Existem Pessoas que Sao Flores

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O paradoxo da justiça: culpados compram inocência; inocentes são vendidos como culpados.

Nunca haverá divisão igual quando os desejos são diferentes.

Os erros que no passado eram motivo de exaltação, hoje são testemunho de libertação; nunca fraqueza.

Jesus é perfeito.Seu 'fã-clube' é maravilhoso; o que mata são os que justificam o pecado.

Há situações que são pedras no caminho; há tropeços em que a pedra chutada preenche um buraco que ia nos derrubar na caminhada.

O narcisista confunde humilhação com verdade; finge que ofensas são conselhos e ainda exige gratidão.

Sabe quem são os idiotas de verdade?

Quem acha que vai mentir a vida inteira e nunca vai ser pego.
Quem acha que pode jogar com o sentimento dos outros sem consequência.

Van Escher

Todos os nossos sentimentos são educáveis.
O meu aprendeu que lealdade não se negocia.
O seu ainda tá na creche.

Van Escher 🦁

Sentimentos são educáveis.
Raiva vira limite.
Medo vira cautela.
Ciúme vira auto-respeito.
Tristeza vira sabedoria.
E amor... ah, o amor vira escolha.
Nunca mais refém.

Van Escher 🦁

⁠Agora tudo é só
lembranças.
Momentos bons,ruins
São lembrados da mesma forma?
Aquele sorriso no canto da boca
Ao lembrar
Dos namoricos, das brigas
Das pessoas
Que foram embora e que já não
Estão como eram em nossas
Memórias
As coisas parecem distantes e
Ao mesmo tempo são rememoradas
Como se estivessem acontecendo neste
Mesmo instante.
Como aconteceu? Será que lembramos
O bastante?
Desde quando o mundo é assim?
Será que estou velho
Ou é ele que desde sempre é ruim?
Os amigos, nem lembro como
Os conheci
Desde quando eles sabem tanto
Sobre mim?
E as perguntas que tínhamos
Já encontramos as respostas?
Tudo já foi vivido e
São apenas memorias, mas
E quando estamos lá, vivendo
Por quê não nos disseram que
Seria apenas aquele momento?
Por quê tínhamos a impressão
Que éramos imbatíveis para o
Tempo?

"A mente é um receptor digital. Na cosmologia, os pensamentos são soprados pelo universo e ressoam no mar físico de nossas almas, que pairam no oceano do conhecimento."

O corvo come a lua...
O cosmo na escuridão...
Estrelas são sois de outras constelações...
O destino faz as tribulações serem o luar.
A lua renasce nos encontrar nos prologos do céus.
Alma vazia fanática procura lua que foi devorada pelo corvo.
A alma saboria o mel derretido pelo sol escaldante.
As flores negras na sua sepultura queima nossas almas queimada pela lua devorada.
Por Celso Roberto Nadilo

Entre tantos dogmas são ilustrações de eventos massivos num estado primitivo.
As inovações do universo relativo apenas equivalência de sombra no movimento continuo no expresso sentido contemporâneo.

​Beira da Alma
​Por Celso Roberto Nadilo
​As fontes das lágrimas são expostas
pelo simples ato de existir, bem na beira da alma.
A dor existencial, a dor da tristeza,
a dor emocional, a dor da perspectiva.
​Na alma, o sonho permanece rebelde,
pois o espírito do intelecto está intacto.
Na imensidão, olhamos mais fundo e achamos um sentido contemporâneo;
o desejo profundo se torna o tempero mais forte,
como pimenta no caldeirão.
​Esmorece o fogo primordial dos sentimentos
que invadem o coração,
quase parando ante a resiliência da alma.
A vertente que banaliza os afetos invade o peito num deserto atroz.
​Mas há o brilho da luz que invade a madrugada.
A sintonia sutil, no exato momento
em que criamos fantasias.

⁠na chuva suas convicções são apenas penas que voam ao vento.
Por Celso Roberto Nadilo

⁠no mar profundo seus ossos são parte integrante de um navio que navegante foi até o final do horizonte e afundou quando suspiros eram o amor.


