Faz de Conta Qu eu Acredito
Menininha do meu coração
Eu só quero você
A três palmos do chão
Menininha não cresça mais não
Fique pequenininha na minha canção
Senhorinha levada
Batendo palminha
Fingindo assustada
Do bicho-papão.
Menininha, que graça é você
Uma coisinha assim
Começando a viver
Fique assim, meu amor
Sem crescer
Porque o mundo é ruim, é ruim e você
Vai sofrer de repente
Uma desilusão
Porque a vida é somente
Teu bicho-papão.
Fique assim, fique assim
Sempre assim
E se lembre de mim
Pelas coisas que eu dei
Também não se esqueça de mim
Quando você souber enfim
De tudo o que eu amei.
Se você quer saber qual a sua missão na Terra eu respondo: EVOLUIR. E como evoluir? AMANDO, amando o próximo, amando o amigo, o inimigo, amando a família, amando a natureza, amando você mesmo, amando DEUS
A "POSSE" DOS LIVROS
De nada vale a inteligência adquirida pelos livros?
Quando eu desmereço a leitura aos "deslivrados",
Quando os impeço ou os escondo da História escrita,
Quando lhes impeço do protagonismo da escura cor.
Não aprender a compartilhar as fontes da construção
É não abstrair da evolução o intelecto, a real lição.
É ilusão pensar-se como sábio, intelectual ou mestre,
Comprimido pela avareza e a condição da ignorância.
Sabedoria é abstratismo, depósito, mas não é refúgio!
É verbo, mergulho, navegação, não culto a si mesmo.
Por vezes, inversa, desobedecendo as normas de ser,
Voa livre das folhas, para além, nem sempre escritas.
Ah se os meus livros saíssem todos voando por aí!
Ah se viesse um tempestuoso vento forte, a tempo.
Um vento desses que com descaso causam o caos!
Que açoita o ego, ou as folhas do limoeiro ácido.
Ah se visse um vento intruso, rabugento e mal criado,
Capaz de "livrar" os "meus livros" do pueril cativeiro!
Prisões, "minhas posses", insanidades, "meu apego",
Levando-os aos lugarejos "desmerecidos e opacos".
Ah se esse vento me deixasse, sem "ter meus livros"!
Jogando-os todos sobre as minhas carrancas tristes!
Dando-me lições abstratas, inversas, desconhecidas,
Mostrando-me as faces atrofiadas pelo meu egoísmo.
Ah se esse vento viesse sem avisar-me de seu tempo!
"Livrando-me" ante as crenças, os apegos e os muros.
Entulhos que aprisionaram-me ao abismo da ilusão,
Impedindo-me a refrigeração dos mundos externos.
Ah se esse tempo chegar e causar o caos nos livros!
Isso seria literalmente um atentado, um "livramento"!
Seria como uma recomposição, uma composição!
Talvez eu saberia lutar, mas não faria o contra-tempo.
Talvez eu sentiria prazer, por uma estranha liberdade...
A "minha liberdade"; por não ver "meus livros presos".
Talvez a liberdade dos livros me causaria inveja, dor!
Libertando-se, libertam outros seres, outros livros.
Alguns contos ou poesias não existiriam à revelia,
Sem que o vento causasse um caos nos incipientes.
Os livros vêm com o caos, a sabedoria vem depois!
Os livros sopram o vento, o tempo cristaliza os livros.
(Pedro Alexandre).
Eu pensei de verdade, eu acreditei de verdade que agente era sempre!
Mas você acabou com o nosso pra sempre! 💔
Só existe minha presença ainda aqui, porque o meu eu se foi a muito tempo.
Só você que não percebeu, eu tentei te alertar, mas você não reparou nos sinais, sinais esses que foram os mais claros possíveis pra não perde, pra mim não me perde!
Mas tudo se foi diante dos seus olhos, bem na sua frente, você não fez nada simplesmente deixou ir.
Então eu partir e irei embora sem volta.
O segredo
Tenho um segredo que me arrependo,
Se eu te contar me arrebento,
Foi uma coisa que fiz a muito tempo.
No leilão da vida me comprastes com tuas preces, e eu me vendi pelas minha carências. Passados os que anos que vivemos, hoje sabemos o quanto a felicidade não é tão cara, e que nunca mais ela será assim tão barata.
São tão longas as horas
que se eu sobreviver ao atravessar delas
posso chegar até ao fim do Infinito
Certa vez, minha esposa, à época namorada, disse-me que eu a atrasava.
Ainda bem, pois hoje sabemos que a felicidade é um trem que demora para chegar.
Lado a lado
Eu não sei quais serão os caminhos que percorrerei, mas sei quais não seguirei novamente.
Eu não sei quais serão erros que estão por vir, mas sei quais não repetirei mais.
Eu não sei como enfrentarei os desafios que surgirão, mas sei quais não evitarei.
Eu não sei quais serão os desafios que enfrentaremos, mas sei que lutarei para superá-los.
Eu não sei quais serão as dificuldades que surgirão, mas sei que não desistirei facilmente.
Eu não sei como enfrentarei os obstáculos que se apresentarão, mas sei que darei o meu melhor.
Eu não sei como expressarei minha admiração por você todos os dias, mas sei que farei todo o esforço necessário.
Eu não sei como demonstrarei todos os dias meu amor por você, mas sei quais gestos não deixarei de fazer.
Eu não sei como será o futuro, mas sei que lutarei para construir um futuro brilhante ao seu lado e sei que contigo quero estar.
Porque, muitas vezes, é na luta e na perseverança que encontramos o verdadeiro sentido para nossas batalhas.
A verdade é que o futuro é uma tela em branco, esperando para ser preenchida,
E eu quero pintar essa tela ao seu lado, com cores vibrantes de felicidade.
Porque, no fim das contas, é na nossa luta e perseverança,
Que encontraremos a verdadeira realização e felicidade, lado a lado.
Marcello de Souza
(@marcellodesouza_oficial)
N sou perfeita, n sou a mulher de corpo bonito, mas eu sou real, n tenho muito a oferecer, apenas meu amor.
E hoje, eu me respeito o suficiente,
a ponto de não forçar interação,
com pessoas que não combinam com a minha energia...
Educação, diplomacia e distância.
Simples assim!
