Faz de Conta Qu eu Acredito

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É difícil fazer alguém feliz,
assim como é fácil fazer alguém triste.
É difícil dizer "eu te amo",
assim como é fácil não dizer nada.
É difícil ser fiel,.assim como é fácil se aventurar.
É difícil valorizar um amor,
assim como é fácil perdê-lo para sempre.
É difícil parar e agradecer pelo dia de hoje,
assim como é fácil viver mais um dia.
É difícil se convencer de que se é feliz,
assim como é fácil achar que sempre falta algo.
É difícil se por no lugar de alguém,
assim como é fácil olhar pro próprio umbigo.
É difícil fazer as coisas certas?
Mas quem disse que é fácil ser feliz?

Não espere que um grande amor venha procurá-lo, vá ao seu encontro e quando o encontrar, ainda que não seja aquele que você sonhou viva-o com toda intensidade como se o fosse”

No final das contas, tudo entra nos eixos… até lá, ria das confusões, viva o momento e saiba que tudo acontece por um motivo.

Chorou muito? Foi a limpeza da alma. Ficou com raiva das pessoas? Foi para perdoá-las. Acreditou que tudo estava perdido? Era o início da tua melhora.

Tudo o que sabemos do amor, é que o amor é tudo que existe.
e tudo que sabemos de traição é quem sem amor. Ela existe

Você me tem fácil demais
Mas não parece capaz
De cuidar do que possui
Você sorriu e me propôs
Que eu te deixasse em paz
Me disse vai, eu não fui

Não faça assim
Não faça nada por mim
Não vá pensando que eu sou seu

Você me diz o que fazer
Mas não procura entender
Que eu faço só pra te agradar
Me diz até o que vestir
Com quem andar e aonde ir
Mas não me pede pra voltar

Aquele que imagina ser alguém perde a ocasião de converter-se em algo.

Quando casualmente a adulação não consegue o seu fim, a culpa não é dela, é do adulador.

Aproveita muito subir aos maiores empregos do Estado, para nos desenganarmos da sua vanglória e inanidade.

É por vezes mais fácil formar um partido do que ascender, pouco a pouco, à chefia de um outro já formado.

Se fosses grande, não precisarias de andas.

O primeiro sulco aberto na terra pelo homem selvagem foi o primeiro ato de civilização.

Há enganos que nos deleitam, como desenganos que nos afligem.

O espírito de intriga inculca demérito nos intrigantes.

Os bens de que gozamos exercem sempre menos a nossa razão do que os males que sofremos.

Enganamo-nos ordinariamente sobre a intensidade dos bens que esperamos, como sobre a violência dos males que tememos.

Os grandes empregos desacreditam e ridicularizam os pequenos homens.

A ignorância tem os seus bens privativos, como a sabedoria os seus males peculiares.

O governo dos tolos é sempre mais infesto aos povos que o dos velhacos.

É mais fácil maldizer dos homens do que instruí-los e melhorá-los.