Faz de Conta Qu eu Acredito

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Título:cantada dos pássaros
Meu amor!
Eu sou um simples louco,
tentando construir um futuro sem origens,
minha vida é imaginação dentro de um sonho de mau gosto,
então, por quê? porquê!...?
tentas amar esse caso perdido,
por sorte, queres mesmo que eu me torne o dono do seu coração?
o bandido?
Meu ninho e teu são construídos pela força do universo,
mas, minhas forças
está em te deixar sozinho,
estou tentando nos construir meu amor,
desista! Se você de magoar,
me magoei, se você chorar, chorei,
sem você para me completar...
não sou ninguém,
não importa s for com outro alguém
Então, meu amor.
Para não haver mais dores em mim, em você,
e no nosso Senhor,
por favor leva essa cantada no teu poder,
pois, assim saberei o que vem do Senhor,
realmente é amor.

Olhando para uma célula, eu teorizou que estamos olhar para um tesserac incrívelmente complexo na qual fazemos também parte, se formos olhar na lógica d como é constituído o universo e o cosmo,parece que sim. Que tudo é igual.
Teoria!

Não que o tempo e o espaço podesse nos separar mas eu vejo que neste espaço estás tão longe de mim, e isso dói demais de um jeito inesplicavel

Até uma mosca sabe quem ela é, eu ... Infelizmente nem sei onde devo pisar. Sim! Sou pior que um louco.

Eu sei que o mundo cobra 100%, mas eu não esperava que ele cobrasse +10000%

Onde a aparência dita a regra,Eu fecho os olhos, estendo a mão:O meu sossego é o que me alegra.

Quando eu Partir
Deixarei
As gavetas desarrumadas
Coisas fora do lugar
Roupas e calçados sem uso
Contas a pagar
Leituras e escritas inacabadas
As palavras de conforto
As conversas gostosas
Os abraços que aliviaram a dor
E muito amor ...
Levarei
Segredos não revelados
As palavras não ditas
Os abraços e beijos não dados
Os elogios não entregues
Os sonhos não realizados
Os almoços e encontros adiados
As histórias não partilhadas
E os amores não vividos ...

O QUE EU SOU QUANDO ESCREVO?
Meus escritos me dão asas:
crio mundos, viajo neles.
Ora sou protagonista,
ora apenas narradora.
Posso ser algoz ou mocinha,
pois a emoção que brota no papel,
é real: se não vivida de fato, sentida
na intensamente do pensamento.

EU SOU FEITA


Eu sou feita de amores
e desamores
Silêncios e ruídos
Paciência e impaciência
Luz e escuridão
Eu sou feita de muitos “nãos”
e de muitos “sins”
Certezas e incertezas
Risos e choro
Fim e recomeço
Eu sou feita de euforia
e desalento
Erros e acertos
Verdade e engano
Solidão e solitude
Eu sou feita de calmaria
e inquietude
Medo e coragem
Rasgos e remendos
e de tantas outras coisas
que não cabem dentro de mim
#PoesiaAutoral#Reflexão#DualidadeHumana#Contradições#Vulnerabilidade#Alma
#Autoconhecimento#Essência

Talvez algum dia eu morra sufocada por tanta coisa entalada que eu não consigo dizer.

Eu podia escrever aqui muitas coisas. Até podia escrever neste espaço todas as palavras do mundo. Mas hoje não me apetece.

Nem toda ideia que me OCORRE merece que eu a PERCORRA.

O QUE É A MORTE?
[Um diálogo sob outra perspectiva]


— O que é a morte?
— Eu não sei. Você sabe?
— Kkkk... Só depois que eu morrer.
— Rsrs... Ah, então você não sabe, assim como eu. Na verdade, eu não acredito na morte, não. Acredito na vida, entendo que a experiência humana aqui é atravessada pela falta, pela dor. Mas eu acredito mesmo é no amor. Na morte não. Pra mim, numa certa perspectiva, a morte não existe.
— Como assim? Me explica.
— Não saberia te explicar exatamente, e ao mesmo tempo eu poderia te encher de crenças e ideias a respeito, mas, pra mim, a vida continua. Quem vai não morre, apenas vai... e vai ficando. Porque em mim, ninguém morreu. Diante dos meus olhos, todos vivem, até os que daqui se foram.
— E a morte física?
— É uma troca de roupa. Deixa-se uma roupa velha e inadequada pra trás, para se vestir de algo melhor.
— Entendo... E?
— Pra mim, nada pode ser mais real que a vida. Aqui, marcada pelas faltas, pelas perdas, pela dor, como falei antes... também pelo amor. Que na verdade é até maior que o conceito de vida ou morte que carregamos. Pois como explicar que, mesmo depois de anos separados de alguém que já não está mais aqui, o sentimento de amor continue? Não falo apenas da falta, mas de amor.
— Sim...
— Talvez por isso se diga que o amor é mais forte que a "morte".
— Já ouvi isso.
— Por mais atrapalhados que sejamos nessa questão, a vida é uma experiência de amor, boa ou sofrida, as duas coisas na verdade, rsrs. Não à toa, Lacan vai dizer que "toda demanda, no fundo, é uma demanda de amor". Assim, penso, que vida e amor se misturam e que vive melhor quem melhor saiba amar. Ou, pelo menos, quem melhor se dispõe a aprender a amar. Porque, no final das contas, não há nada mais intrínseco na vida humana, na natureza e no universo do que essa persistência em existir, em permanecer, em se recriar, em se transformar, em se conectar, para além do que chamamos de "morte".
— Mas eu preciso acreditar nessa ideia?
— Não.
— E você acredita?
— Como te falei, olhando por essa perspectiva, sim, acredito.
— Então você não sofre com a morte?
— Com a morte? Não exatamente. Sofro com a falta. Nem mesmo penso na minha, com quem vai ficar, com o que deixarei de fazer... não. Mas sinto faltas, e isso, às vezes, me faz sofrer.
— Mas, pensando assim, seria uma forma diferente de sofrer?
— Sim. Acredito que sim.
— Então, a gente não morre?
— Eu não. Você vai?
— Kkkk... espero que não.


S.A.


.....................


P.S.:


Não. Isso não é uma catequese.
Apenas uma provocação.
Então!?
E se você olhasse pra morte de um outro jeito?
O que isso geraria em você?
Como te faria viver de uma forma diferente?


...............
Samuel Andrade,
psicanalista, teólogo, esp. em psicologia social e antropologia.

Evitando conflitos desnecessários...
Eu uso a frase...
Eu sei o que falar.
Mas não sei como falar.
Fim do debate.

Você se foi, me abandonou e nem avisou a saudade, que sem você eu morreria... Morreria de saudades, morreria de amor e de tristeza! Você se foi e ficaram as lembranças arquivadas na memória, de quem nunca aprendeu a esquecer um amor que até hoje me faz chorar, com a ausência de quem se foi, sem ao menos se preocupar que a saudade jamais me deixaria!

Um belo dia a felicidade bateu em minha porta e eu te abracei para nunca mais te deixar. Mas alguma coisa errada aconteceu e você partiu sem ao menos me dizer adeus, simplesmente desapareceu e como herança sua ficou a saudade que me prendeu para sempre em uma corrente chamada solidão.

A mente humana
é o complexo
indecifrável,de
um conjunto de
ideias que nem eu
entendo.

Pelo pouco tempo que eu te conheço, você é interessante.

Eu não me importo com as pessoas que fala de mim pelas costas, eu deveria me preocupar se não fosse lembrado por elas, afinal sou querido até pelos os que me odeia.

⁠As vezes eu me pego pensando, Como será o ponto final da minha história?