Fale de seus Sentimentos se Nao Quiser Adoecer

Cerca de 730951 frases e pensamentos: Fale de seus Sentimentos se Nao Quiser Adoecer

Teu Fulgor


Dê-me hoje
suas palavras mais bonitas,
seus versos mais inspiradores...


- Lembra-se daqueles momentos em que
estava perdida na escuridão e
te trouxe a lanterna para
guiar você de volta à realidade?


Hoje, neste instante,
o que desejo é que
você me traga essa luz;
Um pouco de conforto
em palavras e imagens
no mundo digital;


Estou ciente de que você pode encontrar
um brilho no fim do túnel...,
Sei que é capaz de expressar
amor quando consegue
superar a herança
do silêncio dentro de si
para chegar até ele.


Dê-me hoje
seu olhar mais sincero,
seu abraço mais acolhedor,
seu toque mais suave,
seu carinho mais genuíno...


A vida é cheia de incertezas,
e por vezes se torna breve
antes que possamos prever
ou lidar com isto,


Portanto, hoje...,


Hoje, ofereça-me o seu melhor;
Sem restrições,
sem exigências,
sem rancores,
sem mágoas ou decepções,
apenas permita que aquela luz,
a que lhe revelei um dia
retorne para me iluminar agora;


Hoje, compartilhe um pouco
de sua luz comigo.


Marcelo HB

Enquanto o mundo grita ofertas, o
bom homem silencia em
seus valores.

O Duque

Eudaimonia


Algumas vezes, com algo simples,
traje-se sem esplendor,
silencie seus pensamentos,
tome água fresca e molhe a face...


Com isto,
saia, olhe o céu, perceba as nuances
de suas cores, sinta o angelical no
voo dos pássaros,
deixe livre a imaginação divina,
expanda-se através deste momento
de liberdade vinculada à simplicidade —


...E quando o fim do dia se anunciar,
estará pronto, em satisfação,
para aproveitar o júbilo do
seu descansar e do sonhar.


Marcelo HB


*Eudaimonia é um conceito da filosofia grega antiga quesignifica a realização plena da existência humana, indo muito além de uma simples emoção passageira de alegria.

Incondicional Brilho


"Ainda vejo estrelas nos seus olhos e mais — constelações nestes."


Jorge B Silva

Encanto do Desencanto

"Até o sonhador tem seus momentos
De lapso da realidade.
É necessário ver o que está pela frente,
Olhar pelos lados e, principalmente, atrás.

Os castelos e as mocinhas puras,
De cabelos compridos e belos vestidos de princesa...
Ah, estes são os melhores devaneios,
As fantasias mais doces de um homem.

Mas são apenas sonhos, puros devaneios.
Assim como os príncipes cadenciados,
E seus imponentes cavalos brancos,
São os eternos desejos das mulheres...

...Mas a vida é mais crua e fria."

Jorge B Silva

“Considero mais corajoso aquele que vence seus desejos do que aquele que vence seus inimigos, pois a vitória mais difícil é sobre si mesmo”.


Aristóteles

⁠Pelos filhos separados de seus pais — pelas Agendas, pela Morte ou pela Rejeição — rezemos ao Senhor!

⁠Enquanto uns choram seus pais que só lhes deixaram aquilo que dinheiro nenhum pode comprar, outros, miseráveis, que não têm nada além do dinheiro — desumanizam os seus.

⁠Tão medonho quanto aos seus problemas, é um país acumular a mesma quantidade de especialistas que eles.

⁠Tão medonho quanto aos seus problemas, é um país acumular a mesma quantidade de especialistas que eles.


O brasileiro, em sua maioria, carrega dentro de si a estranha mania de se achar especialista em quase tudo — é médico nas segundas, repórter nas terças, técnico de futebol nas quartas, teólogo aos domingos, juiz e cientista político em tempo integral.


Opina com tanta convicção sobre o que nem consumiu e sentencia com a segurança de quem jamais se atreveu a se questionar.


