Fabio de Melo Acaso Deus Felicidade
ENTREGA
Resistimos a nos entregar totalmente a Deus porque ainda estamos entregues aos nossos desejos. Não temos como experimentar o que Deus tem para nós quando agimos assim
Quando Deus se faz presente no silêncio da noite é como chuva que cai em uma terra seca e sedenta. Só Deus pode dar a vida as plantas semimortas dos corações dilacerados pelas circunstâncias da vida.
Momentos de solidão são necessários para o coração. Aprendemos que nesta vida, apenas Deus nos entende, pois nós não entendemos nada sobre a solidão que sentimos em nós mesmos...
Depois de anos vividos, descobrimos que só vale à pena viver buscando conhecer a Deus, pois desconhecemos a nós mesmos...
Sozinho, olhando para o interior, vai perceber que nunca esteve só. No silêncio também, Deus se faz presente!
Quando encararmos verdadeiramente as nossas frustrações e mágoas, poderemos buscar a Deus com sinceridade de coração.
Precisamos admitir que, a doença interior que impede a intimidade com Deus, já está em estágio bem avançado.
Até mesmo os desejos bons em relação a nossa intimidade com Deus, quando não conseguimos realizar, nos sentimos frustrados e desanimados.
Precisamos de um encontro a três (nós, o nosso eu e Deus), para assumirmos o que realmente nós somos... sem superficialidades!
REFLEXÃO PROFUNDA
Rm 1:21 - ”porque, tendo conhecido a Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe renderam graças, mas os seus pensamentos tornaram-se fúteis e os seus corações insensatos se obscureceram.”
Rm 1:31 - ”são insensatos, desleais, sem amor pela família, implacáveis.”
Gl 6:7 - ”Não se deixem enganar: de Deus não se zomba. Pois o que o homem semear, isso também colherá.”
Confiar em Deus é ter a certeza de que jamais estaremos sozinhos, pois Ele estará sempre ao nosso lado.
Deus, em sua infinita bondade, concede ao ser humano a liberdade de escolher entre o bem e o mal. Não impõe caminhos, mas orienta, alertando sobre as consequências de cada escolha.
O livre-arbítrio é um dom sagrado, e com ele vem a responsabilidade: toda escolha carrega em si os encargos que lhe são inerentes. A liberdade é um privilégio, mas também um peso que exige consciência.
