Falar de Alguém Especial

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Quando alguém te chamar de doente,
Não brigue, não retruque...
Peça humilde que a pessoa
Indique o tratamento...
Já que a pessoa sabe fazer diagnóstico
Também deve indicar o remédio

O serviço público funciona porque alguém não dorme. O reajuste mostra quem dorme tranquilo: 4,71%.

Não desperdice a vida que alguém rezaria para ter.

Quando faz-se indispensável mandar alguém à algum lugar áspero, na sutileza faça-o, encaminhe-lhe a uma gratificante e agradável viagem, através do descaso e do silêncio.

⁠⁠ Uma pessoa vitoriosa não é aquela que nunca caiu ou que jamais ouviu um não na vida. É alguém que apesar de todos os nãos e tombos que levou não abaixou a cabeça e seguiu em frente.

Não é porque não deu certo com alguém que dará errado para você. É preciso que você se autoconheça para que tenha autenticidade, mantendo uma autoconfiança em equilíbrio.

O fato de não ter dado certo com alguém não significa que dará errado para você. É preciso autoconhecimento para manter a autenticidade e autoconfiança em equilíbrio.

O fato de algo não ter dado certo com alguém não significa que também dará errado com você. É preciso ter muito autoconhecimento para ter autenticidade e autoconfiança em equilíbrio.

Para ser feliz com alguém do mesmo sexo ou do sexo oposto, você não precisa amar a pessoa. Se você gostar verdadeiramente, é suficiente para ter um vida de felicidade plena ao lado dessa pessoa.

Entre Telas e Sentimentos
(Jelres Freitas - Julho/2026)



Como pode alguém tão distante
Se fazer tão presente em mim?
Como pode uma simples conversa
Transformar um dia ruim?


Ainda não toquei suas mãos,
Nem pude encontrar seu olhar,
Mas suas palavras me abraçam
De um jeito difícil de explicar.


Você chegou devagar,
Sem prometer, sem exigir,
E quando percebi sua presença,
Já esperava você surgir.


Espero sua mensagem,
Seu sorriso em uma fotografia,
A voz que atravessa a distância
E devolve cor ao meu dia.


Pode parecer loucura
Amar alguém sem poder tocar,
Mas existem pessoas que chegam
Onde as mãos não podem alcançar.


Você não conhece meus abraços,
Mas já acalmou meu coração.
Não caminhamos lado a lado,
Mas seguimos na mesma direção.


Eu sei o que sinto por você,
E não preciso o amanhã esperar:
Desde o instante em que chegou,
Meu coração escolheu te amar.


Você trouxe alegria
Ao lugar em que havia solidão,
Trouxe esperança aos meus pensamentos
E paz para o meu coração.


Não quero atropelar nossa história,
Quero vivê-la por inteiro,
Conhecendo, a cada novo dia,
A mulher que desejo ao meu lado primeiro.


Amar é reconhecer alguém
Mesmo antes de poder encontrar.
E eu já reconheço em você
A mulher que escolhi amar.


Ainda existe uma tela entre nós,
Uma distância para vencer,
Mas, mesmo sem tocar seu rosto,
Minha alma já encontrou você.


E quando o encontro finalmente chegar,
Não será o começo do que senti:
Será apenas o primeiro abraço
De um amor que já nasceu aqui.

"Fazer alguém sorrir ,
faz teu coração sorrir
também"

"O amor é o único
sentimento que
quando alguém
o encontra, acaba
se esquecendo
dos outros"

Enquanto você olhar
para trás e ainda
enxergar alguém,
você não estará só.

Cuidado, não deseje o mau para alguém, pois a vida cobra aqui mesmo porque, no céu, ninguém entra devendo.

Nem nos meus melhores momentos de descontração, me atreveria a brincar com os infortúnios de alguém…


Mas me atrevo a dizer que talvez não haja câncer mais agressivo que a metástase que há muito assola o Congresso Nacional.


Nem mesmo nos instantes de maior descontração ousaria brincar com os infortúnios que a vida impõe a alguém.


A dor alheia, por mais distante que pareça, nos exige muito respeito — porque amanhã, uma igualmente ou até pior, pode bater à nossa porta.


Mas, olhando para a realidade política, percebo que talvez não exista câncer mais agressivo do que aquele que corrói as instituições por dentro.


A metástase que há muito tempo assola o Congresso Nacional não é feita de células doentes, mas de práticas que se multiplicam despudoradamente: corrupção, privilégios, conchavos e o desprezo pelo povo.


Diferente de uma doença física, que a ciência e a esperança tentam curar, esse mal se fortalece no silêncio da sociedade e na acomodação de quem já se acostumou com ele.


