Fale de seus Sentimentos se Nao Quiser Adoecer
Ler sobre carros e direção defensiva não te ensina a dirigir, assim como assistir o êxito alheio não te faz vencedor. Dirija sua vida, escreva sua história e seja protagonista das suas conquistas e vitórias.
Insta: @elidajeronimo
Não é preciso correr — pra quê tanta pressa?
Meu coração nunca foi ameaça, e sim abrigo.
Não é necessário fugir de mim, porque nunca te pedi o impossível,
nem te cobrei o que tua alma não podia entregar.
Eu te dei minha palavra — sincera, inteira,
a promessa de que não te feriria,
de que meu afeto seria leve como brisa
e firme como a verdade que carrego no peito.
A empreitada chegou ao fim,
não por falta de sentimento,
mas porque o destino às vezes nos move
por caminhos que não podemos deter.
Assim, com serenidade e sem mágoas,
deixo um pouco de mim onde você fica,
e levo um pouco de você para onde eu for.
Migro para outro lugar, sim,
mas não levo pressa, nem fuga, nem dor.
Levo apenas a gratidão por ter sentido você.
Que a vida te seja suave.
Que seu riso encontre novas manhãs.
E que, se o vento um dia sussurrar meu nome,
você apenas sorria — porque fomos verdade enquanto durou.
Com carinho e poesia,
Raimundo Santana
Por favor, mantenha a porta fechada.
Não temas — não há risco de invasão.
Eu já estou do lado de fora,
e não existe em mim sequer a sombra de voltar.
Quando a porta se fecha, não é apenas madeira e ferro.
É escolha. É sentença.
É o fim que não precisa de palavras,
apenas do silêncio que pesa e confirma.
Alguns caminhos não se desfazem em gritos,
nem em despedidas longas.
Eles se encerram assim:
com a firmeza de um gesto,
com a certeza de que não há retorno,
com a dignidade de quem sabe que partir também é necessário.
O rei
No mundo perdido, existi um rei que não precisava rugir, levantar sua espada ou sequer voar para provar e manter a sua magnitude,
nesse mundo, os hábitos que causam frustração são rapidamente domados pela esperança que é respirada como oxigênio no seu reinado,
as paranoias não se criam e são jogadas do outro lado dos muros altos para os chacais e outras feras devorarem,
curiosamente, alguns fardos da vida são transformados em tapetes para serem pisados por todos que quiserem desfilar,
No mundo perdido, existi um rei que sabe reinar.
Pouco não basta
Eu não cobro o mínimo porque apenas o muito me satisfaz,
é engraçado sentir a dor da saudade sem poder ir atrás na maioria das vezes,
um dia você está fazendo planos que envolvem lugares, pessoas, sentimentos com sabor de mel e até lembranças do que não deveria ter acabado por algum motivo qualquer,
na dor ou na sensação do prazer a abundância se faz presente mesmo que com conotações diferentes,
tudo que nos marca muda a nossa forma de ver ou se entregar a vida, as vezes queremos viver por muito tempo e profundamente dentro do mesmo segundo que ganhamos a confiança e a esperança na medida certa vistos através daquele olhar,
o importante é viver o projeto e se ele tiver que ser reiniciado várias vezes, a desistência não terá fôlego nas decisões.
Apenas venha!
Para que não aconteça novamente, venha comigo e deixa tudo aquilo que te fez mal para trás,
não posso te oferecer neste momento um banquete completo de tudo com o que você mais gosta, porém posso te oferecer o pão da pluralidade e da singularidade,
o triste e o vazio que já te fez chorar por um tempo, acaba aqui,
o encontro de almas escolhidas pelo destino não permite as mesmas falhas, não permite os mesmos finais,
andar entre as rosas com seus espinhos deixam arranhões e marcas profundas, mas o que prevalece na imaginação e no emocional no entanto, são as belezas das cores vivas e dos perfumes das rosas.
Quando o sono grita em forma descanso mental é porque a alma chora por não poder aproveitar o dia com alegria quando olhos estão abertos.
Olhos navegantes
As ondas trouxeram mensagens, mas a localização não estava no radar,
uma informação gerou um pensamento que por sua vez gerou vibrações no alinhamento certo,
a distância é a mesma para quem já faz parte da mesma conexão,
no fechar aventureiro e navegante dos olhos o santuário reascende e lá está ela linda e de braços abertos correndo na minha direção.
Coração bêbado
(Verso 1) Letra de música.
Os abraços que não dou se engraçaram com o tempo que já voou
A saudade não para de pulsar e Nunca parou,
Coração tropeça mas sempre ficou de pé nesse ciclo sem fim de inocência e amor
Na neblina me perdi com o abraço na ponte da saudade, gritos são ouvidos perdidos no horizonte da indiferença sem piedade
(Verso 2)
No Impacto do vazio o capuz da solidão me cobre
O eco me conduz bêbado de memórias a mais um gole de saudade Aventureira minha mente busca por liberdade mas se mantém perpetuamente rodando nesse labirinto faminto por mais um encontro de corações sadios
E mesmo perdido no frio da vergonha, as lágrimas caem quebrando a distância de um coração vadio e bêbado mas cheio de esperanças
(Verso 3)
E quando a caneta se perdeu, os sentimentos deixaram seus efeitos colaterais espalhados fazendo valer o poder da sua voz
Sufocado pela saudade a minha versão no futuro foi engolida e deixou de ser um presente na realidade
Um iceberg passou flutuando entre as ondas e nele estava preso a última imagem do meu coração.
Não pare!
