Fazer
"Aquilo que podemos fazer, Deus não Faz", mas será que não estamos querendo fazer o que só Deus pode fazer e pedindo pra que Ele faça Exatamente aquilo que devemos fazer?
Não faço parte
da história,
Reconheço
abertamente,
E por não
fazer parte,
Não preciso
angariar
a simpatia
de quem quer
que seja,
simplesmente.
É solstício
de inverno,
escrevo sobre
a primavera
para aliviar
o inferno
de quem
não tem
como falar.
Nem prova
de que
o General
está vivo
não há,
E doa a
quem doer:
mesmo
de longe
alguém
tem que gritar.
O General está
desaparecido,
e liderar
quaisquer
dos dois
movimentos
ou qualquer
outro que vier:
Condições
evidentes
não há;
Porque preso
creio que
deve estar,
Se vivo está,
E vítima de
uma macabra
trama está
na cara que ele é.
“As utopias, podem até não fazer sentido do ponto de vista físico, mas certamente aguçam a nossa intelectividade.”
“Imaturidade, é fazer tudo pensando apenas em obter ganhos, lucros e resultados, é fazer tudo na certeza de sucesso. Já a maturidade, é quando temos consciência de que tudo pode dar certo, mas também tudo pode dar errado. Enfim, maturidade é estar preparado para os sucessos e os insucessos.”
Depressão é fazer o que não gosta para sobreviver. Ansiedade é não ter certeza que vai receber o valor combinado.
Sem fazer nenhum ruído
Um corpo foi despido
Diante do espelho,
Para arrancar um suspiro
De desejo lascivo,
Há de ser um belo bailado
No território [conquistado;
Será um pecado bem cometido.
Não sei o quê fazer com você,
E nem com a lembrança doce;
Que me fez gostar sem querer
Do olhar que me fez endoidecer.
Tua serei sempre que quiser,
E do jeito que ordenar...,
Não há nem como negar
Sob o domínio do teu olhar,
Não há como não esquecer
Do manso bem-me-quer
Vindo de um beijo estelar
- Primeiro e derradeiro -
Que fez o meu corpo te querer
- inteiro -
Sendo eu poesia última,
Juro-te como o meu amor
- verdadeiro -
Guardado estás no meu peito.
Não sei o quê fazer com amor,
E nem com todo este encanto...
Quando não é verso, ele é pranto
É melhor eu fixar no meu canto.
Jura que irá voltar para mim!
Não encontro melhor fim,
Por isso resolvi me recolher
Para eternizar em versos
- tudo -
O que o coração não consegue
- apagar -
E o que o meu corpo espera
- se alimentar -
Do universo feito de você
E deste amor que não consigo
- esquecer -
Porque nascermos para nos repletar.
Não sei o quê fazer com o tempo,
E nem com a distância...
Que os meus versos sejam o breviário,
E a saudade de mim se torne estância.
Os símbolos estão na tua mente,
Só você para identificá-los...
Os caminhos que tu podes fazer,
Só você para trilhá-los.
As fantasias latentes - quentes
Tocam os nossos acordes plangentes,
Os ritmos e nossas vibrações
Fazem mil constelações de tentações.
Os desejos ainda estão engolidos,
Basta olhar nos teus olhos abandonados.
Os balbucios indizíveis intermitentes
Do meu nome nos teus lábios apaixonados.
Não é invenção, não é convenção,
É curiosidade e envolvimento;
Existem o elã e a admiração
Nasceu em nós a ambição - o sentimento.
Os desfrutes que estão porvir,
Todos só a poesia que há em mim pode reger;
E a minha carícia amorosa pode garantir.
Os amantes ainda estão a embalar,
Não há mais como esconder,
E nem por muito tempo enganar.
Os poetas nunca irão parar de escrever,
O quanto haveremos de nos amar,
Além de nos compreender - constelar.
Você sabe o quê ela
é capaz de fazer
quando alcancar
os lábios da mulher
amada ao abrir
a adega de beijos
A escolha depende
da sensibilidade
do sommelier,...
Não posso fazer nada:
a poesia por aqui
nos surpreende,
e sempre que vem
já chega engarrafada.
De nobres castas
e envolventes
com tantos aromas,...
Não se deve esgotar
todos de uma só vez,
porque cada uma
delas experimentada,
é uma aventura
para ser contada.
Destes beijos de Barone
em nós se reserva
os enleios e os segredos
de uma história
que não se encerra
por aqui nestes versos.
