Falecimento de Criança
A conclusão de um poema espreita
o bobo poeta entretido com o ser criança das palavras convidadas pra
brincadeira de serem emoção em vez
da coisa catada do alfabeto, elas entram na brincadeira fluindo nos versos dizendo olha tio, pro poeta,
a catada não cata ela veste essa, e de
fantasia em fantasianesse universo
de repente o Booo! no começo longe da tia chata da norma padrão...
a explosão da palavra criança
o que é um fantasma?
e um dinossauro?
Leonardo Mesquita
O significado do Pré-escolar
O Pré é a ponte.
É onde a criança deixa de ser apenas pequena
e começa a se reconhecer como aluna, amiga e protagonista.
Se o Berçário é o acolhimento
e o Jardim é a descoberta,
o Pré é o despertar.
No Pré, a criança:
aprende a esperar a sua vez
entende regras com afeto
começa a expressar ideias e sentimentos 🗣️
desenvolve autonomia (“eu consigo!”)
se prepara emocionalmente para o Ensino Fundamental
Não é sobre saber ler ou escrever perfeitamente.
É sobre estar pronta por dentro.
"Projeto Gotinhas de Amor que Acolhem "
O aprendizado não é só da criança — é do adulto também, que aprende a persistir, perguntar e continuar mesmo quando o caminho parece difícil.
Entre marés e silêncios,
cada criança, cada jovem,
aprende a navegar.
E quando encontra acolhimento,
descobre que pode florescer
mesmo em meio ao mar.
“Nem toda criança consegue falar o que sente…
Mas toda criança mostra.
Eu transformei histórias reais em práticas pedagógicas para ajudar educadores a enxergar além do comportamento.
Esse é o projeto Gotinhas de Amor.”
Versinho da Autora
Cada criança é uma gotinha,
Brilhando em seu próprio mar.
Umas chegam como ondas fortes,
Outras aprendem devagar.
Há quem navegue em calmaria,
Há quem enfrente a imensidão.
Mas todas carregam consigo
Um tesouro no coração.
Se o amor for nossa bússola,
E o cuidado, nosso farol,
Toda infância encontrará caminhos
Para florescer sob o sol.
Com escuta, afeto e respeito,
Aprendemos a compreender:
Que a diversidade é a beleza
De cada criança ser quem é.
Rosana Figueira
Pedagoga, Escritora Infantil e Especialista em Estudo Infantil
O Espaço Lúdico a Diversidade
No espaço lúdico a alegria tem lugar,
Cada criança pode sonhar e brincar.
Não existe pressa, nem jeito igual de ser,
Cada um tem seu tempo para crescer.
Tempo de aprender, descobrir e criar,
Tempo de sorrir, imaginar e cantar.
Tempo de alimentar o corpo e o coração,
Cultivando afeto, amizade e união.
Entre cores, histórias e muita emoção,
A diversidade floresce em cada mão.
Pois quando o respeito caminha junto ao amor,
Todo espaço se transforma em jardim de valor.
🌻 No seu tempo, no meu tempo, no tempo de cada um,
Brincamos, aprendemos e fazemos do mundo um só jardim comum.
O bom desta vida é que já fui criança e agora que sou grande, penso como criança...
Natalirdes Botelho.
Se você quer educar uma criança e tem dificuldade? Então percebe que ela gosta de sorvetes? Ensine-a com sorvete e terá sucesso !!!!
A MENINA QUE AINDA MORA EM MIM
Minha criança interior grita.
Grita tão alto que, às vezes, eu sinto sua voz presa na garganta.
Como se ela estivesse ali, atrás do choro que não sai, atrás do suspiro que se interrompe, atrás desse nó que aperta o peito e me faz perguntar, em silêncio:
Quem foi que eu me tornei?
Ela me olha.
E talvez, por um instante, sorria orgulhosa e diga:
— Cara… você chegou lá.
Você cresceu.
Você venceu.
Você se tornou uma mulher incrível.
Mas, logo depois, seus olhos parecem entristecer.
