Existem Pessoas que Sao Flores
Ausência
O tempo vai passando e existem dias que consigo conviver bem com tudo isso, existem dias onde consigo esboçar um sorriso falso, busco ficar olhando para o céu pensando que existe um propósito para tanta dor, qual é não sei, porque já cheguei até a me entristecer com Deus, porque Ele sabe o que existe no meu coração, conhece o desejo que tenho de alma de ajudar, ser boa e fazer o bem, e também sabe de todas minhas falhas e imperfeições, e o quanto eu gostaria de ser melhor, de ser diferente.
Ele também sabe o quanto eu tinha temor de sofrer novamente.
Talvez seja está a explicação? Me fazer compreender que não há uma maneira de ser forte se for passando por processos que lhe permitam ser assim, e por isso tudo está acontecendo de forma tão atroz para conseguir ser mais forte e suportar trancos ainda maiores que virão? Não sei!
Resolvi escrever ... dizer... sei lá porque.
Mas como falei certa vez que, fosse para doer que dor viesse de uma única vez!
Ela veio! E há momentos em que não sei mais como suportar, nestas horas gostaria que a dor de cabeça surgisse justamente neste instante na sua mais insuportável e intensa forma, para amenizar a dor do vazio.
Um vazio que faz pensar em todas as razões para deixar de te amar, e encontrar na resposta a convicção que mesmo diante de todas as razões, eu não tenho dúvida alguma que o amo, e o amo mesmo tendo a certeza que você jamais irá me amar.
E dilacerante quando perdemos alguém, é devastador quando não temos mais o abraço, o colo, angustiante quando conseguimos fechar os olhos e ouvir a voz como se a pessoa estivesse exatamente do nosso lado, como sentimos a ausência de quem foi embora e tirado de nossas vidas pelos desígnios de Deus, mas deles é a saudade numa essência que dói sim, mas conseguimos de certa forma sentir paz.
A dor da ausência de alguém que amamos e está aqui, é a dor da saudade carregada com emoções complexas demais, porque é a angústia de permanecer se preocupando, a dor de sentir que você não é parte de nada, a ansiedade de uma expectativa que você lá no fundo já se deu conta que não existirá.
Re Pinheiro
Eu acredito que em política só existem dois tipos de mente: as que com o intuito de se elegerem inventam histórias mirabolantes e as que movidas por um fanatismo doentio, além de crerem nessas histórias a defendem até a morte.
Existem coisas que a gente sente mas não diz. E há coisas que a gente diz mas não sente. Às vezes isso torna a vida mais segura, mas também pode deixá-la menos autêntica.
“Só existem duas maneiras de viver a vida: a primeira é passar pelos dias acreditando que nada tem significado, como se os milagres não existissem e tudo fosse apenas coincidência. A segunda é enxergar beleza até nas coisas simples — no nascer do sol, num abraço sincero, numa oração respondida em silêncio, em mais um dia vivido. Quando aprendemos a olhar a vida com gratidão, percebemos que talvez os milagres estejam acontecendo diante dos nossos olhos o tempo todo.”
DOMAR A MENTE: UM CANSAÇO QUE LIBERTA!
Existem cansaços que não se curam dormindo, mas enfrentando o barulho que a gente carrega do lado de dentro.
A ansiedade pode te dominar? Não, quando você domina sua mente. É um processo exaustivo?
- É! Mas com determinação e foco, a gente consegue. Fiquei nessa batalha absurda durante dois anos, até que pensei: “Peraí, vou enlouquecer assim!”
Foi então que me atirei na espiritualidade como numa rede sem peixes. E o que pesquei? A fé, o autoconhecimento e uma proximidade com Deus que me sustenta e me levanta sempre que um “peixe” — aquele gatilho da ansiedade — tenta pular na rede.
Lu Lena / 2026
O VALOR DO QUE É ETERNO
(Homenagem Póstuma Rita Lee)
Existem palavras que a gente escreve e que ganham asas próprias. Hoje, decidi fazer um resgate de um momento que foi um verdadeiro divisor de águas na minha trajetória literária.
Os que estão me conhecendo agora talvez não saibam, mas essa frase de minha autoria — que nasceu no início das minhas publicações aqui no site Pensador que acabou atravessando fronteiras que eu jamais imaginei.
Em maio de 2023, durante a despedida da nossa eterna Rita Lee, essas palavras foram escolhidas pela atriz Isis Valverde, para prestar uma homenagem póstuma que repercutiu em veículos como a Revista Caras.
