Faz de Conta Qu eu Acredito
Estamos sempre à um passo para a descoberta do verdadeiro Eu.
E para essa descoberta não precisamos nem mover as pernas, pois o verdadeiro Eu vem sempre ao nosso encontro.
Basta querer.
E quando me disseram quem eu era, tive a coragem de esquecer. Porque só assim pude me lembrar de quem sou.
Muito obrigado, senhor!
Eu sinto todos os dias
O dever de agradecer à vossa bondade
Por me dar força e coragem
Para enfrentar mais um dia de luta
Obrigado, senhor, por me fazer crer
Que o amanhã será sempre melhor
Com mais justiça e menos violência
Obrigado, senhor!
"Eu agradeço"
Agnaldo Timóteo
Há sempre um instante na vida em que precisamos enfrentar aquele temido e aguardado momento, assumir que é chegada a hora, que é inadiável! Nunca estamos preparados, mas o ingresso está sempre na mão, a passagem está garantida e não existe banco ao lado. O destino é o interior. O seu interior. E o percurso é solitário. O tempo dessa viagem depende de cada um.
Carrego uma multidão de 'EUS' dentro de mim, eles são tão diferentes e imperfeitos, mas todos são apaixonados por ti!
Eu quero muito celebrar a VIDA, respeitá-la em toda a sua essência e formas, enxergando o meu próximo, o sangue do meu sangue, bem como os tantos irmãos da caminhada existencial.
Quero abrir as janelas que me conectam com o mundo e enxergar lá fora os meus semelhantes, mas sobretudo, quero olhar o espelho da consciência e reconhecer em mim, o reflexo de um ser humano.
Precisamos aprender a ver a nós mesmos como nosso próprio lar, pois somos o único lugar onde vivemos por toda a nossa vida.
O Eu se permite viver quando para de insistir em relacionamentos que alimentam tristeza, dor e julgamento.
O Eu se permite viver quando entende que a superficialidade das relações cotidianas são fundamentais para a proteção da individualidade.
O Eu se permite viver quando deixa de fazer o que é certo e começa a fazer o que faz sentido.
O Eu se permite viver quando desiste de sonhos que não alimentam mais a expiração.
O Eu se permite viver quando abandona a idealização da riqueza material como o ápice da sua maior conquista pessoal.
O Eu se permite viver quando entende que o amor pessoal se constrói com autocuidado.
O Eu se permite viver quando entende que errar faz parte da construção da sabedoria de uma vida sem manual.
O Eu se permite viver quando entende que olhar para trás é tão relevante para o futuro quanto planejar o próximo passo.
O Eu se permite viver quando para de insistir em relacionamentos que alimentam tristeza, dor e julgamento.
O Eu se permite viver quando entende que a superficialidade das relações cotidianas são fundamentais para a proteção da individualidade.
