Faz de Conta Qu eu Acredito

Cerca de 403045 frases e pensamentos: Faz de Conta Qu eu Acredito

É com ele que eu quero passar as tardes quentes de verão, e as noites de frio...
Ou o nascer do sol ouvindo os som dos passarinhos...
Sentir saudades mesmo a um centímetro de distancia...
Mesmo estando do meu lado ,dormi pensando nele , e em como sou feliz porque o tenho...
Não deixar de acha-lo perfeito...
Acorda bem cedo todas manhãs só pra vê o luz iluminar seu sorriso que me faz feliz...
Morrer de amor e ainda sim continuar vivendo...
Pois de que vale á pena está com ele e não querer isso, Pois é de onde vem o mais puro e verdadeiro amor, nos momentos mais simples , que foram só meus e ao mesmo tempo nosso!

Eu posso ser um poeta

Manoel de Barros me apresentou a poesia. Não essa letrada, rimada, floreada, poética.
Manoel de Barros me apresentou a poesia da alma, da inteligência incomum - para aqueles que querem aprender administrando o desconforto do sentir e que estão ávidos para saborear as entrelinhas do senso comum.
A poesia de Manoel de Barros bate ou não bate. E quando bate, não requer legendas ou explicações. Se pedir explicações é porque não bateu, e neste caso, Manoel de Barros não te ensinou nada.
Manoel de Barros me ensinou a enxergar além dos objetos, transcender, desconstruir. Ele ensina que só quem sente os objetos, transcende, desconstrói, e assim transforma o estático em puro movimento tocável com enorme sentido.
Manoel de Barros me apresentou o comum mais incomum já sentido. Desenha em palavras sensações padrão e sentimentos humanamente primários, capazes de causar um espetáculo emocional.
Manoel de Barros aprendeu a transformar a arte de não fazer nada em obra de arte.
Se tudo que ele não inventa é falso e se o tempo só anda de ida. Corro atrás para voltar a ser criança para quem sabe conseguir deixar minha alma evoluir através de sua poesia.

Para quem conhece Manoel de Barros sabe do que estou falando. Para quem não conhece, vale a pena conhecer.

Só 10% é mentira e 90% é invenção – é disso que estamos falando. O cotidiano nos afoga em um senso estático, nos deixando viciados a enxergar apenas os objetos e os fatos comuns.

Que pobreza de alma, não acham?

O que é isso? Café da manhã... e isso? Trabalho... aquilo? Filhos... e isso? Dinheiro. Estático, plano, pobre, pueril. Somos capazes de sentir e enxergar muito mais que isso, muito além disso, ou do comum.

Meu consultor literário, é agora tenho um personal consultor literário... enquanto uns contratam um personal para desenvolver o corpo, contratei um para desenvolver a alma, e quem sabe um dia deixarei de ser apenas humana e me transformarei em borboleta.

Ele, meu consultor literário, me lançou o desafio do “Olho Oculto”. O olho oculto nada mais é, ou melhor tem a grandeza de ser: olhar além dos objetos, dos fatos. Como você enxergaria a ida ao trabalho, de um dia comum, de forma sentida, de forma poética? Hoje, por exemplo: acordei tropeçando na falta de vontade de sair do mundo dos sonhos.

O olho oculto é tudo aquilo que a gente não vê, ou não quer enxergar, ou que já entrou no automático, que esquecemos de lembrar, ou evitamos sentir... falar então, esquece... afinal, imagens são palavras que nos faltaram.

Por isso, lanço aqui também este desafio. Quem sabe exercitando um pouco mais a alma, conseguimos nos transformar em poetas ou passamos a fazer coisas muito mais úteis, marcantes a partir da inutilidade comum.

Eu voltei a ser uma menina que eu nunca fui!!!

Na vida nem sempre ganhamos as vezes empatamos ou até perdemos, eu posso perder mas luto como uma guerreira pelos meus ideais, meus desejos, minhas vontades, fazer valer a pena, não tenho medo se for preciso ando em cima de brasas enfrento um furação, quero olhar dentro dos teus olhos e falar........ e dizer oK baby você venceu batatas fritas....

