Familia tem de ser Careta- Lya Luft
Nunca desista de seus sonhos só porque
alguem disse que você não tem
capacidade, acredite sempre no
impossivel , Porque é acreditando que
realizamos grandes sonhos
pra que tristeza, choro, desespero e
antipatia, se sua vida tem sentido
desde quando você veio a este
mundo.
Os melhores momentos da minha vida foram aqueles vividos em segredo.
A felicidade tem nome: privacidade
E olha cara, eu não vou ficar falando o que você deve fazer, como tem que se comportar, se eu chegar a falar, é porque já aconteceu muitas vezes, eu odeio ter que dar sermão, porque procuro um homem para se relacionar, não um filho para ensinar.
Cara, não seja apenas um cara, porque você vai para o lixo, junto com tantas pessoas excluídas por seu caráter, sem valor, sem nível de comparação por tão zero a esquerda, esquecido, rejeitado.
Cara, quando quiser chamar a minha atenção depois de uma briga, mande chocolates e um cartão, sms de manhã, flores, não tente ser o garanhão que pega todas que você não é, você não pega nem resfriado, nem a tia da padaria e não leva jeito pra dar cantada.
Olha, uma dica incrível, revolucionaria, seja homem, sério vai mudar sua vida, experimenta! Você vai gostar, quando errar comigo, admita! eu acho muito fofo, mas que não se repita ok? porque aqui não é casa da mãe Joana!, procure não mentir, eu sou pior que o FBI.
Olha aqui cara, presta atenção, não é um jogo se relacionar comigo, de quem ganha no grito, na birra ou sei lá o que se passa na sua cabeça masculina, relacionar-se comigo é troca, parceria, quando eu disser não, é não, respeite o meu querer que eu respeito o seu, temos que estar de comum acordo, na mesma página, não finja ser quem você não é, não fique fazendo hora na minha vida enquanto se decide se casa ou compra uma bicicleta, não!
Não tente ficar me mostrando quem é o machão, que faz o que quer, a cada desentendimento, isso é realmente desanimador, me remete a um gorila batendo no peito " eu não tenho argumentos ", não seja babaca, sua vida de solteiro era uma merda, mas o gorila loucão precisa provar para si mesmo e para os amiguinhos que é pegador, o rei da balada, afirmar sua viril masculinidade, uii que merda hen?
Cara, aprenda não preciso de você, se te escolhi pelo amor de Deus, faça valer, é deprimente ter que assumir que namorou um merda, que não acrescentou nada, me remete, uma conversa com minha prima, numa dessas saídas nossas, falando de ex, o cara não é bonito, nem legal, que merda é essa?!
Sabe, não é que você não pode ter amizades, mas não confunda liberdade com libertinagem, é muita imaturidade confundir as duas coisas.
Seja o cara, não tenha medo, seus amigos não vão rir de você, não vai perder a tão falada liberdade.
Cara, vai para o bar com seus amigos, que eu vou também, sai por uma porta, eu saiu pela outra, não me dê explicação, eu também não dou, assim que começa o fim.
Tenha sua liberdade, mas esqueça sua vida de solteiro.
Gostaria de saber o motivo, pelo qual, meus pensamentos, geralmente, tem visualização zero no facebook.
Entretanto pessoas as quais naõ tenho idéia de quem saõ ,ENTRAM NOS PESAMENTOS DE nazare5 através do mesmo e ainda é citado ao lado : 7 oooo acessos.
Acho que constitucionamente, os direitos saõ iguais em todos os níveis.FICO INDIGNADA,pois SAÕ PENSAMENTOS PERSONALÍSSIMOS E ME ENTRISTECE SEREM COMPARTILHADOS POR PESSOAS QUe EU NEM SEI QUEM SAÕ !
Imagine, dance em seus pensamentos... idealize.
Só não se esqueça que tudo tem um tempo certo para acontecer.
"tem dias de sol
dias de imensa alegria
tem dia que nem é dia
dia que já nasce noite
tem saudade
que logo vira nostalgia
dias de afagos e açoites
tem dias de febre
dias de cão
dias de dor e aflição
tem dias em que bebo
dias em que guardo segredos
dias de devoção
tem dias que o sim significa não
canção de negro em degredo
tem amor que só arranha o coração."
