Fale de seus Sentimentos se Nao Quiser Adoecer
Quando a Alma Reconhece
Não foi palavra, nem imagem,
nem mesmo o tempo certo da vida…
foi algo mais fundo,
desses que a gente não explica —
apenas sente.
Eu vinha de dentro de mim quebrado,
em pedaços que nem o silêncio colava mais,
e, ainda assim, algo em mim
te reconheceu.
Como se antes de qualquer lógica,
antes de qualquer razão,
minha alma tivesse te visto
e dito baixinho:
“é aqui…”
E não falo de pressa,
nem de ilusões que o vento leva —
falo desse raro encontro
que toca sem tocar,
que aquece sem pedir,
que chega…
e simplesmente fica.
Se existe um caminho invisível
que cruza destinos distraídos,
talvez tenha sido ele —
ou talvez só dois corações cansados
decidindo acreditar de novo.
Mas seja o que for,
tem algo em você
que não me passa,
não me soa comum,
não me deixa indiferente.
E pela primeira vez em muito tempo,
não quero entender…
quero sentir.
O Que Não Se Despede
Entre nós não houve fim —
houve silêncio.
Como quando o mar recua
não por desistência,
mas para respirar mais fundo
em outro tempo.
Te amei além das formas
que o mundo entende,
além dos dias certos,
dos gestos perfeitos
e das versões que tentamos ser.
Te amei onde ninguém vê —
no invisível.
E é lá que ainda te guardo.
Se no plano da vida
nossos caminhos se desencontram,
no plano do espírito
eles jamais se perdem.
Porque o que foi verdadeiro
não se apaga —
apenas muda de lugar dentro da eternidade.
Hoje eu te solto…
não por ausência de amor,
mas por amor suficiente
pra não prender o que precisa seguir.
Levo comigo teu riso,
teu jeito,
teu toque que ainda ecoa
como memória viva no meu peito.
E sigo…
com a certeza tranquila
de que algumas almas
não se despedem —
apenas se afastam no tempo.
Se houver outro começo,
em outra vida,
em outro corpo,
ou no reencontro silencioso dos espíritos…
eu vou te reconhecer.
Porque aquilo que é da alma
não esquece.
Entre o Que Permanece
Não foi em um dia
que dois caminhos se perderam.
Foi aos poucos —
nos detalhes ignorados,
nas palavras não ditas,
no cansaço que foi ficando.
E, ainda assim,
há algo que não se desfaz.
O que foi verdadeiro
não termina —
apenas muda de lugar dentro da gente.
Não se sabe quando foi
que tudo se soltou,
ou em que curva da vida
houve desencontro.
Mas há um tempo de silêncio.
Um tempo de espera.
Um tempo em que a dor
aprende a se transformar.
Se é tempo de recolhimento,
que seja sem culpa.
Se é tempo de reconstrução,
que seja com cuidado.
O que foi vivido permanece
sem necessidade de explicação,
sem a tentativa de reescrever finais,
sem diminuir o que foi real.
Porque algumas histórias
não precisam continuar
para permanecerem inteiras.
E, no que fica,
já não há posse —
apenas o desejo sincero
de que o outro fique bem.
E, quem sabe um dia,
em algum ponto tranquilo do tempo,
os caminhos voltem a se cruzar —
sem dor, sem pressa,
apenas em paz.
Mesmo que de longe.
Meu Ídolo: Oscar Schmidt
Meu ídolo não era só presença —
era arremesso suspenso no tempo,
a bola saía da mão como destino
e o mundo parava por um momento.
Chamavam de mão santa,
e havia fé naquele gesto,
como se o impossível cedesse espaço
ao rigor de um sonho honesto.
Foram quadras, países, multidões,
recordes que o tempo não apaga,
um nome escrito na história
onde a coragem nunca se retrata.
Mas não era só o craque —
era o homem por trás do mito,
o riso fácil, a fala solta,
o jeito leve, quase infinito.
Chegava e tomava o espaço
sem precisar se impor,
e quando contava suas histórias,
o mundo inclinava ao seu redor.
Brincava, dizia bobagens,
e nisso havia grandeza escondida:
quem é imenso de verdade
não precisa endurecer a vida.
E acima de tudo — o coração,
maior que qualquer estatística,
largo, humano, indomável,
sua marca mais característica.
Eu vi, eu vivi, eu aprendi —
não só a quadra, mas a essência,
porque ídolo, quando é de verdade,
não termina — vira presença.
E hoje, em algum gesto meu,
num riso solto, numa condução,
carrego, ainda que em silêncio,
um traço teu na minha direção.
