Faz de Conta Qu eu Acredito
EU PROMETO
Eu prometo buscar o amor dentro do seu coracao
Eu prometo cultiva-lo ate o ultimo dia de nossas vidas
Eu prometo sempre te respeitar
Eu prometo sempre lhe consolar quando precisar
Eu prometo te amar eternamente
Eu prometo fazer dos problemas momento insignificantes
Eu prometo sempre te dar apoio
Eu prometo sempre te compreender
Eu te prometo acima de tudo a minha amizade
Eu prometo nunca te abandonar
Eu te prometo estar sempre ao seu lado
Eu prometo sempre te fazer sorrir
Eu prometo sempre enxugar suas lagrimas
Eu prometo ficar acordado velando por teu sono
Eu prometo que vou sempre fazer o possivel e impossivel para lhe fazer feliz
Eu prometo que as estrelas serao sua e a lua sera nossa
...
Sao promessas ifinitas
De um amor sincero
De um amor verdadeiro
De um amor sem limites
De um amor que nessa vida jamais tera “FIM”.
Basta que eu queira, e eu quero meu Deus! Eu quero experimentar novamente a doçura da graça que passa. O calor ardente do sol, o perfume que paira na atmosfera e embriaga. Ouvir o riso das estrelas, o sorriso misterioso da lua e se deixar contagiar. Permitir o vento levar as asperezas que atravancam o caminho. Florescer! Entregar-se e entregando-se não sentir-se metade, não ficar partida, mas inteira e plena, como plenos devem ser os dias.
Eu te amo com tudo o que sou, e com tudo que ainda não sou, assim superando os meus limites, pra te amar cada dia mais.
Eu só queria enxergar alguma coisa no meio desses cacos no chão, esse caos sobre mim, essa tempestade que dessa vez não fui eu que causei. Alguma coisa que me fizesse levantar daqui.
Vejo eu e você como contos de fadas... sinto muito medo de que quando chegar a meia-noite seu encanto acabe por mim!
Eu quero que todos te conheçam como eu te conheci, em doses homeopáticas, devagar, se encantando com uma coisa de cada vez. E assim se apaixonarem por você igual eu me apaixonei.
Hoje eu quero paz de espirito e um gostar simples. Daqueles rotineiros e apaziguadores, que a gente possa se pacificar juntos, assim, bem cadente de nós, bem gostoso, bem simples…
Não quero mais consternações, teorias ou joguinhos premeditados, só quero sentar, olhar a paisagem e vagar entre os sorrisos tranquilos e certos, de que ali, existe alguém que talvez não seja a paixão mais louca do mundo, mas que entende a valia da palavra sinceridade e sua influência na felicidade alheia.
Eu não falo de amores modernos e de sentimentos quase que, imensuráveis, mas de um gostar simples, sereno, confiante, leve, brando… Daqueles que se gosta pelo que se é, não pelo o que se tem ou o que se faz. Daqueles erguidos e mantidos pela sinceridade. Daqueles que seguram-se as pontas quando necessário e transformam nós em laços.
Emoções são boas, loucuras também, mas hoje estendo meu direito de querer ser simples. Eu e você, quer mais simples que isso? Não quero muita coisa não, conforto no olhar e compreensão no sorriso já basta. Só quero calmaria, trilhar um caminho fresco e sonhar enquanto passeamos nas veredas da vida.
Então talvez eu tenha cansado de conhecer e desconhecer pessoas. Talvez eu tenha cansado de ter que ficar redescobrindo a confiança nas pessoas que me circulam. Hoje só quero paz, tranquilidade e sorrisos sinceros. Na verdade, quero tudo sincero, é só isso que eu preciso. Você e sua sinceridade, o resto a gente decide amanhã no café da manhã…
Eu quero crer
No amor numa boa
Que isso valha
Pra qualquer pessoa
Que realizar, a força
Que tem uma paixão.....
Nesse pouco tempo de vida eu aprendi...
Que duas pessoas discutindo, não quer dizer que se odeiam.
Que duas pessoas felizes, não quer dizer que se amam. Que o mundo dá voltas e a vida é uma seqüência de desafios.
Aprendi que exiiste mesmo aquela pessoa que te FAZ FELIZ, que tipo, parece que nasceu praa você,entede ?! ;)
Que um verdadeiro amor, nunca chega a um fim. :)
Que algumas feridas saram, outras não.
Que quem vive do passado é museu.
Que quem vive o futuro, não vive Sonha.
Que com a pessoa certa, uma vida é pouco tempo.
Que com a pessoa errada, um minuto é muito.
Que caráter vem do berço, não se compra.
Que Amor não se exige, se dá.
Que meus amigos eventualmente vão me machucar, são humanos.
Que nem sempre, eu posso esperar dos outros, o mesmo que eu fiz por eles.
Que um ato pode mudar toda uma vida.
Que nem toda uma vida pode mudar alguns dos nossos
atos ;)
"Eu acredito que nada do que é importante se perde verdadeiramente.
Apenas nos iludimos julgando sermos donos das coisas,dos instantes e dos outros.
