Faz de Conta Qu eu Acredito

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E se eu não for mais forte que os meus demônios
Eu vou ser somente igual a eles.

Eu não me esqueço
Eu não tenho dúvidas
Eu já não tenho mas medos.

Me esqueci de amar a mim mesmo e veja só, eu acabei frustado por não conseguir amar ninguém.

Eu temo pelas gerações futuras. Os nossos líderes não estão preparando líderes para o futuro; estão preparando robôs com mecanismos programados.

Eu sou o motivo dessa tempestade.


Há lutas que são resultados de nossas escolhas erradas.

A Graça me fez entender quem eu era, antes mesmo de saber quem Ele era. Após isso, descobri que foi Ele, "Jesus", que me alcançou por meio dela, a Graça.

Entre versos e canções, eu prefiro poesias...

... Entre ter e perder, eu prefiro ganhar...

... Entre pensar e agir, eu prefiro escolher...

... Entre você e a sua dúvida, eu prefiro suas certezas...

... Entre avançar e recuar, eu prefiro seguir caminhando, sem medo, sem receios, sem procrastinar. Eu quero coisas novas...

Entendeu...

Eu não vivo de acordos de agenda. Não negocio o chamado em troca de favores.


É Deus que abre portas, é Deus que nos dá púlpitos.

Entre versos e canções, eu prefiro poesias.

Entre ter e perder, eu prefiro ganhar.

Entre pensar e agir, eu prefiro escolher.

Entre você e a sua dúvida, eu prefiro suas certezas.

Entre avançar e recuar, eu prefiro seguir, caminhando sem medo, sem receios, sem procrastinar.

Entre o jardim e a floresta, eu prefiro o bosque.

Entre a paixão e o momento, eu prefiro o amor.

Entre o chá da tarde e o café matutino, eu prefiro o vinho da manhã de inverno.

Entre as cortinas do passado e o palco do presente, eu prefiro caminhar à beira da praia.

Entre olhares e perspectivas, eu prefiro alcançar.

Entre a rua larga e calçadas vermelhas, eu prefiro a areia marcando os meus passos.

Entre a reflexão e a frase do filósofo, eu prefiro a poesia lírica ou até mesmo sem versos.

Entre admirar e querer, eu prefiro conquistar.

Por fim, entre o silêncio da sua resposta, eu prefiro o grito de suas palavras.

Simples, eu prefiro...

By Ubirajara Almeida

O meu maior sonho, minha maior alegria e realização será quando eu encontrar pessoalmente Cristo. Então direi: valeu a pena viver.

Calar...


Hoje eu me calei.
Calei para não me estressar.
Calei para não reclamar.
Calei pela necessidade do silêncio.
Calei para refletir sobre as perdas.
Calei para ouvir meu coração.


Às vezes, calar significa fazer uma pausa para corrigir as falhas que o caminho nos deixou.


Pause. Respire

Perto de você, eu releio as minhas palavras e escrevo da direita para a esquerda.

Pai, aqui sou eu sendo você em outra oportunidade de acertar seus erros...

Se acidentes não acontecessem eu não estava vivo agora

Eu te dou o meu melhor,
mas você precisa cuidar disso.

Ele acreditava que o amor era o corpo. E eu acreditava que o corpo era o começo.


Mas o meu amor, meu amor era a fresta. Aquela coisa que não se vê, que não se toca, que só se sente quando o silêncio se senta entre a gente e olha para nós. E ele, coitado, não entendia o silêncio. Ele o preenchia com a mão, com a boca, com o peso da presença.


Mas a presença dele, quando não tem a alma dentro, é um buraco. E eu caía. Toda vez. Ele me segurava, mas eu continuava caindo. Porque ele segurava a minha mão, e a mão segura o corpo, mas a queda... a queda ela segura a alma.


E ele não sabia segurar almas.


Eu queria lhe dizer: "Você está aqui, mas o seu isso não está aqui." E quando eu falava, ele me olhava como quem olha para o mar: achando bonito, mas sem entrar. E eu queria que ele entrasse, que afogasse um pouco, que sentisse o gosto do sal nos lábios.


Em vez disso, ele me tirava da água. E dizia: "Você está segura."


Mas eu não queria segurança. Eu queria o risco. Queria que ele se perdesse em mim para que eu pudesse, enfim, me achar.


Ele faz café, ele faz amor, ele faz planos. Mas fazer não é ser. E eu sou a coisa que não se faz. Eu sou a coisa que simplesmente é. E o que é, não cabe em xícara, nem em abraço, nem em projeto. O que é, só cabe no olho nu e na palavra atravessada.


E ele não atravessa palavras. Ele as resolve.


Como se o amor fosse uma conta a pagar.




... coisas sobre Ela e Ele

Eu sou um homem de cordas. Sei amarrar, sei segurar, sei salvar, sei puxar alguém do abismo.


Mas ela não queria ser salva do abismo. Ela queria que eu saltasse com ela.


E eu não sei saltar para o vazio.


Eu faço café, faço amor, faço planos. Porque o plano é a corda. O amor é a corda. O café é a corda. Eu me seguro em tudo o que faço para não sentir o que não sei nomear.


Ela me olha com uns olhos que pedem a coisa que não tem corda. A coisa que não tem segurança. A coisa que me desamarra. E eu tenho medo de me desamarrar, porque se eu me desamarrar, quem vai segurar o mundo?


Mas o que eu não conto a ela, e que me dói, é que o mundo, para ela, já está caindo. E eu só finjo que seguro.


Porque o que ela quer, o que ela quer é que eu seja a queda. Que eu despenque com ela. Que eu grite no vazio com ela.


Mas eu não sei gritar. Eu aprendi a engolir o grito. A transformar o grito em músculo, em ação, em estrada.


Ela quer o meu nome inteiro. E eu só sei dar o meu sobrenome. Ela quer o meu coração aberto. E eu só sei dar a minha mão fechada.


Ela diz que estou longe quando estou perto. E ela tem razão. A minha distância não é física. É a distância de um homem que aprendeu que olhar para dentro é olhar para a morte.


E eu estou com medo de morrer enquanto ainda estou vivo.


... coisas sobre Ele e Ela

Não foi o mundo que mudou,
fui eu que cansei de me moldar.
Cansei de aceitar o que me fere
como se fosse normal suportar.
Não ao silêncio imposto,
não ao medo que me limita,
não às versões de mim
que nunca foram escolhidas.
Eu me refaço em cada passo,
me reconheço no que sinto,
e já não peço permissão
para existir do meu jeito.
Porque depois de tanto me perder
tentando caber em tudo,
eu finalmente entendi:
Quem decide agora sou eu.
Helaine Machado

Me fechei, me guardei,
me tornei abrigo de dores caladas,
enquanto o mundo seguia alto
e eu… cada vez mais apagada.
Helaine Machado

Deixa eu morrer…
só por um instante de silêncio,
onde o mundo não me cobre,
onde a dor não grite meu nome.