Fanatismo

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Não nascemos com preconceito, ódio, ambição desmedida ou fanatismo.
O ser humano não nasce mau, ele aprende a ser.

⁠Por trás de todo fanatismo pode haver medos, inseguranças e desajustes mentais. Automaticamente tenta-se inserir esses sentimentos onde não há, para tentar fazer outros sentirem-se assim também, em momentos ilusórios parecendo esconder e amenizar os próprios sentimentos não diversificados.

Fanatismo de confirmação e um crime foi instituído. Calúnias pela falta de conhecimento, onde a difamação se tornou imperativa. Mas fumam um cigarro, mesmo com a proibição de tal ato. Crença que se satisfaz nos erros, onde as mentalidades pagam um preço.

Fanatismo idealista na infinita mitomania das análises equivocadas. Mas a mentalidade se revela deficitária, onde as calúnias levam as difamações de uma livraria não utilizada. Porém realizam abusos emotivos, na eterna ganância de uma crença destrutiva. Violência escancarada segundo à própria literatura, mas a espiritualidade dá passes de verdadeira manipulação errônea.

"Fanatismo pelas matérias, provenientes de uma natureza devastada. Consciência que se perde, no usufruto dessa mesma análise."

Análises de conteúdos, desempenhadas pelo fanatismo idealista. Dificuldades em discernirem os relatos, pois só conhecem uma disciplina. Espiritualidade que segue vossas capacidades, demonstrando as falhas de vossos pensares. Deficiências que se manifestam, no infinito negativismo de tal incapacidade. Mas a insistência influência os semelhantes, demonstrando uma sobrecarga. Corroborações de teorias filosóficas e continuamos questionando o que seria a vida evolucionista?

⁠"O fanatismo é cego e surdo, quando deveria ser apenas Mudo!"
☆Haredita Angel
15.09.20
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Sem o avanço exponencial do fanatismo velado, talvez a instrumentalização religiosa não tivesse tanto palco nem tanta plateia.

⁠No abismo sutil
entre a Religiosidade
e o Fanatismo,
o Encardido
perverteu as Almas Carentes
para instrumentalizar as igrejas.


A religiosidade, quando nasce da consciência, é ponte.


Liga o humano ao transcendente, a fragilidade à esperança, o erro à possibilidade de redenção.


Já o fanatismo é muro.


Separa, acusa, simplifica o que é complexo e transforma fé em trincheira.


Entre a ponte e o muro há um abismo quase imperceptível — sutil como a Vaidade Espiritual que se disfarça de Zelo.


É nesse intervalo que a fé deixa de ser encontro para ser ferramenta.


Ferramenta de poder, de influência, de domínio.


Quando a espiritualidade perde o compromisso com a verdade e se apaixona pela própria narrativa, ela se torna vulnerável à manipulação.


E almas carentes — feridas pela vida, desassistidas pelo Estado, esquecidas pela sociedade — tornam-se terreno fértil para discursos que prometem pertencimento antes mesmo de oferecerem transformação.


O fanatismo seduz porque oferece respostas rápidas para dores profundas.


Ele entrega identidade pronta a quem ainda não se encontrou.


Dá inimigos claros a quem não consegue nomear suas angústias.


Simplifica o mundo em “nós” e “eles”, como se Deus coubesse em slogans e a Eternidade pudesse ser reduzida a palanque.


A religiosidade madura, ao contrário, incomoda.


Ela exige autocrítica, compaixão e muita responsabilidade.


Ela não precisa gritar para existir, nem destruir para se afirmar.


Sabe que a fé autêntica não é instrumento de coerção, mas caminho de conversão — primeiro interior, depois social.


Quando igrejas se deixam capturar pela lógica da influência e do controle, deixam de ser hospital para se tornarem comitê.


E onde deveria haver cuidado, instala-se a estratégia.


Onde deveria haver silêncio reverente, instala-se o ruído deliberadamente calculado.


O sagrado passa a ser moeda simbólica numa economia de poder.


Talvez o maior antídoto contra essa instrumentalização seja a Maturidade Espiritual.


Uma fé que não negocia sua essência por aplausos.


Uma comunidade que prefere formar consciências a fabricar soldados.


Um povo que entende que Deus não precisa de defensores raivosos, mas de testemunhas coerentes.


No fim, o abismo entre Religiosidade e Fanatismo não é teológico — é humano.


E atravessá-lo ou não, depende menos do discurso dos púlpitos e mais da vigilância.

⁠A arma
do Verdadeiro Cristão é a Oração; o resto é Fanatismo e Manipulação da Fé.


