Fantasia e carnaval
FANTASIA...
Eu gostaria de poder parar o tempo,
De controlar o sol e o vento...
Gostaria de ser alguém com poder suficiente
Para comandar toda gente
E realizar uma velha fantasia...
Parar o mundo por um dia
E ficar em paz com voce,
Sem explicaçoes, sem porque.
PARALELAS
Sou paralelas
Janelas
E fora delas a fantasia
Sou quem vai
Sou quem ia
Sou empate
Sou magia
Sou o autêntico que guia
O arremesso que se desvia
A alegria que contagia
Sacia
Amacia
E no descuido vicia
No vício grito: Quem és?
E digo baixinho em sussurros:
Não sei...
E lhe convido em silêncios e urros :
Me leva com poesias
Pois nelas...
Sei que sou eu!
Marina Pellizzettti
"" Somos todos retratos
e o vento passando
somos todos tão poucos
loucos por fantasias
sem ironias
somos os pecados querendo acontecer...
"" A fantasia sempre te fará acreditar numa realidade palpável apenas com o coração e isso será tudo...
A fantasia
É o combustível
Nos dias tristes
Os pensamentos
Fazem questão
De mim lembrar
Que tinha sua presença
Junto ao meu corpo
A noite inteira
É por isso que minha solidão
É mais calma
Ideologia, poesia, filosofia, profecia e fantasia!
Tudo já foi devastado pelas palavras.
Esta na hora de começar a pratica
Mais um dia surpreendente
chega a nós
convidando nos a viajar
um desconhecido fantasiado
de misteriosas emoções
Vai desmascarando o presente
em pesadelo ou poesia
A escolha depende de nós
Já fui revolucionário,
Amante da rebeldia,
Já cruzei muitas fronteiras,
Em nome da fantasia,
Naveguei nos sete mares,
Em busca do novo dia,
Percorri tantas estradas,
Sempre em boa companhia,
Já fui bastante feliz,
Tive muitas alegrias,
Hoje aqui no meu recanto
Só escrevo poesia.
E canto a nostalgia de uma vez
inebriado por teu olhar em fantasia
que timidamente ousava, talvez
O brio insano dos olhares em demasia.
E o teu corpo salpicado de ilusões
que os meus sonhos salteavam
Poetizando mil corações
que ao redor do seu se despedaçavam.
E do teu olhar, daqueles breves olhares
que o tempo cintilava junto aos meus
Se vai as visões inebriadas e desesperadas,
Do meu olhar procurando o seu.
E eu canto a poesia das invenções
que encenou as suas melhores versões
De um amor que meu amor viveu
E já dizia as vagabundas desalmadas,
Que saíam gritando pelas ruas abandonadas:
- as estrelas brilham, ainda brilham,
ainda brilham essas ruas desoladas,
Aos céus elevo o meu canto
ao encanto dos anjos, oferenda a Zeus,
De um amor que meu amor viveu.