Comigo caminham todos os mortos que amei, todos os amigos que se afastaram, todos os dias felizes que se apagaram.
Não perdi nada!
Apenas a ilusão de que tudo podia ser meu para sempre.."
Eu estava pensando em me matar, você não se importa
Eu te amo, você não se importa, você não se importa, você não se importa...
com você
com você me sinto bem
com você eu sou feliz
com você aprendi a viver
com você aprendi a amar
eu resolvi ser feliz com você
eu resolvi falar a verdade
eu resolvi não esquecer
com você eu amo
com você sou amiga
com você sou companheira
com você me sinto completa
Nao deixe pra dizer eu te amo amanha,
Nao deixe pra amar amanha,
Nao deixe pra fazer uma amizade amanha,
Nao deixe pra perdoar amanha,
Faca tudo isso hoje,diga a alguem que ama ou odeia,
Encontre um amor ou termine com um,
Faca uma nova amizade ou termine com uma antiga,
Isso sim perdoe quem tiver que perdoar porque so as pessoas dignas de carater tem o dom de perdoar,
Viva hoje como se fosse seu ultimo dia.
Eu sou mato seco, cachaça ralé, o lixo do beco de uma rua qualquer; e tudo mais o que for inútil e pegue fogo
O Eu-poético
Minha poesia é suja, medíocre, falsa
Me falta o altíssimo vocabulário dos literários
Me falta as belíssimas temáticas da antiguidade
Não gosto de falar de amor, nunca vivi nenhum
Gosto de falar de dor, isso em mim é comum
Minha temática é a vida, vivida, convivida
Meu vocabulário é baixo, baixíssimo
Grandes poetas enfatizam o amor
Eu o despreso, o desgasto, o desmoralizo, o piso
Grandes poetas não falam em dor
Eu a clamo, a chamo, a escrevo, a como, a bebo
O amor é chato, fácil, simples
A dor é intensa, imensa, profunda.
Ele estava completamente alheio da minha presença, já eu, estava completamente ciente dos seus atos, e no meu próximo ato. Minha presença, até então desconhecida, foi revelada quando coloquei-me de pé na porta da cozinha, à sua frente. Olhamo-nos como sempre, com aquele ar de implicância no ar. Ele sabia que meu próximo ato seria irritá-lo, como forma da minha diversão. Tomei-lhe o pacote de biscoito que se encontrava semi-devorado em sua mãe. Sua reação foi a mais do que esperada, no instinto de somente combater a minha superioridade do momento, esquecendo-se do valor real do biscoito, ele empurrou-me contra a parede, tentando tomar-me o objeto de briga. Seu corpo e o meu estavam juntos, e seu rosto bem perto do meu, sua força me tirava a vontade de continuar naquela implicância sem fundamento. Num gesto bruto como tal, empurrei-lhe na primeira porta que tive chance. Acabamo-nos no banheiro, com as luzes apagadas e ainda brigando pelos biscoitos, que só eram, agora, uma desculpa para testar nossas forças. No fundo, eu sabia que ele tinha mais força que eu, fisicamente, porque quem cairia tão fácil numa implicância como essa? Quem tem seu ego tão ferido só por causa de um biscoito? Quando eu já estava exausta e a respiração estava falhando, ele tomou de mim o pacote, com um sorriso vitorioso no rosto. Eu não ia deixar por aquilo. Eu comecei então eu ia terminar. Acabei por fechar a porta e trancar nós dois lá dentro, com as luzes apagadas. Mesmo estando escuro, eu via seus olhos duvidosos nos meus, que estavam maliciosos. Ele parecia uma criança, mas de criança fazia-se só sua aparência. Porque dentro dele tinha um coração maduro, idéias feitas, porém, uma mente confusa e perturbada. Voltando para implicância, mandei-lhe me devolver os biscoitos, mas ele negava-se, como esperado. Havia algo no ar que me desconcentrava, respirei fundo, então notei o perfume dele no ar, me confundindo da minha meta. Por puro instinto, fui para cima dele para pegar de volta o que me pertencia, ele jogou-me de novo contra a parede e me prensou lá. Sem me debater, sem brigar, sem respirar. Seus olhos estavam nos meus e minha boca muito perto da sua, eu podia sentir o gosto do seu hálito. Tudo ao redor ficou mais escuro, e eu senti meu corpo todo perder a força, meu coração acelerou. De repente, eu só senti que não era mais o gosto do seu hálito que eu sentia, e sim a sua boca na minha. Seus lábios eram quentes, e mesmo estando acostumada com eles, eu me perdia. Suas mãos passavam pelas minhas costas, meu cabelo, meu pescoço, tudo que ele sabia que pertencia a ele. Eu, do meu lado, só tentava trazer o corpo dele pra mais perto do meu, iludindo-me que fisicamente aquilo seria impossível. Mas por outro lado, estávamos sendo um só ali, mesmo sentimento. Não havia o que perder, não havia o que ganhar... Por fim, nenhum dos dois ganhou.
