Fazei me Instrumento de vossa Paz
“BRUTOS”
AUTOR: Luiz Santos
Passamos a felicidade aos outros
Quando encontramos a paz interior.
Nela reside o espírito,
Branda morada do amor.
E onde plantar o amor
Seja qual for o lugar,
Não há de como evitar
Sempre nascerá uma flor.
A colhê-las, desperta então o carinho.
Que como o ninho, guarda o passarinho.
A tocá-las o cuidado das mãos.
Que todo rude, que não se mude,
Não pode fazê-los então.
Dizem que os brutos também amam.
Mas, isto é fato que não procede,
O amor é dádiva sagrada divina.
Ao tosco? Não se descreve.
Amar é mais dar, que receber.
Quanto mais partilhar,
Mais felicidade se tem.
Ah! E então esses brutos?
Esses brutos?
Esses: Não dão nada a ninguém,
A eles, só os interesses convém.
A ASSASSINADA ALAMEDA DA PAZ
Uma estreita faixa de terra
É a senha para uma insana
E sangrenta guerra.
Uma estreita faixa de terra
Apreende, fustiga, coagula
Dois infinitos Rios opulentos de cultura
Que o ódio segrega, fere, lancina, macula!
Uma estreita faixa de terra
Transmuda antigas presas
De dantescas, hediondas
E gasosas sepulturas
Em magos da fotossíntese da era medúsica.
Uma estreita faixa de terra
Operou uma metamorfose:
Comutou a telúrica pátria,
Vestida da indumentária da vangloria,
Em destinos errantes
Ou velada, curda, insone cercania,
Povo sem nenhuma alvenaria!
Uma estreita faixa de terra,
Ao criar diretrizes, dínamos, vetores para o caos,
Fez de desesperados e raivosos apátridas
Guerrilhas que veem, na religião
Ou na provocada morte,
A mais poderosa e oportuna locomotiva
Para o lucrativo bélico lob.
Uma estreita faixa de terra
Um lugar onde a flora do respeito não prospera
Uma seara em que há pretéritas eras morrera o trigo da razão
Uma plaga adorada, filha do Meso-Oriente Tapete-Sultão,
Onde o dogma do ódio soberanamente impera, é eterno furacão!
Que a Paz!
...A mim seja merecida,
Não pelo enfado de pensar
Não pela timidez de me expressar
Não pela aversão à escrita
Não pela omissão da palavra...
Pela corvadia de me calar,
Mas...
Pela liberdade [coragem] de gritar:
- Verdade!
Dinheiro corrompe, Poder corrompe, amor corrompe, paz corrompe, comida também, então penso... o que nos faz ficar ao lado da ética?
Sabe o que eu quero? ficar bem, mas de verdade, como disse o Caio.F 'quero mais paz, mais poesia e mais verdade', alias, quero só o que for verdadeiro, incluo tambem nessa lista, fins de tarde, com conversas jogadas fora ou madrugadas..e alguém especial (mas que dessa vez seja menos absurdo)....e músicas boas sempre...por enquanto só a trilha sonora da minha vida tem prestado, sem exageros. Enfim, quero algo novo, algo que me faça mais ri do que chorar.
A paz não combina com passividade; visto que ela é uma habilidade de controle das forças internas, o perfeito equeilíbrio das funções de um ser.
Egoismo
Se o mundo está perdido
dificil será a paz
Se na noite o silêncio é preciso
Fazem guerras
fazem medo
Se o mundo está perdido
Dificil será a paz
Do outro lado do continente
Esplodiram uma criança
com bomba de elefante
Sangue rolam mulheres gritam
Inocentes choram
Seguem em guerras os homens da terra
Seguem de armas nas mãos
Até construir um deserto
Em balas de aço
E navegar em um mar vermelho
Sufocados em cinzas e areias.
Você pode matar para continuar no inferno, ou você pode morrer para ter paz.Na guerra você só tem essas duas opções.
Quero a calma do lago
e a força do mar
Quero a paz do silêncio
e a vibração da música.
Quero a profundidade do azul
e o calor do vermelho
Quero a inocência da criança
e a sabedoria do idoso
Quero viver o instante
e sonhar com o futuro.
Quero a recordação do que foi
e a surpresa do que será.
Quero tudo, não espero nada
Corro atrás, quero mais!
Caminho
Consciência
Paz
Equilíbrio
Desvio
Tentação
Urgência
Prazer
Vazio
Ausência
Solidão
Distância
Angústia
Culpa
Desequilíbrio
Depressão
Prece
Silêncio
Surpresa
Encontro
Paz
Silêncio
Equilíbrio
Prece
Gratidão
Retorno
Consciência
Recomeço
Caminho
Paz
Equilíbrio
...
Ciclos
