Falar de Alguém Especial

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Deixem falar, ser feliz incomoda.

Coração frio, eu nunca vi···
Porém, já ouvi muito se falar.

O Verdadeiro Escritor.
É Mesmo, Escritor é aquele que não é preciso falar, para se fazer ouvir.

⁠Falar besteiras
Na maioria
Das vezes
É perca de tempo.

Está decidido
À partir de hoje
É proibido odiar
falar mal e reclamar
À partir de hoje
É proibido ser infeliz
proibido fazer fofoca
proibido o diz que me diz
é proibido ficar doente
é proibido não entender
é proibido ser carente
Fica também decretado
Que todos serão obrigados
a gostarem uns dos outros
e também se olharem
como irmãos
Se você não tem religião
Esta lei é fundamentada
Na Eva Mitocondrial
Mãe dos seus pais
e dos meus
Se você tem religião
esta Lei se baseia
Nos Mandamentos de Deus
Ciência ou Religião
tanto faz
À partir de agora
É obrigatório
Viver em paz.

Fofocar? Se eu tenho a minha vida então por quê vou querer falar sobre a dos outros?⁠

É porquê eu não gosto de falar de sentimentos, eu gosto de criar coisas, e eu não 'crio sentimentos' porquê eles já existem. Além do mais, não preciso deles para criar coisas.

Eu queria falar tudo o que está engasgado em mim, mas tenho medo de morrer com o vazio que isso vai me deixar.

Quem nunca ouviu falar "quando uma porta se fecha várias outras se abrem"


Pois é...quando se fecha a porta da consciência, se abre a da ignorância, a da intolerância, a da violência...etc


Vigiai... é a Lei

"Para ser feliz e próspero basta falar com Deus por 10 minutos todos os dias e não passar mais que 10 minutos sem falar com Deus"

Falar de Deus, acreditar em Deus, é fácil. Começou Perdiz, agora viver com Deus o tempo todo, caminhar com Deus pelos jardins do tempo, e obedecer a Deus a todo momento, a ponto de não se deixar cair na tentação de comer do fruto proibido, isso é difícil. Aliás, muitos diriam que é quase impossível.


Eu mesmo me recordo de inúmeras tentações que não consegui resistir, a tentação do alcoolismo, da infidelidade no casamento, da luxúria por consequência, da tentação irresistível de assistir àquele vídeo pornográfico que me enviavam pelo watzap.


Depois da conversão em Cristo, eu acreditava que estava tomando consciência espiritual das coisas e fui me libertando de muitas tentações, mas estava livre delas? Não!


Perdiz continua... Agora eu usava roupas mais discretas e sempre tinha uma bíblia comigo, aliás tinha várias...no carro, na mesa do escritório, no quarto, na sala bem à vista das visitas. E...então percebi que estava alimentando uma tentação que se não for a maior está entre as maiores de todas. Que é a tentação do orgulho, simmmm. Eu passei a me achar melhor que as outras pessoas, passei a julgá-las e criticá-las por fazerem tudo aquilo que eu fazia antes de escolher a vida Cristã. E hoje, perante todos vocês e do Nosso Senhor Jesus Cristo eu quero pedir perdão por ter caído nessas tentações e ter me esquecido das suas palavras que determina: "Ame a Deus sobre todas as coisas e o Próximo como eu vos Amei"
Amém???

Antes...
De falar mal do Migo
Passe um tempo Comigo

Antes...
De falar do Igo
Passe um tempo com Igo

Atire a primeira pedra quem conseguir falar o dia inteiro sem mentir

Mesmo que você não queira mais falar comigo, só queria que você me escutasse pela última vez. Depois disso, sim, viro as costas e nunca mais te procuro. Até desaparecer da sua vida, eu desapareço.Mas antes de ir, preciso te dizer que você sempre será o meu grande amor.E te digo mais: o mundo está cheio de conexões rasas, mas o que vivemos teve uma profundidade que levarei comigo para sempre. Eu não lamento os nossos caminhos se dividirem, porque amar você me ensinou a ver o mundo com mais sensibilidade e beleza. Se o nosso destino agora é o silêncio, saiba que amar você foi a escolha mais bonita e corajosa que já fiz. Eu te entreguei o meu melhor, com a pureza de quem realmente se importava com cada detalhe do seu sorriso, com as suas dores e com os seus sonhos.Eu tive o privilégio de conhecer a sua essência mais sincera, e fiz do nosso abraço o meu lugar mais seguro. O que nós tivemos foi único; foi um encontro que transformou a minha forma de enxergar a vida e a mim mesmo. Eu te amei com toda a honestidade do meu coração, querendo apenas o seu bem-estar, mesmo nos dias difíceis. Se hoje eu aceito o seu silêncio e o seu espaço, é exatamente por causa desse amor: ele é grande o suficiente para entender que amar também significa respeitar a sua vontade de seguir em frente sem mim.Você pode seguir o seu caminho, construir novas memórias e viver a vida linda que você merece. A minha maior verdade é que ninguém vai tirar de mim o carinho profundo que sinto por você, nem a gratidão por termos cruzado a vida um do outro. Eu espero, de coração, que o universo te devolva em dobro toda a luz que você trouxe para os meus dias. Que o seu futuro seja leve, cheio de paz e de sorrisos sinceros. Fique bem. Adeus.