#A_ARTE_IMITANDO_AVIDA. Este eo ponto em que mais nos deparamos com momentos de extrema perda no tempo, esta que quando nos damos conta que encorporamos um artista em um momento nao adequado e so nos damos conta quando percebemos que o alguem do outro lado e um analizador de artistas e so esta no ponto exato para fazer vc desistir de subir no palco da vida. E estao sempre determinados em fazer vc desistir ou descobrir que vc nao e forte o bastante para entra nesta batalha em questao. que ainda estamos aprendendo que com a vida nao se brinca e nela so se faz artistas aqueles que ja brincou com a arte
RIVAL
O papai sempre gostava de dizer que “doido não tem juízo.” Eu, já digo que tem sim: apenas, em muitos momentos, “lhes faltam alguns parafusos.”
Há muitas histórias envolvendo esses personagens, com sofrimento mental; nas cidades grandes e pequenas, nesse mundão sem fim. Muitas delas, tristes; outras, engraçadas... Outras, nem tanto.
Em Campos Belos, conheci Rival; forte, de estatura mediana, usava cabelos longos, que nunca viam água. Ainda não totalmente brancos, afinal de contas ele só tinha cinqüenta anos; com uma pequena margem de erro, para mais ou para menos. E, uma imensa barba fechada.
Andava calmamente pelas ruas da cidade, sempre mastigando alguma coisa que a gente não sabia o que era. Andava e parava, ao longo de qualquer percurso que viesse a fazer.
Nessas paradas que fazia, geralmente eram para observar algo que lhes chamava à atenção; e sempre tinha uma coisa ou outra. Olhava os mínimos detalhes de tudo, com muito critério. - Como se tivesse mesmo fazendo uma vistoria minuciosa. E, em muitos casos, parecia discordar de algumas irregularidades que via: ao coçar, e balançar a cabeça negativamente, quando o objeto da observação não atendesse suas expectativas.
Morava num quartinho isolado na residência de um parente de primeiro grau, na Rua Sete de Setembro, próximo do açougue do Juá.
No final dos anos setenta e início dos anos oitenta, houve uma exploração de Aroeira muito intensa na região. Tempos depois, eu soube que a aroeira fora extinta no Nordeste goiano.
Paulo (in memoriam), o genro do Seu Farina (o italiano do Restaurante), trabalhava no transporte e comercialização dessa nobre madeira; e geralmente o fazia no Sul do Estado de Goiás; Minas Gerais e São Paulo. Em forma de mourões e laxas, muito usados em currais e cercas; pela sua potencial resistência em se decompor, na natureza.
Um belo dia...
Como de costume, Rival, subiu a Rua BH Foreman, atravessou a Av. Desembargador Rivadávia, e chegou ao calçadão em frente à Prefeitura Municipal.
Parou, e colocou a mão direita atrás da orelha, em forma de concha, para ouvir melhor o sino repicando a sua frente, na Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição.
Era o sacristão chamando os fiéis, para a “encomendação de um corpo.”
O curioso é que, naquele dia, ele não atendeu o apelo religioso, apesar de nunca ter perdido um enterro na cidade (tinha essa boa fama); mas, aproximou-se da Paróquia, e tomou a benção ao Seu Vigário, que estava posicionado à frente do Templo, recebendo o povo, para a cerimônia fúnebre.
Riscou o dedo polegar direito na testa, três vezes, e inclinou-se levemente para frente, em sinal de respeito ao Pároco, ao Santuário e ao falecido. Beijou um enorme crucifixo metálico, preso num cordão feito de argolas, de lacres de latinhas de alumínio; confeccionados artesanalmente, pelos presos da cadeia púbica local;
Olhava ao longe, o esquife num ataúde com a Bandeira do Brasil sobre ele, próximo ao altar; era um filho ilustre que havia “partido antes do combinado.”
Rogou a Deus por ele em silêncio, estendendo as mãos unidas,uma a outra, e levantadas verticalmente, rumo ao céus.