Essa paixão que sinto por você é talvez a insônia mais bem-vinda que eu poderia ter.

Eu não acho que você possa deixar de amar alguém. Eu acho que quando você se apaixona, quando é amor verdadeiro, é para a vida inteira. Todo o resto são experiências e desilusões.

RÓTULOS não me definem.
Me chamam de ESQUISITO, mas eu só sou diferente
De FECHADO, mas sou introvertido
De BOBO, quando, na verdade, só creio na honestidade
De SONHADOR, só porque eu sou otimista
De ALIENADO, por ser bem humorado
De CHATO, por gostar do que é certo
De CRIANÇA, por amar a inocência
De COVARDE, por preferir a paz
De CORPORATIVISTA, quando defendo e de RACISTA, quando ataco
De SEM GRAÇA, por ser simples
De METIDO, por ser sofisticado
De PERIGO, quando sou só perspicaz
RÓTULOS não dizem quem eu sou
Eu sim, sei quem eu sou
E pra mim é o que importa

Se você não me ama, fale na cara, por que quando eu me vingar, você vai sentir a dor do amor.

Eu não acho que você precise de uma razão para gostar de alguém, mas eu acho que quando você odeia alguém, você precisa de um motivo para odiá-lo. Você quer saber por que eu te odeio?
(Ueno Naoka)

Estou escolhendo a felicidade em lugar do sofrimento, eu sei que estou. Estou criando espaço para o futuro desconhecido encher minha vida com surpresas que ainda estão por vir.

Se deus existisse, eu seria satanista

Eu sei que amor não enche barriga, mas dinheiro não enche coração.

Ser reconhecido me deixava muito animado antigamente. Acontecia muito quando eu estava andando por Los Angeles. Uma vez parei em um farol e ouvi: ‘Ei, cara!’ Isso te assusta muito. Olhei para o lado e haviam quatro caras em um picape mostrando o dedo do meio para mim! Fiquei muito cansado de coisas assim acontecerem, então parei de prestar atenção nas pessoas ao meu redor.

Música
Ouço música,para poder lembrar,de quem,eu sou,e recobrar meu eu,ela a música me mantém num dado momento em mim mesmo,e me faz tomar ciência de que eu existo,ela a música me resgata e me mantém à salvo de meus problemas criados e arquitetados por minha mente.
Por todo repertório musical repercute minha alma.

Não é que eu não esteja bem, mas é que voltar pra casa todo dia sozinha cansa!

As palavras serão insuficientes se eu quiser descrever o quanto você significa pra mim, mas espero que meu amor diga a você o que meus discursos não podem! Te amo.⁠

Não espere que eu seja contida. Minhas emoções extravasam minhas bordas, borbulham na superfície, transbordam de mim.

Expresso o que me toca. Não me peça pra ser impassível. Sou feita de sentir. E meu sentir faz bagunça, sobe no palco, salta do peito.

Gosto de viver assim: des-me-di-da-men-te-a-pai-xo-na-da.

Quisera eu, ser feita de silêncios. Daqueles que restauram e espelham. Daqueles que traduzem. Tem muito barulho por aqui. Tem o riso solto, a alegria escancarada, a música alta. Tem a vontade de realizar e uma implicância danada com essa coisa de se bastar. Uma fé infantil no futuro.

Sou feliz e grata com a vida que tenho mas vivo seguindo o conselho de Fernando Pessoa: não acostumo com o que não me faz feliz e revolto-me quando julgo necessário.

Não sei fingir sentimentos. Não sei ensaiar simpatia. Ainda não aprendi a ignorar o que me ofende, me acomodar com o que incomoda, usar o silêncio como suposta superioridade e pseudo-atestado de controle.

Jamais conseguiria, vivo à flor da pele, obedeço o coração. Meu riso será indecente quando surgido, meu questionamento será inevitável quando provocado, meu choro, um convite: me conheça.