Meu ídolo não é só memória,
nem só o craque que o mundo viu —
é parte viva do que me tornei,
é o eco de tudo que em mim persistiu.
Entre a Dor e o Gesto
Marlene,
não te escrevo pra te convencer de nada,
nem pra pedir que volte —
o amor, quando é de verdade,
não se impõe… se reconhece.
Eu sei onde falhei.
E mais do que isso,
sei o quanto isso te doeu.
Hoje, o que mais pesa
não é a saudade —
é saber que eu poderia ter sido melhor
quando ainda tinha você por perto.
Mas a vida tem dessas ironias:
a gente aprende depois,
quando já não tem mais o agora nas mãos.
Ainda assim…
tem algo em mim que não se perdeu.
Não é insistência,
nem carência —
é só um sentimento calmo,
que continua existindo
mesmo em silêncio.
Se um dia nossos caminhos
se cruzarem de novo,
não quero te prometer o mundo —
quero te mostrar, nos detalhes,
que eu aprendi.
Aprendi que amor
não é só sentir,
é cuidar, é ouvir, é permanecer
quando é mais difícil.
E se esse dia não vier…
você ainda vai ser, pra mim,
a história que não terminou em vão,
mas em aprendizado.
Porque amar você
foi real —
e é isso que fica.
O Nome Que Permanece
Marlene…
teu nome já carrega força,
dessas que não fazem barulho,
mas sustentam tudo por dentro.
Dizem que vem de raízes antigas,
de quem é escolhida,
de quem é elevada —
e talvez por isso
você sempre foi mais do que eu soube cuidar.
Não era só presença…
era firmeza,
era abrigo,
era aquele tipo raro de mulher
que sente fundo, mas ainda assim permanece.
E eu…
eu falhei em reconhecer o tamanho disso
quando ainda era tempo de segurar tua mão
sem precisar aprender pela ausência.
Hoje entendo —
não só o significado do teu nome,
mas o peso de ter você na minha vida
e não ter sido inteiro à altura.
Mas se teu nome carrega força,
o que sinto também carrega verdade.
Não uma verdade apressada,
nem cheia de promessas vazias —
mas uma que aprendeu,
mesmo que tarde,
o valor de cuidar do que é raro.
Se um dia a vida permitir
que nossos caminhos se encontrem outra vez,
quero que seja diferente…
não porque eu disse,
mas porque você vai sentir.
E se não…
ainda assim, Marlene,
teu nome vai continuar vivendo em mim
como aquilo que não foi pequeno,
nem passageiro —
mas essencial.
Você descobre o tamanho de um amor quando não puder mais dar um abraço e desejar um bom dia. Não deixe nada para depois.
Enquanto existo só em mim, carrego duas vontades: a de morrer… e a de viver de verdade. Não apenas passar pelos dias, não apenas respirar por obrigação, não apenas sobreviver. Quero tudo o que a vida ainda me permite tocar, sentir, descobrir e construir.
Mas há também essa desistência silenciosa, que tantas vezes me faz abrir mão de tudo antes mesmo de tentar. Uma força escura que me convence a parar, a recuar, a aceitar menos do que minha alma deseja.
Que morra em mim essa desistência. Que cesse esse hábito de abandonar sonhos, caminhos e a mim mesma. Porque não nasci para apenas suportar os dias. Nasci para habitá-los.
Enquanto travo essa batalha invisível, sigo sobrevivendo um dia de cada vez. E às vezes isso já exige uma coragem imensa. Há dias em que levantar é vitória. Há dias em que continuar respirando já é resistência.
Mas no fundo de mim ainda pulsa algo que não se rendeu. Uma centelha que insiste em querer mais, em querer vida inteira, em querer verdade.
Talvez seja por ela que ainda sigo aqui.
E talvez seja ela que, no tempo certo, me ensine a viver — não só existir.
A contradição em que se vive é uma loucura discreta: corre-se para não perder tempo e, na pressa, entrega-se o próprio tempo ao que nada acrescenta. A urgência devora a atenção, e a atenção, dispersa, já não escolhe — apenas reage. Assim, o que se ganha em eficiência se perde em sentido. E o tempo, tratado como recurso a ser poupado, escapa justamente onde mais se tentou segurá-lo.
O que se extingue não é o corpo — o corpo resiste, adapta-se, insiste. O que se esvazia é a alma: não em colapso visível, mas em silêncio, sem febre, sem diagnóstico. Vai-se apagando nos intervalos não vividos, nas escolhas que negam o essencial, na repetição sem presença. E quando se percebe, já não há dor que alerte — apenas uma ausência que se instalou onde antes havia vida.
