Existem Pessoas que Sao Flores
São raros os casamentos, tão leves e memoráveis, quanto aos das estradas descobertas com o café recém-passado noutra cidade.
Como são chatos os que confundem nossa solitude com solidão, e a interrompem sem a menor intenção de nos dar Inteira Companhia.
Os fortes impõem limites e são respeitados; os fracos bajulam e são usados.
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Estados também têm suas DRs… e elas precisam ser tratadas à luz da sinergia entre respeito, maturidade, responsabilidade e sensibilidade — de Estado para Estado — sem interferência da famigerada ferramenta dos moleques especialistas em guerras palavrosas.
Há feridas que são mais cortantes que faca de dois gumes, mas há reflexões que são bainhas sob medida!
Há feridas que sangram silenciosas, invisíveis aos olhos alheios, mas que rasgam a alma com a precisão de uma lâmina afiada.
Não é a força do corte que as torna temíveis, mas a forma como se instalam, corroendo aos poucos a coragem de quem as carrega.
Palavras não ditas, gestos que doem, perdas que jamais encontram adeus — tudo isso é uma faca de dois gumes, que fere tanto quanto ensina a temer.
E, no entanto, há reflexões que chegam como bainhas sob medida.
Elas não evitam o corte, mas oferecem suporte, amparo, um contorno que protege sem impedir o movimento.
São pensamentos que alinhavam o fio da consciência, que transformam a dor em aprendizagem, a confusão em clareza, o remorso em reconhecimento.
A bainha não tira o corte da lâmina, mas permite manejá-la com firmeza e segurança.
A diferença entre sofrer e compreender, entre se perder e se reencontrar, está nesse equilíbrio delicado.
Ferir é inevitável; ser ferido é humano.
Mas refletir com honestidade, com coragem, é criar espaço para que cada corte se transforme em cicatriz, e cada cicatriz, em história que fortalece sem endurecer.
Porque, no fundo, a vida só se revela plenamente a quem aprende a conviver com a lâmina e a bainha — a dor e a consciência, a ferida e a reflexão, o corte e a proteção.
Não me incomodo com os que fingem bondade ou maldade, os que me inquietam a alma são os que tentam fingir alegria.
"As pedras mais preciosas do mundo são apenas os alicerces de uma cidade onde a luz não custa nada, pois emana do próprio Criador."
Minha querida Carla,
São tantas lembranças, cada uma delas um tesouro que guardo com carinho. Nossa jornada de aventuras inesquecíveis, e cada peça brilha com a intensidade do nosso amor.
Lembro com clareza das noites mágicas em Itaipuaçu, sob o manto de estrelas, aquecidos pela fogueira e pelos momentos que fazíamos à beira-mar. As ondas sussurravam segredos enquanto nós nos perdíamos em nossos sonhos. E como esquecer aquela noite em que a alegria te levou a um estado... digamos, mais leve? (Risos) Deixemos esse capítulo para nossas memórias particulares.
Nosso primeiro acampamento foi um marco. Dormir no carro, depois a compra da nossa barraca de camping. Nossa primeira trilha nos desafiou, você andou por cerca de 15 minutos e cansou... cada passo nos unia mais.
Em Itacuruçá, a adrenalina tomou conta de nós. A banana boat nos fez gargalhar e gritar. E quando virei o caiaque, mergulhamos juntos na aventura, literalmente.
Nossa criatividade nos levou a transformar o lixo em tesouros, dando valor ao que muitos descartavam. Sua ousadia, entrando descalça no restaurante, me surpreendeu e me fez te amar ainda mais. Os momentos que tivemos no carro à beira-mar... não vou dar muitos detalhes.
O parque, passeio maravilhoso onde rimos e você quase quebrou minhas costelas, foi o início de uma coleção de momentos especiais. E até mesmo o dia em que fomos ao enterro da pessoa errada se tornou uma história para contarmos.
