Faz de Conta Qu eu Acredito
" A HISTÓRIA DA UVA E DA RAPOSA: ELA PODE ILUSTRAR UMA SITUAÇÃO QUE VOCÊ ESTEJA SOFRENDO E PARA CESSAR É NECESSÁRIO RESCINDIR; PODE SER NO.CASAMENTO, NAMORO, NO TRABALHO ETC.
" A RAPOSA BICHO MUITO ESPERTO, PASSANDO EMBAIXO DE UMA PARREIRA DE UVA, OLHOU PARA CIMA E AVISTOU MUITOS CACHOS DE UVAS AO PONTO DE DEGUSTA-LAS ( A FRUTA QUE ELA MAIS GOSTA), DEU O 1° PULO PARA APANHAR E NÃO CONSEGUIU, 2°, 3°, 4°, NO 10° JÁ CANSADA OLHOU PRA CIMA E DISSE: NÃO VALE A PENA ESTÃO VERDES. DISSISTIU E SEGUIU O SEU CAMINHO".
MUITAS VEZES TEMOS QUE INVENTAR UMA DESCULPA E IR EMBORA (LARGAR O SOFRIMENTO). Ademar de Borba
A verdade machuca, mas a mentira destrói.
Nossa educação não pode conviver sem controlar efetivamente suas verbas, pela legalidade e transparência, que deveriam ser o fundamento de todo e qualquer ato administrativo.
O que digo posso provar com resultados e indícios fortes em mais de uma dezena de processos de controle da Administração oficial.
15/09/2026
Os humanos são estranhos.
Destruíram o mundo e ainda chamam a si mesmos de civilizados.
Cyntia Karla De Liz
O silêncio diz, os gestos demonstram, o olhar revela. Mas, quando houver espaço para dizer abertamente o que você sente ou o que está acontecendo, não deixe a oportunidade passar.
Fale.
Não engasgue com aquilo que precisa ser dito. Não obrigue o outro a preencher com suposições o lugar onde poderia existir clareza. Há vazios que não nascem da ausência, mas daquilo que ficou preso na garganta.
Porque o silêncio também comunica, é verdade. Mas existem coisas que não deveriam ser entregues à interpretação de quem está do outro lado. Quando puder dizer, diga. Antes que aquilo que você não conseguiu dizer comece a criar raízes dentro de você, cresça em forma de ressentimento e um dia vire distância onde antes havia amor.
Entrar para a política é fácil.
Difícil é permanecer nela sem transformar a mentira em profissão.
Cyntia Karla De Liz
Na política, mentir parece ser requisito.
O caráter, aparentemente, é opcional.
Cyntia Karla De Liz
A lei do retorno foi escrita pelo universo e carimbada pelas mãos de Deus, por isso é tão perfeita e justa.
Borboleta só leva e releva o que é leve, o que é pesado elas até tocam, porém deixa quieto porque o fardo não lhe pertence.
Ah! Tristes olhos
Por que chora em silêncio a dor que ninguém ver?
Por que deposita tuas lágrimas no oculto do teu vazio?
Por que corre?
Por que foge?
Por que se esconde?
Por que se disfaça?
Quando escuridão cobrir teus olhos e não enxergar mais nada, porque não volta seus olhos ao criador?
Não me subestime!
Se me calo, é porque sei que o silêncio fala por mim.... Não abuse da minha bondade, não é porque sou bondoso que sou babaca.
Posso ser uma boa pessoa, mas isso não te dar o direito de ser aproveitador.
Respeite minha origem! Pois é ela que me faz ser diferente de muitos...
Eu não sou pior e nem melhor, sou apenas mais um na fila em busca de um lugar ao sol.
Se ando tranquilo entre becos e vielas pela vida é porque sei que não estou sozinho, em minha volta há uma legião de anjos que
zelam por mim...
Não me provoquem!