Me faça surpresas, me leve para ver o pôr do sol. Sou cativada por detalhes, uma encantada por pequenices. Me escreva qualquer frase que combine com o seu querer, apareça do nada e me presenteie com cheiros, com cores, com vinho, com móbiles e palavras.

Não é difícil me fazer sorrir.

Não me queira cética. Acredito em milagres, em intuições, em abraços e em declarações de amor. Desacreditar seria desistir, seria entristecer. E eu recuso todo e qualquer convite da tristeza. Alegria é o que me inspira. Emoção o que me traduz.

Acreditar é o que explica a minha vida.

Me faça convites, me conte uma história. Vamos deitar numa pedra e admirar o céu sem procurar saber da hora. Meu relógio pára numa prosa em boa companhia.

Espere de mim ideias, perguntas e também respostas. Respostas gentis, atenciosas, debochadas ou tortas. Tem opção para todos os gostos e reciprocidade para todos os gestos. Mas não espere de mim amarguras. Não confunda a minha receita. Tenho doses de doçura e pimenta para muitas porções, mas nunca cultivei o rancor.

Espere de mim o perdão, o pedido e o concedido. Sei reconhecer minhas falhas e acredito em qualquer um até mesmo depois que me prove o contrário. Sei dar segunda chance a quem merece, a quem faz valer a caminhada. E assumo todos os riscos. Prefiro assim do que me confortar com serás. Sou adepta do tentar e também do refazer.

Conte comigo, te dou meu ombro e minha sinceridade. Chegue mais perto, pegue na minha mão. Divido meus sonhos contigo, te empresto meus discos e meus livros. Me dê conselhos, me dê espaço. Repouso no teu colo e te conto a minha história. Tenho essa mania errante de me espalhar por aí.

Não tenho muita paciência, releve esse meu pesar. Não tenho vocação pra viver a conta-gotas. Me instigue mas não me provoque tanto. Me queira serena, quieta, satisfeita. Tenho febres elevadas, desejos insaciáveis, tenho coragens infinitas quando desafiada.

Tenho a mania de deixar o desaforo da porta pra fora. Sabe aquele texto da Martha Medeiros que diz: "Não grite comigo. Tenho o péssimo hábito de revidar"? Pois é. Se eu pudesse, estenderia a mão e diria a autora: bate aqui. Meu maior defeito talvez seja este. Minha defesa primeira.

Conte com a minha bondade, abrace o meu afeto mas não subestime a minha mansidão. Não apronte comigo contando com a minha suavidade. Ainda não aprendi com a sabedoria daqueles que deixam pra lá, não compactuo com aqueles que se contém corroendo por dentro. Nessas horas extravio a educação bonita que mamãe me deu e sigo concordando que respeito é pra quem tem.

Pareço vento e de repente eu seja mesmo. Mas veja, sou simples de se capturar. Meu parecer talvez seja este: eu simpatizo com os urgentes e me recolho na intensidade. Suplico a paciência e enlouqueço na espera. O talvez não me responde, o quase não me convence, o "não sei" me sufoca o peito e me arde toda.

Eu vivo é de quereres, insaciáveis e emergentes. Reciclo minhas coragens e não confiro a temperatura da água. Eu mergulho. Inteira. E descubro que sei nadar.

Paixão boa é aquela pela garota que eu vi no metrô; desceu na primeira estação, sem perigo de entrar na minha vida.

Filho, eu percorri muitos caminhos para chegar até você, cometi muitos erros e acertos, chorei felicidades e tristezas, experimentei euforias e sobriedades, senti dores e prazeres, mas sinceramente, nada pode ser comparado ao momento do seu nascimento, poucos segundos pareceram-me uma eternidade até te ouvir pela primeira vez e em poucos segundos a minha vida mudou para sempre.

Tem gente que eu sei que fala mal de mim , mais eu trato na maior normalidade do mundo.... uns chamam de falsidade eu chamo de maturidade