Fazer
O mal da pobreza não é tanto fazer o homem sofrer, mas degradá-lo espiritualmente e fisicamente.
sfj,reflexões
O homem que mais provavelmente irá para o inferno é o homem que não tem nada a fazer.
frases cristãs 4
Eu quero viver mais uns 100 anos
Pra reparar os danos
E um dia te encontrar por aí
Deixa eu fazer parte dos seus planos
Pra consertar enganos
É que eu to aqui
Se me aproxima-se muito, tentaria marcar dois pontos e empataria o jogo e ate poderias fazer uma falta propositada q me obrigaria ir a linha dos lancamentos livre com a probabilidade de eu falhar os dois lacamento.
Preferi lancar a 90 graus na linha dos 6metros (3 pontos) pra vencer.
=DECLARAÇÃO=
-Declaro que este ano,vou desenvolver o meu senso de identidade, fazer girar a roda da abundância, mudar
minhas queixas, bancar o meu processo de sonhar,
de me dar e de viver o melhor de mim..."
☆ Haredita Angel
Hoje eu sei...
Que nada nessa vida tem que fazer sentido, só tem de valer a pena!"
Haredita Angel
20.04.14
0045 "Pare de dizer o que Eu devo fazer com o presente que você me deu. Já que você me deu, o presente é meu e faço com ele o que bem entender!"
0046 "Por Favor: Se Eu não lhe perguntar... Não diga o que Eu devo fazer! E ainda peço Por Favor, notaram?" Poizé!"
O fato de ninguém ser obrigado a fazer companhia para ninguém não é licença poética para abandonar na solidão quem estava na solitude.
Há uma diferença deveras silenciosa, mas profunda, entre estar só e sentir-se sozinho.
A solitude é uma escolha, um espaço de encontro consigo mesmo, onde o silêncio não pesa e a ausência de vozes não se transforma em vazio.
A solidão, por outro lado, muitas vezes surge quando aquilo que era abrigo se torna isolamento, quando a liberdade de estar consigo cede lugar à sensação de ter sido deixado para trás.
É verdade que ninguém tem o dever de permanecer onde não deseja estar.
Relações não podem ser sustentadas por obrigação, e afeto não floresce sob imposição.
Mas reconhecer essa liberdade não significa ignorar o impacto que nossas ausências produzem na vida de quem caminhava ao nosso lado.
A maturidade das relações não está apenas no direito de partir, mas também na responsabilidade de compreender o que a partida representa.
Muitas vezes, a pessoa que parecia bastar-se não era alguém que dispensava vínculos; apenas havia aprendido a conviver bem consigo mesma.
Confundimos independência com invulnerabilidade e acabamos acreditando que quem aprecia a própria companhia não sente a falta da companhia alheia.
Sentir falta, entretanto, é parte inerente da experiência humana.
Nem mesmo os mais autossuficientes são imunes ao afeto, ao pertencimento ou à dor das rupturas.
Existe uma delicadeza que deveria acompanhar os encontros e desencontros da vida: a consciência de que passamos pela história dos outros deixando marcas.
Algumas são lembranças leves; outras, cicatrizes profundas.
Não se trata de permanecer por pena, nem de carregar responsabilidades que não nos cabem.
Trata-se de agir com humanidade suficiente para não transformar nossa liberdade em descuido e nossa escolha em negligência emocional.
Porque, no fim das contas, a verdadeira consideração não está em nunca partir.
Está em não esquecer que, enquanto estivemos presentes, ocupamos um espaço real na vida de alguém.
E que a forma como saímos desse espaço pode determinar se aquela pessoa continuará habitando sua própria solitude ou será empurrada para uma solidão que nunca escolheu.
A maioria das pessoas vem ao mundo apenas para viver, outras tantas para fazer história, porém são poucas as que nascem para ser uma lenda.
