Faz de Conta Qu eu Acredito
"Eu acredito quando o Amor e verdadeiro ele não te faz sofrer e ser triste te faz feliz se te faz infeliz não era amor verdadeiro"
Não acredito que errado estou, pois se me faz bem é ideal a minha vida...
Se eu amo verdadeiramente é claro que é amor, me doou com a palavra verdadeira dita pela não dita;
Só tenho as palavras para me acompanhar, afinidade sincera um ponto forte de amar;
Eu acredito que um herói dentro de todos nós, que nos faz honestos e capaz de viver sem machucar ninguém
Você habita em todas as coisas que existem para mim, e em cada uma delas eu me lembro do teu rosto. Em cada dia, que parece qua vai levar tudo aquilo de positivo que restou em mim, me lembro do teu beijo. Quando me levanto, com frio e cansado, me lembro do teu abraço. E em cada vez que a vida me diz que não sou bom o bastante, me lembro de você dizendo, baixinho, "te amo".
Dentro desse mundo frio, existe um lugar em mim que arde no calor do seu carinho, que causa inveja a quem olha e agonia àqueles que não acreditam no amor.
Eu criei estações, existem versos que saem mudos da minha boca. Palavras e desejos cantam o amor que tenho por ti. Aguardo impaciente, dirijo rapido demais, tudo isto pensando em te ver.
Não posso ir embora, por incapacidade e falta de vontade. Teu amor é quente, teu amor envolve e me faz voar, acima de tudo.
Com você faz sentido.
Tentaram me tirar tudo más o tudo não é nada sem mim pois eu faço parte do tudo e o tudo faz parte de mim!
Texto inspirado e picicografado por Anthony.C.S.Araujo
eu joao pedro elias cantalego da motta quero que voces faz um favo para mim mata todos pessoas da oi ate nao sobra niguem e mata todas pessas da banda lagua ate nao sobra niguem e mata todos policias milita civel policia da marinha policia do batanhao do mundo e mata todos presidentes com rupidos do mundo e mata todos cadidos aus vereadores do mundo e rouba oficina de estetica da minha irmae ana karolina e secrestra minha irmae ana karolina e do um soco em para desacorda gabriel matis e meu pai pulo jose da um soco para desacoda ele e mata meu pai amanha paulo joje gomes da motta e mata mulher do meu pai renata e mata tia da mulher de renata e mata filho de renata jonota e rouba todo que ta na casa do meu pai e quando forem presos fala que so voces ta emvovido e nao te mais niguem
As vezes eu quero chorar
mas o dia nasce e eu esqueço...
sempre quero te amar
e ai então eu amanheço.
Eu não sei dançar tão devagar assim
pra te acompanhar.
Por favor, fecha teus olhos, me dê a mão. Faz de conta comigo. Deixa eu sentir tua respiração, teu riso, tua voz. A ausência da ausência. Canta baixinho nossa música enquanto caminha. Faça dessas palavras a minha presença. E espera...
Mesmo querendo me soltar
O mundo vai negar, dizendo que eu sou a bruxa
Sei que não é faz de conta
Fogueira tá no sangue
Eu como a torta de maçã
Pra não fazer desfeita
Garfos pro lado e eu me finjo satisfeita
Aprendi bem cedo a ser uma linda princesa
Na mesa, cumprindo ordens de etiqueta
Meu Cavalo Barbicacho
Eu sei que muitos não entendem
Mas aqui hei de contá-lo
O que faz o gaúcho
Gostar tanto do cavalo
Essas cosa vem de guri
Criado nas camperiada
Arrastando alpargata
Bombachita arremangada
Vem também do ensinamento
Da Mãe e do velho pai
Das cosa da fronteira
Da Argentina, Uruguai
Mas pra mais claro entender
Me busco longe a memória
Pra contar de um cavalo
Que fez parte da minha história
Eu ainda muito cedo
Meu pai ainda em vida
Tinha ofício de peão
Eu acompanhava na lida
Nasceu um dia na estância
Que criamo feito guacho
A mãe parindo morreu
Pus o nome de barbicacho
Onde eu ia me seguia
No rancho, mangueira galpão
E com ele eu me entendia
Ele entendia meu coração
Ja um pouco crecido
Me deixava eu montar
Ia com ele pra escola
Me esperava até eu soltar
E quando voltava pras casa
Nós vinnha cantando facero
Dos amigo que eu tinha
Ele era o primeiro
O tempo foi passando
E nos crescendo na idade
E quanto mais passava o tempo
Mais crecia a amizade
Acabei domando de baixo
Mas tinha que enfrena
Pedi pro peão da estância
Cuida ele pra não judia
Nem bocal precisou
Aceitou o freio solito
Eu fui lidando com ele
Dando função despacito
Meu pai ficou muito enfermo
Se fumo la pra cidade
E meu cavalo ficou
Com ele minha saudade
Depois na faculdade
Fizeram eu estudar
E lembrava do meu cavalo
Que jurava um dia buscar
Voltei ainda umas vezes
Meu amigo visitar
Tinham largado pra várzea
Só de longe pude olhar
Naquele ano meu pai
Que já vinha adoentado
Nao aguentou o tirão
E sei foi pro outro lado
E junto com meus estudo
Eu tive que trabalhar
Pra ajudar nas despesas
E minha mãe sustentar
E o grande dia chegou
Pra vida não ser mais dura
Um doutor veterinário
Era minha formatura
Agora ja formado
Com a profissão eu consigo
Podia cumprir a promessa
De buscar meu velho a amigo
Já tinha tudo ajustado
Até cocheira construi
Só faltava ir buscar
Meu amigo de guri
Levantei naquele dia
Radiante em felicidade
E disse pra minha mãe
Vamos buscar ele pra cidade.