Há uma diferença muito profunda entre defender a fé e usá-la para defender os próprios interesses, sobretudo os políticos.


O verdadeiro cristianismo não precisa de berros, ameaças, ódio ou inimigos imaginários para provar sua força.


Precisa de coerência…


Jesus não ensinou seus seguidores a vencer o próximo pela violência das armas ou palavras, pela imposição ou pela perseguição.


Ensinou a amar, perdoar, servir e orar.


Ensinou que a transformação começa dentro do coração, antes de pretender transformar o mundo ao redor.


Quando a religião deixa de ser caminho de humildade espiritual e se transforma em instrumento de poder, alguma coisa essencial já se perdeu.


A fé passa a ser usada como argumento para justificar aquilo que, talvez, o próprio Evangelho condenaria: intolerância, arrogância, perseguição e desumanização do outro.


Orar não significa ser passivo diante da injustiça.


Significa lembrar que a nossa luta não precisa destruir a dignidade de ninguém.


É possível defender princípios sem transformar adversários em inimigos; discordar sem odiar; combater o mal sem acreditar que somos donos absolutos da verdade.


O fanatismo começa quando a convicção deixa de produzir humildade e passa a produzir superioridade.


E a manipulação da fé acontece quando alguém aprende a explorar o medo, a esperança e a devoção das pessoas para conduzi-las segundo os próprios interesses.


Talvez uma das maiores provas de uma fé verdadeira seja justamente aquilo que fazemos quando ninguém está nos aplaudindo.


Quando não há palco, seguidores, curtidas ou vantagem.


Quando resta apenas a nossa consciência diante de Deus.


Porque quem realmente confia em Deus não precisa transformar a fé em arma contra pessoas.


Pode transformá-la em força para vencer o próprio orgulho, controlar a própria língua, perdoar quem feriu, ajudar quem precisa e permanecer firme sem perder a compaixão.


No fim, talvez o maior testemunho cristão não seja convencer o mundo de que estamos certos, mas viver de tal maneira que nossas atitudes revelem Deus em nós e façam alguém perguntar de onde vem tanta paz, tanta misericórdia e tanta esperança.


A oração não é fuga da realidade.


É o lugar onde o coração aprende a enfrentá-la sem se tornar aquilo que combate.

⁠Sem o avanço exponencial do Fanatismo, talvez a Instrumentalização Religiosa não tivesse tanto Palco
ou Plateia.


Há uma verdade muito incômoda nessa provocação: nenhuma Instrumentalização Religiosa prospera sozinha.


Ela precisa de um ambiente em que a fé tenha sido suficientemente capturada pelas paixões, pelos medos e pelas certezas absolutas para que Deus deixe de ser o centro e passe a funcionar como argumento.


O fanatismo não é simplesmente uma fé intensa.


Fé e fanatismo podem até usar as mesmas palavras, mas caminham em direções totalmente opostas.


A fé madura conduz à humildade; o fanatismo conduz à convicção de que somente nós, nosso grupo ou nossa causa possuímos a verdade.


A fé reconhece o mistério de Deus; o fanatismo transforma Deus em propriedade particular.


A fé se deixa corrigir pela verdade; o fanatismo transforma qualquer crítica em perseguição.


É nesse terreno infértil que a Instrumentalização Religiosa encontra seu palco.


Quando uma pessoa deixa de perguntar “o que Deus exige de mim?” e passa a perguntar apenas “como posso usar Deus para legitimar aquilo que já decidi?”, a religião corre o risco de deixar de ser caminho de transformação para tornar-se ferramenta de poder.


A Bíblia é profundamente crítica a esse tipo de apropriação.


Os profetas denunciaram repetidamente uma religiosidade que mantinha ritos, discursos e aparências enquanto negligenciava justiça, misericórdia e verdade.


O Cristo também confrontou religiosos que honravam a Deus com os lábios, enquanto o coração permanecia distante.


Talvez essa seja uma das grandes tragédias espirituais do nosso tempo: não é que Deus tenha desaparecido do Discursou Público.


Pelo contrário.


Deus é frequentemente citado, invocado, defendido e utilizado.


O problema é que podemos falar muito sobre Deus e, ao mesmo tempo, revelar muito pouco d'Ele.


Há uma diferença enorme entre testemunhar a fé e utilizá-la como instrumento.


Quem testemunha a fé procura encarnar aquilo que anuncia.


Quem instrumentaliza a fé procura fazer com que aquilo que anuncia sirva às suas agendas ocultas.


Um, busca coerência; o outro, eficácia.


Um aceita perder privilégios por fidelidade ao Evangelho; o outro adapta o Evangelho para não perder privilégios.