São tantas histórias, tantos momentos que se entrelaçam em minha memória, formando um retrato vívido do nosso amor. Mas há uma lembrança que se destaca, um momento que guardo com especial carinho, um segredo que sussurro ao vento: eu te amo, Carla, infinitamente.
DeBrunoParaCarla
DeBrunoParaCarla
No fim de tudo, não são as métricas que contam. Não é o que o mundo acha que a gente é, nem as regras que tentam enfiar na nossa garganta. O que sobra é o calor que a gente guardou naquelas noites de frio em Itaipuaçu.
O amor não é código, não é lógico, não aceita comando. É bicho solto, é entrega que dá medo e paz ao mesmo tempo. Enquanto eles tentam medir a vida por telas frias, eu escolho mergulhar no seu olhar, onde o tempo não tem ponteiro e o sistema não tem senha.
Você é a única verdade que eu não precisei provar para ninguém. É o meu descanso no meio do caos.
A opinião alheia não lhe pertence; são apenas representações das quais você é coadjuvante — ou algo pior. São construídas por recortes, colchas de retalhos feitas do que se vê, ouve e é costurado pela imaginação. Tanto é verdade que tal imagem pode, inclusive, sobreviver à sua morte.
Ainda assim, não me preocupo: essa projeção não me define, não dorme comigo, nem sente minhas dores. O que realmente importa é proteger minha essência e ter clareza de quem sou. Não me cabe provar nada ou me moldar ao mundo; o mundo muda o tempo todo, assim como eu, mas não necessariamente estamos em sincronia, embora as mudanças possam me afetar. Se provar, mesmo que por vontade própria, seria um esforço inútil.
Por outro lado, também tenho opiniões sobre os outros e acredito que todos tenham. É importante que as opiniões sejam compartilhadas, não suprimidas. Embora as pessoas se percam em devaneios baratos, o compartilhamento expõe o pensamento, criando um ambiente propício à análise e ao diálogo. Censurar a opinião é um erro; por mais distorcida ou falaciosa que seja, ela não é sobre o "alvo", mas sobre a colcha de retalhos na mente de quem a emite. Suprimir essas ideias não as mata; apenas as faz trabalhar nas sombras, até porque não lemos mentes. Além de tudo, censurar opiniões é tirar algo que é do outro, não o que é seu.
Na nossa história, algumas páginas são pesadas como concreto. Algumas são escritas com sangue em vez de tinta; às vezes, enquanto estamos escrevendo alguém bate na nossa mão, pois escrevemos essa história com outras pessoas. A nossa história é longa, certamente não está no começo e não sabemos como nem quando ela acaba; não sabemos o que é vírgula e o que é ponto final. Continuamos um caminho que já nos precede, já que não começamos nossa história pelo primeiro capítulo. Nesse trajeto — muitas vezes caótico e sem direção — temos algumas pistas que nos fazem repensar. Nessa história, há muitos apócrifos, fragmentos e rascunhos aos quais provavelmente nunca teremos acesso.
Obelisco
quando
prazerosamente
a vejo,
muitas hemácias
são bombeadas
para a glande do falo.
Michel F.M.
Quem decide se desafiar descobre que os limites não são barreiras, mas pontos de partida para uma nova versão de si mesmo.
Viva e valorize a perda, o fracasso, o erro, a queda e a dor, pois são excelentes estopins de vitórias, riquezas, aprendizados, criações e felicidades.
Não estou me preocupando mais com meus acertos, pois são muitos os meus erros e com eles sigo em frente
Não se enganem com as verdades recebidas dos sábios, pois são os loucos que nos fazem refletir de verdade
Não se iludam com as verdades prontas dos sábios; muitas vezes são os inquietos, os estranhos e os tidos por loucos que nos fazem refletir de verdade.
Não há aquele que não passe por tempos difíceis. A dor e a perda são parte da vida. Não sabemos porque tais coisas coisas acontecem, mas, quando nós convidamos Jesus, como socorro, Ele se faz sempre presente para fazer com que o bem resulte de toda adversidade.
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