E assim, geração após geração, vamos herdando um corpo político debilitado, enfraquecido e refém de suas próprias deformações.


Se um câncer no corpo humano ameaça a vida, o câncer da política ameaça a própria noção de futuro coletivo.


A diferença é que, nesse caso, a cura não depende apenas de médicos ou remédios, mas da coragem de uma sociedade inteira em não se conformar.

Sempre que vejo alguém se valendo do nome de Deus para se Esconder, Aparecer e se Promover, sobretudo na arena política, lembro da perseguição ao Filho d'Ele…


Mataram-no!


E foram justamente os religiosos da época que perseguiram o Filho d’Ele até a cruz.


Mas, ali, no desfecho da maior injustiça, não estava cercado por sacerdotes ou homens de fé, mas ladeado por dois ladrões.


A lembrança é dura, mas necessária: a vaidade dos que se dizem de Deus pode ser tão nociva quanto a agenda oculta dos que O negam.

Está para nascer alguém mais Feliz do que os que podem (com)partilhar suas tristezas e mais Triste do que os que não podem (com)partilhar suas alegrias.


Feliz é aquele que encontra espaço para partilhar as próprias tristezas. Porque a dor repartida, mesmo que não desapareça, torna-se mais leve ao ser acolhida por outro coração.


Do mesmo modo, está para nascer alguém mais triste do que aquele que não encontra com quem partilhar as próprias alegrias.


Porque a felicidade guardada em silêncio perde cor, e um riso não ecoa inteiro quando não encontra outro riso para acompanhá-lo.


A vida se constrói nesse movimento de ida e volta: consolar e ser consolado, celebrar e ser celebrado.


Quando temos a quem confiar nossas lágrimas e a quem oferecer nossas risadas, descobrimos que a verdadeira riqueza não está em acumular, mas em compartilhar.


Talvez a maior bênção da existência humana não seja estar sempre Feliz ou sempre amparado, mas nunca estar só.

Sem naufragar no abismo das próprias misérias, ninguém conseguiria comemorar o infortúnio de alguém.


Mas, se parar para pensar, essa comemoração revela mais sobre o vazio de quem celebra do que sobre o destino de quem caiu.


É como se a dor alheia funcionasse como anestesia momentânea para a própria carência.


No entanto, a alegria construída sobre a queda do outro é sempre frágil: dura pouco, envenena devagar e nunca preenche.


A verdadeira libertação não está em aplaudir a ruína do outro, mas em resistir ao impulso de medir a própria vida pela infelicidade alheia.

Aprendi que tudo feito com muito Amor e Carinho dá certo…


Inclusive Brigar!


É raro alguém conseguir Brigar com tanto Amor e Carinho, sem deixar o pincel cair de propósito — só para rabiscar o perdão no meio da discussão.


Porque certas brigas nascem apenas para nos lembrar que o Abraço é o ponto final mais bonito…


Os abraços grandes, os memoráveis, nascem das mãos livres… e dos corações presos — ao desejo de amar.


Com carinho — à prima, Elaine Ferreira.

Um dos maiores palcos de manipulação do país — quiçá do mundo — Brasília haveria de receber alguém de pulso, cheio de vontade de libertar — deixe ir: Fabrício Carpinejar!


Brasília, com sua arquitetura monumental e sua aura de poder, sempre foi mais do que a capital política do país — é o símbolo vivo da manipulação institucionalizada, da retórica cuidadosamente ensaiada, das verdades maquiadas em discursos de ocasião.


Ali, onde se fabricam narrativas e se negociam destinos, a liberdade — essa palavra tão pequena e tão cara — costuma ser tratada como um artigo de luxo, raramente distribuído e quase nunca praticado.


E então, de repente, chega Carpinejar.


Com sua voz que mistura ternura e brutal honestidade, com seu dom de traduzir sentimentos que o poder não compreende, ele atravessa os corredores de Brasília não para discursar, mas para desatar.


Lança “Deixa ir” — um livro que fala sobre o desapego, sobre o amor que sabe partir, sobre a leveza que nasce quando se solta o que aprisiona.


E é aí que mora a ironia mais sublime:
No palco da manipulação, onde os verbos dominantes são reter, aprisionar, onde a vaidade se confunde com propósito, chega um poeta dizendo: “Deixe ir.”


É como soltar um pássaro dentro de um aquário de concreto.


Como ensinar o poder a amar sem possuir.


Carpinejar, nesse gesto, não apenas lança um livro — lança uma provocação existencial.


É como se dissesse: “Enquanto o país se esforça para segurar o que não cabe mais nas mãos, eu escrevo para lembrar que o verdadeiro domínio é saber soltar.”


Não haveria melhor palco para deixar ir do que aquele que só sabe aprisionar!