Chegamo na velha estância
Onde meu pai fora peão
E vi minha mãe chorando
De tanta recordação
Pedi licença na entrada
Pra falar com o capataz
De pronto nos recebeu
Podem entrar no más
Depois de um dedo de proza
Falei da minha razão
De voltar na velha estância
Entrar naquele galpão
Eu vim buscar meu cavalo
Meu amigo nunca esqueçi
E hoje ele vai comigo
Conforme eu prometi
O capataz me olhou
Mirando meio de baixo
Eu de pronto! peça um peão...
Pra trazer o barbicacho
E num instante silente
Me pedindo pra eu sentar
Me perdoe, a fraqueza
Mas não podes mais levar
E sem meio entender
Retruquei inconformado
O cavalo é da minha posse
A mim me foi regalado
Com meu pai ainda em vida
Aqui criei ele guacho
Todos sabem da história
Minha e do barbicacho
E já com os olhos aguado
No meu ombro a mão estendeu
Lamento mas a verdade
O teu cavalo morreu
Mas como, de que maneira?
A mim ninguem avisou
Sabiam que eu voltaria
E nem tanto tempo passou
E o capataz rude homem
Me deu a grande lição
O tempo pra alguns e largo
Pra outros se conta na mão
A saudade, adoece
Quando se tem a distância
O tempo lá da cidade
Não é o mesmo da estância
As vezes do fundo do campo
Ele vinha e relinchava
Depois voltava a passo
E mais um tempo esperava
Até que um dia um peão
Notou que não vinha mais
E foi recorrer o campo
Aos cinco meses atrás
Encontrou ele já triste
Jogado junto ao alambrado
Morreu no outro dia
Na várzea foi enterrado
Num pé de curunilha
Deixamos a marcação
Podes ir até lá
Fazer uma oração
Quem sabe ele aguarda
De ti uma despedida
E te espere mais um pouco
No outro lado da vida
Meu coração se partiu
Sem querer acreditar
Deixei meu maior amigo
Morrer de me esperar
Naquela várzea sem fim
Me ajoelhei no campo largo
Pedi perdão ao amigo
Que até hoje saudade trago
E assim fica explicado
Nessa payada pra contá-lo
Quem é gaúcho entende
A amizade um cavalo.
Renato Jaguarão.
Quando eu lembro que ontem já faz parte do meu passado, eu começo a me dar conta do quanto o passado me leva pessoas boas, do quanto as lembranças que dele permanecem me fazem sentir uma saudade enorme, até diria que dói um pouco.
Me passa na cabeça cada dia, cada plano, cada coisa que eu fiz, detalhes que prometi, sentimentos que tive e permanecem. E há quem diga que o tempo cura tudo, eu não concordo. O tempo jamais irá curar o que eu passei, as pessoas que eu conheci, os sentimentos que eu tive. São coisas pequenas que ficam dentro de mim, algumas me fazendo sorrir, algumas me roubando lágrimas por terem partidos. O tempo jamais irá curar a dor de uma perda, que só de lembrar que nunca mais irei ver a pessoa, já da vontade de chorar, da vontade de gritar, se espernear e fazer o tempo voltar só com a força do que estou sentindo agora. Mas não tem como, pois tudo precisa fazer parte de um passado.
Então me dou conta que o presente, as pessoas que atualmente estão comigo, amanhã podem fazer parte do passado, e então me dou conta que o passado é o maior tempo da nossa vida -entre passado,futuro,presente-, e isso tortura, e me faz dar um valor ainda maior, para tudo e todos que já fizeram parte de mim.
Faz de conta que eu sou a flor, e você o beija-flor.
Então:
Vem pousar com sua sagacidade em mim, meu beija-flor.
Vem ser meu pássaro de amor.
É quando você me desmonta
Que eu saio do meu faz de conta
E volto pro meu dia a dia
Meu dia a dia
E quando você me dispara
Naquele instante tudo para
Só pra você poder ver
Faz de conta que eu te conheço bem
Quero algum atalho pra te convencer
Que a gente se combina, só você não vê
Mas eu vejo, eu vejo, ah
Diz pra mim o que eu quero escutar
Só você sabe adivinhar
Meus desejos secretos
Ei
Faz de conta que não percebi
Que você não esteve aqui
Com teu jeito singelo
sobrevivente eu sou nesta terra de faz de conta que os homens inventaram, e nem imaginaram que precisa tão pouco pra ser feliz
A diferença entre nós é que eu vejo o mundo da forma que ele é, enquanto você brinca de faz de conta negando a realidade.