"O que importa é o talento que vem da alma, o corpo é perene e em breve se desfaz... a alma se perpetua na imortalidade!"
Mesmo após algum tempo, faço questão de trazer esse registro novamente. Primeiro, porque a imortalidade da alma e do talento (como o da Rita) nunca sai de moda. Segundo, para reforçar que cada micro-conto, cada crônica e cada verso que compartilho aqui carrega essa mesma verdade e dedicação de anos.
Agradeço a cada um que faz parte dessa jornada comigo, desde o início ou desde agora.
Lu Lena / 2026
Depois Que Todos Foram Embora: a dor silenciosa das mães que continuam.
Existem abandonos que fazem barulho.
E existem aqueles que acontecem em silêncio.
Silenciosamente, algumas mulheres vão desaparecendo dentro da própria rotina. Não porque desistiram da vida. Mas porque passaram anos sustentando tudo sozinhas enquanto o mundo, pouco a pouco, foi indo embora.
“Depois Que Todos Foram Embora” nasce exatamente desse lugar invisível da existência humana.
Não é um livro sobre heroísmo. Não é uma história construída para romantizar sofrimento. E também não é uma obra feita para despertar pena.
É um retrato humano da permanência.
Daquelas mulheres que continuam quando todos os outros já partiram emocionalmente.
Mães que permanecem nas salas de terapia. Nos corredores silenciosos das clínicas. Nas madrugadas de crise. Nas batalhas escolares. Nos julgamentos sociais. Na exaustão invisível que quase ninguém vê.
Porque existe uma solidão específica na maternidade atípica que raramente é discutida com honestidade.
No começo, muitas pessoas estão presentes. Existem opiniões. Conselhos. Promessas de apoio. Discursos prontos.
Mas, com o passar dos anos, a realidade muda.
As visitas diminuem. As mensagens ficam mais raras. Os convites desaparecem. Os relacionamentos se transformam. E muitas mães passam a viver uma rotina onde o amor pelos filhos continua enorme, mas o suporte ao redor praticamente deixa de existir.
Então sobra ela.
A mãe.
Cansada. Sobrecarregada. Em silêncio. Tentando reorganizar emocionalmente uma vida inteira enquanto ainda precisa continuar funcionando para todos.
E talvez uma das maiores dores dessas mulheres seja justamente esta: o fato de que a sociedade aprende a enxergar o diagnóstico da criança, mas quase nunca enxerga o apagamento emocional da mãe.
“Depois Que Todos Foram Embora” fala sobre isso com profundidade humana.
Sobre o luto invisível da mulher que deixou de existir como indivíduo para sobreviver como estrutura emocional da família.
Sobre a culpa permanente. Sobre o medo constante. Sobre o esgotamento que não encontra descanso. Sobre a solidão que nasce não apenas da ausência física das pessoas, mas principalmente da ausência de compreensão.
Porque muitas mães atípicas não se isolam apenas por escolha.
Elas vão se recolhendo emocionalmente porque se cansam de explicar dores que ninguém realmente deseja compreender.
Cansam das opiniões superficiais. Das frases prontas. Das comparações cruéis. Da necessidade permanente de justificar sua exaustão.
Então elas economizam energia. Não porque deixaram de amar o mundo. Mas porque precisam sobreviver dentro dele.
Este livro também fala sobre algo profundamente humano: a permanência do amor mesmo quando o corpo está cansado.
Porque existem mulheres que continuam sustentando afetos mesmo emocionalmente exaustas.
Continuam lutando por terapias. Continuam pesquisando. Continuam protegendo. Continuam acreditando. Continuam tentando construir autonomia, pertencimento e dignidade para os filhos enquanto, muitas vezes, já não sabem mais onde ficou a própria identidade.
E talvez uma das partes mais dolorosas disso tudo seja perceber que a sociedade costuma chamar essas mulheres de fortes, sem perceber que muitas delas só continuam porque nunca tiveram a possibilidade real de parar.
“Depois Que Todos Foram Embora” não foi escrito para idealizar sofrimento materno.
Foi escrito para devolver humanidade a mulheres que passaram anos sendo vistas apenas pela função que exercem.
Porque antes de serem mães atípicas, elas eram pessoas.
Tinham sonhos. Tinham identidade. Tinham projetos. Tinham desejos próprios. Tinham existência individual.
E em muitos casos, tudo isso foi ficando para trás enquanto elas sustentavam silenciosamente o peso emocional de famílias inteiras.
