Excesso
Hoje entendo que nunca foi sobre falta de sentimento e sim excesso de conexão com eles. A escuridão era apenas meu casulo de resiliência, conflagração filosófica e aceitação. Agora voa, pois nenhum olhar mentiroso pode mais te enganar, voa, pois tempo de ser feliz é apenas no agora.
Existe um ditado popular que diz
"Melhor pecar pelo excesso do que pecar pela falta" e muitas pessoas cristãs utilizam ele. Até mesmo eu já utilizei, porém movido pelo Espirito Santo isso acabou para mim.
Melhor é não pecar e não sermos omissos!
O excesso Esconde a Falta
Todo excesso esconde uma falta. Em nosso íntimo, carregamos feridas e vazios que muitas vezes nos são desconhecidos. E para preencher esses espaços em branco, recorremos a diversas formas de camuflagem, buscando uma sensação passageira de plenitude.
Engolimos porções generosas de comida, como se a fome que nos consome fosse saciada com cada garfada. Enchemos as redes sociais de selfies, numa tentativa desesperada de mostrar ao mundo um sorriso perfeito, encobrindo a insegurança que habita dentro de nós. Competimos silenciosamente por símbolos de status, como carros reluzentes e closets repletos de roupas, como se a quantidade de bens materiais pudesse suprir a ausência de algo essencial em nossas almas.
Acumulamos objetos e posses, acreditando que a quantidade de coisas que possuímos é diretamente proporcional à nossa felicidade. Controlamos e patrulhamos a vida alheia, porque olhar para os problemas alheios nos faz sentir momentaneamente melhor com os nossos próprios. Buscamos no álcool e no fumo um alívio temporário para as dores que não conseguimos expressar. Nos entregamos ao exercício físico e ao trabalho incessante, como se o cansaço físico pudesse abafar a exaustão emocional.
Reforçamos nossas próprias qualidades, enaltecendo nossas conquistas e virtudes, como se o elogio constante aos nossos atributos pudesse preencher o vazio de não nos sentirmos suficientes. Poupamos ou gastamos exageradamente, na esperança de que o controle financeiro seja a solução para nossas angústias.
No entanto, a verdade é que todo excesso apenas evidencia a falta que tentamos desesperadamente suprir. Por mais que nos enganemos com nossas próprias máscaras, o buraco interior persiste. E talvez, em vez de tentar cobri-lo com camadas superficiais, devêssemos olhar para dentro de nós mesmos, explorar as profundezas de nossa alma e buscar compreender as raízes dessas carências.
Ao invés de nos entregar ao exagero, podemos aprender a ouvir o que nossa essência sussurra, a reconhecer nossas vulnerabilidades e necessidades legítimas. É na aceitação dessas fragilidades que encontramos a verdadeira cura. Não precisamos nos encher de excessos, mas sim nos esvaziar de ilusões e expectativas irreais. É ao nos reconciliarmos com nossa própria humanidade, com nossas limitações e imperfeições, que começamos a preencher o vazio com amor próprio, compaixão e aceitação.
Portanto, que possamos abandonar a busca frenética por suprir nossas faltas através do excesso e nos abrirmos para a jornada interior. Somente assim poderemos nos encontrar verdadeiramente, descobrir o que realmente nos completa e viver uma vida autêntica e plena.
Essa luz que reflete de você, não vem de uma mente brilhante. Vem do reflexo do excesso de óleo de peroba que você passou na sua cara.
Não adular.
Não ser, um(a) adulador(a).
Não fazer elogio, em excesso.
Quem faz isso,
é entendido como:
Mentiroso. Falso.
Cuidado, com as palavras.
Ser muito agradável.
Exemplo:
A pessoa que come,
açúcar demais.
É prejudicial, a saúde.
Não que eu precisasse de tantas verdades, para viver. Mais os excessos de mentiras, fantasiado de vaidade me cansa um pouco...
Na tensão do meu eu...Sempre acabo me perdendo nesse excesso de sentimentos. Me olho, me grito, choro-me, Extinguo-me até que não tenha desejo de desejar e depois de tanto entrar no meu eu e acabar compreendo sempre... Frusto-me com o fato do imprevisível e quando amanhece... Acontece tudo de novo!!!!
"É MAIS INTELIGENTE, E HUMANO, PECAR PELO EXCESSO DE GENEROSIDADE, A
PECAR PELA AVAREZA, MESMO QUE DIMINUTA!"
Juan Galvez ( pseudônimo de G.Oliveira, 1961, brasileiro, natural do Rio de Janeiro-RJ).
Vivo acreditando em dias melhores
uns me surpreendem pelo excesso
outros pela negação
aos momentos vividos
entregues com amor
a vida acontece
como numa tarde de sol
“” Você sabe que entre nós não pode haver excessos
Precisamos de equilíbrio
Nosso amor é uma musica perfeita, clara e linda.
Você sabe onde me encontrar, ainda que eu me sinta perdido
Pois é assim que sou sem você. Naufrago em meu próprio mar
Mas haverá de um dia sermos um,
Não conjunção de duas metades,
Mas num inteiro a se encontrar
E se não foi passado,
Nem presente...
Um dia será...””
Uns vão morrendo pelo excesso de prazeres, outros pela falta do mínimo destes. Lembro apenas, têm gente que sente prazeres no mal, ou até mesmo, por aquilo que chega a fazer a si muito mal, como também há quem tenha tudo de bom e sente-se como se nada tivesse. É na contradição entre bom e ruim, bem e mal, ou mesmo no entender os prazeres, que se vê as diferenças entre quem vive e quem se mata.
