Família e Filhos

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Meus filhos.

Amei vocês no segundo em que lhes senti, vibrei a cada batida de seus coraçõezinhos.
Me apaixonei no minuto em que vocês nasceram, e quando olhei para os seus rostinhos...senti o maior amor do mundo, só tinham um minuto de vida e eu já morreria pelos dois. E hoje ainda é assim.
Quando resolvi ter vocês, tomei a decisão consciente de permitir que o meu coração caminhasse fora do meu corpo...e essa foi a melhor decisão da minha vida!
Amo vocês...sempre!

☆Haredita Angel

"Marido é fichinha quando se trata de relacionamento com filhos."

☆ Haredita Angel

"Eu não queria que os meus filhos, sentissem as angústias de gente grande."

☆ Haredita Angel

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"Dos meus filhos eu nunca cobrei amor.
Eu cobrei e cobro respeito.
Quanto a me amar, isso é uma decisão deles!"
Haredita Angel
26.12.18

"Ensino sim, aos meus filhos a amarem
as pessoas ausentes.
Amizade, carinho, fraternidade e outras
coisitas mais, não é uma questão de Estaré uma questão de Ser.
E, eu SOU!
E, ensino aos meus filhos SER!"
Haredita Angel
01.05.16

"Antigamente filhos sorriam e choravam, hoje latem e miam."
(Novos tempos)
Haredita Angel
10.11.25

"Os pais amam seus filhos verdadeiramente com atitudes,
não com palavras.
Palavras o vento leva e as ações permanecem nos corações que têm gratidão, apenas nesses corações."
Haredita Angel
30.01.24

Sogra e sertão!


É a chegada...
É o abraço amigo.
É a coalhada, filhós e pão.
É o café quentinho
É o anjo em ação.


É a noite...
É a conversa no terreiro.
É o chá de capim limão.


É o sono...
É a rede na sala.
É o lençol limpinho.
É o cheiro bom do sabão.


É a partida...
É o doce, a manteiga, o capão, e os ovos na lata com feijão.


É o amor envolvido na caixa de papelão.
Isso é sogra!
Isso é sertão!
Haredita Angel
28.03.17

"Se os filhos ouvissem mais os pais,
não quebrariam tanto a cara.
E, seria bem melhor para ambos."
Haredita Angel
14.09.20

1478
"O sujeito não conseguiu plantar uma árvore nem escrever um livro. Mas filhos já fez meia duzia. O Tal não está seguindo fielmente o que diz o ditado, Hum!"
TextoMeu 1478

1603
"Se todos são Filhos de Deus, se Deus todos aceita... Por que há quem não aceita os que não seguem exatamente seu tipo de Fé e Doutrina? Por que essa incoerencia?"

0298 "Duas verdades: 'Filhos? Melhor não tê-los', disse o Poetinha. Mas... É tão bom fazê-los, digo eu!"

2559 📜 "Quem Burla, seja lá o que for, não tem outro legado para deixar para filhos, netos e outros parentes!"

2823 📜 Já que há Dia dos Pais, Dia das Mães e Dia dos Avós, por que não há Dia dos Filhos? Ou há e Eu não sei?

3796 🫣 Além de todos os Outros que já tenho, mais um a caminho e não estou falando de Filhos e sim de Afilhados. Um parente quer que eu seja Padrinho do Primeiro Filho dele. Estou "pensano", como têm sido meus Gerúndios. Sim, "pensano", sem o d, não é engano!

Talvez para seus filhos, se você os tiver. Talvez para netos. Com sorte, bisnetos. Depois disso, seu nome vira poeira genealógica. Um sobrenome esquecido em alguma árvore familiar que ninguém mais consulta. Um rosto que não aparece em nenhuma foto. Uma história que não foi contada porque já não fazia sentido para quem veio depois. Isso não é pessimismo. É estatística humana. A maioria absoluta das pessoas que já viveram não deixou rastro algum na memória coletiva. E você não é exceção só porque gostaria de ser.

A religião ensina tudo errado. Deus não se vinga de nenhum dos seus filhos pelo outro! Se fosse assim, teria vingado a morte de Abel e matado Caim! Ele ama todos por igual, e jamais faria maldade à nenhum, por mais coração de pedra que tenha. Porém, o livre árbitrio é o mal do mundo! Em todos nós, existe o bem e o mal. O que mais alimentar, esse reinará!! Deus quer sempre nos ver bem. Sempre.

