O que Falar para a Pessoa que Ama
Eu não pedi pra te amar…
quando vi, já estava acontecendo em silêncio, ocupando espaços que nem eu conhecia. Você não chegou fazendo barulho, mas ficou de um jeito que nada mais conseguiu sair. E desde então, tudo em mim te reconhece, mesmo quando você não está. Não é um amor que se explica,
nem que se controla ou se mede.
É desses que simplesmente existem…
e mudam tudo, sem pedir permissão.
E se um dia me perguntarem por que você,
eu não vou saber responder.
Só vou sentir de novo porque amar você não foi escolha… foi destino.
DeBrunoParaCarla
Quando comecei a te amar percebi que o meu coração não me pertencia mais, e tudo bem.
DeBrunoParaCarla
Se amar você é sonho, não quero acordar, pois encontrei em teus braços o meu lugar.
DeBrunoParaCarla
O Preço da Proteção
Carla, eu aprendi que amar é, acima de tudo, um ato de guarda. É se colocar na frente da flecha, é ser o telhado quando o mundo decide ser tempestade. Mas a humanidade tem uma face amarga, a gente se destrói para proteger quem ama e, às vezes, termina devastado pela própria mão que tentamos segurar.
Olho para o alto e entendo um pouco mais sobre o Criador. Deus amou o mundo de tal maneira que se entregou por ele, e o que Ele recebe em troca, todos os dias, é a traição e o esquecimento. Se até o Amor Infinito é ferido por quem Ele protege, quem sou eu, um simples autor de cartas, para sair ileso?
O amor real não é um conto de fadas; é uma renúncia silenciosa. É aceitar ser invadido, ser silenciado e ser, por vezes, o culpado de erros que não cometi, só para que você não precise sentir o peso do mundo. Proteger é um dom, mas ser devastado por essa proteção é a nossa maior prova de humanidade.
Ainda estou aqui, de pé, entre os destroços do que eu tentei salvar.
DeBrunoParaCarla
Booom dia!❣️🌺☕
"Foca em se amar e se valorizar. Evite insistir em situações que roubam energia. Solitude é aprender a amar a própria companhia. É entender que não há problema em estar sozinha É um ato de se completar, valorizando o bem-estar consigo mesma acima de tudo. É não se permitir ser rotulada com os olhos alheios e acima de tudo é se amar, se aceitar e agradecer por ser exatamente como se é... Sem filtros ou rótulos
Quem mais está no caminho para o amor-próprio? 🤗"
#amorpropiosempre
O amar
Quem não declara
não sente, ou se sente
aprende a dizer,
revela o pulsar.
Não se trancafia
o sentimento
no silêncio
do barulho
do coração.
Declama,
diz,
grita dentro da gente!
Márcia A. Prazeres
Vou ser bem direto, sincero e franco, "Amar é muito forte", o amor é muito intenso, é mais do que segurança, afeto ou bonus sexual; o ato de amar é o encontro de duas almas, e não é apenas uma troca de olhares de paixão que desperta desejo.
Ententa, a minha prentenção não é brincar com sentimentos de ninguém, e também não prometo nenhum conto de fadas ou um romance de novela, mas o que eu posso garantir é que serei sincero com minhas palavras, verdadeiro com meus sentimentos e amoroso com minhas atitutes; pois o que aprendi com as desiluções amorosa em que vivi é que as feridas do coração com o tempo se cicatrizam e a insegurança de se relacionar outra vez é você quem decide se vai ser dominado por ela ou não, pois a felicidade constantemente bate em sua porta; Confesso que demorei muito para aprender esse lição, e que ainda continuo aprendendo, mas se você me permite lhe dá um conselho: "Pratique o amor próprio" se conheça mais, procure ser feliz consigo mesmo; goste mais da sua própria companinha.
Hoje eu posso dizer que estou mais maturo, não me deixo ser levado pela a vaidade da carne, mas isso não me faz perfeito e é por isso que procuro assumi os meus erros em meios as minhas imperfeições.
Eu acredito que quem ama de verdade; olha em seus olhos com carinho, que é capaz de perdoar e compreender os dias maus de um relacionamento, e é isso que eu venho buscando pra mim; sei que os dias maus virão mas estou confiante que juntos consequiremos enfrenta los e sairemos vitoriosos com o nosso amor mais fortalecido.
O infinito, para mim, é amar você. É encontrar paz no seu sorriso, força no seu abraço e felicidade em cada momento ao seu lado. Meu amor por você não tem fim, apenas cresce a cada dia, como algo que o tempo jamais poderá apagar.