E talvez seja justamente aí que o fanatismo se torna perigoso: ele oferece ao indivíduo a confortável sensação de estar lutando em nome de Deus, quando, na realidade, pode estar apenas santificando os próprios desejos.


O fanático não precisa necessariamente abandonar a religião.


Às vezes, ele se torna ainda mais religioso — mais barulhento, mais combativo, mais indignado, mais disposto a defender símbolos.


Mas a pergunta teológica essencial permanece: que Deus está sendo defendido?


Porque o Deus revelado em Jesus Cristo não parece interessado em conquistar consciências pela violência da imposição, nem em transformar adversários em inimigos absolutos.


Ele se aproxima dos feridos, acolhe os pecadores, confronta os poderosos, denuncia a hipocrisia e chama seus discípulos a amar até mesmo aqueles que pensam de maneira diferente.


Por isso, quando a fé produz ódio permanente, talvez seja necessário perguntar se ainda estamos diante da fé ou diante de uma ideologia religiosa.


O problema não está apenas nos que instrumentalizam a religião.


Está também em nós, quando entregamos nossa consciência ao grupo, quando confundimos fidelidade a Cristo com fidelidade a uma liderança, quando transformamos opinião em dogma e quando aceitamos qualquer discurso, desde que ele venha acompanhado de uma linguagem religiosa.


A Instrumentalização precisa de palanque, mas também precisa de plateia.


E talvez a responsabilidade cristã comece justamente quando deixamos de ser plateia.


Uma fé intelectualmente responsável não teme perguntas.


Uma Espiritualidade Saudável não precisa fabricar inimigos para sobreviver.


Uma consciência iluminada pelo Evangelho não precisa demonizar o outro para afirmar a própria identidade.


No fundo, a grande questão não é apenas quem está usando a religião.


É também porque permitimos que nossa fé seja usada.


Talvez seja tempo de recuperar uma espiritualidade menos apaixonada por guerras culturais e políticas, e mais apaixonada pela verdade; menos preocupada em vencer discussões e mais comprometida em praticar justiça; menos interessada em controlar o outro e mais disposta a converter a si mesma.


Porque, quando Deus se torna instrumento das nossas paixões, já não estamos colocando nossas paixões a serviço d'Ele.


E essa inversão talvez seja uma das formas mais sofisticadas de idolatria: não negar Deus, mas colocá-lo a serviço de nós mesmos.

0490📜 "A Paixão-Fanatismo e a Saudade do Sujeito pela Monarquia são tantas que, na casa dele, o tempero é somente Pimenta do Reino!"

1597
"Fanatismo é Fanatismo. Tentar justificar ou diminuir o Fanatismo é somente outra forma de Fanatismo!"

1598
"Se alguém quer conferir se está praticando Fanatismo, aberta ou camufladamente, por distração, desconhecimento ou deliberadamente, basta consultar o termo no Dicionario. Vá e aceite o resultado!"

1600
"É simples e honrado aceitar que qualquer Fanatismo desagrada Deus... Mesmo e principalmente quando o Fanatismo é exatamente por Deus!"

1607
"Viver no Fanatismo por Deus e no Fanatismo pela Religião que você segue pode ser tarefa fácil, mas não é ação de autênticos seguidores de Deus!"

1610
"O Fanatismo de Fé de Alguns é tão obvio e tão notorio mas, mesmo assim tentam negar o inegável. Se assumirem, tudo fica esclarecido e facilitado, Uai!"

1607 📜 "Fanatismo por Deus, por Religião e qualquer outro Fanatismo não parecem atividades de legítimos seguidores de Deus!"

Quando falei sobre fanatismo, receio que algumas pessoas entenderam mal e acharam que estavas falando mal de suas religiões. Em momento algum eu discriminei qualquer n religião, ao contrário, coloquei as três no mesmo patamar. Vou rep0etir no que chico Xavier respondeu quando alguém lhe perguntou qual era a melhor religião. Ele, sorrindo, respondeu: A sua. É isso mesmo que sempre pensei. Não importa qual é a religião que sigamos, Acho que, para o nosso aprendizado e evolução, cada um está onde deve estar, conviver com a pessoas que precisa conviver e seguir a religião que deve seguir. Eu estava falando de e para pessoas, independente de religião. Ninguém pode negar que em todas as religiões existe fanatismo. É contra isso que precisamos lutar. Eu penso, posso estar errada, que o fanatismo só atrapalha a nossa caminhada.

Inserida por LuPAComunicacao

Prefiro acreditar demais - sem fanatismo.

Inserida por EDUARDOCEZARIO