Falar
você tem que se amar, quando alguém falar mal de você, não se desespere, não fica preocupado vai para o trono e conta tudo para Deus, o que fizeram com você.
MÃE
Falar do amor de Mãe
Amor vida, amor de mistério
Milagre de continuidade...
Sopro do ar puro
Fonte do refrigério!
Isso é Amor de Mãe.
Mãe é lugar do Amor
Mãe é abrigo...
No tempo Presente
Do verbo Amar.
Quer saber
Deu vontade de te ver,
De falar com você...
Frases soltas pelo ar
Sem saber o que dizer.
Quer saber!...
Eu aceito a condição,
Quero estar em tuas mãos...
Que lhe diga o coração
O que houver pra lhe falar,
É no silencio de um beijo
Que eu quero te encontrar...
Edney Valentim Araújo
Falar da cor dos temporais
como quem nomeia o que não se deixa tocar.
Inventar tons para o que passa rápido demais,
para o que rasga o céu e não pede pra ficar.
Falar de coisas que ninguém viu,
nem os olhos mais atentos, nem a memória mais antiga.
Coisas que só existem no sentir,
no intervalo entre o que dói e o que ainda abriga.
Falar das flores de abril,
mesmo quando o chão insiste em silêncio.
Porque há sempre um brotar escondido,
um gesto de vida acima de qualquer sofrimento.
E então, dizer de tudo aquilo
que escapa do certo e do errado,
do que não cabe em medida, nem em julgamento
apenas existe… vasto, indomável, sentido.
Você foi como segurar na mão do diabo,
Que logo me soltou,
Quando comecei a falar em língua de anjos.
A música é diferente ao apenas falar ou entoar algumas palavras.
Falar em tom melódico, com ritmo e afinação onde cada palavra ou sílaba tem o seu espaço o seu mundo particular . Notas musicais sao assim um universos melodicos...
Falar sobre perdão é importante.
Mas também é preciso falar sobre quem fere, humilha e não se responsabiliza pelo mal que faz.
Janice F. Rocha
Falar do que a gente vive é fácil. Difícil é ter sensibilidade pra perceber que nem sempre estamos bem.
Julgar é falar do outro usando as palavras que moram nas próprias feridas. Por isso, quem julga revela mais o coração que carrega do que o erro que enxerga.
Ninguém mais sabe como
E para onde foi Lorent Saleh,
Ninguém mais ouviu sequer
Falar em devido processo legal,
Ninguém mais sabe de nada
E nem dos direitos do General.
Ninguém sequer mais sonha,
Ninguém sequer está dormindo,
Ninguém sequer mais se fala,
Ninguém está sequer cantando,
Ninguém está se alimentando,
Ninguém está mais sorrindo.
Ninguém sabe que a vergonha
Tem mais de um endereço certo,
E que vai além do Helicóide;
Envio esse poema como o céu
Envia para a Terra um OVNI
Para quem os maltrata à toa.
Ninguém resolve mais nada,
Ninguém mais sabe da tropa,
Ninguém possui mais fé,
Ninguém procura mais a saída,
Ninguém está contente com tudo,
Ninguém imagina uma alternativa.
De ninguém para ninguém
É assim que também me sinto,
Porque ninguém está me ouvindo;
Que ninguém se sinta ofendido,
Pois é assim que um povo se sente
Quando não tem mais governo,
E nenhum apoio: NINGUÉM.
26/03
Quando alguém te falar
com ironia ou te diminuir
não vale no contato
virtual ou real insistir.
Falar sem pensar
não é necessário,
Provocar também não,
se for flertar com
o quê é arriscado,
Melhor colher Pitombas,
deixar o quê é confuso de lado,
E fazer o caminho com cuidado
tornando cada novo passo
diário seguro e pacificado.
"...e vêm os mortos que estão sempre vivos, falar aos vivos que estão não invariavelmente sempre mortos".
Trecho da palestra proferida por: Marcelo Caetano Monteiro, no ano de 1995 no Centro Grupo de Estudos Espíritas Frederico Figner e anos mais tarde repetida no Centro Espírita Manoel Soares.
Tema: Mediunidade.
EXPOSITOR OU PALESTRANTE. A RESPONSABILIDADE DE FALAR SOBRE O QUE SE CONHECE..
No ambiente da comunicação pública, sobretudo quando se trata de temas filosóficos, religiosos ou doutrinários, a escolha das palavras nunca é indiferente. Cada termo carrega consigo uma tradição semântica, um campo de responsabilidade intelectual e uma expectativa de rigor. Por essa razão, a distinção entre expositor e palestrante merece consideração serena e criteriosa.
O termo expositor designa aquele que expõe um conteúdo com método, estudo e responsabilidade interpretativa. Expor não significa apenas falar. Expor implica ordenar ideias, interpretar conceitos, esclarecer princípios e apresentá-los de maneira compreensível ao auditório. Há na palavra expositor uma conotação pedagógica e doutrinária. Trata-se de alguém que não apenas comunica, mas que se esforça por tornar inteligível um conjunto de ideias previamente estudadas e refletidas.
Já a palavra palestrante possui natureza mais ampla e genérica. O palestrante é simplesmente aquele que realiza uma palestra, isto é, alguém que fala publicamente diante de um público sobre determinado assunto. A palavra não pressupõe, necessariamente, aprofundamento metodológico, nem compromisso interpretativo com um corpo doutrinário específico. Pode tratar-se de uma conferência motivacional, de um relato de experiências ou de uma reflexão pessoal.
