Existem Pessoas que Sao Flores
Você se reconhece neste circo espiritual? IV
O trabalhador da luz / titular da grade
Estas são as versões “anciãs” da categoria anterior, e são obviamente as escolhidas.
A lightworker/grid holder tem mais de 50 anos, ela é vidente e pode iniciá-lo em qualquer modalidade de cura, remotamente.
Ela vê números de anjos em todos os lugares e está sempre ocupada mantendo a rede unida.
Em seu tempo livre, ela ficará feliz em recrutá-lo para seu círculo de dinheiro de esquema de pirâmide.
O trabalhador da luz/portador da grade só fala de escadas espirituais, aquelas em que ela se coloca no topo.
Palavras usadas com frequência: Ativação da Luz, atualização do DNA, ascensão, consciência crística, Madalena.
O Ayaspiritual também conhecido como o povo da medicina.
Mais sagrado do que tu, os curandeiros nunca admitem seu vício em remédios, pois cada ação sua é um ritual. Eles adoram jejuar e podem ter explosões de raiva inesperadas devido a níveis de açúcar no sangue fora de controle.
Com razão, o pessoal da medicina é altamente superior à pessoa espiritual comum, pois eles se sentaram com Aya mais vezes do que você pode contar. Afinal, quem pode discutir com a avó? (continua)
Se alguém pensa que os textos que publico são indiretas, sermões ou broncas para quem me acompanha, está olhando para o lugar errado. Eu escrevo sobre mim. Cada linha é uma confissão, uma prestação de contas que faço diante do espelho quando a madrugada já expulsou todas as desculpas.
Mas há algo mais aqui — uma segunda camada de confissão, mais silenciosa e mais desconfortável: a percepção de que existir não é estar parado, mas estar em travessia.
Eu não começo essa viagem — ela já está acontecendo quando percebo. E isso muda tudo o que eu acreditava sobre controle, direção e destino. A imagem da Terra como uma nave não é futurismo nem metáfora científica; é apenas a forma mais honesta que encontrei de olhar para o fato de que nada em mim, nem fora de mim, está fixo.
Escrevo como quem revisita a própria vida como uma casa abandonada. Abro portas que preferia manter fechadas. Encontro erros mofando nos cantos, covardias escondidas atrás de boas intenções e verdades que sempre estiveram ali, enquanto eu insistia em olhar para outro lado. Escrevo porque preciso organizar esses escombros antes que a cortina se feche. O fim não avisa o dia nem a hora. Apenas chega.
E no meio disso tudo, percebo que a ideia de “vida” muitas vezes foi apenas um nome mais confortável para o movimento. Uma tentativa de fingir estabilidade onde só existe deslocamento contínuo.
Não há um ponto de partida claro. Não há um retorno verdadeiro. O que chamei de começo e fim sempre foram apenas pausas dentro da mesma travessia. E aquilo que chamamos de “eu” talvez não seja mais do que o rastro momentâneo dessa viagem, algo que existe enquanto se move e desaparece quando tenta parar.
A *juventude acredita que sabe*. A idade descobre que quase nunca soube. Só o tempo nos concede a crueldade da lucidez — essa clareza de que muitas derrotas poderiam ter sido evitadas, mas também de que sem elas talvez nunca enxergássemos nada com precisão.
Há quem passe a vida tentando preservar a pele, o coração e a alma de qualquer cicatriz. Mas essa cautela não compra um minuto sequer. Não impede a travessia. Apenas reduz o que poderia ter sido vivido a uma forma mais leve de ausência.
Eu não escrevo para ensinar ninguém. Escrevo porque preciso encarar o fato de que estou dentro do que descrevo. Não há fora.
E se vou partir marcado, que seja. Que minhas rugas contem histórias. Que minhas cicatrizes denunciem os lugares onde a vida — ou melhor, onde essa travessia — me atingiu em cheio.
Prefiro carregar o peso de ter vivido ao vazio de ter apenas sobrevivido.
~~Grandes dançarinos não são grandes por causa de suas técnicas; eles são grandes por causa de suas paixões.~~
~~EDEMILSON RIBAS~~
“Há silêncios que não são ausência de palavras; são excesso de sentimentos.”
— Juliana Hoffmann Liska
Os homens que o povo… admira mais extravagantemente são os mentirosos mais ousados; os homens que o povo detesta mais violentamente são aqueles que tentam dizer a verdade.
Consciências elevadas não são silenciadas por falta de razão, mas porque a mediocridade teme tudo o que a expõe.
Busque evolução todos os dias.
Porque grandes construções não acontecem de uma vez, são levantadas tijolo por tijolo, escolha por escolha, superação por superação.
Continue construindo. O seu crescimento de hoje será a força da sua versão de amanhã.
Insta: @elidajeronimo
Os EUA afirmam que CV e PCC são “as organizações criminosas mais violentas do Brasil”. Deixaram de fora o Congresso e o PL!
Os fascistas são contra o Bolsa Família! Mas metem as duas mãos no bolso e nas bolsas do povo e ainda têm a Bolsa Quadrilha!
A oração, a leitura, a meditação e o estudo da Palavra de Deus são um remédio eficaz para a desintoxicação virtual, porque nos afastam do excesso que distrai a mente e nos aproximam da presença de Deus, renovando o coração, purificando os pensamentos e alinhando a vida com a vontade do SENHOR.
(Cf: Josué 1.8; Filipenses 4.8)
A religião e a política são as versões diferentes da mesma moeda, ambas estão em busca de dinheiro, poder e fama!
"Os impérios mais resistentes não são construídos sobre muros ou exércitos, mas sobre ideias capazes de fazer homens livres aceitarem suas correntes sem perceber que as carregam."
