nas terças, técnico de futebol nas quartas, teólogo aos domingos, juiz e cientista político em tempo integral.
Opina com tanta convicção sobre o que nem consumiu e sentencia com a segurança de quem jamais se atreveu a se questionar.
Tão ávidos e apaixonados pelas respostas, ignoramos que o mundo subsiste mais pelas perguntas…
Talvez seja tão somente uma forma de sobrevivência intelectual em meio ao caos — ou, quem sabe, um capricho coletivo para não ficar a dever aos políticos que também aprenderam a ser influencers de quase tudo e especialistas em quase nada.
E assim seguimos, palpitando — sempre cheios de certezas — enquanto a ignorância se disfarça de sabedoria e a vaidade faz parecer que já desbravamos e entendemos o mundo, quando mal entendemos a nós mesmos.
Que o Senhor — o Dono da Verdade — nos livre do infortúnio de tropeçar na demonização da dúvida!
Amem!
Nosso país e o mundo precisam subsistir, assim suponho!
Tão medonho quanto a desumanização global do outro, são as rajadas de palavras inconsequentes que movimentam os algoritmos.
Tão Execrável quanto a Política do Espetáculo, só a Doce Inocência dos Espectadores Apaixonados.
Há algo de perigosamente confortável em assistir à política como quem acompanha uma série: torce-se, vibra-se, odeia-se o vilão e idolatra-se o herói.
O enredo muda conforme o roteiro das conveniências, mas a plateia permanece fiel à emoção do momento.
Poucos percebem que, enquanto se escolhe um lado para aplaudir, quase ninguém se dedica a entender o palco, os bastidores ou os interesses que ditam as falas.
A Política do Espetáculo vive da reação imediata — do aplauso fácil, da indignação instantânea e da memória curta.
Ela não exige reflexão; basta paixão.
Quanto mais apaixonado o espectador, menos ele pergunta.
E quanto menos pergunta, mais o espetáculo se aperfeiçoa.
O mais curioso é que essa doce inocência que costuma morar nas cabeças alugadas tem a estranha mania de se imaginar a mais bela das virtudes.
E o espectador acredita que sua devoção é consciência cívica, quando muitas vezes é apenas fidelidade emocional.
Confunde engajamento com torcida, convicção com pertencimento e crítica com traição.
Assim, o espetáculo prospera: líderes viram personagens, discursos viram cenas e crises viram temporadas.
E a plateia, tomada por suas certezas inflamadas, raramente percebe que a maior vitória do espetáculo não é convencer — é entreter o suficiente para que ninguém queira desligar o palco e reacender as luzes da razão.
Talvez o verdadeiro gesto político de nosso tempo não seja gritar mais alto que o adversário, mas resistir ao encanto da encenação.
Porque enquanto houver plateia apaixonada demais para desconfiar do roteiro, sempre haverá quem transforme o Destino Coletivo em um show demasiadamente lucrativo de ilusões.
A pressa em escolher um lado é tão grande que a maioria já consegue arrotar opinião sobre conteúdo que nem sequer consumiu.
Vivemos um tempo em que reagir vale mais do que compreender.
A velocidade com que julgamentos são formados supera, com folga, o tempo necessário para escutar, refletir ou até mesmo duvidar.
Opinar virou quase um reflexo involuntário — não porque temos algo sólido a dizer, mas porque o silêncio passou a ser confundido com ausência de posicionamento, e isso, para muitos, parece inaceitável.
O problema não está em ter opiniões, mas na superficialidade com que elas nascem.
Quando não há contato real com o conteúdo, o que se expressa não é pensamento, é apenas eco.
Eco de manchetes, de recortes, de narrativas prontas que dispensam esforço e recompensam a pressa.
E assim, pouco a pouco, vamos terceirizando a própria capacidade de pensar.
Há uma falsa sensação de pertencimento em escolher rapidamente um lado.
Como se isso garantisse identidade, como se fosse suficiente para nos situar no mundo.
Mas o preço disso é alto demais: abrimos mão da complexidade, ignoramos nuances e transformamos qualquer assunto em uma disputa rasa, onde o objetivo não é entender, mas vencer.
Talvez o verdadeiro ato de coragem, hoje, seja justamente o contrário.
Seja admitir que ainda não sabemos o suficiente.
Seja escutar antes de falar, consumir antes de julgar, refletir antes de reagir.
Porque pensar dá trabalho — e, em tempos de imediatismo, tudo que exige tempo parece quase um ato de resistência.
No fim, não é sobre escolher um lado rápido demais.
É sobre não se perder de si mesmo no processo.
Tão medonho quanto um país virar palco de criminosos idiotas que produzem uma enxurrada de provas contra eles mesmos, é a enxurrada de idiotas que insistem em defendê-los.