Mas este livro não termina na dor.
Ele termina na reconstrução possível.
Na compreensão de que essas mulheres também precisam voltar a existir para além da sobrevivência.
Precisam de acolhimento real. Rede de apoio real. Escuta real. Presença real.
Precisam entender que autocuidado não é egoísmo. Que descansar não é abandono. Que existir como mulher não diminui o amor pelos filhos.
Porque nenhuma sociedade saudável pode continuar tratando mães emocionalmente destruídas como se isso fosse demonstração natural de amor.
O amor não deveria consumir completamente uma pessoa até ela desaparecer.
E talvez o maior propósito deste livro seja justamente este: fazer com que algumas mulheres percebam, pela primeira vez em muitos anos, que alguém finalmente conseguiu enxergar aquilo que elas passaram tanto tempo tentando esconder do mundo.
A solidão invisível de quem continuou mesmo depois que todos foram embora.{b}Depois Que Todos Foram Embora: a dor silenciosa das mães que continuam{/b}
Existem abandonos que fazem barulho.
E existem aqueles que acontecem em silêncio.
Silenciosamente, algumas mulheres vão desaparecendo dentro da própria rotina. Não porque desistiram da vida. Mas porque passaram anos sustentando tudo sozinhas enquanto o mundo, pouco a pouco, foi indo embora.
“Depois Que Todos Foram Embora” nasce exatamente desse lugar invisível da existência humana.
Não é um livro sobre heroísmo. Não é uma história construída para romantizar sofrimento. E também não é uma obra feita para despertar pena.
É um retrato humano da permanência.
Daquelas mulheres que continuam quando todos os outros já partiram emocionalmente.
Mães que permanecem nas salas de terapia. Nos corredores silenciosos das clínicas. Nas madrugadas de crise. Nas batalhas escolares. Nos julgamentos sociais. Na exaustão invisível que quase ninguém vê.
Porque existe uma solidão específica na maternidade atípica que raramente é discutida com honestidade.
No começo, muitas pessoas estão presentes. Existem opiniões. Conselhos. Promessas de apoio. Discursos prontos.
Mas, com o passar dos anos, a realidade muda.
As visitas diminuem. As mensagens ficam mais raras. Os convites desaparecem. Os relacionamentos se transformam. E muitas mães passam a viver uma rotina onde o amor pelos filhos continua enorme, mas o suporte ao redor praticamente deixa de existir.
Então sobra ela.
A mãe.
Cansada. Sobrecarregada. Em silêncio. Tentando reorganizar emocionalmente uma vida inteira enquanto ainda precisa continuar funcionando para todos.
E talvez uma das maiores dores dessas mulheres seja justamente esta: o fato de que a sociedade aprende a enxergar o diagnóstico da criança, mas quase nunca enxerga o apagamento emocional da mãe.
“Depois Que Todos Foram Embora” fala sobre isso com profundidade humana.
Sobre o luto invisível da mulher que deixou de existir como indivíduo para sobreviver como estrutura emocional da família.
Sobre a culpa permanente. Sobre o medo constante. Sobre o esgotamento que não encontra descanso. Sobre a solidão que nasce não apenas da ausência física das pessoas, mas principalmente da ausência de compreensão.
Porque muitas mães atípicas não se isolam apenas por escolha.
Elas vão se recolhendo emocionalmente porque se cansam de explicar dores que ninguém realmente deseja compreender.
Cansam das opiniões superficiais. Das frases prontas. Das comparações cruéis. Da necessidade permanente de justificar sua exaustão.
Então elas economizam energia. Não porque deixaram de amar o mundo. Mas porque precisam sobreviver dentro dele.
Este livro também fala sobre algo profundamente humano: a permanência do amor mesmo quando o corpo está cansado.
Porque existem mulheres que continuam sustentando afetos mesmo emocionalmente exaustas.
Continuam lutando por terapias. Continuam pesquisando. Continuam protegendo. Continuam acreditando. Continuam tentando construir autonomia, pertencimento e dignidade para os filhos enquanto, muitas vezes, já não sabem mais onde ficou a própria identidade.
E talvez uma das partes mais dolorosas disso tudo seja perceber que a sociedade costuma chamar essas mulheres de fortes, sem perceber que muitas delas só continuam porque nunca tiveram a possibilidade real de parar.
“Depois Que Todos Foram Embora” não foi escrito para idealizar sofrimento materno.
Foi escrito para devolver humanidade a mulheres que passaram anos sendo vistas apenas pela função que exercem.
