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O que Falar para a Pessoa que Ama

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Amar não é evitar conflitos, é ter coragem de cuidar deles enquanto ainda são pequenos.

⁠Ler é amar as palavras.
do livro Frases cristãs 1

⁠Ler é amar as palavras.

“Esteja receptivo para aprender a amar com os animais.”

“Quem deseja estudar sobre a virtude de amar incondicionalmente, será um eterno estudante.”

⁠Você é a minha emergência
que faz com que eu queira
te amar sem nenhuma pressa,
com toda a melhor poesia
compilada, folga e a cada
dia tem me feito apaixonada.

Permanecemos sozinhos, não quando ficamos desacompanhados, mas sim quando deixamos de amar.

Amar é:
o espaço entre
dois suspiros.

Amar é acordar ofegante
de um sonho que
tinha a tua boca.

Amar é escrever
poemas invisíveis
na pele de alguém.

Nada é tão humano
quanto destruir
o que amamos e
amar o que destruímos.
Somos a vingança
mais profunda da
nossa própria extinção.

O mundo gira, dentro deste rodopio telúrico, consigo amar-te em todas as conjugações.

Amar, hoje em dia, não tem mais esse glamour todo de novela das nove, com gente correndo na chuva, tropeçando na própria dignidade e chamando isso de intensidade. Eu mesma já fui dessas, dramática profissional, achando que amor de verdade precisava doer um pouquinho, como quem aperta o sapato novo só pra ter certeza que ele é caro. Só que uma hora a gente cansa de sangrar por estilo.


A verdade é que amar virou quase um exercício de resistência emocional, tipo academia, só que sem espelho e sem aplauso. É acordar num dia em que tudo dentro de mim quer silêncio, isolamento e um bom “ninguém me toca”, e ainda assim escolher olhar pro outro e pensar, eu fico. Não porque é fácil. Não porque tá lindo. Mas porque tem algo ali que vale mais do que o conforto de ir embora.


E olha que ir embora, às vezes, parece uma proposta tentadora, quase um convite VIP pra paz imediata. Só que a gente descobre, com o tempo, que paz que vem fácil demais costuma ir embora do mesmo jeito. Permanecer, não. Permanecer é quase uma arte esquecida. É tipo cuidar de planta que insiste em não crescer, mas um dia, do nada, dá flor e você fica ali olhando, meio emocionada, meio besta, pensando, ainda bem que eu não joguei fora.


Amar assim exige uma coragem silenciosa. Não tem plateia, não tem trilha sonora, não tem ninguém dizendo “nossa, que lindo vocês dois resistindo ao tédio de uma terça-feira qualquer”. Mas tem uma coisa muito maior acontecendo ali, escondida no cotidiano. Tem dois seres imperfeitos, cheios de bagagem, traumas, manias irritantes e fases insuportáveis, decidindo não transformar qualquer desconforto em despedida.


E isso, sinceramente, é revolucionário. Num mundo onde tudo é descartável, inclusive gente, escolher ficar virou quase um ato de rebeldia. É tipo dizer pro universo, eu sei que seria mais fácil recomeçar com alguém novo, mais empolgante, mais leve, mas eu escolho construir, mesmo quando dá trabalho, mesmo quando dá vontade de sumir.


Porque no fim das contas, amar não é sobre aquele pico de emoção que faz o coração disparar. Isso aí até café resolve. Amar é sobre constância, sobre presença, sobre aquele gesto meio despretensioso de continuar ali, mesmo quando não tem nada de extraordinário acontecendo.


E talvez seja exatamente isso que torna tudo extraordinário.


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Nada é mais revolucionário que amar num mundo que lucra com o sofrimento.

Sim, vamos todos morrer e ser esquecidos. Mas entre agora e a morte, podemos amar, criar, lutar, construir. O niilista enxerga só a morte. O humanista enxerga o "entre".

A humanidade é a única espécie capaz de amar e destruir o que ama, e ainda chamar isso de progresso.

Negar verdades absolutas é fácil; difícil é amar a realidade o suficiente para não mentir sobre ela.

Ser conservador é amar o passado tanto que prefere repetir os erros a corrigir o presente.

A grande tragédia não é que a vida termine, mas que alguns nunca se permitam amar profundamente enquanto existe.

Amar é um ato de rebeldia contra o vazio, uma afirmação de que importamos uns para os outros.