Existem Pessoas que Sao Flores

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O pânico e o terror são as armas mais simples e perigosas que possui um extremista.

"Amigos não são perfeitos. Brigam, se xingam, se odeiam, se cuidam e se amam. Amigo é aquele que mesmo longe está sempre por perto, que não perde o encaixe do abraço e os gostos pelas mesmas idiotices".

Expectativas são tão engraçadas e imprevisíveis, pois, você perde tanto tempo adivinhando como sua vida deve ser e almejando maneiras para torná-la de acordo com os seus sonhos, porém, você não tem como saber até o dia em que abrir os olhos e ver que se relaxar e deixar o inesperado acontecer, pode ser algo ainda mais bonito do que você jamais imaginou. Jamais.

A arte e o tempo

Quem são os meus companheiros? - pergunta-se Juan Gelman.
Juan diz que às vezes encontra homens que têm cheiro de medo, em Buenos Aires, em Paris ou em qualquer lugar, e sente que estes homens não são seus contemporâneos. Mas existe um chinês que há milhares de anos escreveu um poema, sobre um pastor de cabras que está longe, muito longe da mulher amada e mesmo assim pode escutar, no meio da noite, no meio da neve, o rumor do pente em seus cabelos; e lendo esse poema remoto, Juan comprova que sim, que eles sim: que esse poeta, esse pastor e essa mulher são seus contemporâneos.

Devemos tomar consciência que os direitos da natureza e os direitos humanos, são dois nomes da mesma dignidade. E qualquer contradição é artificial

Diferencie problemas reais de problemas imaginários e elimine-os, porque são puras perdas de tempo e ocupam um espaço mental precioso, que deveria ser usado para coisas mais importantes.

Palavra sabia são...

As que nos dão lição de moral; fazem-nos pensar na vida; aquelas que mesmo não gostamos ouvimos e percebemos como são necessárias.

A vida...

È uma verdadeira bagunça que cabe a nos arruma conforme as nossas necessidades; uma estrada onde caminhos mal dados nos levam a lugares também errados; Posso compará-la á uma flor às vezes fica meio sem graça, mas nunca perde seu encanto!

Com o tempo...

Percebemos que nem tudo é passageiro; que alguns amores permanecem; que amigos verdadeiros não se vão; que o Amor que Deus tem por nos não passou e nem passará; que alguns dias nascem nublados e que às vezes permanecem; que a vida é muito, mas que dinheiro; muito, mas que baladas; muito, mas que beijos; e que a vida vai muito além de tudo aquilo que podemos com compreender.

As paixões nos cegam... o Amor coloca nossos pés no chão...e que a amizade fica nesse meio...um não existe sem o outro!!!

Não sou o que sou; sou tudo aquilo que aprendo, pois isso me faz ser que sou agora.

Os livros... Aqueles que muitos não gostam de ler...

São fontes de sabedoria, que ultrapassão o passado, está no presente e ganharam o futuro; não julgue um livro pela capa nem por sua história.

Pessoas...

São seres individuais... não tente comparar;não são objetos,mas se fazem necessárias em nossas vidas!

Pais...

São presentes dados por Deus para cuidar de nos; são aqueles nos bancam; dão-nos dinheiro para nossas futilidades; que passam a noite em claro quando estamos doentes; e também são aqueles que nos cedem um pedaço da cama deles quando temos pesadelos...; o mundo precisa de mais Pais para cuidar das pessoas tão carentes de Amor.

Alguns (falsos) amigos são como dentes podres, bem agarrados mas que nos impedem de sorrir.

Conseguir uma coisa e ter a sabedoria para usá-la... são posições bem diferentes.

Albert Camus escreveu: “Abençoados são os corações que podem dobrar, eles nunca se partirão.” Mas eu me pergunto… se não se partir não haverá cura, não havendo cura, então, não haverá aprendizado. E se não houver aprendizado… Então não haverá luta. Mas a luta é uma parte da vida, então, devem todos os corações partirem?

As mentes foram dominadas. Alienação e depressão são os novos sintomas humanos.

As aparências não são pra mim
Agradeço o dia em que te conheci
Tenho certeza que te farei feliz
Com um beijo te farei sorrir

Bom, meu coração é de ouro e minhas mãos são frias.

Sabe meus amigos? Eles são os mais idiotas, os mais chatos, os mais irritantes, os mais constrangedores, imbecis e imaturos e que existem, mas também são os melhores.

As mulheres são sábias como as abelhas: só dão ferroadas sob ameaças, mas nunca antes de entregarem suas doçuras.