Deu as costas ao Reverendo, sem se despedir, e desceu a Rua do Comércio, enxugando com a manga da camisa, algumas lágrimas que insistiam em descer, lentamente dos seus olhos castanhos, se escondendo no emaranhado de sua barba; resultante do impacto da perda irreparável. – O Pároco lhe dissera o nome do falecido anteriormente.
Teve fome...
Já era meio dia e ele ainda não havia forrado o estomago.
Entrou na padaria de Zé Padeiro. Pediu um lanche, sem dinheiro. – “Não preciso de dinheiro: tudo o que vocês vêem, são meus...” deixava isso bem claro nas poucas conversas que tinha com as pessoas,digamos,normais.
A atendente lhe deu um pão dormido, sem manteiga mesmo - como sempre o fazia, e um café num copo descartável.
- “Capricha senhora!... É para dois tomar.” A moça colocou mais um pouquinho.
E ficou sem entender: pois não o viu acompanhado de mais ninguém!...
Ao retornar a sua casa, pelas mesmas pisadas, parou diante do caminhão em que Paulo trabalhava; que estava encostado junto ao meio fio, logo à frente; e conversava seriamente com ele. Sim! Com o caminhão.
Que estava cheio de laxas de Aroeira. Com uma ponta de eixo quebrado. Na porta do Armazém de Seu Natã.
O proprietário do caminhão, já havia pedido ao papai que desse uma olhada no mesmo; pois, teria que se deslocar até a Capital Federal, para comprar a referida peça. Pois não a encontrava na região, para repô-la.
Ainda que as faculdades mentais de Rival não funcionasse cem por cento; ele tinha um coração piedoso. Com certeza, aquilo era um Reflexo da criação que recebera de seus pais. Que por sua vez, eram pessoas muito religiosas e bondosas.
O sol estava a pino e não havia uma nuvem sequer, nos céus, para atenuar a sua intensidade.
Rival, por sua vez, continuava parado em frente ao caminhão, dando andamento na prosa...
Depois de ter observado por muito tempo aquela situação; de todos os ângulos possíveis. Continuava olhando, olhando,olhando... E, balançava a cabeça de um lado para o outro. Como quem não concordando com aquela situação.
E conversava baixinho, de maneira que só o caminhão ouvia:
- “Isso que estão fazendo com você é um absurdo, é uma desumanidade muito grande! Como é que pode tanto descaso, com um ser tão indefeso!”...
Falava com sigo mesmo:
- “Coitadinho!... quanta judiação!... Quanto tempo sem comer e sem beber; já cheirando mal, e cheio de poeira, com esse calor tremendo que está fazendo, não pôde até agora, tomar um banho para refrescar; como tem sofrido!”...
“Não tenho mais tempo a perder: tenho mesmo de fazer alguma coisa.” Pensava ele.
E, lhe sobreveio uma iluminura, procedente do seu coração grandioso: então, deu o seu lanche para o caminhão comer.
Antes de despedir-se, balbuciou quase imperceptivelmente, algumas palavras:
- “Tenha um bom apetite! Voltarei amanhã para ti ver.” E, foi-se embora balançando a cabeça, desaprovando aquele estado de coisas.
Repetiu o gesto de alimentá-lo, durante mais de quinze dias.
Todos os dias, sempre nos mesmos horários, ele deixava próximo à placa, um pão e um cafezinho, para o aquele pobre e faminto caminhão, alimentar-se; porque a “fome é negra”.
- 13.04.16
O "dá nada não" é quando relativizamos algo que na verdade tem consequências a curto e a longo prazo e como nos cegamos em nossos desejos momentâneo ficamos por achar que não dará nada, sendo que tudo é um processo e não partes isoladas.
Ultimamente as coisas têm ficado mais confusas. Choro por dentro constantemente, já que o antidepressivo segura o choro por fora. Vontade de sumir...
Não é porque tu tem um passado bom que terá um futuro melhor,ter a melhor chuteira não te faz o melhor jogador.
QUEM NÃO AMA O MEIO AMBIENTE E NÃO INTERFERE POSITIVAMENTE EM SEU FAVOR: NÃO TEM RAZÃO, AUTORIDADE, NEM MORAL SUFICIENTE PARA DEFENDER O PREGAR,QUALQUER OUTRO TIPO DE AMOR.
- (04.2014).
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