Existem Pessoas que Sao Flores

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As pessoas vivem esperando a felicidade, mas, na verdade, ela não é um sorteio, é apenas fruto da sua capacidade de escolha.

As cobras injetam o seu veneno, para se alimentar ou se defender.
Pessoas injetam seus venenos, para atacar ou se promover.

Por que se preocupar com o que as pessoas pensam, se a maioria sequer pensa.

Não tente mudar o jeito de ser das pessoas, pois você não sabe como dói uma pessoa criticar o seu modo de vida, a sua verdadeira face e a sua identificação pessoal. Se ela for grossa, ela sempre será grossa. Se ela for hiperativa, ela sempre será hiperativa.

As pessoas suportam tudo, as pessoas às vezes procuram exatamente o que será capaz de doer ainda mais fundo.

Se você não pensa por si só, e tem medo de duvidar, por que condena as pessoas que pensam, e tem coragem de duvidar?

As pessoas parecidas nunca se conhecem.

Tantas coisas estão acontecendo na minha vida, sinto que estou distante de algumas pessoas que eu queria muito estar perto e me apertam saudades, mas prometo que volto, prometo. Preciso de um momento só meu, minha cabeça no lugar, já já eu arrombo as portas de novo, mas por agora só quero muito espreitar da minha janela. Mas ei, tô feliz!

O mundo não precisa de pessoas inteligentes, mas de pessoas com ações inteligentes...

Há tempos escolhi esperar.


E às vezes as pessoas confundem a minha espera. Pensam que é ausência de desejo. Que é medo. Que é excesso de cuidado. Que é uma renúncia amarga feita por quem desistiu de viver.


Mas não.


Eu espero justamente porque sinto. Talvez mais do que deveria. Talvez porque tudo em mim sempre tenha sido intenso demais para caber nas superficialidades que o mundo oferece.


Eu não sinto falta de qualquer abraço. Não desejo qualquer presença. Não anseio por qualquer toque. O que me falta não é um corpo ao lado do meu. É uma alma que saiba permanecer.


Porque o toque, sozinho, nunca foi suficiente para mim. Meu coração sempre desejou aquilo que vem antes dele: a conversa que atravessa a madrugada, o interesse genuíno, a admiração silenciosa, a paz de poder ser quem sou sem precisar diminuir minhas profundezas para caber nos espaços de alguém.


Eu quis alguém que me encontrasse por inteiro. Alguém que compreendesse que meu corpo faz parte de mim, mas não é tudo o que sou. Que enxergasse a mulher por trás dos sorrisos, das fotografias, dos textos e das fortalezas que construí ao longo da vida.


Por isso me guardei.


Não porque me considero forte o tempo todo. Há dias em que a solidão pesa. Há noites em que a espera parece longa demais. Há momentos em que meus desejos me lembram que sou humana, que sinto, que sonho, que também gostaria de ter alguém para dividir os silêncios e repousar a cabeça depois de um dia difícil.


Mas, ainda assim, permaneço. Porque descobri que algumas esperas não são castigos. São cuidados.


E Deus sabe quantas vezes escolhi preservar aquilo que existe de mais precioso em mim, mesmo quando ninguém estava olhando. Quantas vezes troquei a facilidade de um momento pela esperança de uma história. Quantas vezes recusei o vazio disfarçado de companhia.


Eu não espero por perfeição. Não espero por um conto de fadas. Espero por verdade. Por uma conexão capaz de alcançar lugares que nenhuma aparência consegue tocar. Espero por alguém que compreenda que amor não é urgência. É construção. É presença. É escolha.


E se a minha espera tem sido longa, talvez seja porque meu coração nunca procurou qualquer pessoa. Ele sempre procurou lar.


E lares não são encontrados às pressas.


São reconhecidos.




29 de Janeiro de 2024

Muitas pessoas me perguntam o que eu estou esperando. Dizem que eu preciso sair mais, conhecer gente nova, me permitir viver experiências. Algumas acreditam que o amor é algo que se encontra pela insistência, pela exposição ou pela quantidade de portas que se abre ao longo do caminho. Talvez seja por isso que se surpreendam quando percebem que eu não procuro ninguém.


A verdade é que eu nunca procurei.


Não porque tenha desistido do amor, mas porque aprendi a diferenciar carência de conexão. Aprendi que a minha paz vale mais do que qualquer companhia e que nem toda presença é capaz de preencher aquilo que realmente importa.


