Faz de Conta Qu eu Acredito
O terror que algumas pessoas sentem de virar mais uma vítima da torpeza alheia faz com que vendam suas almas às indignidades, se acovardem diante de ações espúrias inequívocas e admitam o abjeto, criando justificativas para si mesmas de forma a continuar tolerando o intolerável.
Sempre que se permite o mal prevalecendo sobre a decência e nada se faz a respeito, fica-se refém de quem o pratica, aceita-se o medo colocado acima da dignidade, e ganha-se o desprezo dos que o testemunham por conta de uma covardia degradante e injusta.
Todas as vezes em que se dá mais atenção ao que se faz ou ao que se deixa de fazer, em lugar das razões por trás dessas ações, abre-se espaço para percepções equivocadas da realidade além de outras tantas injustiças, já que intenções espúrias são mascaráveis, e atitudes sinceras não costumam ser postas no alto do mastro.
Por mais que digamos não diferenciar as pessoas das quais gostamos, o coração o faz, e as encaixa numa escala de afinidade sobre a qual não definimos nada, apenas o constatamos.
Não é a ideologia que faz a pessoa, mas as pessoas é que deturpam e emburrecem as ideologias que abraçam.
Não me cobre persistência na ajuda que lhe ofereço quando deixa claro que não faz o mínimo para ajudar a si mesmo!
Será que escolhi amar? Será que amar é uma escolha? Amar a mesma pessoa que um dia te magoou te faz ser um trouxa? São perfuntas sem respostas que eu gostaria de um dia receber.
Eu não consigo odia-la, eu ainda a amo, amo ouvir sua voz, amo seu sorriso, sua personalidade e até seus erros, mesmo depois de tanto tempo,eu simplesmente não consigo te esquecer. Eu ainda me pego pensando em você por quê?
Mulher preta, estudante de direito que tudo que faz, gosta de fazer perfeito. Na dança da vida, foi até a Europa viver a percussionista. Ela é no palco o que alma devota, da luta, da busca, uma das Bititas ansiosa pela estreia. Com prazer lhes apresento a Atriz Andreia.
Mulher preta, estudante de direito que tudo que faz, gosta de fazer perfeito. Na dança da vida, foi até a Europa viver a percussionista. Ela é no palco o que alma devota, da luta, da busca, uma das Bititas ansiosa pela estreia. Com prazer lhes apresento a Atriz Andreia.
O amor é uma coisa louca... Faz o nos na garganta calar... E trocar a insegurança por palavras toscas enqto saem da boca a cabeça me chama de louca... O amor faz calar guardar aquietar... Aceitar se permitir até mesmo afastar... O amor faz com que escolhas dolorosas sejam maduras... Mesmo que doa vestir armaduras prefere a prisão no peito que viver as amarguras... O amor é louco diz sorrindo com os olhos regando a face com alma em prantos ... O amor ensina afastar com atitudes qndo já não cabe mais ser... Ele camufla ele se fecha na ostra para que não saia da boca o eu te amo que volta nas mãos... Ah só o amor diz um adeus sincero com os votos mais honesto de felicitações... Ele retorce a gente nos lençóis e no meio da loucura di em desespero meu deus tu sabes o quanto amo por favor me acalma a alma... Me ajuda no meu pranto ... Ah quem ama diz alô... Td bem? E por dentro grita o quanto eu te amo como nunca amei ninguém... Me perdoe por não saber não te amar...
Ninguém ama porque é bom, nos tornamos bons porque amamos.
Porque o amor faz com que queiramos o bem desse alguém, e a única troca valida não são os bens que o outro tem, e sim o prazer de ser feliz por fazer o outro alguém feliz.
Passamos a vida de certa forma sonhando em ter paz e ser feliz, e quando vemos uma real possibilidade, agarramos sem sequer pensar nas dores passadas.
Muitas vezes vemos o óbvio, mas maquiados e deixamos lindos como o que um dia foi, com o que sonhamos, desejamos e sentimos. Não por ser egoístas, mas por querer muito que seja real o que um dia aparentou.
Maquiados distâncias sem prévias aproximações, mas no fundo sabemos que quem ama quer apenas estar juntos porque a distância dói, porque sabemos que a vida passa, e temos medo de perder para vida, para morte ou pelo descuido.
E quando percebemos e entendemos que não somos amados, entramos em fases, a de se debater com o que se é, de sofrer, e depois, aceitar com uma dor, mas aceitar o que não podemos mudar. O que antes maquiados, tão óbvio, hoje elencamos, as faltas de saudades, carinhos, alegria por existirmos, a indiferença, desprezos e maus tratos. E comparamos ao que o amor faz de nós, o cuidado em tudo para não ferir. E mais uma vez sentimos um nó na garganta, uma dor no peito, mas apesar de tudo tendemos a ter empatia, e não sentir ódio raiva mágoa, por momento de empolgação de alguém. Entremos que no momento foi verdade, e entendemos que aprendemos a amar. Porque o amor é isso, dar liberdade para quem querer ficar ou partir, mas apesar da dor e tristeza, temos amor o suficiente para pedir licença, licença para ambos, o que ama e sabe que dói, e doerá sempre não pertencer, não ser, e descobrir novidades que ferem, num preterimento cuja a única resposta, é não sentir.
E para o outro, a licença para encontrar seu amor de verdade, e ser tão feliz e pra sempre , como um dia ao acreditar no inexistente, fomos capazes de ser, e que seja verdadeiro e recíproco, porque quem ama deseja ao outro toda a felicidade, amor e respeito que deseja a si mesmo.
#RCH