— Que pena…
Que pena que, no caminho, você deixou de ser um pouco de quem era.
Você era apaixonada pela vida.
Apaixonada por tudo.
Pelas pequenas coisas, pelos grandes sonhos, pelas pessoas, pelas possibilidades.
Você era verdadeira.
Exuberante.
Autêntica.
Você sentia sem pedir licença.
Amava sem fazer contas.
Confiava sem imaginar o depois.
Mergulhava inteira nas pessoas, nos sonhos, nos lugares, nas palavras, nos abraços, nos amores.
Você tinha uma sensibilidade tão bonita… tão nítida… que conseguia enxergar beleza onde quase ninguém via.
E agora?
Agora, quem é você?
A menina pergunta.
E eu não sei responder.
Talvez porque, em algum momento, eu tenha começado a me abandonar para caber.
Para agradar.
Para não decepcionar.
Para não perder pessoas.
Para ser forte.
Para ser aquilo que esperavam de mim.
E fui me adaptando tanto, tanto, que um dia percebi que algumas partes minhas já não sabiam mais onde morar.
Eu me traí.
Não de uma vez.
Foi aos poucos.
Cada vez que engoli uma palavra que queria dizer.
Cada vez que sorri quando queria chorar.
Cada vez que disse “está tudo bem” quando dentro de mim nada estava.
Cada vez que aceitei menos do que merecia para não parecer difícil.
Cada vez que me calei para preservar relações que não preservavam a mim.
E minha criança viu tudo.
Ela viu.
Ela guardou.
Ela esperou.
E agora ela grita.
Grita porque está cansada de assistir à minha própria ausência.
Ela percebe que aquilo em que eu antes confiava passou a ser motivo de desconfiança.
Que os olhos que antes mergulhavam no amor agora hesitam diante dele.
Que os olhos que não tinham medo de acreditar aprenderam a se proteger.
Aprenderam a recuar.
A observar.
A desconfiar.
A não se entregar.
E talvez seja por isso que meu corpo trema às vezes.
Talvez seja por isso que minha garganta se feche.
Talvez seja por isso que exista esse cansaço que não é apenas do corpo.
É um cansaço de alma.
Um cansaço de quem passou tempo demais tentando ser forte.
E minha criança me olha novamente.
Dessa vez, não cobra.
Só pergunta:
— Você ainda se lembra de mim?
E eu quero dizer que sim.
Que me lembro daquela menina que inventava mundos.
Que se encantava.
Que ria alto.
Que sonhava sem pedir autorização.
Que acreditava que a vida poderia ser bonita simplesmente porque estava viva.
A menina que não precisava se explicar o tempo inteiro.
A menina que era inteira.
A menina que se apaixonava pela vida antes mesmo de saber o que era paixão.
Ela ainda está aqui.
Eu sei.
Só está cansada.
Está escondida em algum lugar dentro de mim, esperando que eu tenha coragem de voltar.
Não para ser quem eu era.
Mas para recuperar aquilo que nunca deveria ter perdido.
Minha verdade.
Minha espontaneidade.
Minha capacidade de sentir.
Minha coragem de sonhar.
Minha autenticidade.
Minha capacidade de amar sem me abandonar.
Talvez eu não precise voltar no tempo.
Talvez precise apenas voltar para mim.
Porque aquela menina não morreu.
Ela apenas se calou.
E talvez o choro que hoje aperta minha garganta não seja o fim dela.
Talvez seja o começo da sua volta.
Então, se ela me perguntar novamente:
— Quem é você agora?
Talvez eu finalmente consiga responder:
Sou a mulher que sobreviveu a tudo aquilo que tentou me afastar de mim.
E estou aprendendo, devagarinho, a voltar para casa.
Para dentro de mim.
Para onde aquela menina ainda espera.
De braços abertos.
Com os olhos cheios de sonhos.
E, quem sabe, quando eu finalmente chegar até ela, ela sorria e diga:
— Agora sim… eu reconheço você.
O Verdadeiro Aborto É a Negligência!
