Existem Pessoas que Sao Flores

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A maioria das pessoas nos escuta, mas existem outras que nos ouvem.

Existem pessoas que passam por nossa vida e merecem ser lembradas. Porém, há pessoas que passam por nossa vida e jamais serão esquecidas.

⁠Você já parou para pensar?

Existem pessoas que têm tudo e, ainda assim, reclamam por nada. Uma das primeiras batalhas da vida é vencer a si mesmo.

Motivos para desistir não irão faltar, e nesse momento seu entusiasmo e objetivos determinarão a sua vitória.

A medalha é algo apenas para se pôr de enfeite na vitrine; o primeiro lugar já foi alcançado, mas, precisamente naquele dia, eu não desisti de lutar.

Enquanto tinha tudo para desistir, me tornei uma referência.

Você já pensou?

Tenha atenção ao rotular pessoas com base em sua fé ou na falta dela; existem muitos que professamreligião, mastêm um coração frio, assim como há ateus com grandes virtudes.

⁠Às vezes você precisa guardar boas notícias para si mesmo. Porque infelizmente existem pessoas que adoram estragar tudo.

⁠Não se engane, existem pessoas que precisam de muito dinheiro para manter a pobreza e pessoas ricas que não detêm um centavo.

Existem pessoas que curam algo em mim que nem foram elas que quebraram.

Não existem pessoas mal amadas, o que existem é pessoas que não sabem se amar.

Existem pessoas que nasceram com o dom de enxergar o invisível, de mexer nas ervas e de carregar o peso de mil gerações nas costas. O mundo as chama de bruxas, o sistema as chama de loucas. Mas pouco se fala de quem tem a coragem de ficar ao lado delas quando o círculo fecha e o calor aumenta.


DeBrunoParaCarla

⁠Procure a doçura e a gentileza que existem dentro de você, e pratique.
Às pessoas andam carecendo de coisas boas e gestos de amor.

Só existem dois tipos de pessoas:
As que se divertem e as que observam
as outras se divertirem.

Existem pessoas que não compreendem momentos carinhosos e serenos, pessoas que não entendem o calor do amor;
E não o amor de homem e mulher que a ignorância toma conta da razão, mas sim do amor humano, se esquecem de que atitudes impensadas machucam;
Não sou diferente em pensamentos difusos que não regam o fruto da paz que tanto os seres humanos querem, mas que não se esforçam para conseguirem;

Existem algumas pessoas que nunca viram o nascer nem o por-do-sol.
sfj,reflexões⁠

"Existem pessoas que preferem te enterrar em uma narrativa falsa do que admitir que foram elas que seguraram a pá."

zelo verde.

Existem pessoas que a gente aprende a guardar sem nunca ter assinado esse compromisso. Não existe promessa, não existe cerimônia, ninguém entrega nada nas nossas mãos dizendo “agora é sua responsabilidade”. Acontece antes. Num olhar pequeno demais para entender o mundo, num par de olhos verdes que ainda não conheciam a crueldade das coisas, e de repente alguma parte da gente decide que aquilo precisa chegar inteiro até a vida adulta.

Foi assim.

Antes de saber o que era proteger alguém, eu já queria protegê-la.

Talvez porque eu tenha visto cedo demais que nem todo lugar chamado de casa sabe ser abrigo. Enquanto algumas crianças aprendiam que os adultos eram aqueles que resolviam as coisas, ali se aprendia o contrário. Aprendia-se a reconhecer o peso de uma discussão pelo jeito que o silêncio vinha depois. A perceber quando alguma coisa estava errada antes mesmo de alguém dizer. A amadurecer não porque queria, mas porque certas coisas não deixam escolha.

E ela amadureceu cedo.

Talvez cedo demais.

Carregou coisas que não deveriam caber em alguém tão nova e, ainda assim, conseguiu conservar uma das coisas mais bonitas que alguém pode conservar depois de conhecer o lado difícil da vida: a doçura.

Isso sempre me impressionou.

Porque seria fácil endurecer. Seria compreensível fechar as portas, perder a delicadeza, deixar o mundo ensinar que sentir demais é uma fraqueza. Mas não foi isso que aconteceu. Ainda existe nela esse jeito doce, essa capacidade de se importar, de amar os animais quase como se eles fossem pequenos pedaços de um mundo que ainda vale a pena, de olhar para quem ama e se entregar de verdade.

E existe esse amor pelos irmãos também.

Talvez ela nem perceba o tamanho que isso tem.

Mas eu percebo.

Eu sempre percebi.

Talvez seja por isso que exista dentro de mim esse instinto quase absurdo de proteção. Tive que aprender a ter olhos de pai sem ser pai, cuidado de mãe sem ser mãe, e aquela vigilância silenciosa de quem sabe que alguma coisa preciosa está atravessando um lugar que nem sempre é gentil.

Eu não podia impedir tudo.

Mas queria.

Queria colocar meu corpo na frente de qualquer coisa que pudesse feri-la. Queria que certas palavras nunca chegassem até ela. Queria que certas noites não existissem. Queria que ela pudesse crescer sem precisar entender tão cedo coisas que ninguém deveria precisar entender cedo.

Só que o mundo não pede licença.

E talvez uma das coisas mais difíceis de assistir seja justamente perceber que alguém que você ama possui suas próprias tempestades.

Existem altas e baixas.