"Se a incerteza te fizer perder o rumo na vida, que a única certeza e destino seja este: amar-me em tempo integral."
Se te propõe-se a amar como Jesus nos amou e ama, não esperes pela consideração do mundo. Não creias que te seja possível conciliar interesses tão antagônicos quanto os dos espíritos imortal e os da matéria, que passa. Sempre haverás de viver com o que te seja estritamente necessário, porque todo excesso de qualquer natureza pesar-te-á na consciência. Sentir-te-á na obrigação de mais dar que receber. Quando se tratar de renúncia, a iniciativa de ceder em favor dos outros caberá a ti. Não contarás com a compreensão da maioria dos que te cercam, principalmente daqueles que te integram o círculo familiar. (...) Porque incomodarás consciências adormecidas, raros reconhecerão o valor do teu esforço, que farão questão de deixar no desconhecimento.
As pessoas podem até amar seu jeito de falar, mas é pelo seu jeito de escutar que elas vão amar falar com você.
Eu descobri, do jeito mais nada poético possível, que amar alguém por muitos anos é tipo cuidar de uma planta que insiste em quase morrer, mas também insiste em não desistir. Tem dias que eu olho pra gente e penso com toda sinceridade do mundo, meu Deus, quem foi que teve essa ideia genial de continuar aqui? Porque no começo, ah… no começo a gente não sabia nem onde colocar as mãos, quanto mais o coração. Era tudo meio torto, meio desconfiado, meio “será que isso presta?”. E mesmo assim, a gente ficou.
E ficar, eu percebi, é um ato meio revolucionário hoje em dia. Porque o mundo ensina a ir embora na primeira instabilidade, como se amor fosse aplicativo que trava e a gente desinstala sem nem tentar reiniciar. Só que eu e ele somos dessas pessoas teimosas, que atualizam, que insistem, que brigam, que cansam, mas que no final do dia ainda estão ali, se olhando com aquele ar de quem já viu o pior e mesmo assim decidiu ficar para o próximo episódio.
Tem dias em que o nosso amor parece uma construção feita com pressa, cheia de rachaduras, barulho, poeira e um certo risco de desabar. E tem outros dias em que eu olho e penso, isso aqui tá virando uma obra de arte, viu. Porque cada dificuldade foi uma lixa, cada discussão foi um martelo, cada reconciliação foi um polimento. A gente não nasceu pronto, a gente foi se fazendo. E olha, dá um trabalho quase absurdo.
Só que no meio desse caos bonito, eu entendi uma coisa que ninguém conta direito. Amor de verdade não é o que nunca balança. É o que balança, ameaça cair, faz a gente perder a paciência, mas ainda assim encontra um jeito meio torto de se sustentar. É tipo aquele copo lascado que você continua usando porque tem história. E quanto mais história tem, mais difícil é largar.
Hoje, quando eu olho nos olhos dele, eu não vejo perfeição. Vejo caminho. Vejo tudo o que já passamos, tudo o que quase quebrou a gente, e tudo o que, estranhamente, fortaleceu. Nosso amor ainda é instável às vezes, claro que é. Mas também é resistente de um jeito que nem eu sei explicar direito. É como se a gente tivesse construído algo que não é indestrutível, mas é persistente. E no fim das contas, isso vale muito mais.
Porque diamante mesmo não nasce pronto. Ele aguenta pressão, tempo, calor, caos. Igualzinho a gente. E eu sigo aqui, lapidando, sendo lapidada, às vezes reclamando, às vezes rindo, mas sempre ficando. Porque no meio de tanta coisa passageira, o que a gente tem… ficou.
Amar, hoje em dia, não tem mais esse glamour todo de novela das nove, com gente correndo na chuva, tropeçando na própria dignidade e chamando isso de intensidade. Eu mesma já fui dessas, dramática profissional, achando que amor de verdade precisava doer um pouquinho, como quem aperta o sapato novo só pra ter certeza que ele é caro. Só que uma hora a gente cansa de sangrar por estilo.
A verdade é que amar virou quase um exercício de resistência emocional, tipo academia, só que sem espelho e sem aplauso. É acordar num dia em que tudo dentro de mim quer silêncio, isolamento e um bom “ninguém me toca”, e ainda assim escolher olhar pro outro e pensar, eu fico. Não porque é fácil. Não porque tá lindo. Mas porque tem algo ali que vale mais do que o conforto de ir embora.