Tão ávidos e apaixonados pelas respostas, ignoramos que o mundo subsiste mais pelas perguntas…


Talvez seja tão somente uma forma de sobrevivência intelectual em meio ao caos — ou, quem sabe, um capricho coletivo para não ficar a dever aos políticos que também aprenderam a ser influencers de quase tudo e especialistas em quase nada.


E assim seguimos, palpitando — sempre cheios de certezas — enquanto a ignorância se disfarça de sabedoria e a vaidade faz parecer que já desbravamos e entendemos o mundo, quando mal entendemos a nós mesmos.


Que o Senhor — o Dono da Verdade — nos livre do infortúnio de tropeçar na demonização da dúvida!
Amem!


Nosso país e o mundo precisam subsistir, assim suponho!

Quase ninguém sabotaria seus próprios sonhos, se eles fossem ordens do chefe.

⁠⁠O Vício de Brincar com as Palavras e as Imagens, tem seus Riscos: às vezes são elas que se juntam para brincar com a gente!


Brincar com Palavras e Imagens sempre parece um gesto inocente — quase infantil.


Mas quem se arrisca nesse ofício sabe: nada é tão simples quanto parece.


Porque, palavras têm memória!


Imagens têm humor.


E ambas, quando percebem que estamos distraídos, fazem complô.


Às vezes se juntam para dizer o que não ousamos.


Por vezes até revelam o que tentamos esconder.


Às vezes devolvem à nossa própria mente uma pergunta que nem formulamos…
mas que, de alguma forma, já nos habitava.


Brincar com elas é um vício, e sim, — do tipo que não pede perdão.


E cada frase escrita, cada imagem criada ou editada, leva um pouco de nós…
mas também devolve algo que não sabíamos termos entregue.


No fundo, talvez o risco maior não seja brincar com elas.


O risco mesmo é quando elas resolvem brincar conosco —
e, sem pedir licença, sem medo e sem culpa, revelam aquilo que nós estávamos evitando descobrir.

⁠O manipulador convencido de ser o único inquilino das cabeças dos seus asseclas, pode até lhes mandar buscar o chicote para chicoteá-los.

⁠Para alugar as cabeças dos seus asseclas, os políticos-influencers são capazes de qualquer coisa, inclusive deixá-los acreditar que ainda pensam.

⁠Para alugar as cabeças dos seus asseclas, os políticos-influencers são capazes de qualquer coisa, inclusive deixá-los acreditar que ainda pensam.


E talvez seja justamente aí que reside a perversidade mais sutil: não no comando explícito, mas na ilusão da autonomia.


É quando a manipulação se disfarça de opinião própria, quando o eco é confundido com voz, quando a convicção já vem pronta — só esperando alguém para repeti-la com entusiasmo.


A tragédia não está apenas nos que manipulam, mas nos que se orgulham da coleira — acreditando que ela é um colar de autenticidade.


E enquanto celebram essa liberdade fictícia, vão cedendo, pouco a pouco, a única posse que realmente lhes pertencia: a capacidade de “Pensar Por Conta Própria”.


No fim, talvez o maior ato de rebeldia seja recuperar o próprio silêncio interior… só para descobrir, enfim, qual pensamento ainda é verdadeiramente seu, entremeio à enxurrada deles — pensados noutras cabeças.⁠

⁠Qualquer político-influencer pode até acreditar que seus “asseclas mais apaixonados” sejam tão idiotas quanto ele.


A arrogância — especialmente a que se traja de bravura — costuma precisar desse autoengano para sobreviver.




O que não lhe cabe, jamais, é estender tão medonho juízo de valor a todo um povo.


O povo não é rebanho permanente, nem plateia cativa de narrativas requentadas.


Ele erra, sim, — mas também aprende, desperta, compara e aprende a cobrar.


Subestimá-lo é confissão de covardia: medo da lucidez alheia, temor do dia em que o encantamento se rompe e a máscara cai.


No fim, quem trata o povo como idiota útil, revela menos sobre o povo e muito mais sobre a própria pequenez.


