Fazia Tempo que eu Nao me Sentia Tao Sentimental
De todos conselhos que já ouvi do que devo fazer na vida, o melhor foi eu ter ouvido meu próprio sentimento.
Desde que nasci, eu nunca saí de dentro de mim; porque me iludir então, vivendo para o mundo longe de mim?
Neste pequeno texto, existe o início e o fim. O início do texto, o fim do texto, que é quando eu concluir o mesmo, e a passagem, que é a passagem em que está passando, lendo o texto no agora...
Em referência, é como a vida: o nascimento é o início, a vida é a passagem, e a morte é o fim.
Só que perceba: indiferente de quantos pontos finais dê, nunca é o fim, porque esse texto pode ser modificado, transformado quantas vezes quiser, pela minha mente, por em um papel, em uma parede, por na mente de alguém através do que lê, ou por qualquer coisa. Então, não existe um fim, nem um início, já que eu posso mudar o início e também o fim. A vida é transformação, eternidade, já que, mesmo colocando um fim nisso, eu posso transformar, ler esse texto, essa vida, quantas vezes eu quiser...
A morte nada mais é do que a transformação do fim para um início do agora.
Primeiro, eu escuto;
Segundo, eu entendo;
Terceiro, eu falo.
Se a ordem é ao contrário disso, ninguém se compreende.
Dentro de mim, vive o bem e o mal; o mal sou eu negando a mim mesmo; só eu posso me libertar do mal, me aceitando viver do jeito que eu sou.
Metáfora:
Eu sou a energia (vida) dentro dessa lâmpada (corpo); a lâmpada queima (morre), eu continuo sendo energia (vivo).