Durante muito tempo, ouvi que eu precisava me mostrar mais ao mundo para ser encontrada. Como se o amor estivesse escondido em algum lugar e dependesse apenas de eu circular pelos ambientes certos para finalmente acontecer.
Mas o que meu coração espera nunca foi alguém qualquer. Nunca foi um encontro que servisse apenas para aliviar a solidão ou ocupar um espaço vazio.


Talvez seja justamente por isso que a minha espera tenha se tornado tão incompreendida.


Eu não estou esperando um relacionamento. Estou esperando uma conexão genuína. Algo que não possa ser forçado, fabricado ou apressado. Algo que alcance lugares que nenhum toque vazio é capaz de alcançar.


E não, isso não significa que eu não tenha desejos. Sou humana. Tenho saudades do que ainda não vivi. Tenho sonhos, expectativas e, por vezes, sinto o peso da ausência de alguém com quem compartilhar a vida.
Mas aprendi que sentir falta de uma conexão verdadeira não é motivo para aceitar qualquer aproximação.


Houve um tempo em que escolhi me guardar. E essa escolha me ensinou muito mais sobre mim do que sobre o amor. Aprendi a ouvir meus próprios silêncios, a compreender meus desejos sem me tornar refém deles e a reconhecer o valor daquilo que entrego quando decido permitir que alguém se aproxime.


Por isso não abro as portas apenas porque alguém bate. Não porque me considero difícil. Não porque me sinto superior. Mas porque algumas coisas dentro de mim custaram caro demais para serem entregues sem significado.


Se um dia acontecer, que seja verdadeiro. Que não nasça da pressa, da conveniência ou do medo de estar só. Que venha carregado de propósito, reciprocidade, admiração e permanência.


E se não acontecer, ainda assim estarei em paz.


Porque eu não construí a minha vida em torno da falta de alguém.


Mas continuo esperando.
Não por necessidade.
Por esperança.


Porque ainda acredito que algumas conexões não são encontradas por quem as procura desesperadamente. Elas chegam quando duas almas se reconhecem e, sem esforço, entendem que finalmente encontraram um lugar onde podem permanecer.


2 de fevereiro 2024

Pessoas que estão em sintonia com seu sentido de vida não têm mau humor na segunda-feira nem levantam com o pé esquerdo.

Nos tornamos pessoas importantes quando deixamos de querer ser pessoas importantes.

Eu procurei ficar ao lado somente daquelas pessoas que nunca me decepcionaram...

Fiquei sozinha.

E sem espelhos.

Aceito todos os desafios e adversidades, nos tornam pessoas de valor e auxiliam nosso crescimento, mas jamais aceitarei a covardia, nos mostrarão toda a nossa fraqueza e nos levarão à ruína e ao insucesso, ao menos tente, serás reconhecido pelo seu valor.

Eu ando cansada sabe...
Cansada de mentiras, cansada de pessoas que conseguem fingir olhando nos olhos.
Ando cansada do oportunismo e da dissimulação, da falsidade descompensada de algumas pessoas.
Eu ando cansada daqueles que fingem sentimentos, que iludem, que pouco se importam com os estragos que irão causar.
Ando tão, tão cansada.
Não é que eu esteja triste sabe? Mas é que viver as vezes dói demais...

Você só será melhor que outras pessoas, a partir do momento que descobrir que não é melhor que ninguém.

As pessoas não se importam, até que se prove o contrário. Entao não dou valor pois elas não merecem.

Já falei com algumas pessoas e não entendi nada.
Já olhei em alguns olhos e compreendi tudo.
JÁ DISSE: VÁ, querendo dizer: FICA!

E a vida é MUITO, para ser insignificante.

“Já não basta te ver bem, tenho que escutar das pessoas que você já me esqueceu. Quando elas me perguntam se eu estou bem com isso, dou um sorriso e digo que sim. Sei que soa meio falso, até eu não acredito, mas é irrelevante insistir, porque nada vai me fazer admitir que ainda tenho sentimentos por você. Não importa qual assunto seja, podem estar falando do lanche das quatro ou do jogo de ontem, sempre vai ter alguém para coloca-lo no assunto. E quando o assunto é você eu me calo. Pode ser por medo de falar de mais ou de falar de menos. Por medo de falar o que não devo ou o que não quero que saibam. Por isso não falo nada, até o próximo assunto, até pararem de me lembrar que você, me faz falta.”