Porque antes de serem mães atípicas, elas eram pessoas.
Tinham sonhos. Tinham identidade. Tinham projetos. Tinham desejos próprios. Tinham existência individual.
E em muitos casos, tudo isso foi ficando para trás enquanto elas sustentavam silenciosamente o peso emocional de famílias inteiras.
Mas este livro não termina na dor.
Ele termina na reconstrução possível.
Na compreensão de que essas mulheres também precisam voltar a existir para além da sobrevivência.
Precisam de acolhimento real. Rede de apoio real. Escuta real. Presença real.
Precisam entender que autocuidado não é egoísmo. Que descansar não é abandono. Que existir como mulher não diminui o amor pelos filhos.
Porque nenhuma sociedade saudável pode continuar tratando mães emocionalmente destruídas como se isso fosse demonstração natural de amor.
O amor não deveria consumir completamente uma pessoa até ela desaparecer.
E talvez o maior propósito deste livro seja justamente este: fazer com que algumas mulheres percebam, pela primeira vez em muitos anos, que alguém finalmente conseguiu enxergar aquilo que elas passaram tanto tempo tentando esconder do mundo.
A solidão invisível de quem continuou mesmo depois que todos foram embora.
Diplomacia Civil Humanitária: a arte silenciosa de reconstruir a humanidade.
Existem profissões que movimentam mercados. Outras que transformam estruturas. Mas existem também missões que transformam consciências.
A diplomacia civil humanitária pertence a esse lugar raro onde a inteligência humana encontra a responsabilidade social.
Ela nasce da compreensão de que uma sociedade não se sustenta apenas por leis, tecnologia, crescimento econômico ou avanços institucionais. Nenhuma civilização permanece saudável quando perde a capacidade de cuidar das pessoas.
E talvez este seja um dos maiores desafios do nosso tempo: o excesso de progresso técnico acompanhado pela escassez de sensibilidade humana.
Vivemos em uma era marcada por velocidade, polarização, conflitos sociais silenciosos, crises emocionais coletivas e distanciamento humano. As pessoas aprenderam a se comunicar o tempo inteiro, mas desaprenderam a se ouvir. Aprenderam a competir, mas esqueceram como cooperar. Aprenderam a ocupar espaços, mas muitas vezes não sabem mais construir pertencimento.
É exatamente nesse cenário que a diplomacia civil humanitária se torna indispensável.
Porque ela representa a presença de cidadãos comprometidos com algo maior do que interesses individuais. Homens e mulheres que compreendem que desenvolvimento verdadeiro não acontece apenas nos centros de poder. Ele acontece quando dignidade, inclusão, diálogo e humanidade chegam até as pessoas.
A diplomacia humanitária não atua apenas em cerimônias ou relações institucionais. Ela atua onde existe dor social. Onde existem comunidades invisibilizadas. Onde existem conflitos culturais. Onde existem pessoas esquecidas pelos sistemas tradicionais.
Ela constrói pontes entre povos, culturas, instituições, lideranças e causas humanitárias.
E talvez sua maior força esteja exatamente nisso: na capacidade de gerar conexão humana em tempos de fragmentação social.
O diplomata civil humanitário compreende que servir não é se diminuir. É assumir responsabilidade diante do sofrimento coletivo.
Seu trabalho exige preparo emocional, inteligência relacional, equilíbrio, ética, neutralidade e consciência institucional. Mas exige, acima de tudo, algo cada vez mais raro: capacidade de enxergar o outro como humano antes de qualquer diferença.
A verdadeira diplomacia não nasce do ego. Nasce da maturidade.
Ela não busca superioridade. Busca construção.
Não trabalha pela vaidade do reconhecimento. Trabalha pela permanência do impacto.
A diplomacia civil humanitária também possui uma dimensão silenciosa que poucas pessoas conseguem perceber.
Ela devolve esperança social.
Quando um diplomata humanitário atua em uma comunidade vulnerável, promove inclusão, media conflitos, incentiva educação, fortalece lideranças ou mobiliza ações sociais, ele não está apenas realizando um projeto.
Ele está ajudando pessoas a acreditarem novamente que ainda existem caminhos possíveis para a humanidade.
E isso possui um valor imensurável.
Porque sociedades adoecem quando o individualismo se torna maior do que o compromisso coletivo.
A diplomacia civil humanitária nos lembra justamente do contrário: que nenhuma sociedade evolui sozinha.
