Faz de Conta Qu eu Acredito
Lágrimas, proveniente de nossas emoções nos conta muitas coisas, mas as ignoramos deixamos passar e cair no esquecimento, pois na maioria das vezes elas vão deixar cicatrizes em nossos pensamentos.
A língua faladora é a predominante em um mundo livre em expressões, pois expressões nos conta mais do que palavras vazias e repugnantes.
Não entre em pânico quando o caos quiser tomar conta, mais mantenha o controle e conseguirá driblar esse episódio.
Todas as teorias concernentes à vida tornam-se inúteis quando você se dá conta de que ela é um palco e o espetáculo não está sob sua direção.
Quando você se der conta de como a vida é passageira, entenderá o motivo do "agora" se chamar "presente".
Arrepender-se das delícias vividas, por conta de míseros momentos de "fel", é por puro egoismo julgar e condenar a consciência e a si mesmo de um crime que eles nunca cometeram.
Se porventura descobrirem alguma conta minha na Suíça, podem ter certeza que é conta a pagar. kkkkk.
As pessoas não têm a sofisticação, nem o aparato perceptual-social necessários para se darem conta da necessidade da restauração da Monarquia no Brasil da mesma forma que permanecem na insistência de uma República fracassada.
Santa Bárbara
Em mineração
Há
Que
Se levar
Em conta
O antes
O durante
E
Principalmente
O depois
Após
O “day after”
Quem
Cuidará:
Das pilhas
De estéril?
Dos barramentos
De rejeito
Do vazio
Por vezes
Bem maior
Que
O do bem
Extraído?
Da mineração
Se tira
Vida
Não
Se tira
A vida
Apoteose
Passeou-se
No seu modo
De ver
Percebeu-se
No seu modo
De ser
Deu-se conta
Da complexidade
Do simplesmente
Existir
Viver
Sua Maneira
Intrigante
Instigante
Maravilhoso
Mistério
E ainda
Não nos demos
Conta disso
Um pouco à tua maneira
Que não revia desde o tempo
Em que lia e te relia
Como de cera
E por acaso
Fria no vaso
A entardecer
O homem conta seus sonhos pelo ponteiro do relógio, mede sua vida pela quantidade de seus bens e desvia seu olhar das florestas vivas para os prédios que arranham os céus, como se quisessem provocar a ira de Deus. Nessa perdição cosmopolita, o charme se desmancha no ar, e a fumaça dos canos automotores só desperta a ansiedade por saber que se esquece de onde vem, e não se sabe para onde vai.
Todas as vezes que não repelimos algo de errado, compramos a prazo e com juros, na conta da humanidade. Essa conta vai chegar para todos
Verdadeiramente, esse pensamento encapsula uma ideia profunda de que cada vez que permitimos que algo errado aconteça sem resistência, estamos, de fato, assinando um contrato implícito que acarreta consequências futuras. Essas consequências não são apenas individuais, mas sim uma dívida que a humanidade acumula coletivamente ao longo do tempo.
Ao não repelir ou combater as injustiças, o egoísmo, a destruição ambiental ou qualquer outra forma de mal, estamos fazendo um investimento tácito no adiamento desses problemas. No entanto, essa "compra a prazo" de conveniência momentânea ou evasão da responsabilidade, inevitavelmente, cobra seu preço. Assim como comprar a prazo implica em juros acumulados, a humanidade enfrentará os juros compostos de problemas crescentes e complexos que surgirão dessas omissões.
Essa "conta da humanidade" pode assumir muitas formas. Pode ser a degradação do meio ambiente, a influência de valores éticos, a perpetuação de desigualdades sociais ou até mesmo conflitos globais. Enquanto a dívida aumenta, os juros acumulados se manifestam em crises sociais, ambientais e morais, que ocorreram a todos, independente de suas ações individuais.
Portanto, o pensamento nos chama a um senso de responsabilidade coletiva e agir de forma proativa contra o que está errado. Ele nos lembra que, embora possamos não sentir os efeitos imediatos de nossas omissões, a fatura final chegará em algum momento, impactando todos nós. É um apelo à ação consciente, à busca por soluções sustentáveis e ao compromisso de enfrentar os desafios do presente para evitar o pagamento desses "juros" no futuro da humanidade.
Por conta dos ventos, aqui do alto vejo ao longe a estradinha em suas tantas curvas, ora se esconde, ora aparece por entre o verde dos matos, imagem que parece um veludo macio especial e de tons, que acariciam minha alma... permanece assim, o balanço do canavial em aceno aos meus sonhos que sem querer escapam com os ventos, e aos poucos se perdem por aí, e vou ficando à janela, olhando as vírgulas do tempo, que pausam sem mim.