Dias em que tudo parece respirar melhor e dias em que a própria cabeça parece um lugar difícil de morar. Momentos em que aquela doçura aparece com força, em que ela se ilumina pelas pequenas coisas, pelos animais, pelas pessoas que ama, pela própria vontade de continuar sendo quem é. E existem momentos em que tudo parece perder o tamanho certo, em que sentimentos chegam como ondas grandes demais e levam consigo aquilo que parecia estável.

Eu gostaria de poder estar presente em todos.

Mas não posso.

Hoje existe distância.

Goiânia está longe. A vida mudou. Cada um está vivendo seus próprios dias, carregando seus próprios problemas, e eu não consigo mais estar perto de cada silêncio estranho, cada noite difícil, cada momento em que alguma coisa parece sair do lugar.

Mas a preocupação não diminuiu.

Ela só aprendeu a viajar.

Agora ela aparece numa mensagem.

Num “saudade ga”.

Num pensamento que surge do nada no meio do dia.

Na vontade de saber como está, mesmo quando ninguém disse que havia alguma coisa errada.

Porque certas responsabilidades não obedecem a quilômetros.

E talvez seja isso que a distância tenha me ensinado: eu não preciso conseguir salvá-la de tudo para continuar cuidando.

Existem batalhas que ninguém consegue lutar pelo outro. Existem dores que não desaparecem porque alguém ama muito. Existem momentos em que tudo o que eu posso fazer é permanecer disponível, lembrar que existe um lugar para voltar, uma voz que não vai julgar, alguém que não vai transformar uma fase ruim na definição de uma pessoa inteira.

Eu não quero que ela seja reduzida às partes difíceis.

Não quero que as baixas apaguem as altas.

Porque eu conheço a pessoa que existe entre uma tempestade e outra.

Conheço a menina que gosta de animais, que ama os irmãos, que ainda consegue ser doce depois de tudo. Conheço aquela parte que sente muito, talvez até mais do que deveria, mas que justamente por isso consegue oferecer um tipo de carinho que pouca gente sabe oferecer.

E talvez seja isso que eu queira proteger de verdade.

Não uma versão perfeita.

Não uma versão sem remédios, sem crises, sem dias ruins.

Quero proteger a essência.

Aquela capacidade de amar.

Aquela delicadeza que sobreviveu ao caos.

Porque algumas pessoas passam pelo inferno e voltam diferentes.

Ela passou por coisas que poderiam ter feito dela alguém frio, mas ainda existe ternura ali.

E isso, para mim, sempre foi uma vitória.

Às vezes eu volto naquela lembrança antiga. Uma criança pequena, aqueles olhos verdes, sem saber que alguém já tinha decidido silenciosamente que ela seria cuidada.

E talvez ela nunca tenha percebido o tamanho disso.

Tudo bem.

Algumas formas de amor funcionam melhor quando não fazem barulho.

Eu não preciso estar ao lado o tempo inteiro para continuar sendo abrigo. Não preciso aparecer em todas as fases para continuar fazendo parte daquilo que permanece. Existe uma parte de mim que continua em vigília, mesmo de longe, mesmo quando estou ocupado, mesmo quando tenho meus próprios demônios batendo na porta.

Porque existe coisa que a gente não abandona só porque cresceu.

Existe coisa que a gente não deixa de guardar só porque aprendeu que não pode controlar o mundo.

E talvez esse seja o verdadeiro espírito de quem nasceu primeiro: carregar uma espécie de radar permanente para aquilo que ama. Querer enfrentar monstros que nem existem ainda. Imaginar perigos antes deles aparecerem. E, mesmo sabendo que não pode impedir todas as quedas, continuar disposto a correr quando ouvir o barulho de alguma coisa quebrando.

Eu não posso blindá-la do mundo.

Ninguém pode.

Mas posso ser uma das poucas coisas que o mundo nunca precisará ensinar a ela:

que existe amor que não depende de distância, de fase, de humor ou de circunstância.

Amor que observa de longe.

Amor que espera.

Amor que não exige nada.

Amor que sabe que existem altas e baixas, dias claros e dias em que tudo pesa, e ainda assim permanece.

Porque, no fim, proteger alguém talvez nunca tenha sido impedir que a vida a machuque.

Talvez tenha sido apenas garantir que, depois de tudo, ela ainda tenha alguém olhando para aqueles olhos verdes e enxergando muito mais do que as cicatrizes.

Enxergando a doçura.

A força.

A menina que amadureceu cedo demais.

A pessoa que ama os animais, que ama os irmãos, que sente o mundo de um jeito próprio e que, apesar de tudo, continua aqui.

E talvez seja por isso que, mesmo de tão longe, uma parte de mim ainda permaneça exatamente onde sempre esteve:

de guarda

⁠Existem pessoas com talento nato para mentir, enganar, trair, machucar, ofender, humilhar, te reduzir a nada. Depois diz que a culpa é sua.

Não existem erros, coincidências. Todos os eventos são bênçãos dadas a nós para aprendermos através deles.

"Os vampiros que existem nesse mundo não são os que sugam sangue, mas sim aqueles que doam, por amor, seu coração"

Existem feridas que são profundas demais e podem nunca mais cicatrizar! Por isso, tome cuidado ao andar! Você pode estar pisando em algum coração e abrindo cicatrizes incuráveis!

Existem tantas coisas que são ditas sem uma palavra. Existem tantas coisas que são ditas com olhares e gestos e sons.