Toda grande transformação humana sempre começou quando alguém decidiu servir sem precisar aparecer. Construir sem precisar dominar. Unir sem precisar impor.
Por isso, ser um diplomata civil humanitário não é ocupar um título. É carregar uma consciência.
É compreender que influência verdadeira não é aquela que controla pessoas. É aquela que protege dignidades, constrói oportunidades e promove paz social.
Em um mundo cada vez mais barulhento, agressivo e acelerado, a diplomacia humanitária se torna um dos últimos espaços onde humanidade, inteligência e propósito ainda conseguem caminhar juntos.
Nem tudo o que a alma sente
consegue virar explicação.
Existem emoções que atravessam a gente devagar,
mudam nossos passos
e fazem nascer uma versão nova de quem somos.
Por isso,
não tente entender tudo o tempo inteiro.
Alguns caminhos
primeiro são sentidos.
Só depois a vida encontra palavras para explicar.
Edna de Andrade
@coisasqueeusei.edna
Existem almas como o amanhecer,
pois você transborda por dentro.
Sua bondade não faz alarde,
é porto, é calma, é centro.
Admiro a arquitetura da sua alma,
feita de ética, de escuta e de zelo;
você transforma o caos em calma
só pelo modo de ser, sem apelo.
Mais que beleza que o olho alcança,
você tem a raridade do caráter puro:
é onde a gente ancora a esperança
e caminha com luz no escuro.
Existem almas como o amanhecer,
que trazem o sol sem pedir licença.
Não é sobre o que você faz,
mas sobre a paz da sua presença.
Admiro o silêncio da sua integridade,
essa alma que é porto e é prumo.
Sua ética é o que traz a verdade,
sua bondade é o que dá o rumo.
Há uma beleza que o tempo não gasta:
a luz que vem de quem é de verdade.
Para iluminar o mundo, você basta,
pelo simples dom da sua raridade.
Existem almas esculpidas em rocha,
onde a virtude é o que dita o valor.
Não buscam o palco, nem a vã glória,
são feitas de ética e de puro amor.
Admiro a elegância do seu pensamento,
essa alma que é abrigo, que é base, que é cais.
Sua postura resiste a qualquer contratempo,
é a nobreza de quem não se vende jamais.
Há um brilho em você que o olho não explica,
é o rastro de luz de quem vive no bem.
A sua presença é o que no mundo fica:
essa alma rara que ninguém mais tem.
o mistério não está te ajudando, está criando um abismo. Se você não comunicar que existem fatores externos travando sua atitude, ela vai continuar acreditando que o problema é a falta de vontade sua.
Técnica do Desapego
1) Retirar do pedestal
2) Lembrar das falhas
3) Saber que existem outros
4) Saber que não te completaria
Existem batalhas
que o orgulho chama de coragem,
mas a sabedoria chama de prisão.
Existem vozes
que não querem diálogo,
querem apenas ocupar espaço na sua mente.
E existem guerras
que, mesmo quando vencidas,
deixam o vencedor em ruínas.
Proteja sua alma.
Nem tudo que te desafia
merece acesso ao seu coração.
Nem tudo que te fere
merece morar nos seus pensamentos.
Porque há um preço alto demais
em gastar a vida inteira
lutando contra tudo,
e esquecer de viver aquilo
para o qual você nasceu.
“A Defesa Civil Municipal pode ser comparada a um celular. Dentro desse aparelho existem vários aplicativos, e cada órgão integrante do Placon é como um desses apps, com funções próprias e bem definidas. O Coordenador da Defesa Civil é quem usa esse celular: ele abre e aciona cada aplicativo conforme a necessidade, seja para atender um cidadão ou para apoiar uma comunidade inteira em situação de risco.”
Existem dores que não cabem em lágrimas,amores que não cabem em abraços
e saudades que não cabem em palavras.
O que sentimos de mais profundo,
muitas vezes, é justamente o que se torna inefável.
Porque a alma sabe sentir coisas
que a linguagem ainda não aprendeu a dizer.
— Sariel Oliveira
Fantasmas como eu
Existem muitos por aí os quais eu não saberia especificar se estão vivos ou mortos,
mas eles agem e de tempos em tempos se revelam.
Não é necessário que alguém esteja escutando o barulho da árvore caindo,
cedo ou tarde o efeito borboleta nos une.
Muitas vezes utilizamos de forma banal o que outro alguém levou uma vida para desenvolver.
Estamos onde estamos por conta de fantasmas, estando eles vivos ou não.
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