Faxina na Alma Carlos Drumond de Andrade
Num julgamento, ninguém é obrigado oferecer prova contra a si mesmo, porém nesse caso o professor o é. Ele elabora provas contra si mesmo; embora na boa intenção, boas questões avaliativas, porém os alunos respondem-nas de qualquer jeito, aferindo os baixos índices de escárnio do professor.
A prova serve, sim, para avaliação de quem a elaborou. Aliás, só serve para isso. Se eu der uma nota baixa a um aluno qualquer, terei de lhe dar um trabalho cobrindo essa nota, eu me castigando como se fosse minha a reprovação.
Discrepância maior é a escola obrigar o professor devolver a prova corrigida para o aluno, sendo esta um documento a favor do professor, que terá de justificar a nota ao aluno, visto que este sempre joga a culpa de sua nota baixo no professor, não um instrumento para o aluno justificar suas respostas como se fosse o dono da verdade.
A maioria dos contratos temporários da educação tornar-se-á efetivo, fase da vingança pelo cabresto curto e exploração do sistema. A desconexão nesse caso é o diretor beneficiado pela submissão do pró-labore não permanecer para assumir suas consequências. Aí fica valendo o dito popular: "Quem casa com a viúva assume os filhos". Essa é A sina do outro diretor.
Minha consciência com a educação, não foi, e não pode ser: vendida e dominada por incompetentes e/ou corruptos.
O falecimento de uma família em trágico evento, principalmente envolvendo crianças, causa uma grande comoção na comunidade.
Corrigindo as provas do I bimestre, percebo que os mesmos erros repetem-se. As amizades entre alunos deveriam ser confiáveis a ponto de honrar a ajuda. Passem a resposta quando tiverem certeza que é a certa. Assim fica claro que Ninguém quer ir para o inferno sozinho.
Professores no sistema, reduzidos a analfabetos funcionais, por alunos ativistas de causas alheias: Fazendo de qualquer tema um torturante debate. Pobre aula de filosofia.
Nada mais leva o homem perder a força do tino do que o viço pelas mulheres: Cona. "Aqui há sabedoria. Aquele que tem entendimento calcule o número da besta, pois é número de homem. Seu número é seiscentos e sessenta e seis."
Leia mais, pois um homem lendo vale muito para outros que também leem. Quem escreve é inteligente, quem lê é sábio e todos convivem bem em torno de um livro.
As leis da escola estão tão desgastadas perante o aluno que se o professor pode eu posso.O aluno não reconhece superioridade. Ai do professor que levou um lanche especial, terá que se esconder para comê-lo.
Eu não preciso de Deus para ser o que Ele quer que eu seja. Nem sei em que me tornou! Meu desconhecimento é grande, apenas sou. E nem Ele precisa de mim para fazer algo por mim. Mas, as pessoas insistem em ajudar o Deus delas, as que pressionam Deus na parede, também são aquelas que O defendem, ofendendo o irmão com argumentos grosseiros. Tomara suas preces servissem para me curar.
O que adianta você orar por mim, se seu Deus é amor, cheio de sentimentos humanos, e você que me odeia tanto! Ele só pode o que você sabe pedir.
Fé e otimismo são tão diferentes! Enquanto a fé dura a vida toda, o otimismo, ao contrário, não sobrevive mais que poucos minutos
As mulheres se protegeram tanto dos homens, que suas leis tornaram-se justificativa para eles se assumirem também mulher, ardendo-se em paixão uns pelos outros. A Bíblia ficou obsoleta, e as igrejas cheias de mulher.
Uma teoria pode ser explicada em um simples meme, veja que a importância do aprendizado está tão comum em nossa vida que nem percebemos
Ontem na "Cantata do natal" na escola, ouvi de um aluno: — "Este é o Claudeci não precisa respeitar ele." De um aluno reprovado se espera tudo. Não fiquei chocado, mas queria dizer isso para você, talvez aprenda algo sobre caráter e educação familiar. Assim se explica também o medo da escola em reprovar aluno.
Se o aluno não é amigo do professor, então a vontade exagerada para aprová-lo de qualquer jeito é reciprocidade?