QUANDO O ESTADO VIRA A COSTAS PARA FILHOS COM PAIS INSANOS
Alinny de Mello


Agradeço a cada um de vocês por acompanharem esta anatomia das relações mais densas da nossa existência. Antes de encerrarmos esta sequência de reflexões, reitero o convite para que conheçam a minha página no Pinterest. É lá que mantenho o acervo dos meus e-books e organizo os tópicos que debatemos aqui. Não deixem de acompanhar as atualizações semanalmente para que possamos continuar jogando luz sobre as engrenagens ocultas do comportamento humano.
O conceito de liberdade, quando forjado no interior de um ambiente de destruição sistemática, difere substancialmente da definição idílica dos dicionários. Para mim e para os meus irmãos, ser livre não significou a ausência de cicatrizes, mas a conquista da autonomia sobre os nossos próprios destinos. Nós vencemos os pesadelos, domamos os traumas e estabelecemos uma distância profilática do epicentro do caos. Sobrevivemos ao que chamo, sem qualquer receio de exagero analítico, de um holocausto familiar. Contudo, a independência factual não nos concede imunidade diplomática contra a insanidade alheia; a libertação está consolidada, mas a necessidade de vigilância permanece intacta.
É profundamente doloroso constatar que, mesmo após termos reconstruído as nossas vidas longe daquele perímetro, a proximidade daquelas duas figuras ainda represente uma ameaça latente. A dor não vem mais do chicote ou do facão mecânico, mas da certeza racional de que a perversidade e a loucura deles são forças dinâmicas, perfeitamente capazes de articular novas conspirações sob qualquer pretexto, a qualquer momento. Nós conhecemos a engenharia daquela aliança neurótica; sabemos que o ódio que partilham entre si é frequentemente canalizado na tentativa de nos destruir.
Essa vulnerabilidade é amplificada pela falência gritante das instituições que deveriam oferecer salvaguarda jurídica. Quando decidimos acolher e cuidar da nossa mãe no período mais agudo de sua degradação mental, fomos confrontados com o ápice do perigo: ela empunhou uma faca na calada da madrugada, tentando desferir golpes contra um dos meus irmãos. Diante da ameaça de morte iminente e concreta, buscamos o Estado. A resposta que recebemos na delegacia de polícia foi o silêncio burocrático e a negligência institucional. O delegado recusou-se a registrar o boletim de ocorrência, negou-se a lavrar uma simples nota, demonstrando a total incapacidade das autoridades de decodificar a violência quando ela se apresenta sob o manto da senilidade ou do transtorno psíquico. Ficamos por nossa conta, como sempre estivemos na infância.
É nesse vácuo de proteção oficial que opera a inversão mais perversa da nossa história. Diante da cegueira social e da inércia estatal, os papéis são magicamente trocados pelo senso comum: os verdugos históricos são promovidos a vítimas indefesas, enquanto os filhos, que sangraram na infância e estenderam a mão na velhice, são carimbados como os vilões frios e ingratos. Ninguém na vizinhança, na delegacia ou nos círculos sociais distantes se dá ao trabalho de compreender o contexto estrutural do nosso calvário. Desconhecem o peso do sal na carne viva, as madrugadas de tremor involuntário e a tentativa de homicídio no útero. Julgam a nossa legítima defesa utilizando a régua hipócrita de uma moralidade que nunca precisou ser testada em um porão de torturas.
Deixar este relato registrado não é um ato de apego ao passado, mas um documento de autodefesa e um manifesto de sobrevivência. Nós saímos daquela trincheira por mérito próprio, arrancando a nossa sanidade das garras de um sistema doméstico feito para nos aniquilar. Estamos livres da tirania diária, mas permanecemos atentos às fronteiras do nosso sossego. Se o mundo prefere comprar a narrativa vitimista de quem nos agrediu, que compre; a nossa verdade não necessita do aval de burocratas ou de espectadores casuais para permanecer irrefutável.
Como lidar com a constatação de que as estruturas do Estado são frequentemente analfabetas para ler a mecânica do abuso familiar? Até que ponto o preço da nossa paz definitiva exige que aceitemos o papel de vilões no teatro da ignorância alheia?

NEM TODA MÃE E NEM TODO PAI AMA SEUS FILHOS... ESSE É O MEU RELATO


MEU PAI FAZIA MUITAS ATROCIDADES, MAIS DO QUE IMAGINAM. COMIGO, COM MEUS IRMÃOS, E COM MINHA MÃE. PORÉM, ELA FUGIA, TINHA RECURSOS E SEMPRE VOLTAVA PARA ELE. SAÍ DE CASA AOS 16 ANOS, LEVANDO ELA E MEUS IRMÃOS. NUNCA MAIS VOLTEI, MAS ELA LEVOU MEUS 3 PEQUENOS IRMÃOS PARA O CALABOUÇO NOVAMENTE. MAIS DE 15 ANOS DEPOIS, ELA ENLOUQUECEU, CUIDAMOS DELA, E ADIVINHA? PAGOU ATÉ BANDIDOS PARA MATAR 2 DOS MEUS IRMÃOS, POR DINHEIRO. FEZ BO FALSO CONTRA ELE! E DEFENDE O CRÁPULA DO NOSSO PAI, ATÉ A MORTE. E, AINDA ESTÁ COM ELE HOJE. NOS AFASTAMOS DELES TOTALMENTE. NÃO JULGUEM ABANDONO DE FILHOS PELOS PAIS, CONHEÇAM PRIMEIRO O INÍCIO DE TUDO. ELA NOS ABANDONOU PRIMEIRO. NUNCA FOMOS AMADOS. ELES SÃO LOUCOS POR DINHEIRO, E ATÉ NOS MATA, SE NECESSÁRIO FOR!
QUANDO VOCÊS OBSERVAR IDOSOS ABANDONADOS E SOZINHOS, INVESTIGUEM O POR QUÊ, ANTES DE SENTIR PENA. NÃO OS ODEIO. SÓ QUERO DISTÂNCIA DELES.

Se uma pessoa usa a religião para controlar filhos, humilhar pessoas, impor casamentos, atacar animais ou julgar constantemente quem está ao redor, então existe uma pergunta que não precisa nem ser respondida por ninguém:
O que importa mais, parecer religiosa ou aprender a tratar os outros com dignidade?
Essa pergunta vale para qualquer pessoa, inclusive para nós.