A fé que não nunca morre .
As vezes a luz diminui e parece que se apagou, mas não, isso é devido a dor do momento, mas ela voltará com brilho mais intenso novamente!
As vezes as lágrimas, serão inevitáveis, mas acredite, voltará a sorrir novamente...
As vezes a correção será dura, mas necessária, ouça, pois dela depende sua conquista!
As vezes perderemos pessoas e coisas, tudo isso para que uma força a qual ainda não sabemos que temos, apareça dentro de nós!
As vezes, irá querer ficar sozinho(a) fique , será necessário, as vezes estará no meio da multidão e se sentirá sozinho, também é necessário!
As vezes dirá palavras, as quais irão fazer indiferença, sentirá que não vale a pena falar, mas se for necessário fale, para que essas palavras façam justiça!
As vezes será desprezado e provará o vazio, ao qual o Pai lhe preencherá por completo!
As vezes a dor será tão intensa que sentirá que está sozinho (a) também será necessário!
As vezes não irão ti entender, apenas compreenda onde você está agora e respeite o propósito de cada um, pois há pessoas que nunca irão mudar e haverá outras que não vêem a hora de se encontrarem com a mudança, apenas seja parte dela!
As vezes há coisas que irão se resolver sozinhas, não se preocupe demais com nada, apenas faça sua parte e confie!
O desespero de um, não afeta a sociedade, mas o grito desesperado de uma multidão, abala as estruturas do universo inteiro!
Não é o lugar, não é a roupa, não são as pessoas, não são as dúvidas, não são os erros... mas a sua falta de coragem, em enfrentar tudo isso que ti prende e ti impede de seguir, você e mais ninguém é responsável pelo o seu mundo, sua realidade, diga a si mesmo, basta, aprenda a ser feliz consigo mesmo ou , sempre será um escravo da opinião alheia, se ame, se valorize se respeite ............
Eu era louco e não permiti que o médico entrasse para me curar, então o médico morreu e o bandido entrou em seu lugar, levando o meu dinheiro, que era da saúde, educação, obras...., agora estou ficando louco e me resta pouco tempo, é hora de escolher para um país doente ser tratado pelo o psiquiatra ou, se minha loucura já estiver avançada demais e eu escolher o bandido, o escritor escreverá sobre minha desgraça!
Ass: Brasil
“A prosperidade não é só riqueza”.
A riqueza, em sua natureza intrínseca, constitui dom especialíssimo,
atributo que dimana do Altíssimo, conferido a alguns segundo Sua soberana vontade;
talento e recurso que, embora legítimos, não asseguram por si só a eternidade,
pois se limitam ao campo material e transitório da existência terrena.
Diversamente, a prosperidade se reveste da condição de verdadeira bênção,
porque se estende a todos quantos depositam sua confiança no Deus vivo.
Não se restringe a cifras, patrimônios ou títulos de crédito,
mas se manifesta em paz de espírito, em saúde preservada,
em família edificada com dignidade e em fé que sustenta a jornada diária.
Cumpre reconhecer que o homem rico, ainda que cercado de tesouros,
pode revelar-se pobre de sentido, carente de substância na alma,
enquanto o próspero, mesmo em meio às adversidades, floresce e subsiste,
porque amparado está na força que do Alto provém,
e sua vida se firma perenemente na graça divina.
Assim, proclama-se: a riqueza é dom, privilégio que pode converter-se em vaidade;
já a prosperidade é bênção inalienável, direção segura
e fundamento espiritual da existência.
Se o dom é recurso eventual, que Deus soberanamente reparte,
a bênção é graça contínua, que jamais permite faltar
o necessário à vida, ao coração e à eternidade.
Ambos procedem de Deus, o que ratifica a existência de realidades diversas:
há o rico pobre e o pobre rico, assim como há o rico verdadeiramente rico
e o pobre que permanece pobre.
O que, em essência, distingue cada um não é a soma dos bens,
mas o caráter, a fé e a dignidade que sustentam a alma diante de Deus.
H.A.A
Título: O Código de Milênios
(Intro - Batida pesada, clima de mistério)
Não é só um número, não é só uma conta,
É a história do mundo que a gente te conta.
Esquece o desenho por um segundo agora,
Vem viajar na linha da história!
(Verso 1: O Berço na Areia)
Lá na Babilônia, dois mil anos antes de Cristo,
O povo já queria resolver tudo isso.
