Faz de Conta Qu eu Acredito

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Quando eu era mais jovem,
não tinha experiência.
Errei. Chorei.
Isso, me ensinou.
Eu cai. Me machuquei. Levantei. Cicatrizou.
Hoje tenho, mais cuidado.


Na escola, eu repeti de ano.
Eu senti tristeza.
Precisei estudar. Busca informação.
Consegui resultado. Isso, deixa feliz.


Da simplicidade,
até a grande responsabilidade.


Um caminho. Um passo, de cada vez.


Precisa esperar.
Ter paciência.


No quebra cabeça,
começa pela primeira peça.

Existe uma casa, para eu morar.
Existe um lugar, para eu dormir.
Existe um lugar;
para me proteger da chuva,
do sol,
e do frio.
Existe uma comida e
uma bebida,
que me dá vida.
Existe movimento, no meu corpo.
Um dia eu nasci,
eu vivo,
sei que vou morrer um dia.
Eu fui no Hospital,
lá existe gente que trabalha.
Fico feliz, com o pouco.
Durmo, e acordo.
O tempo passa.
Vejo terra, no chão.
Vejo montanha.
Eu estava em um lugar, fui para outro.
O carro, precisou consertar.

Eu sou o homem,
atrás da cortina.

Aqueles que eu pensei que eram na real nunca foram.

Talvez ninguém te falou, mas eu irei te falar: ninguém pensa exatamente igual a você, e está tudo bem. Cada pessoa carrega uma história diferente, criações diferentes, dores diferentes, e por isso enxerga o mundo através de lentes únicas.
A diversidade de pensamento não é ameaça, é riqueza. Duas pessoas podem olhar para o mesmo problema e chegar a conclusões opostas, sem que nenhuma delas esteja completamente errada. O erro está em achar que só existe um jeito certo de enxergar a vida.
O mesmo vale para a fé. Existem pessoas que rezam olhando para o céu, outras que meditam em silêncio, outras que acendem velas, outras que simplesmente não acreditam em nada além do que os olhos veem. Nenhuma dessas formas de existir merece deboche ou julgamento.
Respeitar todas as religiões não significa concordar com todas elas, significa reconhecer que cada ser humano tem o direito de buscar sentido do jeito que faz mais paz para si mesmo.
No fim, o mundo não precisa de pessoas pensando exatamente igual, precisa de pessoas capazes de conviver mesmo pensando completamente diferente. Talvez ninguém tenha te ensinado isso na escola, mas fica aqui o convite: aprenda a respeitar o que você não entende.

Estou destinado ao fracasso,e por isso,eu sei que vou vencer

Perdido em meu eu, procuro o caminho, a voltar ao ser meu.

⁠Coração de fogo
Coração de Luz
Coração que vive
Dentro do meu peito
Ainda que eu não queira viver
Cansado
Ele vive!

⁠⁠⁠Sambedo em Dia de Chuva

Eu te dei o meu amor
mas não te culpo
Que você não saiba carregar
oooi....
Quando a gente ama
a gente espera
que o outro saiba aceitar
oooiii...
Mas é tolice é ilusão
É vaidade a pretensão
de querer que outro deixe
a gente lhe amar...
Então vamos seguindo
a vida sempre expandindo
e a gente a encontrar
tanta gente que podia
ser dona da alegria
que a gente mesmo podia se dar
Pense bem meu irmão
minha amiga
Pense nesta solução:
O amor só vale a pena nessa vida
se ele não tiver dono não!
Laiá laiá (bem triste)
Laiá laiá (agora sorrindo)
Laiá laiá ( Reza!)
O Amor tem dono não!!!

⁠Eu colori
de sentido
e beleza
a minha vida medíocre
E coroei de glória
a minha existência
sem utilidade!
⁠Mesmo que seja só pra mim
A minha arte...
viveu!

⁠Agradeço a quem me protege sem que eu veja...
Que segue ao meu lado
(Como um dia me prometeu.)
Mesmo que eu não mereça
Mãe, amiga, guerreira
Rainha do Universo
Mãe Divina ordenadora da Lei
Triunfante! Majestosa
O teu poder não tem fim
A tua tempestade não há quem resista
Trabalhas de dia e de noite
No sol e na lua
Na treva e na luz
Relampeja
Venta,
Reluz,
Acende,
Ilumina!
Reenergiza e Cura.
A Glória de Deus em mim...

Eu não quero muita coisa. Quero apenas um centímetro de felicidade.

Eu não debato política com ignorantes.
Não se debate com quem fez da própria ignorância uma ideologia.

Cyntia Karla De Liz

Eu sou ativista.
Não sou Jesus Cristo.

Eu não debato política com ignorantes.
Não existe debate onde falta conhecimento.

Cyntia Karla De Liz

Eu não debato política com ignorantes.
Minha paciência não é patrimônio público.

Cyntia Karla De Liz

Eu não debato política com ignorantes.
Não confunda opinião com conhecimento.

Cyntia Karla De Liz

Eu quero um amor que não seja covarde. E não falo de guerras, heróis ou moinhos, falo do amor que não foge do cotidiano. O que lava a louça, compartilha o silêncio, segura a mão sem medo do tédio. O amor corajoso não é o que promete eternidade, mas o que se faz presente nas miudezas, nas falhas, nos dias em que o afeto parece coisa rara. É o amor que sabe ficar, mas também partir com dignidade, sem transformar distância em castigo. O que confia, mesmo quando não entende. O que não precisa vigiar para acreditar. Amar, afinal, é permitir que o outro seja casa — mesmo quando a vida muda o endereço.

Nem que eu tente, não sei ser minimalista. Minha história é um relicário, uma loja de móveis usados, onde tudo guarda um sentido, uma memória, uma cicatriz bonita do tempo. Cada coisa em mim já teve função, já foi abrigo, já pertenceu a outro instante. E talvez seja isso que me faz inteiro: não o espaço vazio, mas o excesso de vida guardada nas gavetas da alma.

Não vou mais lutar comigo mesmo. Essa guerra íntima sempre foi injusta: eu de um lado, tentando caber; o mundo do outro, oferecendo moldes apertados demais. Passei tempo suficiente tentando negociar minha existência, arredondar arestas, suavizar excessos, traduzir quem sou para ver se assim eu era aceito. Não funcionou. Nunca funcionou.

Nunca coube nas expectativas porque elas nascem pequenas demais para o que pulsa em mim. Nunca me ajustei para pertencer porque pertença, quando exige mutilação, vira cárcere elegante. Aprendi isso do jeito mais cansativo: insistindo. E só agora entendo que insistir contra si é uma forma sofisticada de abandono.

Sou o que sou. Não por rebeldia, nem como defesa. Sou o que sou como quem finalmente pousa as armas no chão e senta. Há uma paz estranha nisso. Não a paz da acomodação, mas a paz de quem para de se ferir tentando ser outra coisa. Sustentar-se dá trabalho, mas lutar contra si cobra um preço alto demais.

Escolho, então, essa trégua radical comigo. Não para me tornar imutável, mas para mudar sem me violentar. Não para agradar, mas para existir com decência. Sou o que sou — e isso, hoje, não é sentença. É abrigo.