Faz de Conta Qu eu Acredito

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Pra que beleza? Se a verdadeira esta escondida em uma caixa a qual se é conhecida por uma tal de "torácica". Que protege o único e inestimável sentimento... Vindo de um simples e nada bonito coração.

Inserida por tatyanenicklas

Existem dores pequenas mas significantes, como exemplo: Quando você se corta com papel, uma coisa quase que impossível de acontecer, porém, só quem já se cortou sabe bem o tipo de dor chata que é.
Algumas pessoas te causam essa sensação.

Inserida por tatyanenicklas

Reclamar menos, observar mais... não te fará melhor que ninguém... mas te colocará em uma posição que poucos estão ⁠

Inserida por tatyanenicklas

⁠A política pública de assistência social, no Brasil, foi cooptada por correntes políticas, sendo que a política pública social, especialmente da pessoa em situação de rua, não deve ser tábua de salvação da esquerda ou da direita, mas sim uma bandeira de luta da humanidade.

Inserida por mauricio_souza_rosa

⁠" Na vida cotidiana as vicissitudes são respostas dos nossos atos filiados ao nosso cerne. "

Inserida por marcelo_monteiro_4

A ARTE DE OUVIR QUANDO O MUNDO GRITA.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.

(Os alarmistas são os que não prestam atenção aos suaves e verdadeiros sinais)

Há tempos em que o ruído se apresenta como virtude e a agitação como lucidez. Nesses períodos o alarmismo assume a aparência de cuidado enquanto a atenção verdadeira é confundida com passividade. Eleva-se o tom da voz mas empobrece-se o discernimento e o excesso passa a ocupar o lugar da compreensão.

Os sinais verdadeiros não se impõem pelo choque. Manifestam-se no encadeamento das causas na regularidade dos processos e na repetição discreta dos fatos que revelam uma direção. Exigem silêncio interior constância de observação e maturidade intelectual. Quem observa aprende. Quem se agita apenas reage.

O alarmismo nasce da ruptura entre percepção e entendimento. Incapaz de sustentar o tempo da reflexão o alarmista vive submetido ao instante e confunde urgência com verdade. Ao ignorar o que se anuncia lentamente perde a leitura do conjunto e se torna dependente do sobressalto.

Em oposição há os que vigiam sem alarde. Não por indiferença mas por disciplina. Eles reconhecem que a verdade raramente se manifesta de forma estridente e que as grandes transformações são precedidas por sinais quase invisíveis aos olhos apressados. Essa vigilância silenciosa não é inércia mas lucidez cultivada.

Assim o desfecho impõe-se com clareza lógica. Onde prevalece o ruído instala-se a confusão. Onde há escuta atenta forma-se o discernimento. Entre o clamor e o silêncio decide-se a qualidade do juízo humano e somente aquele que aprende a ouvir o que é discreto mantém-se firme quando o alarme se dissolve e a realidade permanece em silêncio e em clamor.

Inserida por marcelo_monteiro_4

QUANDO OS MORTOS FALAM AOS VIVOS.

“E vêm os mortos que estão sempre vivos, falar aos vivos que estão não invariavelmente sempre mortos.”
Escritor:Marcelo Caetano Monteiro .

A sentença, paradoxal e provocadora, nos conduz à reflexão sobre o verdadeiro sentido da vida e da morte. O Espiritismo nos mostra que a morte não é o aniquilamento, mas apenas a transição de uma forma de existência para outra. O corpo se desfaz, mas o ser essencial, o Espírito, permanece, consciente de si mesmo, apto a prosseguir em sua jornada.

É por isso que, desde tempos imemoriais, os chamados “mortos” retornam, não para semear assombro, mas para recordar aos que permanecem na carne que a vida não cessa. Kardec registrou, em O Livro dos Espíritos (questão 149), a pergunta direta: “Que acontece à alma no instante da morte?” – à qual os Espíritos responderam com simplicidade desarmante: “Volta a ser Espírito, isto é, retorna ao mundo dos Espíritos, que deixou momentaneamente.”

Os ditos mortos, portanto, não são mortos: são vivos, mais lúcidos, mais despojados dos véus da ilusão material. Quando se comunicam, vêm advertir-nos de que a existência terrena é apenas um capítulo breve da longa obra da eternidade.

Já os vivos, muitas vezes, parecem mortos: mortos em esperança, mortos em ternura, mortos em fé. Respiram, mas não vivem plenamente; caminham, mas não sabem para onde; acumulam, mas não se enriquecem. É nesse sentido que se tornam “mortos” espirituais, não invariavelmente, mas sempre que se esquecem de sua natureza imortal.

Léon Denis, em Depois da Morte, expressou esse contraste com clareza: “A morte não é a noite, mas a aurora. Para os que sabem ver, é libertação, é ascensão, é vida mais intensa.” Ele nos convida a despertar para a vida real, que não está no corpo que envelhece, mas na alma que progride.

Mensagem consoladora.

Diante disso, o consolo se impõe: não há separação definitiva, não há perda eterna, não há silêncio inquebrantável. Os que amamos, se partem do mundo físico, continuam ao nosso lado, atentos e afetuosos, provando que não morreram. A verdadeira morte seria apenas a da alma que se recusa a amar, que se fecha ao bem, que se deixa endurecer pelo egoísmo.