Precisavam de terra, precisavam de chão,
Medir o quadrado era a grande missão.
Sem letras, sem regras, só na base do olhar,
A semente da álgebra começou a brotar!
(Verso 2: A Sabedoria da Índia)
O tempo voou e o Oriente brilhou,
Brahmagupta na Índia o caminho traçou.
Mas tem um tal de Bhaskara, no século doze,
Um mestre indiano que manteve a pose.
Ele não fez sozinho, ele não foi o primeiro,
Mas explicou tão bem que ganhou o mundo inteiro!
(Refrão - Bem melódico)
Quem criou? Foi a história, foi a evolução,
De povo em povo, de mão em mão.
Bhaskara é o nome, o Brasil que escolheu,
Uma homenagem a quem a mente nos deu.
É a força do tempo, a ciência que para,
No ritmo do mestre, o mestre Bhaskara!
(Verso 3: A Rota dos Árabes e o Toque Francês)
Aí veio Al-Khwarizmi, o gênio persa sagaz,
Deu ordem ao caos, trouxe o método e a paz.
O termo "Álgebra" foi ele quem batizou,
E a lógica do cálculo ele estruturou.
Depois veio Viète, lá no chão da França,
Trocou frases por letras, trouxe a esperança.
O "a", o "b" e o "c" ele foi apresentando,
Pra gente não ter que ficar só desenhando!
(Ponte: O Mistério do Nome)
Mas escuta esse segredo que eu vou te contar,
No resto do planeta outro nome vão dar.
Lá fora é "Quadrática", o nome real,
Mas aqui no Brasil o apelido é fatal.
Nos livros de sessenta o nome pegou,
E o "Bhaskara" no quadro pra sempre ficou!
(Outro - Desaparecendo aos poucos)
É agrimensura, é astronomia...
É a mente humana em pura harmonia.
Agora você sabe de onde ela vem,
Não trava a cabeça, vai muito além!
Fórmula de Bhaskara…
Xis é igual a: menos B, mais ou menos a raiz quadrada de B ao quadrado, menos quatro AC, tudo isso dividido por duas vezes o A.
H.A.A….
Título: A Justiça Vem do Alto
(Verso 1)
Quando os olhos humanos já não podem ver,
Quando a mentira tenta prevalecer,
Quando parece que o justo está só,
E a dor transforma o caminho em pó…
Existe um Deus sentado em Seu trono,
Que conhece o princípio, a estrada e o retorno.
Nada passa oculto diante do Senhor,
Ele pesa a verdade, Ele vê o interior.
(Pré-Refrão)
O homem pode até fugir dos tribunais,
Pode esconder seus passos entre os mortais,
Mas diante do céu ninguém pode se esconder,
Pois o Deus da justiça tudo pode ver.
(Refrão)
A justiça vem do alto, vem do trono de Deus,
Não falha, não tarda, alcança os filhos Seus.
O que foi plantado, um dia florescerá,
Porque a Palavra do Senhor jamais falhará.
Se a lágrima caiu, Ele viu cada dor,
Se a injustiça feriu, Ele ouviu seu clamor.
Pode o mundo negar, pode alguém duvidar,
Mas a Justiça Divina sempre irá chegar.
(Verso 2)
Caminhamos por linhas tão frágeis aqui,
Hoje de pé, amanhã posso partir.
Riquezas e nomes o tempo levará,
Mas diante de Deus cada alma responderá.
A consciência fala no silêncio da noite,
E nenhum poder humano pode calar Sua voz.
Quem vive na verdade não precisa temer,
Pois o Deus que julga também sabe defender.
(Ponte)
Deus de Abraão, Isaque e Jacó,
Tua justiça permanece para sempre.
Reis passam, homens caem, gerações se vão,
Mas Teu reino permanece de eternidade em eternidade.
(Refrão Final)
A justiça vem do alto, vem do trono de Deus,
Nada fica escondido diante dos olhos Seus.
Quem semeia em verdade jamais colherá em vão,
Pois o justo é guardado pelas mãos do Senhor.
(Falar)
Obrigado DEUS por mais um dia
Saber que em Ti eu posso descansar e confiar…. Em nome de Jesus. Amém!!!
- Relacionados
- 153 frases de reflexão para ampliar os seus horizontes
- Frases da vida para transformar os seus dias ✨
- Frases de arrependimento sincero para expressar sentimentos verdadeiros
- Frases de Amor Não Correspondido
- Frases de desprezo para quem não merece mais a sua atenção
- Amor não correspondido
- Frases de raiva que dizem o que você não consegue falar