E olha que ir embora, às vezes, parece uma proposta tentadora, quase um convite VIP pra paz imediata. Só que a gente descobre, com o tempo, que paz que vem fácil demais costuma ir embora do mesmo jeito. Permanecer, não. Permanecer é quase uma arte esquecida. É tipo cuidar de planta que insiste em não crescer, mas um dia, do nada, dá flor e você fica ali olhando, meio emocionada, meio besta, pensando, ainda bem que eu não joguei fora.
Amar assim exige uma coragem silenciosa. Não tem plateia, não tem trilha sonora, não tem ninguém dizendo “nossa, que lindo vocês dois resistindo ao tédio de uma terça-feira qualquer”. Mas tem uma coisa muito maior acontecendo ali, escondida no cotidiano. Tem dois seres imperfeitos, cheios de bagagem, traumas, manias irritantes e fases insuportáveis, decidindo não transformar qualquer desconforto em despedida.
E isso, sinceramente, é revolucionário. Num mundo onde tudo é descartável, inclusive gente, escolher ficar virou quase um ato de rebeldia. É tipo dizer pro universo, eu sei que seria mais fácil recomeçar com alguém novo, mais empolgante, mais leve, mas eu escolho construir, mesmo quando dá trabalho, mesmo quando dá vontade de sumir.
Porque no fim das contas, amar não é sobre aquele pico de emoção que faz o coração disparar. Isso aí até café resolve. Amar é sobre constância, sobre presença, sobre aquele gesto meio despretensioso de continuar ali, mesmo quando não tem nada de extraordinário acontecendo.
E talvez seja exatamente isso que torna tudo extraordinário.
Tem dias em que eu paro e penso que amar é quase um esporte radical, daqueles que a gente entra achando que é caminhada leve e, de repente, já está pendurada num penhasco emocional, sem equipamento, só com fé e um pouco de teimosia. E eu amei… amei de um jeito que não cabe em explicação bonita, dessas que ficam bem em legenda de foto. Foi um amor que existiu, que teve voz, que teve troca, que teve vida em algum canto do mundo. Não foi invenção da minha cabeça, não. Foi real. E talvez justamente por isso tenha doído tanto.
E aí vem a vida, com aquela elegância duvidosa dela, e me coloca dentro de outro amor. Um amor que não nasceu perfeito, que não veio embalado em promessas cinematográficas, mas que foi sendo construído no meio dos cacos. Porque é isso que ninguém conta, a gente não constrói amor só com flores, a gente constrói com restos também. Com pedaços que sobraram de histórias antigas, com silêncios desconfortáveis, com verdades que poderiam muito bem ter sido escondidas, mas não foram.
Eu poderia ter guardado esse amor antigo como um segredo bonito, desses que a gente esconde numa gaveta interna e visita de vez em quando, em silêncio. Mas não. Eu escolhi abrir. Escolhi colocar na mesa, olhar de frente, dividir. E isso… isso não é simples. Não é leve. Não é coisa de gente fraca. É coisa de quem decidiu não viver pela metade.
E ele ficou. Olhou para tudo isso e não saiu correndo. Pelo contrário, teve a coragem de me perguntar por que eu não escrevo sobre isso. Como se, no meio de toda essa bagunça emocional, ele ainda enxergasse arte. Como se ele dissesse, sem dizer exatamente: transforma essa confusão em algo bonito.
E eu fico pensando… que tipo de amor é esse que não exige perfeição, mas presença? Que não pede um passado limpo, mas um presente honesto? Porque, vamos combinar, talvez muita gente não suportasse. Talvez muita gente preferisse a versão editada da história, aquela sem capítulos difíceis, sem sentimentos atravessados. Mas a gente… a gente escolheu ficar.
E não foi porque era fácil. Foi porque, de algum jeito meio torto e muito humano, ainda existia vontade. Vontade de tentar, de reconstruir, de olhar para os degraus quebrados e, ao invés de desistir da escada, começar a consertar um por um.
Eu não sei se isso é o tipo de amor que vira conto de fadas. Provavelmente não. Mas talvez seja o tipo que vira verdade. E no fim das contas, verdade sustenta muito mais do que qualquer ilusão bem contada.
Então eu escrevo. Escrevo porque viver isso tudo e ficar em silêncio seria quase um desperdício emocional. Escrevo porque, no meio de tanta coisa que poderia ter nos separado, a gente decidiu, de forma quase teimosa, continuar.
E se isso não é uma forma bonita de amor… eu sinceramente não sei o que é.