Enquanto setores da Justiça brasileira, especialmente o STF, são acusados por parte da sociedade de interpretar e aplicar a lei de maneira excessivamente autoritária, surge uma questão fundamental: quais são os limites do Poder Judiciário diante da autonomia dos Estados, dos municípios, do Poder Legislativo e, sobretudo, da participação das famílias na educação?
Quando decisões judiciais parecem se sobrepor às deliberações de deputados, vereadores, prefeitos e governadores legitimamente eleitos, muitos cidadãos passam a questionar se a vontade popular está realmente sendo respeitada.
O problema não está em defender este ou aquele lado político, mas em preservar o princípio democrático: nenhum poder deveria se considerar acima dos demais. Em uma democracia, Executivo, Legislativo e Judiciário possuem funções distintas e limites que precisam ser respeitados.
Quando uma parcela da sociedade entende que determinadas pautas educacionais estão sendo impostas sem amplo debate público e sem considerar suficientemente a participação das famílias, o mínimo que se espera é diálogo, transparência e respeito ao pluralismo de ideias.
A democracia não deveria ser o governo de poucos sobre muitos, mas o equilíbrio entre poderes, instituições e sociedade.
Afinal, quando o poder deixa de ouvir a sociedade, a pergunta deixa de ser apenas jurídica e passa a ser filosófica: quem realmente governa em uma democracia — as instituições ou o povo que lhes conferiu legitimidade?
Aqueles que usam o nome de Deus e a biblia para enriquecerem, não são dignos do paraíso que falam, pois tornam miseráveis os que aqui vivem, tornando suas falas vazias e inuteis!
Ei, já parou pra pensar que a vida e a morte não são inimigas, mas parceiras de dança? A gente vive correndo atrás de eternidade – academia, dieta, apps de meditação –, como se pudéssemos enganar o relógio. Mas olha só: sem a sombra da morte, a vida perde o brilho. É ela que dá urgência aos nossos amores, faz a gente rir alto num pôr do sol no Arpoador, ou escrever aquela poesia que queima no peito. A morte não é o fim cruel; é o que torna cada respiração preciosa. Argumento assim: se fôssemos imortais, procrastinaríamos pra sempre, desperdiçando o agora. Epicuro já dizia que a morte não nos diz respeito, porque enquanto existimos, ela não está aqui. Então, por que temer? Viva intensamente, abrace o efêmero. A vida ganha sentido justamente porque acaba.
Honestidade, autenticidade, lealdade, caráter e respeito à diversidade são como raízes invisíveis que sustentam tudo o que há de mais bonito nas relações humanas. Em tempos em que tanta gente se esconde atrás de versões ensaiadas de si mesma, ser verdadeiro se torna um gesto raro e profundamente corajoso. A honestidade não mora apenas nas palavras certas, mas também nas atitudes limpas, na consciência tranquila e na delicadeza de não ferir o outro por interesse.
A autenticidade floresce quando alguém decide existir sem máscaras, sem moldar a própria alma para caber nas expectativas do mundo. Já a lealdade é presença que não abandona, é abrigo em dias difíceis, é permanência sincera quando tudo ao redor vacila. O caráter, por sua vez, é aquilo que a alma revela no silêncio das escolhas, quando ninguém aplaude e ninguém vê.
E respeitar a diversidade é compreender que o mundo só é verdadeiramente humano porque é plural. Cada pessoa carrega um universo dentro de si. Quando aprendemos a olhar o outro com respeito, empatia e abertura, deixamos de apenas conviver e começamos, de fato, a nos humanizar.
O amor genuíno não habita a perfeição — reside exatamente na imperfeição partilhada. São nas horas vulgares, na irritação do dia a dia, nos bloqueios impulsivos e desbloqueios arrependidos, que ele revela sua verdadeira densidade. Brigamos porque importamos, silenciamos porque doemos, bloqueamos porque tememos perder — e desbloqueamos porque perder é insuportável. O amor fala mais alto não por ignorar o caos, mas por atravessá-lo. Ele é a escolha de permanecer quando a fuga seria mais fácil, é a mão que busca a outra mesmo após o punho cerrado. Estar junto, nem que por horas, mesmo em discórdia, já é felicidade disfarçada — porque significa que ainda há "nós" para desgastar. No fim, não são os momentos idílicos que constroem laços, mas a persistência no desconforto, a coragem de reconhecer que amar é, sobretudo, uma prática diária de perdão e reencontro.
Direitos humanos, dizem os cartazes bonitos, são para todos. Que engraçado, porque na prática parecem um clube fechado, com lista de convidados e segurança na porta.
Tem uma parábola antiga sobre um rei que criava leis para proteger o reino, mas esquecia sempre de mencionar os mendigos nos portões. Séculos depois, mudamos o cenário, trocamos a coroa por terno, mas o mendigo continua do lado de fora, agora pedindo apenas para ser visto, ouvido, notado como gente.
E que engraçado como certas piadas nunca saem de moda. Pessoas com nanismo ainda viram atração de circo em pleno século vinte e um, como se existência fosse motivo de riso.
Ah, e não podemos esquecer os outros "convidados especiais" dessa festa tão exclusiva: pessoas em situação de rua tratadas como sujeira urbana, o negro retinto ainda hoje seguido dentro de lojas como suspeito, idosos ignorados como se já tivessem validade vencida, pessoas com deficiência esquecidas em calçadas sem rampa.
Direitos humanos parecem menu de restaurante caro: bonito no papel, mas a maioria nem consegue sentar à mesa. Talvez a piada maior não seja o corpo do outro, seja a nossa capacidade infinita de fingir que não vemos quem mais precisa ser enxergado.
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