Experiência

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Não há como negar que limite existe em todas as áreas que compõe a experiência humana, mas só é um obstáculo para quem decide aceitá-lo.

"A experiência é um troféu composto por todas as vitórias e derrotas que vivemos" Ademar de Borba

A vida sempre tem seus desafios, não importa qual, uma experiência minha, quer vou levar pra toda vida, eu sou apenas um adolescente de 12 anos, mais, a vida, me ensinou a não confiar em ninguém, um que considerava da minha família, me botou em um problema, e, eu aprendi, que, a confiança, é algo raro de se ter em uma pessoa, mais, temos que se lembrar, que, cada escolha que agente faz, tem uma consequência, seja ela boa, ou, ruim.

Quem despreza
a voz da verdade,
encontra a mão
pesada da
experiência.

Depois de bastante sofrer, aprendi e me acostumei,
As experiência, lições e vivências, que a vida me ofereceu...
Ser prioridade na minha vida, virou indiscutível lei,
Existindo sempre uma ordem, e em primeiro lugar, sempre eu...

Conselhos e orientações não nascem exclusivamente da Experiência, mas da Vivência.
Experiência é o que se viveu; Vivência é a sabedoria que se adquire ao aprender com as experiências de outrem.

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Ser decepcionado por alguém é uma experiência que todos enfrentam em algum momento da vida. A primeira vez costuma ser inesperada, quase como um choque. A decepção chega de surpresa, porque ainda acreditamos na imagem que criamos da pessoa. Na segunda vez, já não há o mesmo espanto: é um aviso. Um sinal claro de que algo não está em equilíbrio. Porém, quando a mesma situação se repete mais de duas vezes, já não estamos mais diante de um simples erro do outro, mas diante de uma escolha nossa.

É duro admitir, mas a insistência em permanecer em um ciclo de decepções revela mais sobre o que aceitamos do que sobre o que nos fazem. Quando alguém mostra repetidamente quem é e ainda assim escolhemos ficar, a dor que sentimos deixa de ser apenas consequência do comportamento alheio. Passa a ser também o resultado de nossa permissão silenciosa. Nesse ponto, não se trata mais apenas do outro, mas do limite que colocamos , ou não colocamos em nossa vida.

Decepções que se repetem são lições não aprendidas. Elas carregam a mensagem de que precisamos olhar para dentro de nós mesmos, identificar o porquê de tolerarmos atitudes que ferem, e entender que não merecemos menos do que respeito e verdade. Continuar em um vínculo que machuca é como insistir em uma porta que já demonstrou estar fechada. A cada tentativa, a frustração aumenta, e o coração se desgasta.

É natural querer acreditar que as pessoas mudarão, mas a transformação não acontece pelo nosso desejo. Cada um só muda quando reconhece a própria necessidade. Enquanto isso não ocorre, a escolha de permanecer se torna um fardo que carregamos sozinhos. Por isso, compreender o valor do “basta” é um ato de coragem. Ele não representa desistência, mas sim a defesa da própria dignidade.

O coração pede, em silêncio: “me escolha desta vez”. Escolher-se significa priorizar a própria paz, mesmo que isso implique deixar para trás quem gostaríamos que tivesse ficado. É doloroso, mas também libertador. Quando aceitamos que não temos controle sobre os atos do outro, mas temos total controle sobre o que permitimos em nossa vida, damos um passo rumo ao amadurecimento.

A repetição da decepção serve como um espelho. Mostra-nos nossas próprias fragilidades, nossos medos de estar só, nossas esperanças insistentes. Mas também nos convida a romper o ciclo, a reescrever a história a partir de uma decisão consciente. Afinal, permanecer onde não há reciprocidade é se condenar a reviver a mesma dor inúmeras vezes.

Aprender a se escolher é, portanto, uma prática de amor-próprio. É entender que a verdadeira lealdade deve começar dentro de nós. Quando decidimos dar prioridade ao que nos faz bem, abrimos espaço para relações mais saudáveis, autênticas e respeitosas.

Ser decepcionado não é o fim. É um chamado para enxergar a verdade, para aprender sobre limites e para crescer. A vida não se resume àqueles que nos ferem. Pelo contrário, ela se expande quando entendemos que merecemos vínculos mais sinceros. E, quando escolhemos a nós mesmos, não perdemos , ganhamos de volta a liberdade de viver em paz.

Por André Luiz Santiago Eleuterio.

Eu nunca perco. Ou ganho experiência, ou ganho sabedoria. Mas nunca saio de mãos vazias.

⁠Não tem como perder experiência, só ganhar.

A vida não é um problema a ser resolvido, mas uma experiência a ser vivida. O segredo está em aprender a caminhar com sabedoria, mesmo quando o caminho parece incerto.

Lembre-se de que o sofrimento é uma experiência única para cada pessoa, e o que funciona para uma pessoa pode não funcionar para outra. É importante encontrar as estratégias que funcionam melhor para você.

Tentar e fracassar é experiência.
O fracasso é nunca tentar.

Eu não sou vítima, eu sou criadora. Cada experiência da minha vida foi um professor disfarçado.

A imaginação supera a experiência.
Experiência ilumina o passado, mas só a imaginação clareia a mente.

A experiência é necessária, mas com a imaginação a amplificamos.

Quando acordamos de um sonho ele torna-se banal. Melhor do que acordar é a experiência direta na realidade que buscamos de dentro do nosso querer. E nesta vivência, se conseguirmos inverter o olhar de dentro para fora sem que acordemos, podemos então começar a ousar da vida sem parar de sonhar.

Você só vive uma experiência de verdade quando se permite senti-la. Não basta olhar de fora, não basta racionalizar — é preciso mergulhar profundamente. Entrar nela e deixar que ela entre em você, isso é o gonzo. Viver sem anestesia, absorver cada detalhe, estar inteiro, sem reservas.
Mas há um preço. E é preciso estar pronto. Pronto para abortar a missão no instante em que perceber que está se perdendo, perdendo sua essência, perdendo totalmente o controle de si mesmo.
Não é para qualquer um. Não é um jogo. Porque isso pode te quebrar. Pode corromper, pode consumir, pode te destruir.
Mas quando você aguenta, quando você atravessa — é avassalador. É transformador. É incrível.
E quando você olha pra trás não há arrependimento, nem nostalgia, apenas mais uma forma de sobreviver intensamente.

O ser humano é uma fagulha do Absoluto, presa numa experiência criada por um agente limitado.

⁠"Há muitos investimentos que podemos fazer com o nosso dinheiro, no entanto, por experiência particular, o melhor deles é a devolução do dízimo".