E, como são pequenos os políticos-influencers, e qualquer da vida pública, que fingem zelar pelo povo, produzindo conteúdos fragmentados.

⁠Para manter o aluguel das cabeças dos seus asseclas, os especialistas em guerras palavrosas são capazes de qualquer coisa.


Inclusive fingir conversão.


Há quem transforme a política em púlpito e a vitimização em liturgia.


Não para curar feridas reais, mas para mantê-las abertas, sangrando o suficiente para justificar discursos inflamados e as lealdades cegas.


Na seara política, especialmente na brasileira, a martirização já virou estratégia.


Quanto mais alto for o grito de perseguição, mais baixo o compromisso com a verdade.


E assim, os especialistas em guerras palavrosas ensaiam conversões repentinas, não por arrependimento, mas por conveniência — porque nada mobiliza mais que a fantasia do justo injustiçado.


Fingem mudança de fé, de tom e até de valores…


Não para abandonar a trincheira, mas para trocar o figurino.


É a ecdise: a troca de pele das serpentes…


O inimigo continua sendo necessário; afinal, sem ele, como justificar o aluguel permanente das cabeças dos seus asseclas?


O vitimismo, quando profissionalizado, dispensa coerência.


Hoje é cruz, amanhã é espada.


E hoje é silêncio estratégico, amanhã é grito de censura.


Tudo serve, desde que mantenha a plateia refém da emoção e distante do pensamento crítico.


Mas há um detalhe que a encenação não controla: o tempo.


Ele tem a estranha mania de desmascarar conversões oportunistas e mártires de ocasião.


E, quando o espetáculo se esgota, resta apenas o vazio de quem nunca quis justiça — apenas palco.


Porque quem realmente muda, não precisa se vitimizar…


E quem verdadeiramente sofre não transforma a dor em palanque.

⁠Só há um jeito dos políticos-influencers manterem os aluguéis das cabeças dos seus asseclas em dia: criando conteúdos ruidosos.


Não se trata de informar, mas de ocupar espaço — preencher cada fresta de silêncio com indignação fabricada, cada intervalo de dúvida com certezas prontas para consumo.


O barulho não é um efeito colateral; é o próprio produto.


Nesse mercado de atenção, a lucidez é muito pouco rentável.


O que engaja é o exagero, o recorte enviesado, a simplificação que transforma complexidade em torcida organizada.


Quanto mais estridente o discurso, menos espaço sobra para reflexão — e é justamente nesse esvaziamento que o controle se fortalece.


Na Economia da Atenção, quem grita não precisa explicar; quem repete, não precisa pensar.


Há também um pacto implícito: o seguidor recebe pertencimento e direção, enquanto entrega autonomia e senso crítico.


É um aluguel confortável, quase imperceptível, pago em parcelas de compartilhamentos, curtidas e indignações automáticas.


E, como todo contrato mal lido, cobra seu preço quando já é tarde demais.


Romper esse ciclo exige algo raro: disposição para o desconforto do silêncio, para a pausa antes da reação, para o exame das próprias convicções.


Porque, no fim, o antídoto para o ruído não é um contra-ruído mais alto — é a coragem de pensar sem trilha sonora.

Um elogio atrai outro...

Jovem guerreiro, inspirando gerações e admirado pelos seus pares. Criativo, une força e inteligência, conquista espaços e atrai olhares por onde passa.

Com sabedoria e humildade, apresenta-se de forma brilhante, encara os desafios com determinação e mantém-se atento a cada nova oportunidade de aprendizado. Está sempre disposto a romper barreiras, pois não se acomoda com o óbvio. Sua inquietude o impulsiona a buscar soluções para os problemas, dia após dia.

Tem sede de conhecimento, coragem para enfrentar o desconhecido e disposição para transformar obstáculos em oportunidades. Guerreiro, compreenda: o universo não é o seu limite, mas o começo de tudo aquilo que você ainda pode conquistar.