A noite chegou sorrateira,
E sem fazer barulho,
A brisa e seus meneios,
Tomam conta de tudo;
É noite, olhe para cima!
A Lua sereníssima,
As estrelas te imitam,
Todas bordadeiras...,
Vejo aves noturnas,
Gentis e faceiras,
Deus é o segredo!
A noite chegou agradável,
- serena -
Pelos fios bem entrelaçados,
Através das mãos da bordadeira,
E da grandeza da sua alma,
De menina e de estrela,
Que à todos ilumina!
Ao fundo ouvindo um violão,
Uma canção de Renato Russo
Vozes bendizendo:
"Quem um dia irá dizer
Que não existe razão
Para as coisas
Feitas pelo coração".
E assim segue a bordadeira
Cantando o refrão,
Com paz e fé no coração;
A bordadeira existe,
É crença feminina
No amor e na vida,
Alma forte e decidida.
Não menos delicada,
Não menos ternura,
Tão radiosa,
Bordadeira de Salinas,
Borda tão lindamente,
Encantando simplesmente,
Bordando o seu destino infinitamente...
Caminho sobre teu chão relvado,
É a minha busca pelo teu passado,
De fazer da democracia um sonho,
Por muitos a ser alcançado,
O futuro é filho do passado,
- Isso jamais poderá ser negado! -
Enfeitado pelos parterres,
O futuro segue com esperança,
Iluminado por grande beleza,
Que deixam os corações alegres,
Com os olhos nas alturas,
E os pés na terra;
Contemplando as tuas aves serenas,
Cuidando das flores,
E escrevendo todo os poemas
No afã de melhorar o mundo,
Desafiando as guerras e os séculos,
Firme tu te afirmas, e permaneces.
O pôr e o raiar do Sol,
A dança das horas,
As pereiras e as macieiras,
O teatro de marionetes,
As tuas artes célebres,
Ali se encontram perenes.
Muitos não se lembram,
Outros sequer percebem,
A vida flui como as suas águas,
O Palácio de Luxemburgo,
Hoje é a sede do Senado da França,
Nasceu graças ao sonho da Rainha,
- com sorte, consorte
Enfrentando toda a sorte,
Mulher de fibra, romântica e de força,
Escreveu a sua história no tempo,
Ali está a sua trajetória,
Da soberana Maria de Médici.
A mão feminina,
A Liberdade, Igualdade e Fraternidade,
- valores da República
Que perpassam os Estados,
Dignos de eterno louvor e de veneração,
Eles deveriam existir em qualquer Nação.
A noite traduzida em pele de felina
Chegará só dizendo sim,
-altiva-
Para te fazer inteiramente meu,
No meu colo macio como cetim.
Chuva em noite que o luar enfeitiça,
Aqui dentro faz sol,
-ilumina-
Para te fazer inteiramente seduzido,
Doce e entretido.
Aqui no meu corpo tem mar,
E no meu coração tem amor,
Em mim há todo o mel,
Os meus lábios têm sabor do nosso céu.
Percebo o amor chegando macio,
Bem devagarzinho, ao jeito,
Ao ponto de me fazer crer nele,
E no universo íntimo e acalorado.
Eu busco no calor das tuas mãos,
No aconchego das tuas letras,
Ser mulher, ser poesia e ser alma;
Ser tua – nua – e com muita calma.
Sinto como nunca tivesse ido,
Bem devagarzinho, ao ponto,
É o jeito de me fazer crer nele,
E no juramento sussurrado.
Eu busco no calor do teu peito,
O alento que só ele pode dar,
No ritmo do teu jeito de amar,
Não canso de te buscar...
Amar é condição que se assume,
- é sopro de vida – é existir;
Um doce viver para alguém,
É dádiva de querer além do Bem.
Amar é santidade,
- liberdade
De viver de eternidade.
Amar é sobriedade,
- liberdade
De viver além da felicidade.
Quem grita e faz número o tempo todo sempre tem alguma coisa escondida e necessita de fazer com que a população se entretenha com aquilo que é contraproducente.
Detentores de mandato não podem se valer de um cargo para fazer uso de tragédias para ofender o nosso país, naturalizar esse tipo de situação é aceitar a conviver com repressão.
A poesia surge para fazer companhia, Já que a noite ainda não te trouxe, Assim é a maravilha de te amar, Amar é como preparar um doce.
Faço da minha rebeldia, um desafio sutil. É uma forma colorida para fazer-te diligente e que me tomes por tua, e me faça obediente.
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