O pior aborto é colocar uma criança nesse mundo e deixá-la jogada no lixo , permitir que ela cresça num lar desestruturado!! O pior aborto é colocar uma criança nesse mundo e não ter condições de dar apoio, amor , atenção necessária ,investir na educação, e abrir mão de hábitos que possam causar traumas na infância e desenvolvimento da criança! Construam suas vidas antes de trazer uma criança para o seu espaço ! Porque se alguém não estiver um espaço preparado , essa criança crescerá em meio ao despreparo irresponsável dos próprios pais ! O que mais vejo são crianças que acabam tendo de se tornarem adultas cedo demais e cobrir buracos que os próprios pais cavaram ! O que mais vejo são crianças cuidando de outras , porque os pais acabam colocando a responsabilidade deles nelas ! O que mais vejo são pais fazendo filhos abandonarem os estudos para ajudar com as despesas de casa, porque os próprios pais começaram cedo demais a terem responsabilidades! É um ciclo repetitivo que passa de família pra família ! E muitos pais que tiveram uma vida construída em meio ao caos na própria infância , acabam permitindo que esse caos continue atingindo e produzindo efeitos futuros nos próprios filhos ! Quebrem esse ciclo ! Não tragam uma criança a esse mundo , pra viver o que você viveu só porque ninguém cuidou de você na sua infância ! Se você não quebrar isso e mudar esse ciclo , isso afetará quem não tem culpa e corre o risco de morrer psicologicamente sob as consequências da infância dos próprios pais que foram trazidas pra infância dela ! Tenham responsabilidade e não permitam isso ! Se você não tem condições de arcar com a vida de uma criança , se você não tem condições de dar uma educação digna para uma criança e prepara-lá para ter uma vida diferente da sua, não a traga para esse mundo para destruí-la com uma vida que você não pode ter e só acabará com a vida dela !
Toda vez que nasce uma criança, o mundo se enche de luz e esperança!
É uma pequenina flor alegrando o jardim de nossos corações...
Sejamos, então, Bons Jardineiros!
Que saudade de ser criança, jogar vídeo game a madrugada toda, dos rios, andar de bicicleta com um sentimento único, molhar na chuva sem medo de ser feliz, jogar bolinha de gude, andar de patins.
Tenho saudades até das brigas, mesmo do medo de chegar em casa e apanhar.
Vida que segue, só se vive uma vez, quem sabe se um dia não sentirei saudades do agora.
Na primeira página, a criança escreve com a tinta da certeza absoluta. O mundo é simples, concreto e real como seu próprio corpo. Ela não duvida do que vê e toca.
Na segunda página, o adolescente vira-se para dentro. É o sonhador. Precisa entender o furacão de seus sentimentos antes de entender o que está lá fora. É um mundo de ideias e descobertas.
A terceira página pertence ao adulto, o prático. Ele aprendeu a perguntar. Duvida dos caminhos, para não se perder neles. Sabe que os planos podem mudar, e por isso mantém a mente leve, pronto para corrigir a rota.
A última página é do Idoso, que desenha com a pena da serenidade. Ele olha para trás e vê que a vida é feita de sorte e acaso. A lógica falha, o inesperado acontece, e a paz está justamente em aceitar esse mistério. Ele contempla o que foi e o que ainda virá, e ali encontra seu descanso.
O adulto questiona.
A criança confia.
O adulto suspeita.
A criança tem pureza.
O adulto duvida.
A criança crê no impossível.
Antes de uma mulher carregar uma criança em seu colo, primeiro ela terá que carregá-la em seu ventre. O mesmo ocorre com a fé; ou seja, antes de você alcançar as promessas no mundo físico, primeiro elas devem ser conquistadas através da obediência no espiritual.
Não me alegra vitória da seleção. Me alegra ver homem chorar por criança de 5 anos estuprada no Brasil. A gritaria do jogo só escancara: estamos vazios e longe de Deus.
#DespertaTuQueDormes
Deus é uma criança birrenta com poderes infinitos: cria o brinquedo, se irrita com ele e quebra tudo quando não é obedecido.
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