Supere seus desafios, aprenda com as quedas e tenha sempre a dignidade de se reerguer. Quando cair, caia em pé, com a cabeça erguida e a coragem intacta.

Afinal, um verdadeiro guerreiro não teme o seu semelhante. Tem consciência do próprio valor, respeita quem está à sua frente e, quando desafiado, tem a coragem de olhar nos olhos, sem arrogância, mas com firmeza e convicção.

Siga em frente, jovem guerreiro! Que sua força seja acompanhada de sabedoria, sua inteligência seja guiada pela humildade e suas conquistas sirvam de inspiração para as gerações que virão.

Porque os grandes homens não se revelam apenas pelas batalhas que vencem, mas também pelos valores que carregam e pelo legado que deixam no mundo.

Você me falava da Nova Jerusalém, toda banhada em ouro, com seus portões entreabertos e querubins vigiando suas muralhas dia e noite. Contava suas aventuras, sua caminhada quase perfeita, sua batalha incansável contra as forças do mal. Dizia que enfrentava espíritos malignos diariamente e, certa vez, me contou que havia chegado tão perto, a poucos metros da entrada principal.

Sei que não é fácil chegar tão perto. O máximo que consegui foi contemplá-la de longe. Para mim, foi uma experiência surreal: os portões resplandeciam de tal maneira que ofuscavam meus olhos. É um privilégio raro testemunhar algo tão grandioso.

Sabe, meu brother, outro dia tentei avançar. Reuni todas as minhas forças, fiz um esforço que parecia sobrenatural, mas precisei recuar. Um anjo me disse que eu ainda não estava preparado espiritualmente e que aquele não era o meu momento. Ainda assim, não me abandonou. Acompanhou-me no caminho de volta e, do alto do vale, mostrou-me os portões se fechando por alguns instantes.

Foi então que meus olhos contemplaram uma cena aterradora: milhares de demônios pareciam se reunir no Vale das Caveiras, cercando o único caminho que conduzia àquela cidade celestial.

Admiro sua coragem, meu amigo, mas temo que tenha sido imprudente. Por quinze longos anos, você entrou e saiu do vale da sombra da morte, tentando avançar em direção à Nova Jerusalém. Foram anos de batalhas, quedas, recomeços e uma busca incessante por algo que, para você, parecia estar sempre tão perto.

E hoje, ao recordar sua jornada, meu coração se entristece.

Minha alma sofreu ao ouvir aquele estrondo rompendo o silêncio da escuridão. Por um instante, pensei que você tivesse vencido mais uma batalha, abatido mais um demônio e finalmente alcançado seu objetivo. Mas logo a esperança deu lugar à dor, quando soube que você havia atravessado uma crise profunda e que sua mente já não encontrava descanso.

Você chegou tão perto, meu caro amigo. A poucos metros dos portões, por tantas e tantas vezes… E, ainda assim, quanta dor pode existir entre a esperança de chegar e o sofrimento de continuar caminhando!

Quando ouvi o som das trombetas, meu coração vibrou por você, guerreiro. Imaginei que sua longa batalha estivesse chegando ao fim. Minha alegria, porém, durou pouco, e a notícia que veio depois deixou em mim um silêncio impossível de traduzir em palavras.

Seu corpo finalmente descansou, mas ficaram as perguntas, as lembranças e a dor daqueles que acompanharam sua caminhada. Ficou também a lembrança de alguém que lutou por tantos anos, carregando batalhas que talvez poucos fossem capazes de compreender.

Hoje, já não quero medir sua jornada pelas distâncias que conseguiu percorrer, nem pelas portas que não chegou a atravessar. Quero lembrar que, por trás do guerreiro, existia um ser humano; por trás da coragem, havia fragilidade; e, por trás de cada batalha, havia uma alma que também precisava de descanso, acolhimento e paz.

Que Deus, em Sua infinita misericórdia, acolha sua história, console os que ficaram e conceda descanso a todos os que caminham por vales escuros sem saber quando a luz voltará a brilhar.

Que a última palavra não seja a da escuridão, mas a da misericórdia.