Não deixe que os rótulos modernos da internet amordacem a sua verdade. Falar sobre o que você ainda sente por alguém é direito de quem viveu de verdade, não vaidade de quem quer atenção.

Confissão




Nunca consegui falar de amor
No verdadeiro sentido.
Tento falar dele,
Mas penso que é inútil
Falar de algo que nunca tive.


Me pego pensando
Que falo tanto de amor
Justamente por nunca ter tido.
Por não saber o que é amor.


Pois quem tem e sabe
O que é uma coisa
Não fala dela todo dia.


Eu nunca tive o amor,
Mas eu soube dar.
Acho que soube.
Acho que sei amar de verdade.
Mas também sei
Que nunca fui amada.


E dói saber
Que só sou desejada, não amada.

"Mulheres de verdade"

Uma mulher de verdade não tem medo de falar o que pensa, pois sempre pensa antes de falar, uma mulher quando passa dos Trinta anos, tem atitudes que apenas no olhar percebemos, não precisa ser vulgar para conquistar ninguém, ela seduz com roupas apropriadas, com assuntos interessantes, e com um olhar predominante. Me cansão as beldades cheias de jovialidade, as mulheres maduras são intensas, mas na medida certa.
Mulheres deixam de ser meninas, quando não se importam mais com o que os outros vão pensar... Mulheres deixam de ser mulheres, quando o amor pela vida acabar.
Que todas as mulheres não se esqueçam, "amem como uma menina, e se entreguem aos seus prazeres como uma mulher"
Jovem sois tu que no amor acreditar.

EXPOSITOR OU PALESTRANTE. A RESPONSABILIDADE DE FALAR SOBRE O QUE SE CONHECE..
No ambiente da comunicação pública, sobretudo quando se trata de temas filosóficos, religiosos ou doutrinários, a escolha das palavras nunca é indiferente. Cada termo carrega consigo uma tradição semântica, um campo de responsabilidade intelectual e uma expectativa de rigor. Por essa razão, a distinção entre expositor e palestrante merece consideração serena e criteriosa.
O termo expositor designa aquele que expõe um conteúdo com método, estudo e responsabilidade interpretativa. Expor não significa apenas falar. Expor implica ordenar ideias, interpretar conceitos, esclarecer princípios e apresentá-los de maneira compreensível ao auditório. Há na palavra expositor uma conotação pedagógica e doutrinária. Trata-se de alguém que não apenas comunica, mas que se esforça por tornar inteligível um conjunto de ideias previamente estudadas e refletidas.
Já a palavra palestrante possui natureza mais ampla e genérica. O palestrante é simplesmente aquele que realiza uma palestra, isto é, alguém que fala publicamente diante de um público sobre determinado assunto. A palavra não pressupõe, necessariamente, aprofundamento metodológico, nem compromisso interpretativo com um corpo doutrinário específico. Pode tratar-se de uma conferência motivacional, de um relato de experiências ou de uma reflexão pessoal.
Essa diferença de natureza torna-se particularmente significativa quando o assunto envolve doutrina, filosofia ou espiritualidade. Nesses campos do pensamento humano, a palavra pronunciada diante de uma assembleia adquire peso formativo. Ideias são transmitidas, convicções são modeladas e interpretações passam a influenciar a consciência coletiva.
Por essa razão, muitas tradições intelectuais e religiosas preferem a designação expositor. A palavra sugere alguém que estudou previamente o tema, que conhece suas fontes e que procura transmiti-lo com fidelidade conceitual. Há uma responsabilidade implícita nesse papel. Quem expõe um pensamento não fala apenas em nome próprio. Fala como intérprete de um conjunto de ideias que o precedem.
Essa perspectiva conduz a uma advertência ética essencial para qualquer forma de comunicação pública. Nunca afirmar assuntos dos quais não se possui conhecimento suficiente. A prudência intelectual constitui um dos fundamentos da honestidade do pensamento. Aquele que se propõe a explicar ideias precisa antes dedicar-se ao estudo, à reflexão e à compreensão cuidadosa daquilo que pretende transmitir.
A história do pensamento mostra que as grandes tradições filosóficas e espirituais sempre valorizaram essa atitude. O ensino responsável nasce do estudo sério. A exposição clara nasce da compreensão profunda. Quando a palavra é utilizada sem esse fundamento, corre-se o risco de substituir o esclarecimento pela opinião e o conhecimento pela improvisação.
Assim, no campo doutrinário, o termo expositor revela-se mais adequado. Ele indica alguém que procura apresentar ideias com fidelidade, método e responsabilidade intelectual. O palestrante fala. O expositor explica.
E é justamente na diferença entre falar e explicar que se encontra a verdadeira dignidade da palavra pública. Porque a palavra que nasce do estudo não apenas informa. Ela ilumina o entendimento e convida a consciência humana a elevar-se pelo caminho do conhecimento.