Assim, quando ouvimos a voz dos que chamamos mortos, ecoando na consciência ou pela via mediúnica, eles nos recordam: vivam, porque nós estamos vivos. A existência prossegue, a esperança permanece, e o reencontro é destino certo.

A morte não rouba ninguém; apenas devolve o ser humano à vida real do Espírito. E se os mortos falam, é para despertar os vivos que ainda dormem na ilusão da matéria.

Inserida por marcelo_monteiro_4

Gandhi, ao contemplar a vitrine repleta de bens materiais e dizer: “Estou vendo justamente tudo o que eu não preciso”, revela o grau supremo de autossuficiência moral e espiritual a que o ser humano pode chegar.
Ele não via pobreza em si mesmo, mas riqueza na simplicidade. O olhar de Gandhi não era de desejo, mas de consciência consciência de que a verdadeira liberdade não está em possuir, mas em não ser possuído.
Mensagem final.
O amor, quando vivido em sua expressão mais pura, não é um sentimento é uma decisão de alma. Gandhi decidiu amar, e por isso continua vivo, não nas estátuas, mas na consciência de quem compreende que a única revolução capaz de salvar o mundo é aquela que começa no coração humano.

Inserida por marcelo_monteiro_4

A verdadeira mascara não é aquela que usamos em festas para cobrir o nosso rosto, mas sim aquela que usamos todos os dias até que ela caia. Dai passamos a enxergar a verdadeira face.

Inserida por EneioPereira

Todos somos humanos imperfeitos, propensos a ferir com a mesma intensidade com que somos feridos. Quem diz ser perfeito é mentiroso, e o mentiroso é o mais imperfeito entre todos.

Inserida por marachan

⁠Não tem problema desistir antes de concluir uma trilha, especialmente se isso for necessário por questões de segurança, cansaço ou bem-estar. O importante é a experiência vivida, os aprendizados adquiridos e o respeito pelos próprios limites. Cada aventura tem seu valor, independentemente de ser concluída até o fim.
Desistir perto do final pode trazer uma mistura de sentimentos. Pode haver uma sensação de frustração ou de “quase lá”, mas também pode vir um alívio por respeitar os próprios limites. Pode surgir um aprendizado sobre paciência, autoconhecimento e aceitação, percebendo que o caminho percorrido já foi uma grande conquista. Além disso, pode despertar um desejo de um dia tentar novamente, se for algo importante para você. O mais valioso é reconhecer a jornada como parte da experiência e não apenas o destino final.

Inserida por Simbik4

O caos sempre aparece
Demorou mas veio
Apareceu me desestabilizando
Não sabia o que fazer
Até que vejo a luz no fim do tunel
Saio em direção a ela
Mas nunca é facil
Meu corpo dói
Meus pés calejados
Já não aguento mais andar
Até que vi você
Algo em mim surgiu
As forças se renovaram
E tive esperanças de ser resgatado
Ao me aproximar do fim
Os olhos doem com a luz
Perdi o costume
Mas se adaptam rapidamente
E percebo que as coisas mudaram
Voce era só uma alucinação
Mas obrigado!

Inserida por DanielAvancini

⁠A vida num corpo físico é o maior presente que Deus nos deu, dela tiramos todas as oportunidades que precisamos para a evolução do espírito.

Inserida por tucafriba

⁠A escassez masculina é tanta, a dificuldade de encontrar o ultrapassado alfa provedor é tamanha, que a sociedade, como um organismo que se adapta, se vira em arranjos inusitados, no afã de garantir um equilíbrio nem sempre bem equilibrado.

Inserida por glauciocardoso

⁠O meu Deus tem um trono.
O meu Deus está em movimento
e operando este Deus, quem impedirá?
quem invalidará?

Inserida por MiriamLeal

⁠Francamente, a simplicidade — tanto das coisas quanto das pessoas verdadeiramente humildes — é o que me alegra e faz toda a diferença para mim. O resto, eu me esforço para conviver, ainda que, às vezes, me cause desconforto. Mesmo assim, procuro amar, porque isso faz bem para minha própria alma.

Inserida por MiriamLeal

⁠Quando uma mulher se coloca de joelhos em oração, ela se torna imbatível, pois confia em um Deus que nunca falha e que transforma impossibilidades em milagres.

Inserida por MiriamLeal

⁠Jesus mesmo passou por isso. Ele curou, ensinou, amou… e quantos o abandonaram? Dos dez leprosos que Ele curou, só um voltou para agradecer (Lucas 17:11-19). Ele foi traído por Judas, negado por Pedro e abandonado por muitos. Mas isso não mudou quem Ele era nem seu propósito.

Inserida por MiriamLeal

⁠Quando o fardo for pesado,
E a alma cansada estiver,
Lembra-te do Mestre amado,
Que convida a quem quer.

"Vinde a Mim", Ele chama,
"Aos cansados darei paz."
Não é o mundo que acalma,
Só Jesus nos satisfaz.

Inserida por MiriamLeal

⁠Se o Filho vos libertar,
Verdadeiramente sereis livres!
Não há grilhões que resistam
Ao poder que vem dos altos céus.

Inserida por MiriamLeal