Faz de Conta Qu eu Acredito
Tenho meus momentos de isolamento. Isolar-me faz parte do meu crescimento e é fundamental para o encontro com o meu Eu. É o momento que encontro para debater todas as minhas indecisões, minhas angústias e meus temores. É quando me encontro para ter um aparte com a vida.
Tenho minhas loucuras e nunca consigo pôr para fora. Aproveito quando meu Eu está disponível. O tempo me ajudou a suportar tudo e continua me ajudando.
É tempo de mudanças, tempo de seguir em frente. O que ficou é passado e o passado não se resgata mais. O presente está a todo vapor; precisamos correr para conseguir alcançar nossos sonhos.
A solidão abre portas para nos encontrarmos. Retiramos dela o que não nos faz bem e deixamos apenas a essência do momento.
O ser humano não tem a mínima noção do tamanho do estrago que faz, quando a sua ação impensada reflete na vida do outro.
Relaxa, o momento é tão breve que respirar o aroma da vida faz com que consigamos viver em paz e tranquilidade.
Comemoramos momentos e não datas. Apagamos o que não nos faz bem e não a luz da vela. A luz deverá permanecer acesa eternamente. Portanto, vivamos o hoje, o amanhã não saberemos se virá.
Claro que nem sempre é como planejamos. A vida faz os planejamentos. Ela sempre nos surpreende. Como não estamos acostumados a lidar com o inalcançável e nem com o inimaginável, ficamos inertes. Só entenderemos o inevitável quando levarmos a vida como se fosse um passe de mágica.
A questão esta clara, ou você faz ou você não faz, não existe aquele "tenta", você é que decide e não os outros.
É dispensável o não querer enquanto tanto se quer bem;
Não faz sentido abraçar o dispensável, enquanto negamos as migalhas daquilo que sobrou.
Não há culpa do não querer, assim como não se questiona o tanto querer...
É dispensável a dispensabilidade do indispensável, enquanto se deixa abusar por tudo aquilo que é descartável.