Há algo de profundamente perturbador nesse duplo espetáculo: de um lado, a banalidade quase caricata do erro — indivíduos que, por vaidade, imprudência ou pura incapacidade, se expõem de maneira tão escancarada que dispensam qualquer esforço investigativo mais sofisticado.
De outro lado, a obstinação coletiva de quem, mesmo diante do óbvio, escolhe não ver.
Não por falta de informação, mas por excesso de apego.
Porque, no fundo, não se trata apenas de ignorância.
Trata-se de identidade.
Quando a defesa de alguém — ou de um grupo — deixa de ser uma avaliação racional e passa a funcionar como extensão do próprio eu, qualquer evidência contrária deixa de ser um dado e passa a ser uma ameaça.
E ameaças, como se sabe, quase sempre não são analisadas: são repelidas.
O mais inquietante é perceber como essa dinâmica corrói lentamente o tecido do debate público.
A verdade deixa de ter valor intrínseco; torna-se negociável, moldável, descartável…
O que importa não é mais o que aconteceu, mas quem está contando a história — e, sobretudo, de que lado se está.
Nesse cenário, fatos perdem para narrativas, e a realidade vira apenas mais um campo de disputa simbólica.
Cria-se, assim, um ciclo perverso.
Quanto mais absurdos os atos, mais fervorosa precisa ser a defesa.
E quanto mais fervorosa a defesa, mais imune à realidade ela se torna.
O grotesco deixa de causar estranhamento e passa a ser absorvido como rotina.
A indignação seletiva substitui a coerência, e o julgamento crítico cede lugar à lealdade cega.
Talvez o verdadeiro problema não seja apenas a existência de criminosos ineptos, mas a naturalização de um ambiente no qual a estupidez — tanto na ação quanto na defesa — deixa de ser um desvio e passa a ser parte do jogo.
Um jogo em que perder o senso de realidade já não é visto como derrota, mas como prova de fidelidade.
E, nesse ponto, o que deveria ser mais alarmante não é o erro de quem se expõe, mas o silêncio — ou pior, o aplauso — de quem escolhe continuar olhando para aquilo tudo e ainda chamar de virtude.
Quase nada é tão importante ou interessante para alguém que dorme quanto acordar naturalmente
e revigorado.
Acordar alguém, senão para socorrê-lo, salvar uma vida ou tratar da partida de um ente querido, é um profundo despropósito.
O sono talvez seja uma das poucas experiências nas quais o ser humano se entrega por inteiro.
Ao dormir, abandonamos vigilâncias, defesas e controles.
Confiamos o corpo ao tempo e permitimos que a mente reorganize silenciosamente aquilo que a correria do dia ou da noite espalhou.
Por isso, interromper esse processo sem extrema necessidade costuma ser muito mais do que um simples incômodo: é a invasão de um território sagrado.
Vivemos em uma época que glorifica a urgência.
Tudo parece exigir resposta imediata, atenção instantânea e disponibilidade permanente.
Mas a verdade é que pouquíssimas coisas são realmente urgentes.
Muitas das interrupções que nos arrancam do descanso carregam apenas a ansiedade de quem não suporta esperar alguns minutos, algumas horas ou o despertar seguinte.
Existe uma sabedoria bastante discreta em quem respeita o sono alheio.
É o reconhecimento de que cada pessoa trava batalhas invisíveis durante o dia ou a noite e encontra, nele, uma espécie de reparação.
Acordar naturalmente é um privilégio muito silencioso.
É permitir que o corpo conclua sua tarefa e que a alma — seja lá o que isso signifique para cada um — retorne ao mundo sem violência, revigorada.
Talvez por isso acordar alguém só faça sentido diante do que realmente importa: preservar uma vida, socorrer uma necessidade incontornável ou comunicar uma despedida que não pode esperar.
Fora dessas circunstâncias, quase tudo pode aguardar.
Porque há uma diferença enorme entre despertar alguém e arrancá-lo do descanso.
O primeiro é um reencontro gentil com a vida.
O segundo é apenas uma imposição das nossas urgências sobre o tempo alheio.
E, no fundo, poucas demonstrações de respeito são tão simples quanto deixar alguém terminar de dormir.
Sobretudo quando esse alguém padece da dificuldade de fazê-lo.
... tão confessa
hesitação na busca por
nossa melhora interior, resvala
numa forçosa e inadiável mudança
de hábitos; considerando que, hábitos,
como sabemos, são áreas
de conforto de difícil
ruptura!
"Tão estranho quanto 'Presidio de Segurança Máxima' é constatarem que houve fuga desse tipo de Presidio. HeuHein!"
Texto Meu No.1070, Criado em 2022
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
0104 " 'Algumas Pessoas' vivem dizendo que 'o sujeito é tão rico que a única coisa que tem é dinheiro'. Não aposto dinheiro, mas aposto umas cocadas como nenhuma dessas 'Algumas Pessoas' é rica ou perto disso. Aposto e adoro ganhar cocadas!"