Minha paz de espírito não é alvo para atirarem flechas venenosas de pessoas mal amadas, podem até atirarem sobre mim, mas saiba que nunca me atingirão, tenho um escudo chamado Deus que sempre me livrará.
Posso não devolver o mal que me faça, mas cobrarei ao meu criador por toda minha vida por justiça!
Posso até te perdoar, mas uma vez perdida a confiança, nunca mais confiarei em você!
Posso parecer solitário, mas fique sabendo que fol na solidão que fiz de Deus meu melhor amigo e amante de todas as horas... Como se atreve a me chamar de perdedor?
Se venço todos os dias a mim mesmo.
Posso parecer inocente, ingénuo ou até mesmo bobo,simplesmente por acreditar em anjos, e porque não em você? mas sei que os demônios existem, e sei que há mais demônios entre nós, do que a nossa sã consciência possa imaginar.
Não me venha armado com sua malicia e maldade para cima de mim, pois eu aprendi arte de desarmar delinquentes, que só os sábios são capazes de aprender.
Você pode até me apunhalar pelas costas, mas aprenda uma lição comigo, é melhor ser ferido do que ferir.
Você pode me dar de presente os espinhos, eu te darei as flores, não com as lágrimas de um adulto, mas com um sorriso de uma
criança, que aprendeu a arte do amor.
Por que me chama de fraco? Minhas cicatrizes não são sinais de fraqueza, mas de força, de alguém que se reconstruiu em meio ao caos.
Chegue mais perto de mim, olhe no fundo dos meus olhos e verá a verdade que transborda em meu olhar.
Pegue minhas mãos e sentirá da onde vem minha força. Venha, toque em meu peito e saberá da onde pulsa tanto amor. Se quer me julgar, primeiramente tenha a integridade de me conhecer.
Te convido a ser a minha pessoa por 31 dias, mas para isso é necessário que você pratique aquilo que se chama de empatia: desnude sua alma, abra sua mente, desate as amarras do seu preconceito, quebre a barreira egocêntrica do seu coração e tire à venda orgulhosa da sua visão. Só assim me conhecerás por completo e não me julgará.
Me julgar é fácil, difícil é ser eu.
Não me traga flores, porque elas secam e viram pó. Não me traga perfumes, porque o cheiro não dura muito tempo.
Não me traga poemas, porque o tempo os apaga. Não me traga músicas, porque o vento as leva. Traga-me seu coração e, com ele, seu amor, porque esse sim se eterniza.
Há alturas que só se alcançam quando a gente se abaixa. Descobri isso ajoelhado, diante do meu sobrinho — um pequeno mestre que ainda chama o tempo de milagre e o quintal de mundo.
Aprender a ser grande não tem nada a ver com subir, conquistar ou colecionar aplausos. Tem a ver com reaprender a ver do chão, de baixo, da inocência que a pressa desaprende. O olhar das crianças não mede, não julga, não calcula. Apenas acolhe. E quem acolhe, cresce.
Ajoelhar é um gesto sagrado: é dizer ao universo que não se esqueceu de onde veio. É lembrar que a sabedoria mora nas alturas baixas, nas perguntas simples, nas respostas que ainda não têm forma.
Ser grande, talvez, seja isso: caber inteiro num instante pequeno.
Porque quem se abaixa para amar, se eleva sem perceber.
— Douglas Duarte de Almeida
O silêncio chega sem aviso, atravessa o corpo e nos obriga a olhar para o abismo do que somos. O “eu” é apenas um fio, tecido por memórias que se apagam e ecos que nunca nos abandonam, e o infinito não está lá longe: pulsa na respiração que falha, no coração que não cabe na caixa torácica, na mente que tenta nomear o indizível.
Entre o eu e o infinito, há apenas um instante de lucidez. Um sopro onde todas as certezas desmoronam, onde a consciência se abre como pétala que não se fecha, onde o universo, finalmente, se revela dentro de nós. E quando passa, o eu retorna diferente: mais leve, mais profundo, mais inteiro.
— Douglas Duarte de Almeida