A frieza das ações dela elevou o níveo do meu desespero a temperaturas alarmantes,
Num segundo, simplesmente pegar uma reta e dizer vá,
no segundo seguinte, cair em segredo de joelhos em cima do medo duvidando de si mesmo,
"O encaixe das mãos perfeitas" não é um mito, ele existe e eu pude vivê-lo com meus próprios sentimentos e não quero deixá-lo ficar só nas memorias ou apenas cair no esquecimento,
Dizem, que muitas vezes encontramos a fé no abismo, então a luta será incansável, seguirei essa voz interior que me guia afirmando a todo momento, não pare!!!
Atos:
Primeiro ato:
_ Olhe e pense é ela.
Segundo ato:
_Não se acostumar com o pouco e gerar um mundo novo a cada dia para ela.
Terceiro e último ato:
_Faça do amor delirante as suas moradias.
Tinha tudo e nada. Felicidade e castigo. Paraíso e inferno. O extremo disso tudo está além. Não tem rotas. Apenas acontece. Não dá para abraçar o que está íntimo e ao mesmo tempo distante. Nessa imensa e inóspita vida, somos gigantes e marionetes ao mesmo tempo.
'ELA'
A conheci. Foi assim que aconteceu.
Não tínhamos a chama que abrasa.
Tampouco a sensação que estarrece.
Olhares que não se atraem.
Invólucro que aquece.
A incidência diria que ela não iria fazer parte.
Destino insignificante e controverso.
Escória dos que esperam.
Foi assim que ela se apresentara.
Não perguntou se eu desejara ou se tinha remorsos.
Ficamos amigos. Não tinha outra saída a não ser
fingir-lhes amigos de sangue.
Nesses entraves, pouco lembro-me dela.
Gostaria de lembrar mais vezes, tê-la em meus
pensamentos com afinco, ultrapassar a mera visão
de mortal que és. Tê-la sôfrega aos desejos que aspiro.
Resultado do inesperado, ela representa pouco.
O pouco que imortaliza. Temos um pedaço em comum
que mais atraí que repulsa.
É isso que faz a heterogeneidade da vida.
A vida que não pedi, mas que agradeço.
Tenho aprendido tanto que, se me perguntarem quem sou, digo que não me conheço. Sou metade humano, outra metade tropeços.
O céu não é azul. As cores que pensara enxergar, não existem. O mar não é calmo. E as ondas com todo seu poder danificam. Tentei escrever algo gracioso, mas o inverso me veio assim sem coerência. ah inverso!... Existes realmente? Ou és apenas circunstância inventada por mim?
Questiono, faço a minha realidade.
Desculpas não vencem.
Eu aprendi que a vida não muda por acaso: muda quando eu encaro minhas próprias verdades.
Questiono.
Questiono meus limites, minhas crenças, meus medos e tudo aquilo que tentaram impor como destino.
Porque quem não questiona, aceita.
E quem aceita tudo, vive pouco.
Faço a minha realidade.
Realidade não é algo que encontro — é algo que construo com disciplina, visão e coragem.
Cada passo, cada escolha, cada renúncia molda o mundo que eu decido viver.
A diferença entre quem vence e quem reclama está na capacidade de assumir o próprio poder.
Desculpas aliviam por um dia.
A atitude transforma por uma vida inteira.
Por isso, não espero.
Eu ajo.
Eu crio.
Eu me movo.
E sigo escrevendo a história que eu escolhi viver.
Você não entrou na minha vida. Você sempre esteve lá, como uma memória do futuro que meu coração insistia em esperar...
--- Risomar Silva ---
A solidão não é a ausência de vozes ao redor, mas a incapacidade de reconhecer a própria voz no meio do caos...
--- Risomar Sírley da Silva ---
'MISTURA INVULGAR...'
Não traço acepções olhando para o horizonte,o infinito apaga o sentido, e não se edifico.Delineei quimeras com estrelas e luas pálidas,eis o que me resta: um vulto, uma silhueta oblíqua.Contorço-me em viagens por veredas nunca feitos,rumo ao desconhecido, desfazendo em meu peito sinônimos, anônimo, sem nome, mas, minha trilha prossegue...
A pele é feita de sombras de espectadores,minha voz, o sussurro de antigos labores.Ninguém vê a fractura, o paradoxo visceral, opalco é minha cela, a plateia meu juiz,sou a cortina de amalgama, o gesto teatral.Invulgar como um cometa que caiu e não se extinguiu. Na terra fria e negra, um novo sol fabriquei.Sou mistura de abismo e de voo rasante...
O palco é minha cela, a plateia meu juiz,apresento o sorriso que nunca foi feliz.Cada ato é um naufrágio coreografado com arte,cada aplauso, um epitáfio que me rasga em parte.Sou o contorcionista da própria alma esfacelada,a procura de um centro na rotação desvairada.O desconhecido é meu único lar conhecido...
Anônimo na multitude, um rosto sem moldura,carrego o peso leve de uma existência à toa.Por trás da maquiagem, há um menino assustado,por trás do espetáculo, um silêncio sagrado.E o show precisa seguir, é imperativo e urgente,ainda que o actor principal esteja ausente.
Sempre em cartaz, a peça que não tem roteiro...
Nome raro, flor de estufa, rara írisnavegando em alto mar.Desenhei aspirações com fios de alquitarras,
e delas fiz névoa, labirinto, obelisco.Não sou o que percebem, sou o que não dizem,o vazio que habita no coração da risada. Aprópria procura que se nega na busca...
E assim se desdobra minha existência, entrelaçada,uma moeda de duas faces sempre jogada ao mar.O anônimo esplêndido, a mistura invulgar,a dança solitária que ninguém pode parar.O espetáculo que está sempre, sempre em cartaz,mesmo quando o teatro arde em chamas de paz.E no silêncio final, ecoa o verso: 'mistura invulgar'...
--- Risomar Sírley da Silva ---
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