Por Celso Roberto Nadilo

​As metáforas que fogem ao paradoxo inicial são vistas como aceitáveis na beirada da alucinação coletiva.
​As flores do conhecimento — reminiscência evolutiva — são apenas o carvão na fogueira alucinada dos deuses místicos. O loop temporal de ideias flutua nas profundezas da razão racional, enquanto a linguagem verbal guarda segredos para a metáfora que se torna semântica. Traços de realidade observam equações dentro da função da física: uma evolução existencial determinada pelas heranças da geometria, que reluta, mas permanece genuína.
​O fluxo temporal no egocentrismo e, bilateralmente, na geopolítica, transforma o cidadão em um fluxo abrangente de dados. Dize-se que o bot sabe mais de filosofia do que a gravidade na continuidade relativa, sendo a translação do curso abstrato uma condição pré-determinada pelo algoritmo — aceita e validada pela ciência e pela física.
​As metáforas no tom vermelho realçam sua presença; a arte enfeitiça a mente e o olhar se fixa nos lábios rubros. O vestido vermelho reforça a ideia de controle e domínio mental — o terreno ideal para a alienação. O vídeo rápido entrega satisfação e dopamina barata, preparando o terreno para que outras drogas colonizem a mente. O que é uma ideia diante da vontade e do desejo? Simplicidade: o acúmulo de imagens configurado para que a atenção seja rápida e funcional. A venda de produtos nada agrega à vida; é apenas o comércio acelerado alimentando a compulsão até o limite da obsessão. Esta dinâmica é uma patologia coletiva. Como em um buraco negro, nem a luz escapa da sua gravidade: a atenção é movimento que transcende o campo massivo.
​No macrocosmo e na socialização do emaranhado quântico, os fótons se movem e somem quando observados. Contudo, a existência espontânea mostra dois indivíduos no mesmo espaço seguindo este mesmo pensamento. Vemos deepfakes existenciais: dois seres se obliteram no campo das ideias — um preso, o outro com um simulacro de livre-arbítrio —, duas consciências agindo simultaneamente. Enquanto isso, a política ganha um mito que não passa de um canastrão mequetrefe. A moça de vermelho passa; você pensará na moça de vermelho, no político ou no trecho de física e filosofia?
​As metáforas, como sombras do conhecimento e reminiscências evolutivas, compõem o mosaico que torna o cotidiano aceitável diante das maquinações do mundo. São escolhas toleráveis na Teoria do Caos: mesmo no caos absoluto, a beleza predomina e encontra sentido em nossas mentes.
​Os vieses da filosofia são expostos por experiências manipuladas pela extrema-direita, reduzindo o absurdo a um loop temporal de respostas curtas e diretas. Nessa disfunção mental, as decisões se tornam extremas, descambando no terrorismo doméstico, enquanto o senso comum se degrada no fenômeno terraplanista.
​O Problema dos Três Corpos é apenas a equivalência dessa mentalidade.
Por Celso Roberto Nadilo
Cubismo político cognitivo

As dores são parte da inércia e uma simulação de sentimentos em espelhos sobre espelhos. Num lance de olhar para a eternidade, sente-se que o mundo é apenas um pequeno percentual da vida. Vemos projeções do ar que comprime a neblina numa cascata de água jorrando nos pensamentos.
​Jogadas no espaço, as rochas expõem-se como observadoras das eras passadas. O amor clandestino transforma-se no espelho multiversal da água, que trêmula nos aspectos da alma — profunda noção psicológica que se desprende do corpo. Sensação de que o coração está sozinho num túmulo frio a cada noite; o ressentimento desbrava o olhar que encontra outra alma num estado divergente das almas aniquiladas.
​Ouvimos sussurros de estrelas dilaceradas pelo próprio colapso temporal, envoltas em outras galáxias. O vento para no meio do show em que as vidas se encontram. Olhares morrem com o sentido do último suspiro daquele sol que sucumbiu, cuja força gravitacional emana ondas de rádio e radioatividade. A luz atravessa os céus, reluzente na escuridão da ignorância humana, propondo-se ao mundo oriundo, pois o espaço contínuo expressa tanta emoção quanto podemos suportar.
​A rocha que estava ao pé da cachoeira agora flutua no cosmopolita da mente — imagem configurada à luz da imensidão, refletida na tela do celular. O espelho da água jorra elementos abstratos, pois a água, antes branda, agora está poluída. As florestas ao lado da queda d’água deram lugar às casas de um condomínio; o espelho que iluminava as metáforas da mente tornou-se espinho na alma.
​O inigualável complexo é pesquisado em tantos momentos num paradoxo existente. A dor existencial reluta no sentimento ignorado pela fumaça que grita a cada instante em que avançamos. O que importa ver a vida nas estrelas se ainda ouvimos os sonhos que sonhamos dentro da cachoeira que hoje é apenas espaço de atração turística? Diante da vastidão do espaço sideral, somos rasos, até mesmo animados; o que iremos mostrar ou o que falaremos?
​Serão assimilados. Não tente resistir, pois é inútil resistir às metáforas que fogem do sumo da alma exposta na alienação temporal.

⁠Conteúdo é fogo, Mídias Sociais são gasolina”

Dono da gaiola e a moralidade da coletividade.
Todos os atos são irrelevante pois a dominação é coletiva.
O poder de escolha apenas é sua opinião ética e cívica... então e irrelevante.
Pois o objetivo da essência é as escolhas são o fruto do legado.
As escolhas só é a determinação de uma escolha.
Para o dono da gaiola é apenas o gerador de lucros.