Filhos são verdadeiras bençãos de Deus. Quando nos sentimos incompletos, Deus nos concede a maravilhosa graça de gerar uma nova vida simbolizando o seu infinito amor por nós. São os seus anjos, que Ele nos permite cuidar e chama-los de FILHOS!

Sonhos
Nunca deixe de sonhar,
Os sonhos são reais sim.
Acredite,
Os sonhos te levaram ao futuro.
Não basta só sonhar, tem que ter perseverança.
E nunca se esqueça da esperança e da confiança elas são grande parte da sua fé.
Siga Adiante, Nossos Destinos São Os Sonhos.
Deixe-os vivo, pulsando!

Eu sou uma pessoa intensamente reservada. Eu acho que experiências pessoais compartilhadas são preciosas e não estão à venda.

Consequencias
Tenho até dó de quem brinca comigo...eu não consigo odiar, pois ódio e amor são irmãos. Eu ignoro mesmo! Falsidade se paga com Indiferença!

“Na Natureza Selvagem”

Todos os seres humanos são motivados a fazer coisas inusitadas, quase, senão sempre tem que haver um motivo racional. Na história real de Christopher McCandless, protagonista do drama interpretado por Emile Hirsch em “Na Natureza Selvagem”, suas motivações vão além de um livro que o possa influenciar, como por exemplo: “O apanhador no campo de centeio” (1951) de J.D. Salinger que conta a história de um adolescente que ao ser expulso da escola pega o trem para Nova York antes que seus pais fiquem sabendo da notícia; ou do lendário “Pé na estrada” de Jack Kerouac (1951) que influenciou uma juventude inconformada a sair de casa em busca cada qual de um novo significado para a vida da forma que cada um bem entende.
Com Christopher pode-se dizer que foi um pouco diferente, sobretudo no que se refere às motivações que o levaram a ser um “extremista” como ele mesmo se declara. Antes de se lançar em um ambiente inóspito ao homem solitário, sua sabedoria e revolução espiritual estavam bastante avançadas como é mostrada nessa obra cinematográfica que Sean Penn adaptou do livro de Jonh Krakauer que, aliás, leva o mesmo título.
Após concluir seu ensino superior em 1990 aos 21 anos, Christopher doa toda sua poupança (24 mil dólares) para um instituto de caridade. Parte então para uma aventura vivendo à margem desta sociedade de faz de conta considerada civilizada. Pegando caronas ou viajando clandestinamente em trens de carga. Christopher renega todos os “valores” sociais consumistas, abandona a superficialidade da ideia de estar sempre se ocupando em ter cada vez mais movidos pela ganância. Seus valores familiares também não são mais acessados, o pai, a mãe e a irmã nunca mais o viria novamente.
Na medida em que se relaciona com as pessoas em seu caminho sua perspectiva de mundo vai se configurando e, sendo esta uma via de mão dupla, as pessoas também vão se modificando e principalmente revendo seus valores.
Ansioso por liberdade total, desapegado à regras o jovem adota para si outro nome, agora seu nome é Alexander Supertramp (super-andarilho). Apesar de viver sem rumo, sem dinheiro, apenas sua mochila com diários, livros e algumas roupas, vivendo do que se encontra pela frente, Christopher tem um objetivo: chegar ao Alasca e quando lá chegar, viver o mais intensamente possível sendo, ele mesmo, total parte da natureza selvagem.
Portanto, depois de 2 anos se aventurando e indo ao norte dos Estados Unidos, Christopher chega ao Alasca e pretende viver da terra por um tempo. Compra um livro sobre a fauna local para se orientar. Encontra um ônibus abandonado, provavelmente por uma equipe de biólogos pesquisadores, este é o já lendário “Ônibus Mágico”.
A paixão pela vida selvagem caiu como uma luva para justificar sua fuga de uma sociedade que para ele é mais hostil do que viver como mendigo. Em sua mochila, além dos diários, as obras literárias de Jack London, Leon Tolstoy e Henry David Thoreau que carregavam, tiveram grande influência sobre McCandless. Não se tratava de uma nobre missão, apenas de viver sozinho no Alasca, reconfortado com o que a natureza pudesse lhe proporcionar.
Contudo, perto do centésimo dia no ônibus mágico a fome passa a ser latente e cruel. Os desdobramentos dessa história real nos levam a reflexão sobre a condição humana da vida ativa. A ação do homem e o suprimento de suas necessidades de fato mora na relação com outros homens, outros seres humanos ou é possível viver solitário? Finalmente ele próprio conclui sabiamente que “a felicidade só é real se compartilhada”.

Existe prazer nas matas densas
Existe êxtase na costa deserta
Existe convivência sem que haja
Intromissão no mar profundo e
Música em seu ruído
Ao homem não o amo pouco
Porém, muito a natureza...