Essa diferença de natureza torna-se particularmente significativa quando o assunto envolve doutrina, filosofia ou espiritualidade. Nesses campos do pensamento humano, a palavra pronunciada diante de uma assembleia adquire peso formativo. Ideias são transmitidas, convicções são modeladas e interpretações passam a influenciar a consciência coletiva.
Por essa razão, muitas tradições intelectuais e religiosas preferem a designação expositor. A palavra sugere alguém que estudou previamente o tema, que conhece suas fontes e que procura transmiti-lo com fidelidade conceitual. Há uma responsabilidade implícita nesse papel. Quem expõe um pensamento não fala apenas em nome próprio. Fala como intérprete de um conjunto de ideias que o precedem.
Essa perspectiva conduz a uma advertência ética essencial para qualquer forma de comunicação pública. Nunca afirmar assuntos dos quais não se possui conhecimento suficiente. A prudência intelectual constitui um dos fundamentos da honestidade do pensamento. Aquele que se propõe a explicar ideias precisa antes dedicar-se ao estudo, à reflexão e à compreensão cuidadosa daquilo que pretende transmitir.
A história do pensamento mostra que as grandes tradições filosóficas e espirituais sempre valorizaram essa atitude. O ensino responsável nasce do estudo sério. A exposição clara nasce da compreensão profunda. Quando a palavra é utilizada sem esse fundamento, corre-se o risco de substituir o esclarecimento pela opinião e o conhecimento pela improvisação.
Assim, no campo doutrinário, o termo expositor revela-se mais adequado. Ele indica alguém que procura apresentar ideias com fidelidade, método e responsabilidade intelectual. O palestrante fala. O expositor explica.
E é justamente na diferença entre falar e explicar que se encontra a verdadeira dignidade da palavra pública. Porque a palavra que nasce do estudo não apenas informa. Ela ilumina o entendimento e convida a consciência humana a elevar-se pelo caminho do conhecimento.
EXPOSITOR OU PALESTRANTE. A RESPONSABILIDADE DE FALAR SOBRE O QUE SE CONHECE.
No ambiente da comunicação pública, sobretudo quando se trata de temas filosóficos, religiosos ou doutrinários, a escolha das palavras jamais é indiferente. Cada termo encerra uma tradição conceitual e estabelece uma expectativa quanto ao grau de responsabilidade intelectual de quem fala. Por essa razão, a distinção entre expositor e palestrante merece análise cuidadosa.
O termo expositor designa aquele que expõe um conteúdo mediante estudo prévio, organização lógica das ideias e fidelidade às fontes que interpreta. Expor não é simplesmente falar. Expor significa esclarecer princípios, ordenar raciocínios, interpretar conceitos e transmiti-los de forma inteligível. Há nessa palavra um caráter pedagógico e metodológico. O expositor assume a tarefa de tornar compreensível um conjunto de ideias que foram previamente examinadas com rigor.
Já o termo palestrante possui natureza mais ampla e menos precisa. O palestrante é aquele que realiza uma palestra, isto é, que discorre diante de um público sobre determinado tema. A palavra não pressupõe necessariamente aprofundamento doutrinário nem compromisso sistemático com a interpretação fiel de um corpo de ideias. Trata-se de uma designação genérica para quem fala em público.
Essa distinção torna-se particularmente relevante em ambientes de estudo espiritual ou filosófico. Nessas esferas, a palavra pronunciada diante de uma assembleia exerce função formativa. Ideias são assimiladas, interpretações são transmitidas e convicções passam a influenciar a consciência coletiva.
Há, contudo, um aspecto ainda mais sutil nessa diferença. A estrutura tradicional de uma palestra costuma ser essencialmente unilateral. O palestrante fala, o público escuta. Não há, em regra, espaço natural para diálogo crítico ou para intervenções que examinem a fidelidade do conteúdo apresentado. Os ouvintes neófitos, por não possuírem ainda formação suficiente, geralmente recebem a exposição como verdade completa. Já aqueles que estudaram profundamente o tema podem perceber eventuais imprecisões ou desvios conceituais, mas raramente encontram ocasião adequada para apontá-los.
Nesse cenário, a palavra palestrante pode, involuntariamente, criar uma espécie de barreira silenciosa. A comunicação torna-se vertical, e a possibilidade de correção fraterna ou de debate esclarecedor diminui consideravelmente. O resultado é que eventuais equívocos permanecem sem análise, enquanto os ouvintes menos experientes assimilam ideias que nem sempre correspondem com exatidão ao pensamento original das fontes doutrinárias.
O modelo do expositor, por outro lado, está historicamente associado ao estudo coletivo e ao exame reflexivo. O expositor não se coloca como autoridade incontestável. Ele apresenta o tema como alguém que também se encontra em processo de aprendizado, oferecendo aos ouvintes os elementos necessários para reflexão e aprofundamento. Nesse espírito, a exposição tende a aproximar-se mais de um diálogo intelectual do que de um monólogo oratório.
Essa diferença conduz a um princípio ético fundamental para qualquer forma de ensino público. Nunca afirmar com segurança aquilo que ainda não foi devidamente compreendido. A prudência intelectual constitui um dos fundamentos da honestidade do pensamento. A palavra que pretende esclarecer precisa nascer do estudo, da análise e da consciência da própria responsabilidade.
Quando essa atitude está presente, a exposição transforma-se em verdadeiro serviço ao conhecimento. A palavra deixa de ser mero discurso e passa a tornar-se instrumento de esclarecimento.
E é justamente nessa fidelidade ao estudo, à reflexão e à responsabilidade intelectual que a palavra humana encontra sua mais alta dignidade.
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