EXPOSITOR OU PALESTRANTE. A RESPONSABILIDADE DE FALAR SOBRE O QUE SE CONHECE.
No ambiente da comunicação pública, sobretudo quando se trata de temas filosóficos, religiosos ou doutrinários, a escolha das palavras jamais é indiferente. Cada termo encerra uma tradição conceitual e estabelece uma expectativa quanto ao grau de responsabilidade intelectual de quem fala. Por essa razão, a distinção entre expositor e palestrante merece análise cuidadosa.
O termo expositor designa aquele que expõe um conteúdo mediante estudo prévio, organização lógica das ideias e fidelidade às fontes que interpreta. Expor não é simplesmente falar. Expor significa esclarecer princípios, ordenar raciocínios, interpretar conceitos e transmiti-los de forma inteligível. Há nessa palavra um caráter pedagógico e metodológico. O expositor assume a tarefa de tornar compreensível um conjunto de ideias que foram previamente examinadas com rigor.
Já o termo palestrante possui natureza mais ampla e menos precisa. O palestrante é aquele que realiza uma palestra, isto é, que discorre diante de um público sobre determinado tema. A palavra não pressupõe necessariamente aprofundamento doutrinário nem compromisso sistemático com a interpretação fiel de um corpo de ideias. Trata-se de uma designação genérica para quem fala em público.
Essa distinção torna-se particularmente relevante em ambientes de estudo espiritual ou filosófico. Nessas esferas, a palavra pronunciada diante de uma assembleia exerce função formativa. Ideias são assimiladas, interpretações são transmitidas e convicções passam a influenciar a consciência coletiva.
Há, contudo, um aspecto ainda mais sutil nessa diferença. A estrutura tradicional de uma palestra costuma ser essencialmente unilateral. O palestrante fala, o público escuta. Não há, em regra, espaço natural para diálogo crítico ou para intervenções que examinem a fidelidade do conteúdo apresentado. Os ouvintes neófitos, por não possuírem ainda formação suficiente, geralmente recebem a exposição como verdade completa. Já aqueles que estudaram profundamente o tema podem perceber eventuais imprecisões ou desvios conceituais, mas raramente encontram ocasião adequada para apontá-los.
Nesse cenário, a palavra palestrante pode, involuntariamente, criar uma espécie de barreira silenciosa. A comunicação torna-se vertical, e a possibilidade de correção fraterna ou de debate esclarecedor diminui consideravelmente. O resultado é que eventuais equívocos permanecem sem análise, enquanto os ouvintes menos experientes assimilam ideias que nem sempre correspondem com exatidão ao pensamento original das fontes doutrinárias.
O modelo do expositor, por outro lado, está historicamente associado ao estudo coletivo e ao exame reflexivo. O expositor não se coloca como autoridade incontestável. Ele apresenta o tema como alguém que também se encontra em processo de aprendizado, oferecendo aos ouvintes os elementos necessários para reflexão e aprofundamento. Nesse espírito, a exposição tende a aproximar-se mais de um diálogo intelectual do que de um monólogo oratório.
Essa diferença conduz a um princípio ético fundamental para qualquer forma de ensino público. Nunca afirmar com segurança aquilo que ainda não foi devidamente compreendido. A prudência intelectual constitui um dos fundamentos da honestidade do pensamento. A palavra que pretende esclarecer precisa nascer do estudo, da análise e da consciência da própria responsabilidade.
Quando essa atitude está presente, a exposição transforma-se em verdadeiro serviço ao conhecimento. A palavra deixa de ser mero discurso e passa a tornar-se instrumento de esclarecimento.
E é justamente nessa fidelidade ao estudo, à reflexão e à responsabilidade intelectual que a palavra humana encontra sua mais alta dignidade.