Faz de Conta Qu eu Acredito

Cerca de 409373 frases e pensamentos: Faz de Conta Qu eu Acredito

⁠⁠Nós meus pensamentos eu viajo, entro em um abismo profundo, viro refém dos meus pensamentos, um prisioneiro ao meio de tanta imaginação.

⁠Deixa eu cuidar de você. Descanse nos meus braços. Que todas as noites comigo haja seu aconchego.

⁠eu queria te dizer que te amo.

Eu preciso de você, você precisa de mim. Não desiste assim. Nessa vida é pra a gente ir junto até o fim.

Eu aprendi que só amor não basta.
É preciso compartilhar sonhos, projetos e a vontade de caminhar juntos.

"Perdoar, permitir e perseverar." A frase sussurrava ao meu ouvido enquanto eu caminhava por uma estrada vazia. Um sonho confuso... talvez apenas uma experiência onírica, talvez um diálogo silencioso entre a consciência e aquilo que ainda não consigo nomear.

Que eu jamais perca a paz que sereniza, a alegria que floresce, a vitalidade que impulsiona e a energia que conecta minha alma ao amor, à esperança e ao propósito da vida.

Eu sei que a minha fala incomoda. Mas talvez ela incomode justamente porque revela uma história que muitos preferem esquecer.

Entranhas da Estranha


Eu quero ser o intenso que sou
Experimentar no plural o singula
Sem me limitar a espinho ou flor
Quero ser chegada, partida
E ainda assim ser lar

Eu não quero esgotar todo o meu tempo nesse experimento
De morrer minha vida
Até viver minha morte

Eu escrevo cartas pra ninguém
Expresso experiências, sentimentos..
Que vão além
De passageiras condições e momentos...


Nem melhor, nem pior...
Nem arrogante, nem solitária..
Nem engenheiros, nem Belchior...
Nem maldosa, nem otária...


Nem esquerda, nem direita...
Nem recatada, nem atrevida...
Nem muito exposta, nem a espreita..
Nem Norte, nem sul e nem sem saída.

Alma perdida

Às vezes sinto-me tão vazia
Como se nada mais pudesse sair de mim
Eu abro e fecho portas
Acendo e apago cigarros
Abro e fecho as mãos
Acendo e apago desejos

Nada mais sai de mim
Nem mesmo essas palavras
Elas saem do vazio
Que tomou posse do que fui
E quando é assim e nada sai de mim
Não vejo o início, não vejo o meio
E isso me acende o desejo do fim

Talvez eu tenha saído ou sido retirada
Por isso nada mais sai de mim
Seria um anjo caído?
Um andarilho sem rumo na estrada?
Alguém viu minha alma?
Acho que ela foi roubada
Quero senti-la de novo
Mesmo se estiver quebrada

⁠Eu aprendi a apreciar
O intervalo entre uma dor e outra e chamá-lo de vida.

Eu odeio vir aqui e ver frases rasas atribuídas a artistas profundos. Só odeio mais do que isso o fato de que poucos vão notar e/ou pesquisar sobre. Só querem frases de efeito rasas para postagens.
⁠Vomitei

⁠Se você presenciar eu me vitimizando, acredite. Foi muito pior do que eu estou expondo.
Eu cuido para não falar tudo que já passei pois já vi muita gente sucumbir por muito menos.
E não vejo mérito em ser obrigada a ser "tão forte".

E se eu adicionar 3 pontos finais
Ao invés de um fim
Terei um recomeço, uma icongnita?
Terei silêncio? Gritos? Sinais?
Serei eu sem você? Ou serei você sem mim?
Será que no início, no fim e por todo meio me evita?


Seria eu a sua Kriptonita?

E quando vier o inverno, a escuridão...
Que eu domine o fogo com seu calor, luz e poder de transmutar.

E se vier forte o medo, a incerteza...
Que a experiência do escuro e do frio superados revelem o aprendizado e sua beleza.

E se vier o fim, se vier a morte...
Que me seja suficiente o trajeto, que segui sem bússola que me apontasse um norte.

Que eu tenha sido nada pra envergonhar minha essência.
Enquanto tudo fui para honrar a centelha em mim confiada de existência.

Em alguns momentos eu odeio o meu próprio nome, em outros odeio só a mim mesmo...

Eu pego uma colher e misturo o céu com café morno, bolhas de sabão sobem pinheiros invertidos, bicicleta pedala para trás no espelho do banheiro. O gato mia em código Morse para o micro-ondas, que responde com pipocos de milho voando como pássaros de papel. Nuvens chovem para cima, gravidade vira piada, e o relógio derrete em forma de bolo quente. Por que o elefante usa óculos de sol no escuro? Sombras dançam tango com luzes de neon, enquanto números contam histórias de peixes voadores. A geladeira sussurra segredos de meias perdidas, o chão ondula como mar de concreto, e eu como nuvem com garfo de plástico. Fluxos de pensamentos giram em espiral, cores cantam óperas mudas, tempo estica como chiclete mastigado. Nada cola, tudo flutua em bolhas de confusão.


Mas olha só. Essa bagunça é a mente acordada: colher mexe ideias soltas, bolhas são pensamentos leves que estouram, pinheiros raízes profundas em solo instável, bicicleta impulsiona o irreal. Gato e micro-ondas, intuições aleatórias conectando mundos. Elefante no escuro, ver o invisível. Sombras e luz, dualidades dançando. Tudo faz sentido: o absurdo é o mapa da criatividade humana, onde a bobagem vira descoberta, a bagunça, clareza.

Kurt Cobain emerge das cinzas grunge, voz partida: "Eu sou o grito primordial contra o nada, alma selvagem engolida pelo ruído urbano, buscando salvação no caos da pele ferida". Noé responde da sua arca espectral: "Eu guardei as sementes vivas do apocalipse, navegando dilúvios de lagrimas, para que raízes antigas brotem novamente em terras esquecidas". Mahatma Gandhi, com mãos calejadas de marchas infindas, declara: "A resistência pacífica é o sal da terra; nela, povos originários florescem invictos, dissolvendo correntes com a força do espírito desperto". Renato Russo, legionário das noites brasilianas, confessa: "Nas veias urbanas pulsa um pulsar proibido, herança de guerreiros das matas, clamando por um país que ouça o coração silenciado". Maria Quitéria, visionária das profundezas temporais, irrompe: "Na quarta dimensão, o tempo se dobra como lâmina invisível; ali, lutadores ancestrais transcendem o plano, libertando-nos em espelhos da eternidade rebelde". Suas vozes se entrelaçam num manifesto etéreo: a humanidade resiste, primordial e multidimensional, contra o vazio que nos cerca.